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sexta-feira, 21 de setembro de 2018

AAPBB em FOCO - 10.09.2018 - 3ª Parte


Prezados Companheiros,

Esta é a 3ª e última parte do artigo “AAPBB em FOCO – 10.09.2018.
Abaixo seguem os vídeos restantes com as apresentações das personalidades que efetivaram palestras no evento em foco, os quais só agora nos foram disponibilizados.
Agradecemos aos ilustres palestrantes CIRO CORMACK JÚNIOR (FUNCEF), FERNANDO AMARAL (ANABB), VÂNIA ROMEO TOMAZ (CASSI),  PATRÍCIA CARDOSO MACIEL TAVARES  (DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO), LUIS BORGES (FAPES/BNDES), Doutor ANDRÉ LUIZ MACHADO DE CASTRO  (Defensor Geral Público do Rio de Janeiro) e REINALDO FUJIMOTO (Presidente da ANABB), cujos vídeos  são ora apresentados e que contribuíram para  o sucesso do simpósio.
Mais uma vez parabenizamos a AAPBB pela grandeza, esforço, organização e brilhantismo na promoção do “II SIMPÓSIO SOBRE FUNDOS DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR FECHADA E PLANOS DE SAÚDE DE AUTOGESTÃO”.
Tenham bom proveito da apreciação dos excelentes e enriquecedores vídeos das palestras.

Atenciosamente

ADAÍ  ROSEMBAK

Apresentação de CIRO CORMACK JÚNIOR (Conselheiro Titular do Conselho Deliberativo da FUNCEF):

                                





FERNANDO AMARAL (Conselheiro Deliberativo da ANABB):

                                  





VÂNIA ROMEO TOMAZ (CASSI – Conselho de Usuários):

                                   





PATRÍCIA CARDOSO MACIEL TAVARES (Defensora Pública da DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO):

                                   





LUIS BORGES (FAPES/BNDES):

                                




Defensor Geral Público do Rio de Janeiro, Doutor ANDRÉ LUIZ MACHADO DE CASTRO:

                                    




REINALDO FUJIMOTO (Presidente da ANABB):

                                   




sexta-feira, 14 de setembro de 2018

AAPBB em FOCO - 10.09.2018 - 2ª Parte


Caros Companheiros,

Em complementação ao artigo “AAPBB em FOCO – 10.09.2018 – 1ª parte”, lançamos esta “2ª Parte”, em que incluímos vídeos dos palestrantes.
Procuramos seguir o roteiro de exposições descritas na 1ª Parte deste artigo bem como a sequência de palestras fornecida pela AAPBB, embora algumas mudanças tenham sido feitas em razão de imprevistos fortuitos, o que em nada prejudicou o brilhantismo e o absoluto sucesso do evento.
Voltamos a ressaltar o cuidado, a dedicação, o profissionalismo, e o extremo esforço dos dirigentes da AAPBB e de seu quadro administrativo, na promoção de um evento com tal nível de grandeza, organização e complexidade.
Não poderíamos deixar de, mais uma vez,  parabenizar o quadro de dirigentes da AAPBB, na pessoa de seu Presidente WILLIAMS FRANCISCO DA SILVA, VP Desenvolvimento MARCOS COIMBRA, VP Administrativo CARLOS ANTÔNIO NEVES BEZERRA, VP Previdenciário FRANCISCO ANTÔNIO GOMES DA SILVA, VP Assuntos Assistenciais CELSO DE MEDEIROS DRUMMOND, VP Financeiro CID MAURÍCIO MEDINA COELI, VP Jurídico PAULO CESAR ARAGÃO DA SILVA, VP Atividades Sociais DOUGLAS LEONARDO GOMES, VP Adjunto Desenvolvimento CÉLIA MARIA DE OLIVEIRA AVELLAR E ALMEIDA, VP Adjunto Previdenciário SÉRGIO ROBERTO COSTA DE CASTRO e VP Adjunto Financeiro ANTÔNIO CARLOS MONTEIRO.
Não poderíamos deixar de ressaltar para o sucesso do evento, a atuação de seu quadro administrativo, na pessoa do Chefe do Escritório VALDEMIR CRISPIM e as prestimosas, simpáticas e eficientes secretárias KÉZIA MULLEM e MAIARA GERMANO DOS SANTOS ARAUJO.
Por fim, não podemos deixar de citar a importante e fundamental atuação de ODALI CARDOSO, Presidente da AABB-Lagoa- Rio RJ, que envidou os melhores esforços para a promoção do simpósio, o qual foi celebrado no excelente, bem equipado  e vasto SALÃO MARGARIDA da AABB.
Por tudo o que foi acima exposto, só nos resta agradecer, e mais uma vez parabenizar a AAPBB e seus dirigentes, pela promoção de um evento tão importante, bem estruturado, e abrangente como o “II Simpósio sobre Fundos de Previdência Complementar Fechada e Planos de Saúde de Autogestão”, para a defesa dos interesses de nossa categoria.
Tenham o máximo de proveito na apreciação dos vídeos.

