segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

MOMENTOS DE CRISE

Companheiros,

Por mais que queiramos nos ater às matérias específicas que dizem respeito à nossa categoria, somos surpreendidos diariamente por notícias no cenário político nacional, que vão atingir a vida de todo o povo brasileiro.
Ao acessar o portal UOL, nesta segunda-feira,à noite, fomos surpreendidos pela decisão do Ministro MARCO AURÉLIO MELLO
                                          
                                         
de afastar o Senador RENAM CALHEIROS da Presidência do Senado.
Em seu lugar, o Senador JORGE VIANA (PT-AC), 1º vice-presidente, deverá assumir a Presidência da Casa.
                                         
   
Reproduzimos, adiante, matéria do Portal UOL, que noticia a matéria.
Paralelamente, o Presidente da República MICHEL TEMER, vai pedir ao Senador ROMERO JUCÁ (PMDB-RR), líder do governo no Congresso, e EUNÍCIO OLIVEIRA (PMDB-CE), líder do PMDB no Senado, que conversem com o Senador JORGE VIANA, sobre quais serão os passos que ele pretende tomar na atual conjuntura.
O Governo está confiante de que a votação da Proposta de Emenda à Constituição 55, prevista para 13.12.2016, que estabelece um limite para os gastos públicos pelos próximos 20 anos, não enfrentará maiores problemas, até porque já existe um acordo entre os líderes no Senado.
Outro assunto, que é a reforma da Previdência, também é uma medida da qual o Poder Executivo depende do Poder Legislativo  para ser aprovada e implementada. 
De qualquer forma, apesar do otimismo do Governo, não cremos que haja qualquer certeza do Governo em relação a nada, em razão da Presidência do Senado ficar nas mãos de um senador petista, muito embora o Presidente MICHEL TEMER
                                           

diga que mantém um excelente relacionamento com o Senador JORGE VIANA, a quem considera uma pessoa sensata e afável.
A última notícia que acaba de chegar, através do Portal da GLOBO, e que reproduzimos adiante, em parte, é que o Senador RENAM CALHEIROS
                                         

se recusou a receber a notificação do STF sobre seu afastamento da Presidência do Senado.
Só nos resta esperar pelo próximo capítulo dessa eletrizante novela que é a política brasileira.
Enquanto isso, o povo brasileiro, ansioso por reformas e pela moralização da política no Brasil, assiste a isso tudo como se fosse um espetáculo surrealista.

ADAÍ ROSEMBAK
Associado da ANABB, AAFBB e ANAPLAB

PORTAL UOL

Ministro do STF afasta Renan Calheiros da presidência do Senado
Felipe Amorim
Do UOL, em Brasília
05/12/201619h17 > atualizada 05/12/201619h4
  • Alan Marques - 6.jul.2016/ Folhapress 
O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Marco Aurélio Mello decidiu afastar nesta segunda-feira (5) o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) da presidência do Senado. A decisão mantém o mandato do senador.
A decisão do ministro Marco Aurélio atende a ação movida pelo partido Rede Sustentabilidade.
O argumento é o de que Renan não poderia permanecer na linha de substituição do presidente da República sendo réu em processo criminal.
"Defiro a liminar pleiteada. Faço-o para afastar não do exercício do mandato de senador, outorgado pelo povo alagoano, mas do cargo de presidente do Senado o senador Renan Calheiros. Com a urgência que o caso requer, deem cumprimento, por mandado, sob as penas da lei, a esta decisão. Publiquem", diz decisão do ministro.http://t.dynad.net/pc/?dc=5550001892;ord=1480977777839https://t.dynad.net/pc/?dc=5550001577;ord=1480977783660
Na semana passada, 
o STF decidiu abrir processo e transformar Renan em réu pelo crime de peculato (desvio de dinheiro público).
 A decisão pelo afastamento é liminar, ou seja, foi concedida numa primeira análise do processo pelo ministro, mas ainda precisa ser confirmada em julgamento pelos 11 ministros do Supremo. Ainda não há previsão de quando o processo será julgado em definitivo.
O mandato de Renan à frente da presidência terminaria em fevereiro, mas, na prática, ele exerceria o comando do Senado apenas até o final deste mês, quando o Congresso deve entrar em recesso.
O afastamento do senador pode causar instabilidade política para a aprovação de projetos importantes para o governo do presidente Michel Temer (PMDB).
Na terça-feira (13) da próxima semana está na pauta do Senado a votação em segundo turno da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) do Teto de Gastos Públicos, apresentada como a principal medida do governo Temer para combater a crise na economia.
Com o afastamento de Renan, deve assumir a condução do Senado o 1º vice-presidente, o senador Jorge Viana (PT-AC), de partido de oposição ao governo Temer.
A reportagem do UOL entrou em contato por telefone com a assessoria de Renan Calheiros, que informou não ter, até o momento, nenhum posicionamento dele em relação à decisão do STF.

PORTAL DA GLOBO

Renan se recusa a receber notificação do STF sobre afastamento da presidência do Senado.
Oficial de Justiça não consegue entregar notificação na residência oficial.
POR MARIA LIMA
05/12/2016 21:53 / atualizado 05/12/2016 22:47


BRASÍLIA - O oficial do Supremo Tribunal Federal (STF) foi na noite desta segunda-feira à residência oficial do Senado para entregar ao senador Renan Calheiros (PMDB-AL) a notificação da decisão do ministro Marco Aurelio Melo sobre o afastamento da presidência do Senado. Renan se recusou a receber o oficial.
O peemedebista foi até a porta e voltou sem a notificação. O oficial saiu alguns minutos depois com os papéis na mão.
Segundo o secretário geral da mesa Senado, Bandeira de Melo, Renan alegou que não se pode receber notificação judicial após as 18h, segundo a lei.
Perguntado sobre como Renan reagiu à decisão do ministro do Supremo, o líder do PMDB no Senado, Eunício Oliveira, disse que ele está tranquilo e que vai receber a notificação amanhã às 11h.
- Normalíssimo, frio, traquilo. Marcou para receber a notificaçao amanhã às 11 horas.
Há um entra e sai de caciques e ministros do PMDB e outros partidos da base na residência oficial do presidente do Senado, para reunião de emergência.
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que mora na casa ao lado, na residência oficial da Câmara, fez o deslocamento de poucos metros até a casa do Senado de carro e escolta oficial para driblar o batalhão de jornalistas de plantão na porta.
O vice-presidente do Senado, Jorge Viana (PT-AC), que assumirá a presidência da Casa no lugar de Renan, saiu da reunião e foi para uma reunião da bancada do PT no Senado.

O ex-presidente do Senado José Sarney, o ministro Helder Barbalho, os senadores Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), Ciro Nogueira (PP-PI), Rose de Freitas (PMDB-ES), Garibaldi Alves, deputado Hugo Mota, também foram se encontrar com Renan.

