sábado, 21 de janeiro de 2017

MOMENTO DE ESCLARECIMENTO

Em meio a tantas notícias negativas que fogem ao nosso controle, por vezes sentimo-nos compelidos a colocar antolhos e passar a cuidar unicamente de nossos interesses sem tomar conhecimento do que ocorre ao nosso redor.
É por essa razão que muitos deixam de ler jornais e de ouvir noticiários na TV. E esse comportamento não deixa de ser justificável pois, no linguajar popular, jornal que vende bem é aquele que a gente espreme e “sai sangue”.
Embora seja uma posição considerada egoísta por muitos, é uma maneira de procurarmos viver de forma equilibrada e sadia sem nos contaminarmos por tanta violência, desigualdades e absurdos.
Estava envolto nessas elucubrações, quando fui obter informações sobre um assunto de meu interesse junto ao Escritório de Advocacia do Doutor Hugo Jerke, que presta assistência jurídica aos associados da AAFBB.
                                         

Essa não foi a primeira vez em que recorri ao serviço de assistência jurídica da AAFBB.
Sempre fui atendido de forma atenciosa, objetiva e eficiente.
Em uma consulta anterior, foi com o auxílio das preciosas orientações    do serviço de assistência jurídica da AAFBB, prestadas pelo Doutor Hugo Jerke,  que consegui resolver, de forma amigável  com a parte contrária, assunto   de extrema gravidade que evitou o caminho litigioso por  processo jurídico,  que demandaria altos custos  e longo tempo para uma conclusão que nem poderia atender ao sucesso desejado.
Desta feita, novamente,  recorri ao serviço de assistência jurídica da AAFBB.
Fui atendido pela Doutora Amyne Jerke, que é a esposa do Doutor Hugo Jerke, e também é uma das sócias do Escritório Hugo Jerke Advogados.
A Doutora Amyne Jerke é uma profissional jovem, atenciosa, paciente, boa ouvinte, e que procura entender e enquadrar acuradamente dentro dos meandros legais, os assuntos apresentados pelos que recorrem aos seus préstimos.
Pelas informações limitadas que forneci, em razão do não fornecimento de cópias de extratos de depósitos judiciais de instituição bancária, ela deduziu, à priori, que se tratava de saldo de FGTS envolvendo   algum processo judicial, mas que isso precisaria ser pesquisado diretamente no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. 
Para tanto, recomendou-me que fosse ao Escritório do Doutor Hugo Jerke,  que   faria essa consulta  no TJRJ.
Fui ao escritório do Dr. Hugo Jerke.
Fui atendido com alegria, cordialidade e simpatia contagiantes.
De imediato, o Dr. Hugo Jerke, com seu olhar analítico e objetivo, deduziu que se tratava de ação contra o BB, falou sobre a natureza do mesmo, mas disse que só depois de consultar o assunto no TJRJ, poderia dar maiores detalhes sobre o caso.
Eu o elogiei pelo ambiente acolhedor e a excelência do atendimento aos associados na AAFBB, e da atenção, simpatia, conhecimento e presteza dos causídicos que colaboravam na associação.
O Dr. Hugo Jerke também se descontraiu e disse  que seu pai, também de nome Hugo Jerke, era um dos sócios do escritório.
A conversa transcorria tão solta e agradável que perdemos a noção do tempo.
Só quando a secretária o alertou sobre a presença de outro cliente, percebi que já tinha excedido o meu tempo, e me lembrei que o Dr. Hugo Jerke estava trabalhando.
Naquela altura, eu estava alegre e de bem com a vida, pois o alto astral do Dr. Hugo Jerke  havia se impregnado em minha alma.
É pela convivência com pessoas como essas que a vida ganha sentido.
A propósito, lembro que  Abraham Lincoln, em uma de suas máximas disse:
“A melhor parte da vida de uma pessoa está nas suas amizades.”
Na despedida, disse ao Dr. Hugo Jerke que fazia questão de registrar neste blog um resumo da atuação do Escritório Hugo Jerke Advogados junto à AAFBB e que, nessa oportunidade, também comentaria  nosso encontro.
Transcrevo, adiante, ipsis litteris, o resumo encaminhado pelo Dr. Hugo Jerke, que contemplou não só a amplitude do trabalho desenvolvido pelo Escritório Hugo Jerke Advogados junto à AAFBB, como também apresentou uma excelente matéria que já se encontra no site do escritório (www.hugojerke.com.br) sobre o projeto de reforma da previdência social, de autoria do Dr. Rodrigo Monteiro, sócio do Escritório Hugo Jerke Advogados.
Informo que criaremos neste blog, coluna específica em nome do Doutor Hugo Jerke, para a publicação dos   comunicados de seu escritório e de sua pessoa, e que são de vital interesse para a nossa comunidade.
Por último, registro com gratidão e humildade os encômios distinguidos a este blog pelo Doutor Hugo Jerke.
ADAÍ  ROSEMBAK
Associado da AAFBB, ANABB e ANAPLAB

Mensagem do Doutor Hugo Jerke encaminhada à minha pessoa.

Prezado Adaí Rosembak,

Agradeço suas simpáticas palavras, mas destaco que a honra foi toda minha em poder lhe servir.  Sua credibilidade, retrato da condução séria, imparcial e técnica, se consubstancia na marca indelével de seu blog, um sucesso absoluto. Espero poder contribuir com o senhor de todas as formas.
Nosso escritório é o resultado de gerações de advogados engajados em promover a defesa dos direitos daqueles que pedem socorro à Justiça.
Advogar é um sacerdócio, requer dedicação, paciência, coragem e amor ao próximo.
Somos obstinados por Justiça e cremos que somente respeitando o direito das pessoas é que alcançaremos uma sociedade justa, fraterna e igual. 
O serviço de Orientação Jurídica da Associação dos Aposentados e Funcionários do Banco do Brasil - AAFBB é um sucesso. Já foram realizados mais de quinze mil atendimentos, tanto presenciais, quanto por telefone e e-mail. A equipe de advogados é formada por profissionais capacitados, especialistas e atenciosos, o que proporciona um atendimento humanizado, rápido e eficiente.
As áreas jurídicas de abrangência são Direito do Consumidor; Direito de Família (separação, divórcio, partilha, guarda de menor, pensão alimentícia); Responsabilidade Civil (danos morais e materiais); Direito de Sucessão (Inventário e Testamento); Cassi; Previ; Carim (Carteira Imobiliária da Previ); Direito do Trabalho (Bancário); Direito de Condomínio; Direito de Vizinhança; Direito Tributário – IPTU; Contrato de compra e venda de bens imóveis e acompanhamento processual de ações eventualmente propostas por associados.
Os atendimentos podem ser feitos por telefone, por e-mail e ou pessoalmente, desde que agendado com antecedência.