Atenciosamente


ADAÍ  ROSEMBAK


1º VÍDEO – Apresentação sobre a PREVI, Painel 1, do Presidente da AAPBB WILLIAMS FRANCISCO DA SILVA:
                                





2º VÍDEO - Apresentação sobre a Reforma da Previdência Social e suas Implicações , Meritíssimo Juiz Federal Doutor FÁBIO SOUZA:

                              



                              

3ºVÍDEO- Apresentação UNIDASPREV / FAPES / BNDES - LUÍS BORGES:






                                                                          


4º VÍDEO - Apresentação ADCAP - LUIZ ALBERTO MENEZES BARRETO - ex - Presidente da ADCAP:



                                

5º VÍDEO - PATRÍCIA MELO E SOUZA - Diretora de Seguridade da Fundação Real Grandeza - Planos de Autogestão-  APÓS - FURNAS/ REAL GRANDEZA:









6º VÍDEO - FERNANDO SIQUEIRA - PETROS:






segunda-feira, 10 de setembro de 2018

AAPBB em FOCO - 10.09.2018 - 1ª PARTE


Caros Companheiros,

Mais uma vez a “AAPBB – Associação de Aposentados, Funcionários e Pensionistas do Banco do Brasil” está parabenizada pela promoção do “II Simpósio sobre Fundos de Previdência Complementar Fechada e Planos de Saúde de Autogestão”, realizado em 05 e 06 de setembro de 2018, no Salão Margarida, na Sede da AABB-RJ, na Lagoa, no Rio de Janeiro RJ.
O evento contou com a presença e o esforço conjunto dos mais importantes dirigentes da AAPBB, como seu Presidente WILLIAMS FRANCISCO DA SILVA,
                                 

 VP Desenvolvimento MARCOS COIMBRA,
                                 

 VP Administrativo CARLOS ANTÔNIO NEVES BEZERRA, VP Previdenciário                           FRANCISCO ANTÔNIO GOMES DA SILVA, VP Assuntos Assistenciais CELSO DE MEDEIROS DRUMMOND, VP Jurídico PAULO CESAR ARAGÃO DA SILVA, VP Adjunto Desenvolvimento CÉLIA MARIA DE OLIVEIRA AVELLAR E ALMEIDA, VP Adjunto Previdenciário SÉRGIO ROBERTO COSTA DE CASTRO  e VP Adjunto Financeiro ANTÔNIO CARLOS MONTEIRO.
A perfeita organização, assistência e sucesso do encontro foi possível graças ao eficiente corpo Administrativo da AAPBB, tendo à frente   o chefe de escritório VALDEMIR CRISPIM e as atenciosas e eficientes secretárias KÉZIA MULLEM e MAIARA GERMANO DOS SANTOS ARAUJO.
O simpósio foi aberto pelo Presidente da AAPBB, WILLIAMS FRANCISCO DA SILVA que, inicialmente, agradeceu ao Presidente da AABB, ODALI DIAS CARDOSO, 
                                 

seu apoio por recepcionar o evento na Sede da AABB-Lagoa-RJ.
A primeira palestra foi proferida pelo Meritíssimo Senhor Juiz Federal FÁBIO SOUZA, 
                               