P.S.: Falando em política, recomendo o livro “À Sombra do Poder”, de Rodrigo de Almeida. Fiquei muito relutante ao comprar esse livro, pois Rodrigo de Almeida foi secretário de imprensa da ex-Presidente Dilma Rousseff, e eu achava que, por essa razão, seria uma peça tendenciosa a favor da ex-Presidente e do PT. Mas, pelo contrário, é um depoimento politicamente isento, intenso, que nos prende da primeira à última página, e que nos mostra o que ocorreu nos bastidores da política brasileira, e que não foi exposto na mídia. 

domingo, 4 de dezembro de 2016

PLANO DE REESTREUTURAÇÃO DO BB


Companheiros,

O presente Plano de Reestruturação do BB é um assunto que está sendo intensamente debatido por nossas associações e entidades com o BB.
O chamado Plano Extraordinário de Aposentadoria Incentivada (PEAI), que deverá atingir 18.000 servidores, é   um tema que causa grande aflição no funcionalismo do banco, ainda mais na situação econômica em que o país se encontra, com alto nível de desemprego.
Os reflexos das medidas a serem implementadas também impactarão diretamente a PREVI e a CASSI.
Entendemos que, por também ter uma função pública, o BB nunca poderá ter seus índices de rentabilidade comparados com os de bancos particulares, na forma como é previsto no Acordo de Basileia.
O artigo “O ajuste nas empresas estatais”, que transcrevo abaixo, em parte, publicado no jornal O Globo, desta data, confirma claramente esse aspecto:
“Até se entende que instituições financeiras do Estado, por cumprirem certo papel institucional, não tenham a rentabilidade de bancos privados.”
Portanto, para preservar a eficiência do banco e o bom atendimento à clientela do BB, é fundamental que se atente para essa peculiaridade do BB como agente da política financeira do governo.
Atualmente, a carência de funcionários está atingindo até o atendimento do chamado segmento “Estilo” nas agências.  A demora é imensa e as reclamações se sucedem.
Então, esse corte imenso de funcionários, mesmo considerando o fechamento de 402 agências, e a transformação de outras 379 em postos de atendimento, precisa ser cuidadosamente avaliado.
Muito embora o plano de reestruturação do BB nos pareça bem planejado, e continue a ser amadurecido e discutido com todos os atores envolvidos em sua implementação, programas dessa amplitude sempre podem tropeçar no princípio de que “a teoria na prática é outra”.
Em um dos aspectos mais ressaltados, que é digitalização dos serviços, é preciso considerar que, grande parte da clientela, ainda é composta de pessoas idosas que encontram dificuldade no acesso a serviços informatizados. Para o atendimento desse segmento ainda será necessário o atendimento pessoal.
Os bancos privados nunca tiveram problemas em relação ao enxugamento de seu quadro de pessoal.
Mesmo diante da dura atuação e dos protestos dos sindicatos bancários para a obediência rígida pelos bancos das leis trabalhistas e contra programas de demissão, sempre houve o chamado “voo das andorinhas”, que é a contratação em massa de funcionários jovens que, após algum tempo, são demitidos, e os bancos partem para novas contratações em massa.  E esse ciclo se repete continuamente. É o que os americanos chamam de “turnover”. Assim,  os bancos conseguem ter uma redução de custos com a manutenção de seu quadro funcional. Mas essa redução de custos tem o seu lado negativo, pois nunca conseguem que seus servidores atinjam a dedicação, a especialização e eficiência de seus funcionários, como no BB.
Ressaltamos que a baixa lucratividade do BB reside em outros fatores fundamentais que fogem do âmbito do programa de reestruturação. 
Esse assunto é muito bem dissecado, de forma franca e objetiva, como é do estilo da blogueira, no artigo “Cuidado, Nunca Desista de Seus Sonhos”, desta data, que pode ser acessado no blog da companheira ROSALINA DE SOUZA.
Também reproduzimos, adiante, a excelente matéria “ANABB discute com dirigentes do BB o Plano de Reestruturação do Banco”, de 24.11.2016, extraída do site da ANABB, que detalha minuciosamente o plano em foco.
Por fim, publicamos a nota “BB – PREVI – INSS  e  Planos de  Aposentadoria Incentivada”, de 01.12.2016, de autoria do colega JOSÉ RICARDO SASSERON, ex-Diretor de Seguridade da PREVI. É um depoimento importante sobre diversas cautelas a serem tomadas pelos funcionários que aderirem ao PEAI.

ADAÍ  ROSEMBAK
Associado da ANABB, AAFBB e ANAPLAB


Quinta-feira,  24/11/2016- 18h07m
ANABB discute com dirigentes do BB o Plano de Reestruturação do Banco


A ANABB reuniu-se em 23 de novembro com Banco do Brasil, para obter esclarecimentos sobre todo o Plano de Reestruturação anunciado pela instituição no último dia 20. O diretor de Gestão de Pessoas, JOSÉ CAETANO DE ANDRADE MINCHILLO, e o gerente executivo da DIPES, JOÃO GIMENEZ, detalharam aos dirigentes da ANABB como foi estruturado o Plano Extraordinário de Aposentadoria Incentivada (PEAI).
O PEAI é uma das partes do Programa de Reorganização Institucional que contempla, dentre outros itens, o fechamento de 402 agências e a transformação de outras 379 em postos de atendimento. A ANABB esteve representada pelo presidente, REINALDO FUJIMOTO; o vice-presidente de Relações Funcionais, HAROLDO VIEIRA; e o vice-presidente de Relações Institucionais, JOÃO BOTELHO. 

De acordo com o Banco do Brasil, as informações sobre essas medidas já foram amplamente disponibilizadas para os funcionários da ativa, por meio da Intranet, desde 21/11/2016.
Veja abaixo os principais pontos debatidos:

PEAI
O conjunto de medidas para reorganização institucional do Banco do Brasil prevê a redução de 9.072 vagas. Para isso, o BB promoveu o Plano Extraordinário de Aposentadoria Incentivada (PEAI), cujo público-alvo é de 18 mil pessoas.
Podem aderir ao PEAI os seguintes funcionários:
• Aposentados pelo INSS, por tempo de contribuição ou idade, e os funcionários que adquirirão as condições de aposentadoria até 31/12/2016.
• Funcionários com condições de receber benefícios dos planos de previdência privada da Previ, do Economus, da Fusesc e do Previbep, até 31/12/16.
• Funcionários que reúnem os requisitos para aposentadoria pelo INSS e derem entrada no pedido de aposentadoria até 31/12/2016 receberão os valores do PEAI quando a aposentadoria for concedida pelo INSS, ainda que em data posterior a 31/12/2016.

ADESÃO
A adesão ao PEAI é voluntária e deve ser feita até 9 de dezembro de 2016. O Banco esclarece que o prazo definido, com efeitos até 31/12/2016, foi aprovado pelo Conselho de Administração. Informou também que o conjunto de medidas para a reorganização institucional só pôde ser divulgado aos funcionários e à imprensa, após o comunicado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), por força de regras do mercado.