Funcionamento: Dias úteis, das 14 às 18h
Telefones: 0800-7010805 – Ramais:780/788 ou (21) 3861-0780 e (21) 3861-0788
E-mail: orientacaojuridica@aafbb.org.br

Endereço: R: Araújo Porto Alegre, 64, 11° andar, Centro, Rio de Janeiro (RJ) – CEP 20030-015
Muitos associados desconhecem, mas além da comodidade, segurança e demais facilidades, o benefício proporcionado pela AAFBB também se reveste em grande economia, eis que, pela tabela da Ordem dos Advogados do Brasil, seção Estado do Rio de Janeiro, o valor da consulta verbal a um advogado custa R$ 982,04 (Novecentos e oitenta e dois reais e quatro centavos) (vide em http://www.oabrj.org.br/arquivos/169_tabela_honorarios_janeiro_2017.pdf).  
Todo associado da AAFBB pode ter este benefício sem pagar nada a mais por isso.
Posso lhe asseverar que o combustível da equipe de advogados é a satisfação de poder auxiliar o associado, intervindo positivamente em sua vida de forma a lhe proporcionar um alívio e amparo imediato. Sentimo-nos realizados em poder servir aqueles que tanto fazem ou fizeram pelo Banco do Brasil.
Segue, abaixo, a matéria que já se encontra em nosso site (www.hugojerke.com.br) referente ao projeto de reforma da previdência social, de autoria do Dr. Rodrigo Monteiro, sócio do escritório Hugo Jerke Advogados.
Outra questão relevante nos dias atuais é a isenção de imposto de renda para quem tem visão monocular, bem como a desnecessidade da comprovação da contemporaneidade da doença grave para fins de manutenção da isenção de imposto de renda. Estas questões tributárias também estão apresentadas em nosso site.
Também em nosso site, o senhor poderá, se for conveniente, avaliar novas matérias para que juntos possamos aprofundar e desenvolver um artigo para seu blog.
Permaneço à disposição do senhor para esclarecimentos.

Cordialmente,

Hugo Jerke

"Entendendo a Reforma da Previdência”
A Proposta de Emenda Constitucional (PEC) sobre a Reforma da Previdência, anunciada pelo Governo Federal no último dia seis de dezembro prevê inúmeras mudanças nas regras de aposentadoria dos trabalhadores.
A principal mudança defendida pelo governo é o estabelecimento da idade mínima de 65 anos para concessão da aposentadoria. Nesta oportunidade, trataremos dos pontos mais relevantes para os trabalhadores da iniciativa privada, que contribuem para o Regime Geral de Previdência Social (INSS), vejamos:
NOVA IDADE MÍNIMA PARA A APOSENTADORIA
Atualmente, os segurados do regime geral podem se aposentar com 35 anos de tempo de contribuição ou 65 anos de idade, se homem, e 30 anos de tempo de contribuição ou 60 de idade, se mulher, além das regras diferenciadas que atualmente existem para professores, produtores rurais e trabalhadores com direito à aposentadoria especial. Agora, segundo a nova proposta, homens e mulheres deverão atingir uma idade mínima de 65 anos e ter pelo menos 25 anos de contribuição.
Para amenizar a situação dos segurados que já têm idade mais avançada e contribuem há muito tempo para o sistema, a proposta traz uma regra de transição. Nela estarão enquadrados os homens com mais de 50 anos de idade e as mulheres com mais de 45, que não necessitarão atingir a idade mínima, mas deverão contribuir com 50% a mais do tempo de contribuição que faltaria para a aposentadoria na regra atual. Podemos citar como exemplo, um homem de 50 anos de idade e 33 anos de contribuição, que necessitaria trabalhar por mais dois anos para se aposentar por tempo de contribuição. Com a aplicação da regra de transição, ele deverá trabalhar por mais três anos, os dois anos que faltariam para atingir 35 anos de contribuição, mais 1 ano que corresponde a 50% sobre o tempo que restava para se aposentar.
FORMA DE CÁLCULO
Nas regras da aposentadoria por tempo de contribuição atuais, calcula-se a média aritmética dos salários de contribuição desde o mês de julho de 1994 até a data da concessão da aposentadoria e, ainda, temos a aplicação do fator previdenciário ou da regra de pontuação 85/95, dependendo de cada caso concreto.
A mudança na forma de cálculo propõe a extinção do fator previdenciário e da regra de pontuação 85/95. Dessa forma o valor da aposentadoria passaria a corresponder a 51% (cinquenta e um por cento) da média dos salários de contribuição, acrescidos de 1 (um) ponto percentual para cada ano de contribuição do segurado, até o limite de 100%. Por exemplo: um trabalhador com 65 anos de idade e 25 anos de tempo de contribuição terá a aposentadoria igual a 76% do seu salário de contribuição.
Deste modo, só será possível receber a aposentadoria integral (100% da média dos salários de contribuição), contribuindo para o INSS por pelo menos 49 anos.
PENSÃO POR MORTE
São três as principais mudanças nas regras de concessão da pensão por morte, quais sejam: (a) a forma de cálculo; (b) a desvinculação do salário mínimo como piso de valor do benefício; e (c) a impossibilidade de acumulação com aposentadoria.
A nova forma de cálculo prevê que o(s) dependente(s) passaria(m) a receber 50% do valor do benefício recebido pelo segurado falecido, mais uma quota de 10% para cada dependente. Pois bem, imaginemos uma situação em que o trabalhador faleceu e deixou uma viúva e um filho menor de idade. Neste caso, como são dois dependentes, a pensão por morte equivalerá a 70% do benefício do falecido: 50% por cento da quota fixa mais 10% de cada dependente.
Além disso, o valor da pensão não precisará respeitar o piso do salário mínimo e poderá ser menor do que este. O governo argumenta que a aposentadoria é uma substituição da renda, enquanto a pensão por morte funciona com uma lógica de seguro, o que permitiria a desvinculação desse benefício com o piso do salário mínimo.
Outra novidade é a proibição da acumulação de aposentadoria e pensão por morte, pois daqui para frente os segurados que tiverem direito aos dois benefícios deverão escolher qual o mais vantajoso para receber. Vale lembrar, que essas alterações só valem para as pessoas que fizerem jus à aposentadoria e pensão após o início da vigência da Emenda Constitucional, resguardados todos os direitos adquiridos."

HUGO JERKE ADVOGADOS

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domingo, 1 de janeiro de 2017

UMA BOA PERSPECTIVA PARA 2017?