      que é professor adjunto da Faculdade Nacional de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).  Mestre e Doutor em Direito Público pela UERJ.  Mestre e Doutor em Sociologia e Direito pela UFF.  Coordenador acadêmico do Instituto Latino-Americano de Direito Social. Diretor de Relações Internacionais do Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário.
Sua magnífica apresentação suplantou as melhores expectativas da plateia.
Foi uma verdadeira aula magna sobre a amplitude de temas que abrangem o universo da Reforma da Previdência Social e suas Implicações.
A exposição do Meritíssimo Juiz Federal FÁBIO SOUZA se constituirá em ferramenta extremamente útil e enriquecedora para a luta dos representantes de diversas categorias de trabalhadores e de entidades que se fizeram presentes ao encontro, por mostrar a fundo a complexidade e o quadro abrangente e multifacetado da Previdência Social.
O tempo de apresentação do Juiz Federal FÁBIO SOUZA foi ultrapassado de muito pois, além da extensão da matéria abordada, que prendia a atenção de todos,  ainda houve muitas perguntas e questionamentos dos presentes sobre sua exposição.
Tamanho foi o sucesso da fala do Juiz Federal FÁBIO SOUZA que, muitos dos presentes, sugeriram aos dirigentes da AAPBB que o convidassem para o próximo simpósio promovido pela entidade.
Em seguida, após um intervalo para o café, houve a palestra do representante da PETROS, Sr. FERNANDO SIQUEIRA, que falou em lugar do Sr. PAULO TEIXEIRA BRANDÃO, Conselheiro Fiscal da PETROS, que não pôde comparecer ao evento.
A fala centrou-se em  comentários sobre a PETROBRÁS e a PETROS  no período do Governo TEMER, em que o economista PEDRO PARENTE, nomeado como presidente da PETROBRÁS, teve de tomar medidas duras e radicais para tirar a PETROBRÁS da profunda crise  financeira, administrativa, e de corrupção generalizada em que se encontrava aquela estatal, como resultado da atuação deletéria de governos anteriores.
A seguir, pela UNIDASPREV e FAPES/BNDES, falou LUIS FERREIRA XAVIER BORGES,
                                

 expositor articulado, carismático, experiente e bem preparado,  que captou   a atenção de todos e abordou com sucesso os assuntos de sua área.
Comentou com profundidade aspectos referentes às áreas jurídica, financeira, administrativa e econômica da UNIDASPREV e FAPES/BNDES.
LUIS FERREIRA XAVIER BORGES, além de ser um palestrante hábil e objetivo, provou-se muito oportunista pois aproveitou ao máximo  seu tempo de exposição,  além de explorar os  espaços entre outras palestras e até o tempo  do café para estender seus comentários.
Em seguida, houve a apresentação de LUIZ ALBERTO MENEZES BARRETO,
                               

 que falou  pela ADCAP-Associação dos Profissionais dos Correios, na condição de ex-presidente dessa entidade.  Registramos que LUIZ ALBERTO MENEZES BARRETO   participou do “I Simpósio sobre Fundos de Previdência Complementar Fechada e Planos de Saúde de Autogestão”, promovido pela AAPBB em 12 e 13 de abril de 2016, e que foi alvo de artigos neste blog.
LUIZ ALBERTO MENEZES BARRETO é uma pessoa corajosa em suas críticas e denúncias.
Em sua exposição, voltou a relacionar uma série de irregularidades no POSTALIS, incluindo até falsidades em documentos. 
Quando da apresentação dos vídeos do simpósio, os internautas terão a oportunidade de conhecer a íntegra de suas denúncias.
Na segunda etapa do simpósio, no dia 06.09.2018, o Presidente da AAPBB, WILLIAMS FRANCISCO DA SILVA, voltou a ressaltar a importância do evento para a defesa de nossos interesses e agradeceu a presença de ex-presidentes da AAPBB e, em especial, de RUI BRITO DE OLIVEIRA PEDROSA
                              