INCENTIVOS
De acordo com o Banco, os incentivos para quem aderir ao PEAI são:
• Incentivo de desligamento no valor de 12 salários-base;
• Indenização pelo tempo de serviço (Prêmio Pecúnia), tendo como base a data de 01/12/2016, conforme a seguir:
- Quem tem 29 anos e menos de 30 anos de BB = recebe 1 salário-base;
- Quem tem 28 anos e menos de 29 anos de BB = recebe 2 salários-base;
- Quem tem menos de 28 anos de BB = recebe 3 salários-base.
O incentivo de desligamento (12 salários-base) e a indenização pelo tempo de serviço (até 3 salários-base) são verbas de caráter indenizatório, por isso, são isentas de Imposto de Renda. Também são isentas de IR as verbas referentes a vendas de férias, folgas, abonos e licenças-prêmio.
O Imposto de Renda incidirá apenas sobre o saldo de salários correspondente aos dias trabalhados no mês da rescisão.
O Banco do Brasil informou que as diferenças de 7ª e 8ª horas para esse público poderão ser negociadas administrativamente por meio da Comissão de Conciliação Prévia (CCP).

QUEM ADERE PERDE A CASSI?
O funcionário que aderir ao PEAI e passar a receber benefício de complemento ou renda de aposentadoria da Previ continuará usufruindo da Cassi, pagando a cota pessoal e o Banco a cota patronal, conforme previsto no regulamento do Plano de Associados da Caixa de Assistência.
A exceção é para o funcionário que, enquanto ativo, não tinha a condição de participante da Previ. Nesse caso, ao aderir ao PEAI, para continuar com a Cassi, precisa se tornar Autopatrocinado, arcando com pagamento das cotas pessoal e patronal.
• Funcionários com MAIS de 10 anos de Cassi: a manutenção do Plano de Associados será vitalícia se o ex-funcionário tiver contribuído para o Plano por, pelo menos, 10 anos até a data do seu desligamento.
• Funcionários com MENOS de 10 anos de Cassi: o funcionário que contribuiu para o Plano de Associados por um período inferior a 10 anos terá direito a permanecer no Plano à razão de 1 ano para cada ano de contribuição. Nessa hipótese, o valor inicial da contribuição será sobre o valor da última remuneração mensal vigente na data do desligamento.

REESTRUTURAÇÃO INSTITUCIONAL
De acordo com o Banco do Brasil, o fechamento das 402 agências e a transformação de 379 em postos de atendimentos será para adequar o Banco à nova realidade e ao perfil dos clientes que buscam cada vez mais os serviços digitais. Com isso, haverá a necessidade de realocação dos funcionários dessas agências.
O Banco informou que está preparado para realocar os funcionários da melhor forma possível, gerando o mínimo de impacto. Para isso, estruturou as seguintes ações:
• Os funcionários que perderem funções nas agências continuam recebendo os mesmos salários, durante 4 meses, a partir de 1º/2/17, na condição de Vantagens de Caráter Pessoal (VCP).
• A remoção compulsória de funcionários apenas pode acontecer na mesma praça.
• O Banco criou um sistema de concorrência, chamado TAO Especial, para o período de realocação dos funcionários que perderem funções ou tiverem agências fechadas.
• No TAO Especial, os funcionários só poderão concorrer para vagas em funções semelhantes àquelas exercidas atualmente (concorrência em lateralidade). Os funcionários poderão concorrer para até 50 oportunidades em localizações diferentes. Poderão ser escolhidos, para cada oportunidade, os que estiverem classificados entre os 50 primeiros. Em condições normais, a escolha se dá entre os 20 primeiros.
• Há também, para um determinado grupo de funções, a possibilidade de o funcionário escolher jornada de 8 horas ou 6 horas.  Os funcionários que fizerem a opção pelas 6 horas terão a redução de 16,25% do valor de referência da função, enquanto a carga horária de 8 para 6 horas representa uma diminuição de 25% na carga horária. Os funcionários que forem removidos, se quiserem, podem manter as 8 horas.
• Para viabilização do Plano de Reestruturação, o objetivo é garantir a movimentação dos funcionários sem travas, com a garantia da lateralidade para funcionários que escolherem mudar de cidade. 
• A abertura do processo de concorrência pelo TAO Especial, na condição de lateralidade, iniciar-se-á no dia 02/12 e as nomeações começarão em 5/12.

POLÊMICAS
• Os dirigentes do Banco asseveraram aos gestores da ANABB que não há sinalização de privatização da instituição.
• Quanto às reações ao anúncio, eles ressaltaram que o pacote anunciado pela instituição foi bem recebido pelo mercado e pela imprensa.
• Em relação à percepção do funcionalismo, os diretores do BB afirmaram que a maior crítica foi em função de os funcionários não terem sido informados anteriormente. No entanto, está sendo dada total atenção aos colaboradores, ressaltando que a adesão é voluntária.

POSICIONAMENTO DA ANABB
De tempos em tempos, observamos que tem sido comum as empresas estatais promoverem planos de demissão voluntária ou programas de aposentadoria incentivada. Dependendo das particularidades do momento para a empresa, os planos surgem com características diferentes. No caso em pauta, o que ficou claro na conversa com o Banco é que os objetivos principais giram em torno da redução de custos, do reordenamento da rede de agências, da reorganização da direção geral e um foco muito forte na modernização e no atendimento digital. Segundo o diretor, não está mudando nada no que se refere à missão, visão, valores e na estratégia do Banco.
Como na redução de custos, as despesas com pessoal representam um componente significativo, onde o Banco espera uma redução de 9.072 vagas, percebe-se que o PEAI oferece mais vantagens do que os planos ofertados pelo BB anteriormente.  Estão sendo oferecidos 12 salários-base como incentivo, além do prêmio pecúnia, que pode chegar a até 3 salários-base, podendo chegar a um total de 15 salários-base. O PAI de 2015 ofereceu apenas 5 salários-base de incentivo.
A ANABB entende que, para quem tem todas as condições para uma aposentadoria integral, os diferenciais oferecidos são bons. Entretanto, cada funcionário deve avaliar criteriosamente todos os pontos do Plano, seus benefícios, vantagens, riscos e os reflexos disso na sua vida funcional e pessoal.
Um ponto considerado negativo e crítico é o relacionado ao fechamento de agências, em virtude da possibilidade da perda de comissão de alguns colegas e a ansiedade no momento da realocação. A ANABB reforça que ficará atenta à movimentação dos funcionários, principalmente em relação às pressões que poderão sofrer dos administradores. É inadmissível que funcionários sofram qualquer tipo de constrangimento durante o processo. Sabemos que os próximos meses serão de incertezas para alguns colegas. Porém, a ANABB deixou claro na reunião com o Banco que não aceitará ingerências por parte de gestores na decisão pessoal de cada colaborador.
A ANABB julga que o tempo para a adesão é muito curto. Não se decide uma vida em menos de 20 dias. O ideal neste processo seria um prazo de pelo menos 3 meses a fim de que as famílias pudessem tomar uma decisão mais tranquila, longe da pressão do tempo.
Com relação ao VCP (Vantagens de Caráter Pessoal), a ANABB acompanha o posicionamento das entidades sindicais no sentido de que o período seja estendido até o final de 2017.

REFORMA DA PREVIDÊNCIA
A mídia tem divulgado que as principais empresas de mercado controladas pelo governo estão realizando processos similares e que a expectativa é que mais de 55 mil funcionários façam sua adesão aos planos de aposentadoria incentivada.
Um fator que merece ser avaliado é a sinalização da reforma da previdência em curto prazo que prevê o aumento significativo da idade na hora de aposentar. Importante refletir sobre as vantagens oferecidas neste momento e os impactos negativos que poderão advir para esse público no caso da reforma que está sendo sinalizada. Em 1998, muita gente que estava próximo da aposentadoria teve que cumprir mais um pedágio e adiar o momento da saída.