Em todo Reveillon fazemos um levantamento do que ocorreu no ano que se finda.
E, principalmente, fazemos planos para que o ano entrante seja Feliz e Bem-sucedido.
“Sonhar é preciso”, já disse o citador Augusto Cury.
O que podemos esperar para 2017?
No Brasil, mudanças continuarão a ocorrer de forma cada vez mais radical e profunda.
Estamos mergulhados em um processo revolucionário.
As mutações serão políticas, econômicas, administrativas, sociais e, o que é fundamental, levarão a uma mudança de mentalidade que atingirá todos os extratos da sociedade.
A varredura será, usando os mesmos jargões do período pós-ditadura, “ampla, geral e irrestrita”.
A expressão “A Revolução engole seus filhos”, de Pierre Vergniaud, revolucionário francês guilhotinado em 1793, se enquadra exatamente no contexto brasileiro, ao agrupar em “seus filhos”, que serão atingidos pelo ímpeto revolucionário, não só os partidos políticos e seus representantes, mas também o Parlamento como um todo, os Poderes Executivo e Judiciário, instituições governamentais, grupos empresariais e representações da sociedade em todos os seus segmentos.
Tudo isso se desenvolverá em um ambiente de abertura democrática e com a participação de toda a sociedade.
A mídia – o Quarto Poder – continuará a dar a mais ampla cobertura a tudo que vai ocorrer.
O processo de mutação da matriz de pensamento do povo, que norteará o caminho da sociedade, é um processo gradual, traumático, contínuo e abrangente.
Quando se tratam de processos pessoais que demandam introspecção mais aprofundada, essa mudança poderá ser reflexiva, elaborada e mais lenta, mas será constante.
Como exemplo pessoal, cito o recente caso da funqueira Tati Quebra Barraco, cujo filho morreu em um confronto com a polícia. 
Após a morte do filho, que já tinha sido apreendido anteriormente pela polícia, a cantora se perguntava:
“Mas meu filho... porque isso com a mãe? Em que eu errei? Em que não fui rude? O que eu deixei faltar? Me desculpe se fui uma péssima mãe ou se ensinei da maneira errada, eu só queria o seu melhor !!”
Fiquei abalado com a confissão dessa mãe.
Embora ela estivesse sendo alvo de críticas massivas na mídia pelo seu “papel fracassado como mãe”, ela também era uma vítima do mesmo processo que envolveu seu filho, e estava sendo absolutamente sincera em suas declarações!!
Friso que não estou aqui fazendo apologia da criminalidade, e muito menos criticando a ação policial, que foi absolutamente legítima, tempestiva e correta.
Mas como poderia aquela mãe ter agido de forma diferente? Ela repassou a seu filho os mesmos padrões de conduta que embasaram sua formação emocional básica desde a primeira infância até a vida adulta.
Ela não poderia ter dado ao seu filho   o que não recebeu, e nem poderia ter ensinado ao seu filho o que não lhe foi ensinado.
O drama dessa mãe é o mesmo das mães de comunidades miseráveis, privadas de condições minimamente dignas de sobrevivência, e de falta de orientação básica para mudarem suas próprias vidas e darem um novo rumo nas vidas de seus filhos.
Tati Quebra Barraco prometeu a si mesma que os dois filhos que lhe restaram não teriam o mesmo destino do filho que morrera. Que seja bem-sucedida em sua epopeia!!
Esse poderá ser um exemplo de revolução pessoal.
Outro caso, notório no Brasil, foi o do jogador de futebol Adriano, o “Imperador”. Atleta destacado, teve sua carreira destruída pela indisciplina e pelo envolvimento com bebidas e drogas. Foi estrela do Miami United e acabou voltando dos USA por problemas de conduta. Conseguiu sucesso na Itália, no Internazionale, de Milão. Era bem remunerado, vivia suntuosamente, e fazia parte da elite do futebol europeu.
Subitamente interrompeu os treinos sem autorização dos dirigentes do clube. Voltou ao Brasil e foi encontrado, dias depois, no Morro da Chatuba, no Complexo do Alemão, de chinelos, tomando cerveja em uma birosca com amigos da comunidade.  
A explicação dada por psicólogos é que Adriano tinha entrado em um processo de depressão pela distância dos amigos, dos familiares e do ambiente do Complexo do Alemão, onde fora criado.  Atualmente, não se tem notícias dele.
Esse exemplo causou grande impacto à época, pois foi uma prova de que somente o sucesso profissional e financeiro, não são elementos garantidores para uma vida bem-sucedida e estruturada.
Desde há muito, pergunta-se como romper esse ciclo diabólico da má formação básica.
Mais importante do que a ação do Estado, são os exemplos e as mudanças que ocorrem dentro dos núcleos familiares.
Outro exemplo claro desse problema é o de muitos negros americanos, que se consideram vítimas da truculência policial, e que criaram o movimento “Black lives matter” (Vidas de negros importam).
Diversos representantes negros, proeminentes nos USA, contestam essa vitimização que parte dos negros americanos alegam em sua defesa.
Essas autoridades negras dizem que, se fosse apenas um problema de ordem econômica e social, o “Programa de Ação Afirmativa”, que existe desde o Governo Kennedy, teria mudado a realidade da vida dos negros que ainda são discriminados e que vivem em guetos e comunidades pobres dentro da sociedade americana.
Esses líderes alegam que, mais do que leis e programas governamentais, é preciso que surja um movimento de conscientização, de reação e de mudança dentro dessas comunidades no sentido de modificar o comportamento das pessoas, principalmente os jovens e as crianças.  
O sucesso desse plano está baseado na formação emocional básica, com boa orientação, dentro das unidades familiares dos negros, atingindo principalmente os mais jovens.
Entre diversos comentaristas que abordam esse assunto, que podem ser acessados pelo Google ou YouTube, ressaltamos o apresentador negro da CNN, DON LEMON.
Também destacamos ORLANDO PATTERSON, do Sunday Review. Seu excelente artigo de 09.05.2015, “The Real Problem With Americas’s Inner Cities” (O real problema com cidades do interior da América), é uma descrição real da vida e dos problemas dentro dos guetos negros nos USA, que pode ser equiparável ao que acontece nas favelas das grandes cidades brasileiras.
Outro articulista de renome é WAYNE ALLYN ROOT, que, em 29.04.2015, lançou o impactante artigo “It’s Time for Black America to Blame Black America” (É hora da América Negra culpar a América Negra), no site www.theblaze.
Diversas matérias de outros comentaristas, a respeito do assunto, podem ser acessadas pelo Google ou pelo YouTube.
Todas essas mudanças, que já ocorrem dentro das comunidades negras, são consideradas, por sua abrangência e profundidade, verdadeiras revoluções na sociedade americana.
Voltemos ao nosso Brasil.
Estamos em pleno processo revolucionário.
Nunca poderíamos pensar que ocorreria no Brasil o que ocorreu em 2016.
E podemos afirmar que nos espantaremos muito mais, pois a revolução avançará em 2017, de forma muito mais arrojada do que avançou em 2016.
A Operação Lava-Jato não vai parar.
A PF, o MPF, e o STF continuarão cada vez mais ativos e atuantes.
As delações continuarão à toda carga e os resultados aflorarão ainda em 2017.
Mudanças que ainda são consideradas divagações absurdas, irrealizáveis e inaceitáveis,  ocorrerão  de forma cada vez mais  rápida, cabeças rolarão, e a crise econômica ainda se aprofundará por um bom período.  
É o preço a pagar para purgar o país desde a medula dos males que o acometeram durante tanto tempo por seguidos governos.
Sim, teremos um 2017 tumultuado e que nos reservará grandes surpresas e, justamente por isso, podemos afirmar que será um ano muito gratificante para a reestruturação do país e do povo.
Como nunca antes, a democracia e a liberdade de expressão se afirmarão como instrumentos dessas mudanças.
A propósito, transcrevo adiante o artigo “Precisa-se de matéria-prima para construir um País”, que circulou pela internet em novembro de 2005, e foi atribuído ao escritor João Ubaldo Ribeiro, embora ele sempre tenha negado a autoria desse arrazoado.
À época, essa nota causou profundo mal-estar pelo seu realismo, e a sensação foi como a de um soco no estomago; desde aquele período, eu mantenho esse texto na seção de prediletos. Agora é o momento adequado para sua reprodução.
Hoje, depois das mudanças que passamos em 2016, e principalmente do que está por vir em 2017, podemos afirmar com orgulho e satisfação que estamos mudando o país e mudando como povo.
Decididamente não somos mais as mesmas pessoas descritas nesse artigo que causou tanto impacto e mal-estar.
Mas ainda temos um longo caminho a percorrer para melhorarmos ainda mais como país e nos transformarmos e nos aprimorarmos como seres humanos.
Portanto, não tenhamos dúvidas. As perspectivas para 2017 são as melhores possíveis!!
Feliz Ano Novo para Todos.