, considerado o maior ícone e líder na defesa de nossos interesses.
Chamado de “a enciclopédia viva do sindicalismo”, RUI BRITO DE OLIVEIRA PEDROSA foi entusiasticamente aplaudido por todos os presentes ao encontro.
Logo após, o Presidente da ANABB, REINALDO FUJIMOTO
                               

 tomou a palavra e falou sobre as fortes pressões governamentais sofridas pela CASSI e outros planos de saúde de autogestão para a implantação das diretivas da Resolução CGPAR 23.
Dissertou sobre o imenso esforço dos dirigentes da ANABB que conseguiu mobilizar mais de 40.000 associados da ANABB para mover uma ação legal contra dispositivos da Resolução CGPAR 23. 
REINALDO FUJIMOTO agradeceu a união das demais associações de funcionários da ativa e aposentados do BB, como AAPBB, AAFBB, FAABB e outras, no propósito comum de defesa de nossos interesses.
A próxima palestrante, a Defensora Pública do Rio de Janeiro, PATRÍCIA CARDOSO MACIEL TAVARES, declarou que, após profunda análise, mostrou-se pasma com a Resolução CGPAR 23 que afronta diretamente dispositivos do Código de Defesa do Consumidor e da Lei 9656/98, que regulamenta  Planos de Saúde.
Considerou isso uma ilegalidade e alertou mais uma vez, como outros que a antecederam no debate, para o jogo pesado e bruto do governo para atingir seus objetivos.
A saída para essa situação opressiva, ressaltou ela, é recorrer ao Poder Judiciário como está fazendo a ANABB.
O Presidente da AAPBB, WILLIAMS FRANCISCO DA SILVA, em sequência à exposição da Defensora Pública PATRÍCIA CARDOSO MACIEL TAVARES, passou a palavra ao Defensor Geral Público do Rio de Janeiro, Doutor ANDRÉ LUIZ MACHADO DE CASTRO.
Foi uma satisfação para os presentes saber que o Dr. ANDRÉ LUIZ MACHADO DE CASTRO, já havia sido associado da AABB e, em sua juventude, havia praticado natação na associação.
Em sua fala, ele corroborou o que foi exposto pela Dra. PATRÍCIA CARDOSO MACIEL TAVARES, estendeu-se na exposição do embasamento jurídico da Lei 9656/98 e, novamente, alertou a todos sobre a forte pressão governamental para implantar diretivas de ordem econômica que atropelam fundamentos legais estabelecidos.
A seguir, abordando o tema Conselho de Usuários da CASSI, falou a companheira VÂNIA ROMEO TOMAZ.
Em artigos anteriores neste blog, VÂNIA ROMEO TOMAZ já havia sido citada diversas vezes por seus bem colocados e incisivos comentários.
Mas esta foi a primeira vez em que ela foi apresentada como palestrante.
Confesso que fiquei surpreso e sai enriquecido com sua apresentação, não só pelo profundo e abrangente domínio da específica matéria abordada – “Conselho de Usuários da CASSI” – como pelo universo de informações sobre a CASSI, a PREVI e a previdência complementar como um todo.
VÂNIA ROMEO TOMAZ recebeu seguidas e entusiásticas salvas de palmas de todos os presentes ao encontro e, especialmente, do vibrante time feminino do Conselho de Usuários da CASSI, que contava com   REGINA MARÇAL, TEREZA BRANDÃO, VERA DE JESUS e DEUSELI FERNANDES.
Parabéns VÂNIA ROMEO TOMAZ !!
Seguindo o roteiro de palestrantes, falou FERNANDO AMARAL
                               

, Conselheiro Deliberativo da ANABB.
FERNANDO AMARAL começou sua exposição elogiando, vamos dizer assim, “o paraninfo” da solenidade, o Doutor RUI BRITO DE OLIVEIRA PEDROSA, o mais brilhante e importante defensor de nossas causas.
Em seguida, dentro de seu inconfundível estilo e oratória primorosa, e com a experiência de décadas de luta sindical, aliada à sua vivência como causídico e estudioso de Fundos de Previdência Complementar Fechada e Planos de Saúde de Autogestão, FERNANDO AMARAL deu seu “show de bola”.
Tenho uma coleção de vídeos de FERNANDO AMARAL e estou ansioso para somar mais essa preciosa apresentação a esse conjunto.
Não vou me estender em comentários sobre a palestra de FERNANDO AMARAL, senão teria de criar um artigo exclusivo para tanto.
Tão logo receba cópia do vídeo de sua exposição terei o imenso prazer de o reproduzir para deleite dos internautas que acessam este blog.
Lamentavelmente, por motivo de força maior, não pudemos contar com a presença da palestrante LORENI DE SENGER, Presidente da AAFBB.
                               