E COMO FICA A SITUAÇÃO DA PREVI?
Alguns colegas têm manifestado essa preocupação. Não há nenhum problema em relação à Previ. A Reserva Matemática já prevê que todos os associados do Plano de Benefícios I vão exercer o direito à aposentadoria e reflete o real compromisso. Os estudos atuariais consideram o valor atual dos benefícios futuros e o valor atual das contribuições futuras. Ou seja, os valores são permanentemente atualizados e aprovisionados. O fluxo de caixa também já está garantido, conforme estudo da Previ, com projeção para os próximos sete anos, que evidencia que os fluxos de recebimentos serão maiores que os fluxos de pagamentos.
Fonte: Agência ANABB

BB – PREVI – INSS  e Planos de Aposentadoria Incentivada 
JOSÉ RICARDO SASSERON
em 01/12/2016, às 17:23
Alertas sobre aposentadoria a quem pensa em aderir ao  PEAI (Plano Extraordinário de Aposentadoria Incentivada)

Colegas do BB,
Por certo a decisão de aderir ao plano de aposentadoria incentivada do banco é de caráter estritamente pessoal.
Gostaria somente de fazer alguns alertas sobre a aposentadoria pela Previ e/ou INSS, assunto angustiante para quem vai decidir o que fazer.

1. São três os requisitos para a aposentadoria no Plano 1 ou no Previ Futuro: mínimo de 15 anos de filiação ao plano, aposentadoria pelo INSS e rompimento do vínculo empregatício com o BB. Quem tiver no mínimo 50 anos de idade poderá requerer o complemento da Previ mesmo sem estar aposentado pelo INSS. 

2. O complemento de aposentadoria do Plano 1 é calculado pela média dos 36 últimos salários de participação menos o valor das 36 últimas Parcelas Previ, tudo corrigido pelo INPC para a data do cálculo. O valor do benefício é proporcional aos meses de contribuição ao plano – por exemplo, 336/360 para quem tem 28 anos completos.

3. O benefício do Previ Futuro é calculado dividindo-se o saldo de conta do associado pelo número de meses correspondentes à sua expectativa de vida (contam-se 13 meses por ano). O associado pode escolher se deixa pensão aos dependentes ou não. A decisão interfere no valor do benefício, pois a Previ levará em conta o pagamento da pensão no cálculo.

4. Importante: quem sair no PEAI e ainda não tiver direito à aposentadoria pela Previ deve continuar contribuindo e pedir a preservação do salário de contribuição.

5. A aposentadoria pelo INSS exige o mínimo de 30 anos de contribuição da mulher e 35 do homem. O benefício é calculado pela média dos 80% maiores salários de contribuição recolhidos desde julho de 1994. Sobre esta média incide o fator previdenciário, um redutor calculado de acordo com o tempo de contribuição e idade de aposentadoria. O fator penaliza quem se aposenta mais cedo. A tabela do fator previdenciário é pública (digite “fator previdenciário 2016” no google e ela aparecerá).

6. Importante 1: quem sair no PEAI e não tiver tempo de INSS, deve continuar contribuindo, se não só vai poder se aposentar por idade, aos 60 para a mulher ou 65 para o homem, e desde que tenha pelo menos 15 anos de contribuição ao INSS.

7. Importante 2: está vigente a Fórmula 85/95, aprovada pelo Congresso Nacional no ano passado. A mulher que atingir 85, na soma da idade de aposentadoria mais tempo de contribuição, se livrará do fator previdenciário. O homem que atingir 95 nesta mesma soma também se livrará do fator. Isto altera consideravelmente o valor do benefício. Então, sugiro verificar quando você completará a soma e se é conveniente esperar mais um tempo pagando o INSS para se aposentar.

8. Importante 3: você pode agendar uma ASSESSORIA PREVIDENCIÁRIA com a Previ, que criamos quando fui diretor de Seguridade. O pessoal da Previ estudará sua situação e discutirá com você a data mais conveniente para se aposentar.

José Ricardo Sasseron, ex-diretor de Seguridade da Previ
Parte superior do formulário
Fonte....... Grupo  PREVI Para Todos, no Facebook

sábado, 3 de dezembro de 2016

UM DEPOIMENTO ESCLARECEDOR - 03.12.2016

Companheiros,

Em razão do assunto abordado no artigo anterior “UM ASSUNTO DESAGRADÁVEL”, de 30.11.2016, reproduzo adiante a nota “UM ASSUNTO DESAGRADÁVEL – CONSIDERAÇÕES DE LAGO NETO”, de 02.12.2016.
                                         

JOÃO CARLOS LAGO NETO faz parte da Vice-Presidência de Desenvolvimento da AAPBB-Associação de Aposentados e Pensionistas do Banco do Brasil, e é um dos mais respeitados e brilhantes articulistas de nossa área.
Administra o blog que leva seu nome, “BLOG DO LAGO NETO”, que é um dos mais importantes no que tange aos nossos interesses.
É também um colaborador muito acessado nas redes de funcionários pela inserção de artigos relevantes que nos enriquecem culturalmente e que ajudam todos os companheiros na solução dos diversos problemas que atingem nossa categoria.
                                         

LAGO NETO e o Dr. MARCOS COIMBRA, Presidente de Desenvolvimento da AAPBB, economista, professor, autor do sucesso literário “BRASIL SOBERANO”, e que ocupa posições de projeção na ADESG, no CEBRES e na Academia Brasileira de Defesa, foram os organizadores do Simpósio da AAPBB, promovido em 12 e 13.04.2016, e que versou sobre Fundos de Previdência Complementar Fechada e Planos de Saúde, que considero o melhor simpósio até hoje promovido no debate dos assuntos enfocados.
Foi nesse simpósio que a Dra. TÂNIA KADIMA e o Sr. ANDRÉ MASCARENHAS, fizeram suas palestras.
Gostaria de não me referir mais a esse assunto, que foi objeto de comentários em meu artigo “UM ASSUNTO DESAGRADÁVEL”, mas, em razão de ofensas pessoais, calúnias e diversas agressões rasteiras, absolutamente gratuitas e descabidas, por parte de dirigente do GRUPO MEIA DÚZIA DE TRÊS OU QUATRO, sou obrigado a abordar essa matéria novamente.
Essas torpes invectivas, foram, inclusive, apoiadas pela presidência do GRUPO MEIA DÚZIA DE TRÊS OU QUATRO, e foram encaminhadas pelo autor das mesmas, via e-mail, para dirigentes de associações e entidades de nossa área, onde tenho amigos e conhecidos, com o objetivo, único e exclusivo, de denegrir e degradar minha imagem.
Por essas razões, senti-me compelido a publicar a nota do amigo e companheiro JOÃO CARLOS LAGO NETO, que publiquei na seção de comentários deste blog, e a resposta que lhe dei.
Espero ter dado um ponto final a esse tema, até porque as consequências das agressões das quais fui vítima, recairão justamente na pessoa do autor dessa infâmia.
Atenciosamente
ADAÍ  ROSEMBAK
Associado da ANABB, AAFBB e ANAPLAB