ADAÍ ROSEMBAK
Associado da AAFBB, ABABB e ANAPLAB                                                       

“PRECISA-SE DE MATÉRIA-PRIMA PARA CONSTRUIR UM PAÍS” – novembro de 2005
A crença geral anterior era que Collor não servia, bem como Itamar e Fernando Henrique.
Agora dizemos que Lula não serve.
E o que vier depois de Lula também não servirá para nada.
Por isso estou começando a suspeitar que o problema não está no larápio que foi Collor, ou na farsa que é o Lula.
O problema está em nós.
Nós como POVO.
Nós como matéria prima de um país.
Porque pertenço a um país onde a ESPERTEZA’ é a moeda que sempre é valorizada, tanto ou mais do que o dólar.
Um país onde ficar rico da noite para o dia é uma virtude mais apreciada do que formar uma família, baseada em valores e respeito aos demais.
Pertenço a um país onde, lamentavelmente, os jornais jamais poderão ser vendidos como em outros países, isto é, pondo umas caixas nas calçadas onde se paga por um só jornal E SE TIRA UM SÓ JORNAL, DEIXANDO OS DEMAIS ONDE ESTÃO. 
Pertenço ao país onde as “EMPRESAS PRIVADAS” são papelarias particulares de seus empregados desonestos, que levam para casa, como se fosse correto, folhas de papel, lápis, canetas, clipes e tudo o que possa ser útil para o trabalho dos filhos …e para eles mesmos. 
Pertenço a um país onde a gente se sente o máximo porque conseguiu “puxar” a tevê a cabo do vizinho.
Onde a gente frauda a declaração de imposto de renda para não pagar ou pagar menos impostos.
Pertenço a um país onde a impontualidade é um hábito.
Onde os diretores das empresas não valorizam o capital humano.
Onde há pouco interesse pela ecologia.
Onde as pessoas atiram lixo nas ruas e depois reclamam do governo por não limpar os esgotos.
Onde pessoas fazem ‘gatos’ para roubar luz e água e nos queixamos de como esses serviços estão caros.
Onde não existe a cultura pela leitura (exemplo maior nosso atual Presidente, que recentemente falou que é “muito chato ter que ler”) e não há consciência nem memória política, histórica nem econômica.
Onde nossos congressistas trabalham dois dias por semana para aprovar projetos e leis que só servem para afundar ao que não tem, encher o saco ao que tem pouco e beneficiar só a alguns. 
Pertenço a um país onde as carteiras de motorista e os certificados médicos podem ser “comprados”, sem fazer nenhum exame.
Um país onde uma pessoa de idade avançada, ou uma mulher com uma criança nos braços, ou um inválido, fica em pé no ônibus, enquanto a pessoa que está sentada finge que dorme para não dar o lugar.
Um país no qual a prioridade de passagem é para o carro e não para o pedestre.
Um país onde fazemos um monte de coisa errada, mas nos esbaldamos em criticar nossos governantes.
Quanto mais analiso os defeitos do Fernando Henrique e do Lula, melhor me sinto como pessoa, apesar de que ainda ontem “molhei” a mão de um guarda de trânsito para não ser multado.
Quanto mais digo o quanto o Dirceu é culpado, melhor sou eu como brasileiro, apesar de ainda hoje de manhã ter passado para trás um cliente através de uma fraude, o que me ajudou a pagar algumas dívidas.
Não. Não. Não.
Já basta.
Como “Matéria-Prima” de um país, temos muitas coisas boas, mas nos falta muito para sermos os homens e mulheres que nosso país precisa.
Esses defeitos, essa “ESPERTEZA BRASILEIRA” congênita, essa desonestidade em pequena escala, que depois cresce e evolui até converter-se em casos de escândalo, essa falta de qualidade humana, mais do que Collor, Itamar, Fernando Henrique ou Lula, é que é real e honestamente ruim, porque todos eles são brasileiros como nós, ELEITOS POR NÓS.
Nascidos aqui, não em outra parte.
Me entristeço.
Porque, ainda que Lula renunciasse hoje mesmo, o próximo presidente que o suceder terá que continuar trabalhando com a mesma matéria prima defeituosa que, como povo, somos nós mesmos.
E não poderá fazer nada… 
Não tenho nenhuma garantia de que alguém o possa fazer melhor, mas enquanto alguém não sinalizar um caminho destinado a erradicar primeiro os vícios que temos como povo, ninguém servirá.
Nem serviu Collor, nem serviu Itamar, não serviu Fernando Henrique, e nem serve Lula, nem servirá o que vier.
Qual é a alternativa?
Precisamos de mais um ditador, para que nos faça cumprir a lei com a força e por meio do terror?
Aqui faz falta outra coisa.
E enquanto essa “outra coisa” não comece a surgir de baixo para cima, ou de cima para baixo, ou do centro para os lados, ou como queiram, seguiremos igualmente condenados, igualmente estancados…. Igualmente sacaneados!!!
É muito gostoso ser brasileiro.
Mas quando essa brasilidade autóctone começa a ser um empecilho às nossas possibilidades de desenvolvimento como Nação, aí a coisa muda…
Não esperemos acender uma vela a todos os Santos, a ver se nos mandam um Messias.
Nós temos que mudar.
Um novo governante com os mesmos brasileiros não poderá fazer nada.
Está muito claro…
Somos nós os que temos que mudar.
Sim, creio que isto encaixa muito bem em tudo o que anda nos acontecendo: desculpamos a mediocridade mediante programas de televisão nefastos e francamente tolerantes com o fracasso.
É a indústria da desculpa e da estupidez. 
Agora, depois desta mensagem, francamente decidi procurar o responsável, não para castigá-lo, senão para exigir-lhe (sim, exigir-lhe) que melhore seu comportamento e que não se faça de surdo, de desentendido.
Sim, decidi procurar o responsável e ESTOU SEGURO QUE O ENCONTRAREI QUANDO ME OLHAR NO ESPELHO.
AÍ ESTÁ.
NÃO PRECISO PROCURÁ-LO EM OUTRO LADO. 
E você, o que pensa? …
MEDITE!!!