A seguir, representando o APÓS-FURNAS/REAL GRANDEZA, falou a jovem advogada PATRÍCIA MELO E SOUZA, Diretora de Seguridade da Fundação Real Grandeza.
PATRÍCIA MELO E SOUZA abordou os diversos aspectos da atual situação do APÓS-FURNAS/REAL GRANDEZA com profundidade e objetividade.
Também prefiro não me estender em comentários em razão da extensão e complexidade da matéria tão bem abordada pela Dra. PATRÍCIA MELO E SOUZA.
Tão logo receba cópia do vídeo de sua apresentação, também o reproduzirei neste informativo.
Logo após, houve uma apresentação e homenagem pessoal do Presidente da AAPBB, WILLIAMS FRANCISCO DA SILVA, ao nosso patrono Doutor RUI BRITO DE OLIVEIRA PEDROSA.
WILLIAMS  FRANCISCO DA SILVA dissertou sobre a longa, combativa e vitoriosa trajetória de lutas de RUI BRITO DE OLIVEIRA FEITOSA pelo  sindicalismo no Brasil e,  especialmente, pela defesa dos fundos de previdência complementar fechada e planos de saúde de autogestão  das empresas estatais.
Após a homenagem de WILLIAMS FRANCISCO DA SILVA, RUI BRITO DE OLIVEIRA PEDROSA foi mais uma vez ovacionado com salvas de palmas por todos os presentes.
O discurso de encerramento do simpósio proferido pelo Presidente da AAPBB, WILLIAMS FRANCISCO DA SILVA, ressaltou a importância do evento que contou com a presença dos ex-presidentes da associação RAYMUNDO GONÇALVES DA MOTTA, FRANCISCO CARLOS FARIAS TRIGUEIRO, PAULO LIMA RIBEIRO e RUI BRITO DE OLIVEIRA FEITOSA.
Por motivo de força maior o ex-Presidente JOSÉ ADRIÃO DE SOUZA não pôde comparecer ao simpósio.
Encontros dessa relevância são importantíssimos para o conhecimento e discussão dos assuntos de nossa área.
E aí não importa que defendamos uma ou outra posição em relação a alguma causa específica.
O que vale é nos informamos o máximo possível sobre o que é debatido e tomarmos uma decisão de acordo com nossas consciências. Até porque, seguindo o que escreveu o saudoso escritor NELSON RODRIGUES, “Toda Unanimidade é Burra.”
Esses encontros também são momentos em que temos o prazer de reencontrar amigos e colegas do BB e de fazermos contato com companheiros de outras instituições.
Na busca de ampliar meus conhecimentos, fui falar com o emérito escritor e VP Desenvolvimento da AAPBB, MARCOS COIMBRA, para que me informasse em qual livraria eu poderia adquirir a obra “BRASIL SOBERANO”, de sua autoria.
Ele me disse que, infelizmente, o livro está esgotado.
Mas me restam as opções de fazer pesquisas de seu livro pela internet e até reproduzir sua obra por cópias xerox.
O que tenho certeza é que não ficarei privado de ter acesso aos seus importantes e atualizados escritos.
Em relação à AAFBB, que é a associação que mais frequento, encontrei os dirigentes JÚLIO ALT, ARI SARMENTO DO VALLE BARBOSA                                 




, ADOLPHO GONÇALVES NOGUEIRA
                               
                                  
 e o CARLOS FERNANDO DOS SANTOS OLIVEIRA (CAFÉ).
                                

 Eu e o ADOLPHO recordamos momentos de quase 45 anos atrás, em que trabalhávamos  em Brasília na COGER.
Nesta altura da vida, adquiri o saudável hábito de cultivar novas amizades, procurar aceitar e entender os que divergem de minhas ideias e eliminar mágoas do passado.
Um encontro da grandeza como esse promovido pela AAPBB é um momento propício para o exercício desses princípios.
Como exemplo, encontrei o companheiro NASSER JOSÉ KADRI, mais conhecido como NASSER DA BAHIA, e sanamos resquícios de entreveros que tivemos pela internet sobre questões pontuais. Certamente ele teve a mesma sensação de alívio espiritual e a certeza de ter conquistado mais um amigo.
É importante que simpósios como esses sejam mais concorridos.
Em conversa com o companheiro CARLOS ANTÔNIO NEVES BEZERRA, VP Administrativo na AAPBB, ele me falou do imenso trabalho envolvido na concretização de um evento daquela magnitude.
Assim, é de se esperar que mais colegas compareçam a encontros dessa importância, até para se manterem atualizados e não venham a reclamar que as associações não  lutam pelos seus interesses.
Parabéns renovados à AAPBB pelo empenho, alto nível, organização, brilhantismo, e tão bem-sucedido evento.
Estamos no aguardo de outros!!
Atenciosamente