João Carlos Lago Neto - 2 de dezembro de 2016 16:38
UM ASSUNTO DESAGRADÁVEL - CONSIDERAÇÕES DE LAGO NETO

Ao tomar conhecimento de celeuma envolvendo duas pessoas de minha estima, ADAÍ ROSEMBAK e TÂNIA KADIMA, e outros colegas, com os quais mantenho, em maior ou menor escala, salutar troca de mensagens, permiti-me tecer as considerações abaixo:

01 - É salutar a troca de opiniões, desde que mantido clima respeitoso entre os participantes;

02 - A não aceitação da opinião alheia é característica de pessoas e grupos fundamentalistas e acredito que nenhum dos envolvidos, na troca de mensagens abaixo, tenha, habitualmente, comportamento avesso ao adversário no campo das ideias, considerando-o não como tal e sim como inimigo. Inclusive é importante lembrar que, em política, o adversário de hoje pode ser o aliado de amanhã e vice-versa;

03 - Caso o comportamento fundamentalista fosse norma para a maioria das pessoas, seria impossível a convivência pacífica, por exemplo, entre parlamentares e articulistas da imprensa, pois a divergência entre eles é constante;

04 - Particularmente, não considero o texto inicial de ADAÍ ROSEMBAK agressivo e desrespeitoso, logo não compreendi determinadas reações ao mesmo. Aliás, as matérias de lavra do ROSEMBAK têm como características o português escorreito e a afabilidade;

05 - Diante do exposto e em benefício das lutas em defesa de legítimos interesses do funcionalismo do Banco do Brasil, julgo que, colegas que consideraram o texto do ROSEMBAK agressivo e desrespeitoso, devem reconsiderar seus julgamentos;

06 - Esclareço que não tive acesso ao vídeo contendo pronunciamento de TÂNIA KADIMA em Simpósio patrocinado pela ANABB, em 15/10/2016.

Saudações Fraternas

LAGO NETO

em 02/12/2016

Caro JOÃO CARLOS LAGO NETO e todos os internautas, amigos e companheiros, que tomaram ciência de seu artigo,

Fico gratíssimo pela sua visão esclarecedora em relação ao assunto.
Friso mais uma vez que não tenho qualquer problema de ordem pessoal em relação à Dra. TÂNIA KADIMA e ao Sr. ANDRÉ MASCARENHAS. Tive, inclusive, o prazer de os conhecer pessoalmente no simpósio promovido pela AAPBB, que, em relato que fiz à época, considerei o melhor simpósio promovido em nossa área sobre fundos de pensão e planos de saúde.

Tanto a Dra. TÂNIA KADIMA como o Sr. ANDRÉ MASCARENHAS  são pessoas cultas, educadas, com sólida formação em suas áreas e com boa trajetória profissional.

Em nenhum ponto de meu relato eu os ofendi com palavras de baixo calão, xingamentos ou infâmias.

Expressei, sim, de forma veemente, minhas impressões pessoais sobre as palestras de ambos.
E sustento integralmente todas as minhas considerações.

As agressões, xingamentos e calúnias, das quais fui alvo, e que não partiram da Dra. TÂNIA KADIMA e nem do Sr. ANDRÉ MASCARENHAS, são injustificáveis, constrangedoras e repulsivas e, longe de denegrir a imagem deste blogueiro, constatam o comportamento desrespeitoso, agressivo e rasteiro de quem as emitiu.

Não as coloco neste blog pela única razão de, em virtude de seu nível baixo e agressivo, transgredirem as regras deste blog, as quais sigo de forma rígida.

Coloco este blog à inteira disposição da Dra. TÂNIA KADIMA e do Sr. ANDRÉ MASCARENHAS para que rebatam minhas colocações que, repito, nunca visaram denegrir a imagem dos palestrantes.

Muito respeitosamente

ADAÍ ROSEMBAK


quarta-feira, 30 de novembro de 2016

UM ASSUNTO DESAGRADÁVEL

Companheiros,
                                           
Em relação às novidades no nosso nicho, houve a eleição na CASSI pelo Corpo Social que aprovou o Memorando de Entendimentos da CASSI com o BB.
Agora, é mãos à obra para implementar o que foi acordado.  
O Presidente do BB, PAULO ROGÉRIO CAFFARELLI, foi entrevistado por MIRIAM LEITÃO, em 23.11.2016, na GLOBONEWS, sobre o Programa de Reestruturação do BB.
A PREVI aprovou o Teto de Complemento de Benefícios para o Plano I.
A AAFBB promoveu a palestra com o Diretor de Planejamento da PREVI, o ZECA; a associação fará outros eventos do gênero, o primeiro já em janeiro. 
Ainda em relação à AAFBB, registro o excelente trabalho prestado pelo Serviço de Orientação Jurídica da AAFBB, sob o comando do Dr. HUGO JERKE e Dra. AMYNE JERKE. Cada associado tem direito a duas consultas mensais que devem ser agendadas com antecedência.                            
Os atendimentos podem ser feitos por telefone, por e-mail e ou pessoalmente, desde que agendados com antecedência.
Funcionamento: Dias úteis, das 14 às 18h
Telefones: 0800-7010805 – Ramais:780/788 ou (21) 3861-0780 e (21) 3861-0788
E-mail: orientacaojuridica@aafbb.org.br
Endereço: R: Araújo Porto Alegre, 64, 11° andar, Centro, Rio de Janeiro (RJ) – Cep 20030-015
ATENÇÃO:  se a sua dúvida for sobre as ações patrocinadas pela AAFBB em face do BB, CASSI, PREVI, União Federal ou qualquer outra instituição, você deverá entrar em contato com o setor de Assistência ao Associado da AAFBB pelos telefones: 0800 701 0805, ramal 715 ou (21) 3861-0715.