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

UMA VITÓRIA INCOMPLETA

Companheiros,

A vitória do SIM na aprovação do acordo entre a CASSI e o BB foi uma conquista para todos.
Tanto para os associados, para a CASSI, e para o BB.
Mesmo com limitações, teremos fôlego financeiro até dezembro de 2019, quando serão promovidas novas rodadas de negociação entre os órgãos da Mesa de Negociação e o BB.
Mas temos de ser realistas para reconhecer que, apesar dos novos aportes financeiros conquistados com o SIM, esses recursos continuarão a serem insuficientes e limitados para cobrirem, de forma ampla e satisfatória, as necessidades de atendimento ao universo de associados e usuários da CASSI.
Já foram publicadas notas em redes de funcionários que denunciam que, apesar do aporte de novos recursos, assim mesmo o Plano CASSI Associados continuará em déficit financeiro.
Essas são colocações que devem ser esclarecidas pela CASSI, pois sempre proliferam comentários culpando a CASSI por várias ocorrências quando, em grande parte das vezes, a responsabilidade não é devida à atuação da CASSI mas a culpa é, equivocada ou até propositalmente, jogada em cima  da instituição.
Como exemplo, conto um fato que ocorreu com este articulista.
Há cerca de três anos, fiz uma operação para desentupimento de carótidas. Já preparado para a cirurgia e, com o médico e sua equipe à postos, fui avisado pela administração do hospital que a CASSI não havia aprovado parte dos custos da cirurgia.  De imediato, entrei em contato com a CASSI e foi confirmado que a autorização já havia sido dada. O que ocorreu foi que o hospital incluiu novos materiais necessários para a cirurgia, mas não pediu outra autorização da CASSI para cobrir os novos custos. Após a comunicação do acréscimo de despesas, a CASSI deu nova autorização sem mais delongas. Mas, é preciso ressaltar que, inicialmente, a culpa pela ocorrência foi, injustamente, jogada nas costas da CASSI.
Já conversei com membros da CASSI que citaram   casos semelhantes, causados por uma falha de comunicação  com a CASSI por parte de médicos, hospitais e clínicas.
Esse é claramente um problema de ordem administrativa.
Não é um problema de ordem médica.
Por essa razão, discordo que médicos sejam colocados à frente da administração da CASSI, até porque os dirigentes da CASSI são eleitos pelo seu corpo de associados, muito embora nada impeça que dirigentes eleitos da CASSI também tenham formação na área médica.
É importante ressaltar que esses representantes eleitos, em sua maioria, atuam há décadas na direção da CASSI, e acumulam uma carga de conhecimentos e experiências na área que supera a dos melhores profissionais do ramo.
Como exemplo mais evidente do correto ordenamento administrativo da CASSI, faço a comparação com a MÚTUA, o bem-sucedido plano de assistência do Judiciário no Rio de Janeiro.
Na MÚTUA, a Diretoria, e os Conselhos Deliberativo e Fiscal, são ocupados exclusivamente por juízes e desembargadores.
A área médica se restringe ao Programa de Prevenção, que é composto por 27 cargos, ocupados por profissionais ligados à área de saúde.
Mas quais são as razões básicas para o sucesso da MÚTUA?
Primeiro, inexiste problema de sustentabilidade financeira, como ocorre na CASSI, face ao alto nível de contribuição dos associados da MÚTUA, em razão de seu elevado patamar salarial. Outro aspecto relevante, é que na MÚTUA não existe o traço da Solidariedade, que é característica fundamental da CASSI.
Por tudo que foi citado, seria de estranhar que a MÚTUA registrasse qualquer ocorrência negativa junto à ANS – Agência Nacional de Saúde.
A CASSI dispõe de um quadro médico responsável para cuidar de assuntos relativos à área médica. Mas, embora não tenha dados numéricos à mão, calculo que, nem de longe, o número de profissionais do quadro médico da CASSI se equipare, estatisticamente ao quadro de usuários, ao da MÚTUA.
É preciso ressaltar que a MÚTUA conta com 5000 associados e está restrita ao  Rio de Janeiro, enquanto a atuação da CASSI cobre todo o país e presta assistência a 750.000 pessoas.
Na CASSI, casos singulares dentro da área médica são analisados no âmbito desse setor especializado.
O gigantismo e a complexidade dos serviços prestados pela CASSI, que abrange todo o país, exige um sistema cada vez mais abrangente, rápido e eficiente na área de TI-Tecnologia da Informação, para resolver problemas dessa natureza.
Apesar do ingresso de novos recursos, pergunta-se se existe margem financeira suficiente para a implementação e manutenção de um programa tecnologicamente sofisticado dessa envergadura no Brasil inteiro.
É preciso que a CASSI incremente um programa de contato e comunicação constante com os associados e usuários do sistema, para o esclarecimento de assuntos pertinentes à sua área de atuação.
Falo isso em razão de uma denúncia que foi encaminhada a este blog e que coloquei na área de comentários do artigo “Blog é Coisa Séria”, de 11.12.2016, e que se referia a “Não Autorização” de um exame especializado.  Esclareço que, em resposta ao companheiro, emiti uma opinião pessoal de que, como associado, usuário e, principalmente, como contribuinte da CASSI há mais de 50 anos, o comentarista deveria tornar a dirigir seu pleito diretamente à CASSI.
Um outro assunto, levantado por um articulista de projeção de nossa área, foi de que a CASSI não participou de um importante Congresso Mundial na área de Saúde da Família. Reproduzo abaixo, “ipsis litteris”, os termos de sua nota:
“Como é possível crer que a CASSI valorize adequadamente a ESF se não compareceu a um Congresso Mundial realizado no Rio de Janeiro, portanto, sem necessidade de caras viagens ao exterior, que tratou especificamente das experiências ocorridas no mundo inteiro em relação à saúde família?”
No que se refere aos casos supracitados, este blog - que publicou essas notas -  se coloca à inteira disposição da CASSI para noticiar as explicações que se façam pertinentes sobre a matéria.
No nosso entendimento, críticas como essas devem ser objetos de análises e de respostas de pronto por parte da CASSI, e os esclarecimentos devem ser   de domínio geral dos associados, para que não pairem dúvidas sobre a atuação da CASSI e para que sua imagem não seja maculada, e que, se for o caso, se tomem as providências adequadas para evitar ocorrências da espécie.
Outras indagações recorrentes são formuladas em relação à Implementação das medidas que foram acordadas no Acordo celebrado entre a CASSI e o BB. São levantadas críticas de que, depois de firmado o acordo, o assunto foi deixado de lado.
Por tudo isso, insisto na tese de que a CASSI está em desvantagem nessa guerra, não em razão dos esforços dispendidos para prestar uma mais ampla e aperfeiçoada prestação de serviços aos associados, mas    em razão da falta de amplitude de comunicação com seu quadro social.
Falando mais explicitamente, a CASSI está perdendo a GUERRA da COMUNICAÇÃO.