ADAÍ  ROSEMBAK

domingo, 11 de dezembro de 2016

BLOG É COISA SÉRIA


Companheiros,

Blog é uma criação recente. Surgiu pouco  depois da invenção da internet.
Inicialmente era muito rudimentar e, com o tempo, foi se sofisticando cada vez mais. Sempre surgem novidades na área tecnológica, de segurança e de criatividade.
Quem se propõe a ser blogueiro deve estar atento a essas inovações, principalmente as tecnológicas, para não incorrer em erros crassos.
Hoje existem técnicos especializados em dar assistência a blogueiros. As grandes empresas na área de TI (Tecnologia da Informação) – como a Google – contam com  departamentos especializados em blogs.
Desde há algum tempo, estou fazendo uma faxina na área de documentos no computador.
É muita coisa antiga e sem serventia e que já deveria ter sido descartada há muito tempo. Esse entulho sem finalidade torna o sistema cada vez mais pesado e lento.
Nesse afã de organização, também resolvi fazer uma reestruturação geral no blog.
Uma das mais recentes inovações tecnológicas nesse campo – pelo menos no que tange ao Google – foi que o acesso do público de internautas ao blog, foi completamente separado do acesso restrito do blogueiro à parte operacional do sistema, que é feito pelo acesso ao item “blogger”, por código específico e senha renovável. Antes, essa separação não era tão delimitada.
Esse foi um dos passos de segurança adotados para preservar os blogs da invasão por “hackers”. 
Entrei em “blogger” e comecei a fazer várias modificações e atualizações: Incluí novos colunistas, eliminei rascunhos, atualizei e reorganizei matérias, corrigi pequenas falhas, etc.
E foi aí que me ferrei feio.
Entrei na relação de colunistas e vi que a única referência que destoava das demais era justamente a da companheira Célia Laríchia. Lá estava “Coluna Célia Laríchia”, enquanto os nomes dos outros colunistas eram precedidos de um “do” ou “da”. Parti para mudar “Coluna Célia Laríchia” para “Coluna da Célia Laríchia”.
Primeiro mudei o nome na relação de colunistas e, depois, na relação de artigos.
Aí ocorreu o problema.
Ao alterar o nome da colunista em um artigo de meses atrás, “AAFBB em FOCO – 21.07.2016”, a Google considerou essa alteração como um novo artigo e o lançou no sistema.
Fui acessar a seção de “blogs prediletos” em outros blogs, como Ari Zanella, Medeiros e Rosalina de Souza, e lá estava, como nova matéria em meu blog, o artigo de meses atrás, “AAFBB em FOCO-21.07.2016”.
Não dei maior importância ao fato por considerar uma falha sem relevância.
Mais tarde, quando fui acessar o blog novamente, a GOOGLE o havia retirado do ar e, em seu relatório técnico, solicitava uma ação imediata de correção e recuperação, sob pena do mesmo ser cancelado definitivamente.
Tremi pelas bases.
Telefonei de imediato para um técnico especializado e ele me assustou ao dizer que, entre várias hipóteses, o blog poderia ter sido invadido por algum hacker isolado, ou por iniciativa governamental no Brasil ou no exterior.
Eu me indagava se teria sido uma invasão por artigos que escrevi sobre a Rússia ou sobre referências à situação política e econômica que estamos passando, ou se seria por uma ação isolada de algum hacker por não sei qual motivo.
Eu e o técnico acessamos o sistema da Google e o relatório da empresa acusava as origens do problema. 
Entre essas, a que eu havia me utilizado de três e-mails diversos para alterar matérias no blog; doravante, eu deveria usar somente o e-mail registrado na Google.
O segundo ponto, o mais importante, foi justamente a alteração da referência à colunista em matéria já publicada há tempos atrás, o que gerou a republicação da matéria como se fosse de outra colunista (isso somente pela inclusão da palavra “da”).  Essa mudança, que gerou a suspensão do blog, havia acionado o alerta sobre a possibilidade de invasão por hackers.
O assunto foi sanado e, como medida adicional de segurança, a Google incluiu um novo sistema de acesso ao “blogger”, que bloqueia a invasão de hackers, cautela que recomendo que seja tomada pelos demais blogueiros.