Depois de ler O Globo, fui dar uma olhada nas notícias e novidades no celular.
E me deparei com um vídeo da Dra. TÂNIA KADIMA MAGALHÃES FERREIRA, em um Simpósio patrocinado pela ANABB, em 15.10.2016, em que ela defendia o voto “NÃO” na votação pelo Corpo Social da CASSI do Memorando de Entendimentos da CASSI e o BB.
Nesse vídeo, ela   fez críticas contundentes e infundadas aos companheiros CÉLIA LARÍCHIA, MIRIAM FOCHI, e FERNANDO AMARAL, que atuam na defesa de nossos interesses, há décadas, tanto na CASSI, na PREVI ou junto ao BB.
Essas são personalidades que tiveram seus esforços reconhecidos por associados e, por eles foram eleitos, para a direção de associações e entidades, e também como seus representantes, como é o caso da CASSI, que era o assunto que a Dra. TANIA KADIMA abordava.
Nenhum dos problemas levantados, como afirma a Dra. TANIA KADIMA, foram causadores da crise pela qual a CASSI atravessa no momento.
Tais problemas foram sim “CONSEQUÊNCIAS” da gravíssima crise que se abate sobre a CASSI.
Consideramos absolutamente legítimo o desejo de projeção profissional da Dra. TANIA KADIMA, ou de qualquer outro profissional da área.
A Dra. TANIA KADIMA tem uma sólida formação acadêmica e uma atuação profissional diversificada.
Na MÚTUA, embora não ocupe nenhum cargo na Diretoria e nem no Conselho Deliberativo e Fiscal, que são ocupados somente por juízes e desembargadores, ela faz parte do Programa de Prevenção, onde, entre 27 cargos preenchidos por outros profissionais, ela ocupa o de Coordenação Médica.
Não creio que, para ocupar qualquer um dos 27 cargos do Programa de Prevenção da MÚTUA, como ela ocupa, ela tivesse ousado a tratar qualquer integrante da Diretoria ou do Conselho Deliberativo e Fiscal da MÚTUA, da mesma forma como tratou os dirigentes de nossa área.
Por essa razão, somente sua formação acadêmica e   sua vivência profissional, não bastam para ser bem-sucedida em outras áreas, como a nossa.
É constrangedor que essa ascensão seja tentada através de ataques descabidos e ofensivos, quanto à atuação competente e ao conhecimento profissional de valorosos e combativos companheiros, como é o caso agora, de CÉLIA LARÍCHIA, MIRIAM FOCHI e FERNANDO AMARAL, que já se provaram vencedores em tantas contendas na defesa de interesses de associados da CASSI e da PREVI e de funcionários da ativa do BB.
Tenham certeza todos os associados da CASSI de que a situação periclitante pela qual a instituição passa, é mais uma batalha que também será vencida.
Será encontrada a solução para a miríade de sérios problemas pelos quais passa a CASSI, em consequência da trágica equação de custos médicos crescentes e contribuições decrescentes.
Fomos jogados nessa situação de colapso financeiro na CASSI, ao longo do tempo, por uma conjugação de fatores, tais como o encolhimento de nossos rendimentos desde longa data, as modificações de carreira pelos PCS/PCR, o assalto à PREVI através da malfadada e ilegal Resolução 26, as características da abrangência assistencial da CASSI, o descompasso do baixo percentual de reajustes salariais do BB e de benefícios na PREVI em contraposição aos altos percentuais de aumentos  dos custos médicos e, por último, o intuito do patrocinador (BB) de tentar se desvincular de  seus compromissos na cobertura dos gastos da CASSI .
A vitória acachapante do SIM foi um reconhecimento do Corpo Social às conquistas alcançadas pelos nossos negociadores dentro do Memorando de Entendimentos entre a CASSI e o BB. Agora resta dar andamento, o quanto antes, às medidas acordadas naquele documento.
Não se iludam aqueles que tentam atingir o Éden e a glória rapidamente, através de ataques ofensivos a dirigentes, blogs, associações e entidades de nossa área.
Não é por aí.
As pessoas devem ter muito cuidado com as palavras. Palavras também são armas que podem vir contra àqueles que as proferem.
Se querem chegar lá, trabalhem paciente e arduamente, dediquem-se às nossas causas, informem-se e aprendam, façam amigos e criem laços fraternais.
Plantem, irriguem e adubem a terra, tenham paciência e zelo até a planta crescer para, só então, colherem os frutos.
Isso demora.
Mas esse é o caminho correto para vencer.
Não destruam pontes.  Abram caminhos.
Neste meio não existem iludidos e, muito menos, acovardados.
Dentre os companheiros das associações não se encontram cordeirinhos nem cachorrinhos que abanam os rabinhos.
São aposentados que a vida ensinou que, se não estiverem atentos, não se defenderem, e não lutarem pelos seus direitos, ninguém fará isso por eles.
Quase todos já estão com os cabelos encanecidos, mas aqui só existem aguerridas hienas, águias, raposas e lobos, que escondem suas garras e dentes, mas sabem muito bem como e quando usá-las, para defender o que lhes é de direito.
Milagrosamente, essas “feras” se unem e se entendem quando se trata de defender objetivos comuns.
Essa turma não se deixa levar por ilusões e falsos cantos de Ulisses, como bem provou a vitória esmagadora do SIM.
Frisamos que nossa intenção não é atacar e nem denegrir a imagem de quem quer que seja, mas tão somente lutar pelo que consideramos justo, nos defender, e defender companheiros e associações que nos representam e lutam pelos nossos interesses e pela defesa de nossos direitos.
Adiante, reproduzo o texto de comentário, que aborda o tema em foco, e que coloquei neste blog em 26.04.2016, sobre palestras (parte X) prestadas pela Dra. TÂNIA KADIMA e pelo Sr. ANDRÉ MASCARENHAS, em Simpósio Sobre Fundos de Previdência Complementar Fechada e Planos de Saúde, promovido nos dias 12 e 13.04.2016, pela AAPBB – Associação de Aposentados e Pensionistas do Banco do Brasil.
Aproveito o ensejo para expressar meus agradecimentos à Companheira LORENI DE SENGER, Conselheira Deliberativa Eleita da CASSI, pela sua preciosa colaboração na elaboração do artigo sobre o Simpósio promovido pela AAPBB.
Atenciosamente
ADAÍ ROSEMBAK
Associado da ANABB, AAFBB e ANAPLAB

Terça-feira, 26 de abril de 2016
Simpósio AAPBB parte X

PALESTRAS da DRA. TANIA KADIMA e de ANDRÉ MASCARENHAS

Após o almoço, de 14.00h até 15.20h, teve início a apresentação do Painel 5 – CASSI, com as palestras da Dra. Tania Kadima e André Mascarenhas. De 15.20h até 16.20h, aconteceram os debates.

Curriculum de ANDRÉ MASCARENHAS

Funcionário Aposentado do Banco do Brasil. Integrante do quadro da primeira turma de “novos gestores” (FEA/USP). Formação de altos executivos (UFBA). Administrador de Agências nível 1 e classe especial, período de 1997 a 2012. 
Formação: Administrador de Empresas (UCSal), especialista em administração financeira (CENID), Lato Sensu em marketing (PUC-RJ), Mestre Gestão de Organizações (UNEB),  CRA-BA9475.

Palestra de ANDRÉ MASCARENHAS

André Mascarenhas fez um longo relato técnico, citando números, fez comparações estatísticas, amparado em uma série de planilhas sobre dados contábeis e balanços, em que tentou mostrar a fragilidade atual da CASSI, situação que já era do conhecimento da maioria dos presentes ao debate em referência.
Em nenhum momento, abordou nenhuma das causas que   levaram a CASSI à condição em que se encontra atualmente. E, como não podia deixar de ser, em razão de não falar sobre esses aspectos em sua limitada exposição, não citou nenhuma medida que pudesse ser adotada para reverter essa situação.
Essa abordagem levou frustação à maioria dos presentes que esperavam que André Mascarenhas fizesse uma palestra focada em apontar soluções e não somente críticas para reestruturar a CASSI.
A certa altura de sua exposição, André Mascarenhas foi aparteado pelo companheiro Adolpho Gonçalves Nogueira, que é contador e professor universitário com apresentação de cursos, palestras e afins, bem como instrutor do DESED. Adolpho Nogueira também apresentou cursos voltados especificamente a conselheiros indicados pela PREVI, bem como a colaboradores desse fundo de pensão. 
Adolpho Gonçalves Nogueira fez seu aparte, em virtude de André Mascarenhas ter feito afirmação   capciosa, dizendo que a PREVI tem investidos 65% de seus recursos em ativos de renda variável.
Na verdade, os números atuais são: 47% no Plano 1 e 25% no Plano 2 (Previ Futuro).
Talvez por despreparo ou má intenção, deixou de levar em conta, em primeiro lugar, que há um limite para tal aplicação, o qual, se ultrapassado, obrigará a PREVI a desfazer-se de papéis.
Na oportunidade, Adolpho Nogueira disse aos presentes que, apesar do “equívoco” do Sr. Mascarenhas, todos estavam torcendo para que o percentual das aplicações se elevasse, pois, denotaria valorização do patrimônio da Entidade em virtude da valorização dos seus papéis na Bolsa. 
Dentro de minha apreciação pessoal, a palestra do Sr. André Mascarenhas foi falha, incompleta, maçante e fugiu inteiramente ao enfoque do que esperavam os presentes naquele simpósio, que era a apresentação de soluções para o equacionamento dos problemas pelos quais   passa a CASSI. 