ADAÍ ROSEMBAK
Associado da ANABB, AAFBB e ANAPLAB

domingo, 11 de dezembro de 2016

BLOG É COISA SÉRIA


Companheiros,

Blog é uma criação recente. Surgiu pouco  depois da invenção da internet.
Inicialmente era muito rudimentar e, com o tempo, foi se sofisticando cada vez mais. Sempre surgem novidades na área tecnológica, de segurança e de criatividade.
Quem se propõe a ser blogueiro deve estar atento a essas inovações, principalmente as tecnológicas, para não incorrer em erros crassos.
Hoje existem técnicos especializados em dar assistência a blogueiros. As grandes empresas na área de TI (Tecnologia da Informação) – como a Google – contam com  departamentos especializados em blogs.
Desde há algum tempo, estou fazendo uma faxina na área de documentos no computador.
É muita coisa antiga e sem serventia e que já deveria ter sido descartada há muito tempo. Esse entulho sem finalidade torna o sistema cada vez mais pesado e lento.
Nesse afã de organização, também resolvi fazer uma reestruturação geral no blog.
Uma das mais recentes inovações tecnológicas nesse campo – pelo menos no que tange ao Google – foi que o acesso do público de internautas ao blog, foi completamente separado do acesso restrito do blogueiro à parte operacional do sistema, que é feito pelo acesso ao item “blogger”, por código específico e senha renovável. Antes, essa separação não era tão delimitada.
Esse foi um dos passos de segurança adotados para preservar os blogs da invasão por “hackers”. 
Entrei em “blogger” e comecei a fazer várias modificações e atualizações: Incluí novos colunistas, eliminei rascunhos, atualizei e reorganizei matérias, corrigi pequenas falhas, etc.
E foi aí que me ferrei feio.
Entrei na relação de colunistas e vi que a única referência que destoava das demais era justamente a da companheira Célia Laríchia. Lá estava “Coluna Célia Laríchia”, enquanto os nomes dos outros colunistas eram precedidos de um “do” ou “da”. Parti para mudar “Coluna Célia Laríchia” para “Coluna da Célia Laríchia”.
Primeiro mudei o nome na relação de colunistas e, depois, na relação de artigos.
Aí ocorreu o problema.
Ao alterar o nome da colunista em um artigo de meses atrás, “AAFBB em FOCO – 21.07.2016”, a Google considerou essa alteração como um novo artigo e o lançou no sistema.
Fui acessar a seção de “blogs prediletos” em outros blogs, como Ari Zanella, Medeiros e Rosalina de Souza, e lá estava, como nova matéria em meu blog, o artigo de meses atrás, “AAFBB em FOCO-21.07.2016”.
Não dei maior importância ao fato por considerar uma falha sem relevância.
Mais tarde, quando fui acessar o blog novamente, a GOOGLE o havia retirado do ar e, em seu relatório técnico, solicitava uma ação imediata de correção e recuperação, sob pena do mesmo ser cancelado definitivamente.
Tremi pelas bases.
Telefonei de imediato para um técnico especializado e ele me assustou ao dizer que, entre várias hipóteses, o blog poderia ter sido invadido por algum hacker isolado, ou por iniciativa governamental no Brasil ou no exterior.
Eu me indagava se teria sido uma invasão por artigos que escrevi sobre a Rússia ou sobre referências à situação política e econômica que estamos passando, ou se seria por uma ação isolada de algum hacker por não sei qual motivo.
Eu e o técnico acessamos o sistema da Google e o relatório da empresa acusava as origens do problema. 
Entre essas, a que eu havia me utilizado de três e-mails diversos para alterar matérias no blog; doravante, eu deveria usar somente o e-mail registrado na Google.
O segundo ponto, o mais importante, foi justamente a alteração da referência à colunista em matéria já publicada há tempos atrás, o que gerou a republicação da matéria como se fosse de outra colunista (isso somente pela inclusão da palavra “da”).  Essa mudança, que gerou a suspensão do blog, havia acionado o alerta sobre a possibilidade de invasão por hackers.
O assunto foi sanado e, como medida adicional de segurança, a Google incluiu um novo sistema de acesso ao “blogger”, que bloqueia a invasão de hackers, cautela que recomendo que seja tomada pelos demais blogueiros.
Esse novo sistema é muito sofisticado e é difícil de ser burlado por hackers.
Ou seja, esse assunto “hacker” que, há algum tempo, parecia coisa de ficção científica, hoje é um problema real.
Assim, sinto-me muito satisfeito por voltar a atuar em nossa área.
Algumas pessoas já me perguntaram sobre a criação de um blog. Primeiramente, é preciso esclarecer que existem blogs voltados para os mais diversificados e estranhos assuntos que se possa imaginar.
Este blog tem o objetivo fundamental de abordar fundos de pensão e planos de saúde, mais especificamente a PREVI e a CASSI, muito embora, esporadicamente, fujamos desses temas, para abordar assuntos relacionados com economia, política, relações humanas, etc.
Para ter um blog bem-sucedido é importante observar algumas premissas.
Primeiro, é preciso gostar de escrever.
Segundo, é preciso estar disposto a pesquisar bastante e trabalhar duro.
Terceiro, devemos estar conscientes de que discutir assuntos controversos sempre vai mexer com interesses diversos e provocar atritos com outras pessoas e, portanto, temos de estar preparados para receber contestações e provocações de toda ordem.  
Assim, ao falar sobre assuntos delicados e que possam gerar consequências graves e denegrir a imagem de alguém, devemos ter o máximo de cuidado com nossas palavras e ser cautelosos e diplomáticos pois, como administradores dos blogs, corremos o risco de responder judicialmente por acusações infundadas, ofensas e calúnias contra pessoas e instituições às quais nos referirmos.
Por outro lado, não devemos dar acolhida a insultos, agressões pessoais, mentiras e outras baixarias. Tudo isso tem o destino certo, que é a lixeira. As próprias regras do blog estabelecem essas premissas.
Dependendo da gravidade e da torpeza dos ataques sofridos, podemos até apelar para a Justiça em busca de reparação monetária por agressões e calúnias sofridas.
É importante manter um relacionamento respeitoso e amigável com todos a fim de conquistar o máximo de apoio às causas de nosso interesse.
Por isso, procuro ser pródigo em elogios e extremamente limitado em relação a críticas.
Essa á a razão de muito me chamarem de “puxa-saco e baba-ovo. ” Até rio dessas “pseudo-pechas.” Prefiro classificar meu comportamento como “saber viver”.
É importante que separemos as pessoas da forma delas pensarem. Podemos divergir diametralmente de alguém por uma série de razões sem que, por causa disso, venhamos a prejudicar a admiração e a amizade que nutrimos por essa pessoa.
Só devemos ser “inimigos” nos estádios, quando os “amigos” estão em um grupo, e os “inimigos” de outro time estão em outro espaço.
Voltemos ao blog.
Muitas vezes, temos o imenso prazer de receber o apoio, a colaboração e a crítica construtiva aos artigos de nossa lavra, por parte de pessoas pelas quais temos a maior admiração.
E, outras tantas vezes, infelizmente, recebemos o pedido de retirada de e-mails de nossa lista de endereços, por parte de pessoas também admiráveis, pela simples razão de discordarem de nossa forma de pensar.
Paciência.
O que lamentamos nesses casos, são concepções fundamentalistas e a intolerância que impede essas pessoas de lidarem com o contraditório. Divergir da opinião de outrem faz parte do ambiente democrático.
Demonizar quem pensa de forma diversa, fugir da discussão democrática e querer implantar uma só forma de pensar, é um comportamento fundamentalista próprio de ditaduras.
Quem não estiver preparado para conviver dentro desse ambiente amplo, diversificado e cheio de riscos, é melhor nem pensar em ter um blog.
Ao ler o jornal de hoje fiquei abatido pelo que está ocorrendo em nosso país.
Mas, pelo menos para mim, o “renascimento” deste blog é um motivo de grande prazer.
Para comemorar esse momento, tenho o prazer de reproduzir adiante, notas diversas, de alguns de nossos mais respeitáveis representantes, que são os companheiros e colunistas SÉRGIO FARACO, ARIALDO PACELLO e MARCOS COIMBRA