Esse novo sistema é muito sofisticado e é difícil de ser burlado por hackers.
Ou seja, esse assunto “hacker” que, há algum tempo, parecia coisa de ficção científica, hoje é um problema real.
Assim, sinto-me muito satisfeito por voltar a atuar em nossa área.
Algumas pessoas já me perguntaram sobre a criação de um blog. Primeiramente, é preciso esclarecer que existem blogs voltados para os mais diversificados e estranhos assuntos que se possa imaginar.
Este blog tem o objetivo fundamental de abordar fundos de pensão e planos de saúde, mais especificamente a PREVI e a CASSI, muito embora, esporadicamente, fujamos desses temas, para abordar assuntos relacionados com economia, política, relações humanas, etc.
Para ter um blog bem-sucedido é importante observar algumas premissas.
Primeiro, é preciso gostar de escrever.
Segundo, é preciso estar disposto a pesquisar bastante e trabalhar duro.
Terceiro, devemos estar conscientes de que discutir assuntos controversos sempre vai mexer com interesses diversos e provocar atritos com outras pessoas e, portanto, temos de estar preparados para receber contestações e provocações de toda ordem.  
Assim, ao falar sobre assuntos delicados e que possam gerar consequências graves e denegrir a imagem de alguém, devemos ter o máximo de cuidado com nossas palavras e ser cautelosos e diplomáticos pois, como administradores dos blogs, corremos o risco de responder judicialmente por acusações infundadas, ofensas e calúnias contra pessoas e instituições às quais nos referirmos.
Por outro lado, não devemos dar acolhida a insultos, agressões pessoais, mentiras e outras baixarias. Tudo isso tem o destino certo, que é a lixeira. As próprias regras do blog estabelecem essas premissas.
Dependendo da gravidade e da torpeza dos ataques sofridos, podemos até apelar para a Justiça em busca de reparação monetária por agressões e calúnias sofridas.
É importante manter um relacionamento respeitoso e amigável com todos a fim de conquistar o máximo de apoio às causas de nosso interesse.
Por isso, procuro ser pródigo em elogios e extremamente limitado em relação a críticas.
Essa á a razão de muito me chamarem de “puxa-saco e baba-ovo. ” Até rio dessas “pseudo-pechas.” Prefiro classificar meu comportamento como “saber viver”.
É importante que separemos as pessoas da forma delas pensarem. Podemos divergir diametralmente de alguém por uma série de razões sem que, por causa disso, venhamos a prejudicar a admiração e a amizade que nutrimos por essa pessoa.
Só devemos ser “inimigos” nos estádios, quando os “amigos” estão em um grupo, e os “inimigos” de outro time estão em outro espaço.
Voltemos ao blog.
Muitas vezes, temos o imenso prazer de receber o apoio, a colaboração e a crítica construtiva aos artigos de nossa lavra, por parte de pessoas pelas quais temos a maior admiração.
E, outras tantas vezes, infelizmente, recebemos o pedido de retirada de e-mails de nossa lista de endereços, por parte de pessoas também admiráveis, pela simples razão de discordarem de nossa forma de pensar.
Paciência.
O que lamentamos nesses casos, são concepções fundamentalistas e a intolerância que impede essas pessoas de lidarem com o contraditório. Divergir da opinião de outrem faz parte do ambiente democrático.
Demonizar quem pensa de forma diversa, fugir da discussão democrática e querer implantar uma só forma de pensar, é um comportamento fundamentalista próprio de ditaduras.
Quem não estiver preparado para conviver dentro desse ambiente amplo, diversificado e cheio de riscos, é melhor nem pensar em ter um blog.
Ao ler o jornal de hoje fiquei abatido pelo que está ocorrendo em nosso país.
Mas, pelo menos para mim, o “renascimento” deste blog é um motivo de grande prazer.
Para comemorar esse momento, tenho o prazer de reproduzir adiante, notas diversas, de alguns de nossos mais respeitáveis representantes, que são os companheiros e colunistas SÉRGIO FARACO, ARIALDO PACELLO e MARCOS COIMBRA