Curriculum de TANIA KADIMA MAGALHÃES FERREIRA

Tania Kadima é médica aposentada do Banco do Brasil, tendo atuado no CEASP/RJ; CASSI/RJ e CliniCassi-Copacabana.
Há 10 anos é Diretora Executiva da autogestão Mútua dos Magistrados do Estado do Rio de Janeiro, com 5 (cinco) Programas de Prevenção aprovados pela ANS, e responsável pela gestão assistencial e da Operadora, que foi avaliada com nota máxima pela ANS em todas as dimensões e classificada em BAIXO RISCO assistencial (10º lugar entre 632 operadoras).
Formação: Médica com especialização em Pediatria, Médica do Trabalho e Nutrologia.
Especialização em Gestão por resultados, produtividade e inovação (Universidade Federal de Santa Catarina).
Concluinte de MBA em Gestão Estratégica em Marketing e MBA em saúde, ambos pela USP/SP.
Concluinte do Mestrado Internacional pela Universidade de Rotterdan (Holanda) em Empreendedorismo e Consultoria, convênio com a USP.
Advogada, tendo cursado Escola Superior do Ministério Público e Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro.

Palestra de TANIA KADIMA MAGALHÃES FERREIRA

A palestrante Tania Kadima apresentou uma formação acadêmica sólida e abrangente, e uma atuação profissional que, à primeira vista, causa a melhor impressão.
Em relação à sua atuação na Mútua, restou-nos uma dúvida pois, ao analisar o site da Mútua, foi verificado que a gestão do órgão em sua totalidade, é feita por desembargadores e juízes, bem diferente da informação prestada pela palestrante. A sua função naquele órgão é tão somente de Diretora Executiva de Programas.
No decorrer de sua exposição, no entanto, toda a impressão positiva em relação ao seu diversificado curriculum, caiu por terra.
Começou por ressaltar a sua atuação no CEASP/RJ há 20 anos atrás, quando a realidade da CASSI era completamente diferente da situação atual.
Mudou tudo e mudou para pior. 
Hoje, o nível salarial do funcionalismo do BB desabou com a adoção de um novo PCS – Plano de Cargos e Salários e com reajustes salariais que não acompanharam a escalada inflacionária. Em consequência disso, a categoria empobreceu.
Por outro lado, os custos médicos dispararam. Surgiram novas técnicas médicas, novos exames mais sofisticados e mais caros, remédios e tratamentos mais dispendiosos.
Houve um descasamento entre as contribuições patronais e funcionais, cujos valores despencaram, e os custos médicos que subiram a níveis estratosféricos.
Agora, para piorar a situação, o patrocinador, o BB, quer abdicar dos compromissos que assumiu com seu quadro funcional no passado, que era um dos atrativos para atrair os melhores quadros para o banco e formar um corpo funcional do mais alto nível. 
O BB está desenvolvendo uma política tacanha, sem visão e opressiva em relação ao seu funcionalismo, ao tentar retirar sua contribuição patronal à CASSI, que abrange a massa dos funcionários da ativa e os aposentados do BB. 
Dessa forma, propositalmente, está jogando o funcionalismo e a CASSI em uma situação aflitiva, ao ameaçar não pagar a parcela patronal como foi acordado no passado, quando o funcionário, ao entrar no BB, era obrigado também, por imposição do BB, a entrar na CASSI.
Era firmado um contrato entre os funcionários e o BB nesse sentido. Era um ato jurídico perfeito.
Com tudo isso junto, qual é o mérito da Dra. Tania Kadima ao enaltecer sua atuação de 20 anos atrás no antigo CEASP, quando a realidade da CASSI era outra completamente diversa das condições atuais?
A CASSI está passando por momentos difíceis em que se sucedem rodadas contínuas de negociações com o patrocinador – o BB, para reverter essa situação desesperadora.
A CASSI está adotando políticas criativas para minorar esse quadro. Está se tentando ampliar o plano de Estratégia Saúde da Família (ESF), que é um plano muito criativo de caráter preventivo para os associados da CASSI e que está tendo absoluto sucesso onde foi implantado, mas que, por enquanto, só atinge 40% dos usuários.  
A Dra. Tania Kadima criticou até a forma como a CASSI administra a Estratégia Saúde da Família (ESF), mas não detalhou as razões de suas críticas.    
Sequer apresentou qualquer sugestão a respeito do assunto. Criticar sem resolver nada e sem apresentar nenhuma alternativa de melhora, é muito fácil, mas não resolve qualquer problema em relação aos assuntos abordados. 
Aliás, todas as pretensas soluções da Dra. Tania Kadima para resolver qualquer problema que a CASSI atravessa no momento, repousaram única e exclusivamente, na afirmativa de que é preciso fazer auditorias e mudanças na administração da CASSI, para aperfeiçoar o sistema e evitar desperdícios em todas as áreas.  
Esse discurso repetitivo da Dra. Tania Kadima, tornou-se um verdadeiro mantra em todas as suas falas.
Este próprio articulista, em um aparte, perguntou quais eram as sugestões que a Dra. Tania Kadima apresentaria para resolver a carência de recursos financeiros   pela qual a CASSI passa, e que é resultante das razões que apresentei acima. 
A resposta da Dra. Tania Kadima?  O mesmo mantra.
“Era preciso fazer auditoria e mudanças administrativas na CASSI para aperfeiçoar o sistema e evitar desperdícios em todas as áreas. Aí sobrariam recursos. ”
Ou seja, fiquei sem resposta para o meu aparte, pois a Dra. Tania Kadima apelou para o mesmo padrão de resposta.
Bem que poderia ter sido mais criativa. Certamente eu continuaria insatisfeito, mas não ficaria tão revoltado.
Outro questionamento à Dra. Tania Kadima, que transcrevo na íntegra, foi feito pela associada da CASSI, Sra. Vania Romeo Tomaz, representante dos Usuários no Conselho de Usuários da CASSI (RJ):
“A Resolução CFM 1980/2011, determina que as operadoras de saúde devem registrar-se nos conselhos regionais da jurisdição em que atuam, nos termos das leis 6839/80 e 9656/98.
O registro deve ser requerido pelo responsável técnico, em requerimento próprio, dirigido ao CRM da jurisdição. Os dados exigidos são: nome e número do CRM do médico responsável técnico ou do diretor clínico, CASO HAJA.
À luz do que determina o normativo, a CASSI possui e tem registrado um responsável técnico, que é o Dr. Luiz Renato Navega Cruz, que ocupa o cargo de Gerente Executivo Técnico de Saúde.
Com que objetivo e baseada em que normativos, a senhora, em reiteradas vezes, como hoje, afirma que a CASSI não conta com um médico responsável e que descumpre a lei por não dispor na sua estrutura de um cargo de Diretor Médico?”