Atenciosamente
ADAÍ ROSEMBAK
Associado da ANABB, AAFBB e ANAPLAB

APRECIAÇÃO de SÉRGIO FARACO sobre a UTILIZAÇÃO do ES-EMPRÉSTIMO SIMPLES
Mensagem  de  SÉRGIO  FARACO  a  um companheiro
                                                


Colega,
A utilização que você e a esmagadora maioria faz não caracteriza desvio de finalidade. 
Esta se configura quando o tomador não necessita dos recursos, mas toma o empréstimo e o aplica em alguma modalidade que lhe dê rendimento muito próximo ou até superior ao custo do ES por este ser muito baixo. 
E assim faz porque tem a expectativa de que irá falecer antes de quitá-lo, situação em que o saldo devedor será liquidado pelo FQM e os herdeiros receberão a aplicação feita.
Renova o empréstimo assim que tiver pago o número mínimo de prestações previsto e novamente aplica o que receber.
Consequentemente, o objetivo do empréstimo não é fazer frente a eventual necessidade, até porque muitos do que assim procedem possuem reservas aplicadas acima do necessário para qualquer eventualidade. Digo isso porque conheço casos concretos.  
O resultado dessa prática é que o ES se torna mais um seguro de vida, porém a custo muito aquém do que seria cobrado por uma seguradora. Aliás, a maioria das seguradoras não aceita seguro pessoal a partir de determinada idade.  
Isso não caracteriza ilegalidade e nem quebra de ética. É tirar proveito do que é oferecido, dentro das regras.
Mencionei essa situação apenas para mostrar que o custo do ES é tão baixo a ponto de ensejar a sua utilização dessa forma.
Talvez não devesse ter considerado desvio de finalidade porque não foi desrespeitada qualquer regra.
Entretanto, penso que a instituição do ES foi norteada para atender necessidade, existente ou potencial.  
Espero ter esclarecido, mas se restar alguma dúvida, estou à sua disposição. 
Abraços
SÉRGIO  FARACO
Assumiu no BB em 13.01.1964, na Metr. Pinheiros (SP),  exerceu comissões diversas, inclusive de gerente  em várias agências. Aposentou-se  em setembro de 1991, como Gerente Geral na Metr. Ana Rosa (SP).Também foi instrutor no ADCRE e Instrutor Formador de Crédito e Riscos no DESED. Já aposentado, entre outras atuações, foi assessor de interventor em fundo de pensão, responsável por vários setores, inclusive o de Seguridade.  Consultor de empresas. Consultor de escritórios de advocacia na área de previdência complementar. Fez parte da AAPBB-RJ.

A CASSI – PROTEÇÃO E APOIO
Apreciação de ARIALDO PACELLO sobre a CASSI
                                             


A CASSI é um plano de saúde, mas não pode ser confundida com planos comerciais.
A CASSI não é uma empresa com objetivo de lucro.
A CASSI tem fundamento na solidariedade.
Fundada em 1944, por um grupo de funcionários do BB, tinha, no início, apenas 3.500 associados, quando o número total de funcionários do BB era de 7.000. Hoje, com mais de 720.000 associados, é uma das maiores instituições brasileiras de autogestão. 
A sustentação financeira da CASSI está assentada nas contribuições de seus associados e da empresa Banco do Brasil. O objetivo é atender a saúde de todos por meio de ações preventivas e de recuperação.
A CASSI está subordinada, em termos de procedimentos, às regulamentações da ANS – Agência Nacional de Saúde Suplementar.
Até mais ou menos 20 anos atrás, muitas atividades da CASSI eram desenvolvidas dentro das próprias agências do BB, por funcionários da ativa, dedicados e envolvidos com a saúde de seus colegas de trabalho.
Tal prática era perfeitamente defensável, pois, assim como a PREVI, a CASSI é um diferencial importante e histórico para uma empresa diferenciada (o BB) que também foi criada com o propósito de apoiar o desenvolvimento da Nação brasileira, financiando atividades produtivas na cidade e no campo – indústrias, serviços, agricultura e pecuária.
E que não teve o lucro como seu objetivo primordial.
E pode-se dizer, apesar dos percalços, que essas três instituições (ainda) são um orgulho nacional, pelo seu sucesso, cada uma em sua específica área de atuação.

Por razões classificadas como técnicas e profissionais, a CASSI foi colocada para fora do âmbito das Agências.
E teve de montar uma administração própria, o que lhe onerou significativamente o orçamento e as finanças. Mas conseguiu sobreviver. E continua sendo o melhor Plano de Saúde brasileiro.
Por outro lado, teve de enfrentar a elevação constante e desproporcional dos custos médicos e hospitalares, que no Brasil cresceram de forma exponencial e injustificável, muito acima da inflação e dos salários.
Teve – e está tendo – de enfrentar uma cultura puramente mercantilista na área da saúde.
 Procedimentos, exames, critérios os mais diversificados e desregulamentados transformaram a Medicina num campo puramente comercial e lucrativo.
A ANS – Agência Nacional de Saúde Suplementar, vinculada ao Ministério da Saúde, só é responsável pelo setor de Planos de Saúde.
Ora, se o objetivo da ANS é o “interesse público”, penso que ela não deveria restringir-se a regulamentar apenas os Planos de Saúde – deveria, também, e principalmente, regulamentar as atividades da Medicina, abrangendo médicos, clínicas e hospitais.
O CFM – Conselho Federal de Medicina, os CRMs- Conselhos Regionais de Medicina e outros análogos, parecem-me mais voltados a defender o corporativismo de sua classe – e não os interesses da saúde dos brasileiros.
As distorções que a mercantilização da Medicina trouxe à população brasileira são flagrantes e odiosos. Por exemplo, tempos atrás um estudo comprovou que somente na Avenida Paulista, em São Paulo, havia mais aparelhos de Tomografia computadorizada do que na França inteira! Exames, próteses, internações e procedimentos desnecessários e caros são coisas corriqueiras neste país.
Propinas, passeios e estadias em resorts são coisas comuns oferecidos pelos grandes laboratórios a médicos, para conseguir a cooptação deles, passando ao largo dos interesses reais e fundamentais da população. E nada acontece. E ninguém é punido. E a população é obrigada a pagar o alto preço desses desmandos.
E a CASSI paga, também, um altíssimo preço por essa falta de regulamentação, e por essa pressão mercantilista, onde o lucro está em primeiro lugar.

Daí o meu repto a todos os funcionários do BB, da ativa e aposentados, e a todos os brasileiros: é preciso regulamentar a Medicina.
Deve ser criado um órgão isento de interesses corporativos para disciplinar as atividades médicas e hospitalares.
Não é possível convivermos com as queixas das “Santas Casas” e vendo grande parte dos médicos morando em condomínios de alto luxo, e construindo prédios comerciais com recursos próprios, isolados da população, como se nada tivessem a ver com a saúde dos brasileiros. (Ou então que a própria ANS altere seus estatutos e abranja os anseios da população em geral).
Claro que estão fora deste raciocínio os “Médicos sem fronteiras”, cujo princípio humanitário e sem fins lucrativos, atende e socorre milhões de seres humanos, sem pensar no lucro.
Estão fora deste raciocínio os tantos milhares de médicos (brasileiros e estrangeiros) que por este Brasil afora devotam-se de corpo e alma na atenção da saúde dos mais desamparados.

A CASSI – repito – não tem fins lucrativos. Por isso deve continuar tendo pleno apoio de seus associados e da empresa Banco do Brasil, que jamais deverá ter o lucro com seu principal objetivo.
Não admito nenhum atentado contra a CASSI! Em nome da justiça social. Em nome da solidariedade.

ARIALDO  PACELLO
Funcionário aposentado do BB. Posse: 1964. Comissionado desde o primeiro ano de serviço, nomeado, em caráter excepcional, pela DG. Aposentou-se como Gerente-Geral. Formado em Direito, com registro na OAB-SP. Curso de Macroeconomia para administradores de empresas, pela FGV. Lecionou Análise de Balanços em Colégio Técnico de cidade da Grande São Paulo. Lecionou durante 15 anos para cursinhos preparatórios para concursos do BB, CAIXA e BC. Foi assessor em área técnico-administrativa da Prefeitura de Piracicaba.

DITADURA DO POLITICAMENTE CORRETO
Economista MARCOS COIMBRA
                                               

Artigo extraído do Blog de JOÃO CARLOS LAGO NETO.

O cidadão brasileiro é tiranizado hoje em dia pela ditadura do politicamente correto, imposta por minorias atuantes, que avançam em face da passividade da maioria silenciosa do povo.
Chega ao cúmulo de termos que exercer a autocensura, com receio de sermos “linchados” moralmente e penalmente pelos patrulheiros ativistas “xiitas”, acostumados a exercer a tirania sobre o cidadão.
O direito constitucional de liberdade de expressão torna-se letra morta, pois, caso algum cidadão divirja das “regras” impostas pelos radicais fiscais das “minorias”, será punido severamente.
Um dos exemplos mais marcantes foi ação empreendida, tempos atrás, no sentido de censurar a obra do genial escritor Monteiro Lobato, autor predileto da criançada do século passado, responsável pelo hábito de leitura de milhões de brasileiros.
Ninguém aguenta mais a supremacia de discussões sobre homossexualismo, cotas raciais, igualdade de gênero, ao invés do debate sobre as questões de sobrevivência do país, como falência de Estados, corrupção endêmica, ameaças à classe de baixo, através da famigerada reforma da previdência, sabotagem à operação Lava Jato e outros.
E ai de quem se atreva a matar um jacaré em defesa de sua família. Será preso sem direito a fiança e punido com uma severa pena. Já assaltar e matar, a estória passa a ser outra. Existem vários criminosos condenados a dezenas de anos de prisão, os quais, após alguns poucos anos de reclusão, são liberados e voltam a delinquir.
         Os ativistas de diversas destas ditas minorias são altamente agressivos não aceitando o direito dos cidadãos de pensar de um modo diferente, ameaçando-os de enquadramento nas diversas “leis” impostas por eles e aceitas pelos congressistas passivos, ansiosos por agradar aos “formadores de opinião”, adeptos de práticas e comportamentos repudiados pela maioria do povo brasileiro.
         Um exemplo claro deste procedimento é a questão da descriminalização da droga, defendida por figuras de relevo do meio artístico e até mesmo político, em causa própria, ou de parentes próximos, respaldados por uma ofensiva internacional envolvendo interesses de entidades, grupos e agentes interessados em negócios bilionários. Afinal, qual a razão do Sr. George Soros defender a legalização das drogas?
         Na Segurança, entidades ditas defensoras dos “direitos humanos” vão progressivamente demonizando as forças policiais, de modo a inviabilizar sua ação de contenção de hordas de vândalos, a maioria treinada por grupos terroristas, inclusive do exterior, muitos dos quais subvencionados direta ou indiretamente por ONGs e até mesmo por órgãos governamentais da administração direta e indireta.
           A ação do crime organizado cresce desmesuradamente, ameaçando e intimidando o cidadão comum e colocando contra a parede as autoridades da área, incapazes de garantir o direito de ir e vir da população. Crimes bárbaros são cometidos diariamente e denominados “menores” barbarizam a cidade, ancorados na certeza da impunidade prescrita em legislação desatualizada, merecedora de urgente revisão, com a adoção da diminuição da idade de maioridade penal para um patamar a ser determinados pelos especialistas no setor, a exemplo de países mais desenvolvidos.
   Na maior parte das recentes manifestações havidas, inicialmente pacíficas, hordas de bárbaros assumem a liderança dos movimentos, promovendo toda sorte de crimes, seja de ordem pessoal ou patrimonial, depredando lojas, agências bancárias, prédios públicos, obras de arte, quando não saqueiam o comércio, roubando bens de toda espécie.
         Os vândalos são protegidos por advogados militantes e também pela atuação de integrantes de “mídias alternativas”, os quais simplesmente proíbem a ação da imprensa tradicional e divulgam imagens distorcidas dos acontecimentos, de modo engajado, de forma a inibir a ação policial de manutenção da lei e da ordem, em proveito da anarquia e da baderna generalizada. Chegamos ao cúmulo de assistir frequentemente grupos de poucas pessoas impedindo o trânsito nas principais artérias do país, ocasionando engarrafamentos monstruosos, com prejuízos a centenas de milhares de cidadãos pagadores de impostos. Ora, o direito constitucional de ir e vir não é menos importante do que o de liberdade de expressão destes grupos. Também deve ser respeitado. Ativistas comandados por militantes de partidos políticos ocupam irregularmente centenas de escolas públicas em vários Estados, em protesto contra iniciativas dos atuais detentores do poder político, sobre as quais não possuem conhecimento, funcionando como massa de manobra de interesses partidários.
          Até hospital sofre ameaça de invasão.  Então, autoridades policiais omitem-se com receio de serem processadas e punidas por qualquer ação empreendida, considerando-se o histórico recente de “vitimização” de criminosos e “criminalização” dos integrantes das forças policiais, estrategicamente aplicado por grupos interessados em coibir qualquer tentativa de contenção dos excessos delituosos cometidos por profissionais radicais.
           E a Justiça permanece omissa. Quando age, procede de forma tíbia, sem a devida autoridade.
         Vivemos momentos muito difíceis, os quais podem provocar consequências extremamente graves ao tecido social, ocasionando situações indesejáveis.

MARCOS COIMBRA
Aposentado do BB. Esteve por 14 anos à disposição da ESG. Professor, Economista, Assessor Especial da Presidência da ADESG, Membro do Conselho Diretor do CEBRES, há 15 anos é colunista semanal no Jornal Monitor Mercantil, acadêmico fundador da Academia Brasileira de Defesa, e Autor do livro Brasil Soberano.