A resposta da Dra. Tania Kadima, desta vez, fugiu ao mantra, mas continuou surpreendendo a todos:  ... a Vânia é uma defensora da CASSI!!
A resposta originou uma reação da participante que registrou que não defendia a CASSI e sim a verdade e a transparência. 
A palestrante seguiu relatando episódio de divergência entre as duas nas redes sociais (facebook), e a participante exigiu que ela se restringisse a responder ao que lhe fora perguntado.
A reação de ambas tomou proporções que mereceram intervenção da mesa. 
Quando retomou a palavra, a palestrante argumentou que só naquele momento tomava conhecimento do nome e da existência do responsável técnico, e que ela continuava questionando a sua omissão frente aos casos de demora de autorização de atendimento, relatados por ela. ”
Cabe acrescentar que, na CASSI, além do médico responsável junto à ANS, existem outros profissionais médicos.
A Dra. Tania Kadima citou, por várias vezes, que a CASSI tem recebido péssimas avaliações por parte da ANS.
Mas não mencionou as razões que já explicitei   e que estão gerando crise na CASSI e, por consequência, avaliações negativas por parte da ANS. 
Naquele ponto da exposição da Dra. Tania Kadima, depois de constatar as diversas incoerências e a alienação (ou falsa alienação) da palestrante, em relação aos problemas que atingem a CASSI na presente quadra, nada mais me espantaria.
A CASSI encontra-se em situação de verdadeiro desespero. As reservas financeiras estão chegando ao fim e não estamos enxergando qualquer luz no fim do túnel, enquanto as rodadas de negociações com o patrocinador, o BB, não chegarem a um término.
Assim mesmo, apesar de médicos mais antigos, acostumados a consultas mais dispendiosas, estarem pedindo descredenciamento, outros médicos mais novos, mas também bem preparados, estão sendo admitidos. O mesmo ocorre em relação a hospitais com custos elevados que estão se descredenciando; nesse caso, outros centros hospitalares com custo mais reduzido e bem eficientes, estão sendo admitidos.
Apesar de tudo estar sendo revisto a fim de cortar custos em todas as áreas e manter o mesmo padrão de atendimento, as reservas financeiras estão escassas e, no contexto atual, em curto prazo, as contribuições funcionais e patronais, não vão conseguir cobrir as despesas da CASSI de forma adequada.
São por razões como essas, que a mídia noticiou que, nos últimos meses, mais de 500.000 pessoas pediram o cancelamento de assistência em planos privados de assistência de saúde. E esse número tende a aumentar cada vez mais.
Será que a Dra. Tania Kadima também vai acusar esses planos com as mesmas razões pelas quais acusa a CASSI?
Outra incoerência da Dra. Tania Kadima, é querer comparar o Plano Mútua dos Magistrados do Rio de Janeiro, que tem 5.000 associados, com a CASSI, de âmbito nacional, que atende cerca de 750.000 pessoas.
Dizer que o Mútua é um plano bem-sucedido e tem excelente avaliação pela ANS não representa qualquer mérito.
O Mútua é o que podemos chamar de “crème de la crème”, em termos de plano de saúde.
Administrar um plano de saúde como o Mútua é uma dádiva, um verdadeiro privilégio. 
Não existe a mínima condição de comparar a situação confortável do Mútua com a CASSI, que passa por uma verdadeira guerra para sua sobrevivência. 
São realidades completamente distintas.
Não é possível comparar a disponibilidade de recursos financeiros e a prestação de sofisticadíssimos serviços médicos prestados pelo Mútua com a atual carência financeira e a dificuldade pela qual a CASSI atravessa para prestar assistência médica de bom nível a seus associados. 
Aliás, no que tange a esse aspecto, ficamos com uma dúvida. Em nenhum momento, foi abordado pela Dra. Tania Kadima, qual é a origem das receitas do Mútua e qual a forma de contribuição ao plano.
Esse é um ponto importantíssimo a ser esclarecido no momento em que se fazem comparações.
A carência de recursos financeiros na CASSI reflete seus efeitos deletérios em todas as áreas.
A melhor definição para definir a situação pela qual passa a CASSI, está no ditado português que diz: “Em casa que não tem pão, todos gritam e ninguém tem razão.”
Por isso, as colocações da Dra. Tania Kadima causam revolta naqueles que conhecem e acompanham de perto a luta da CASSI pela sua sustentabilidade.
Por mais que os dirigentes administrativos, os funcionários e os profissionais de saúde, que prestam seus serviços na CASSI, sejam abnegados, dedicados e se esforcem ao máximo, todo esse esforço não vai dar conta de atender, de forma adequada, à demanda pelos associados da CASSI, de serviços de saúde de bom nível.   
Atualmente, gerir um plano como a CASSI é como enxugar gelo.
As eleições para a CASSI se encerraram e a Chapa 3 venceu a disputa. 
Auguramos que os vencedores tenham equilíbrio, determinação, muita fé e capacidade de luta no enfrentamento de situação tão adversa.
Por tudo que foi acima exposto, declaro-me extremamente triste e desapontado com a palestra da Dra. Tania Kadima.
Não era isso o que eu esperava quando do início de sua exposição.
Se soubesse com antecedência que me defrontaria com uma situação como essa, teria me retirado antes do início de sua palestra.
Não sei quais são os projetos pessoais da Dra. Tania Kadima e do Sr. André Mascarenhas em relação à CASSI, mas declaro textualmente, que não é dessa forma e por esse nível de alienação, no que diz respeito ao que acontece na CASSI, que se chegará a bom termo em relação a qualquer projeto relativo a essa entidade.
Peço desculpas à AAPBB em relação à forma direta e franca com que retratei as palestras da Dra. Tania Kadima e do Sr. André Mascarenhas, mas acompanho o sentimento da Companheira Vania Romeo Tomaz: 
“Meu compromisso maior não é com a AAPBB nem com a CASSI. É com a VERDADE !!”

NOTA deste blogueiro

Reiteramos que este relato retrata a visão pessoal do administrador deste blog. Colocamos ao fim deste artigo, um espaço para comentários, críticas, elogios e contestações, à disposição de qualquer internauta, sejam associados da CASSI, participantes do evento, dirigentes de associações de funcionários e outras entidades, ou a qualquer interessado sobre a matéria em foco que queira externar sua opinião pessoal. 
Lembramos que os comentários devem respeitar estritamente às regras do blog, sem o que não serão publicadas. As respostas serão dadas dentro da possível brevidade.

Postado por Adaí Rosembak às 11:22 https://resources.blogblog.com/img/icon18_edit_allbkg.gif