Atenciosamente
ADAÍ ROSEMBAK
Associado da ANABB, AAFBB e ANAPLAB

APRECIAÇÃO de SÉRGIO FARACO sobre a UTILIZAÇÃO do ES-EMPRÉSTIMO SIMPLES
Mensagem  de  SÉRGIO  FARACO  a  um companheiro
                                                


Colega,
A utilização que você e a esmagadora maioria faz não caracteriza desvio de finalidade. 
Esta se configura quando o tomador não necessita dos recursos, mas toma o empréstimo e o aplica em alguma modalidade que lhe dê rendimento muito próximo ou até superior ao custo do ES por este ser muito baixo. 
E assim faz porque tem a expectativa de que irá falecer antes de quitá-lo, situação em que o saldo devedor será liquidado pelo FQM e os herdeiros receberão a aplicação feita.
Renova o empréstimo assim que tiver pago o número mínimo de prestações previsto e novamente aplica o que receber.
Consequentemente, o objetivo do empréstimo não é fazer frente a eventual necessidade, até porque muitos do que assim procedem possuem reservas aplicadas acima do necessário para qualquer eventualidade. Digo isso porque conheço casos concretos.  
O resultado dessa prática é que o ES se torna mais um seguro de vida, porém a custo muito aquém do que seria cobrado por uma seguradora. Aliás, a maioria das seguradoras não aceita seguro pessoal a partir de determinada idade.  
Isso não caracteriza ilegalidade e nem quebra de ética. É tirar proveito do que é oferecido, dentro das regras.
Mencionei essa situação apenas para mostrar que o custo do ES é tão baixo a ponto de ensejar a sua utilização dessa forma.
Talvez não devesse ter considerado desvio de finalidade porque não foi desrespeitada qualquer regra.
Entretanto, penso que a instituição do ES foi norteada para atender necessidade, existente ou potencial.  
Espero ter esclarecido, mas se restar alguma dúvida, estou à sua disposição. 
Abraços
SÉRGIO  FARACO
Assumiu no BB em 13.01.1964, na Metr. Pinheiros (SP),  exerceu comissões diversas, inclusive de gerente  em várias agências. Aposentou-se  em setembro de 1991, como Gerente Geral na Metr. Ana Rosa (SP).Também foi instrutor no ADCRE e Instrutor Formador de Crédito e Riscos no DESED. Já aposentado, entre outras atuações, foi assessor de interventor em fundo de pensão, responsável por vários setores, inclusive o de Seguridade.  Consultor de empresas. Consultor de escritórios de advocacia na área de previdência complementar. Fez parte da AAPBB-RJ.

A CASSI – PROTEÇÃO E APOIO
Apreciação de ARIALDO PACELLO sobre a CASSI
                                             


A CASSI é um plano de saúde, mas não pode ser confundida com planos comerciais.
A CASSI não é uma empresa com objetivo de lucro.
A CASSI tem fundamento na solidariedade.
Fundada em 1944, por um grupo de funcionários do BB, tinha, no início, apenas 3.500 associados, quando o número total de funcionários do BB era de 7.000. Hoje, com mais de 720.000 associados, é uma das maiores instituições brasileiras de autogestão. 
A sustentação financeira da CASSI está assentada nas contribuições de seus associados e da empresa Banco do Brasil. O objetivo é atender a saúde de todos por meio de ações preventivas e de recuperação.
A CASSI está subordinada, em termos de procedimentos, às regulamentações da ANS – Agência Nacional de Saúde Suplementar.
Até mais ou menos 20 anos atrás, muitas atividades da CASSI eram desenvolvidas dentro das próprias agências do BB, por funcionários da ativa, dedicados e envolvidos com a saúde de seus colegas de trabalho.
Tal prática era perfeitamente defensável, pois, assim como a PREVI, a CASSI é um diferencial importante e histórico para uma empresa diferenciada (o BB) que também foi criada com o propósito de apoiar o desenvolvimento da Nação brasileira, financiando atividades produtivas na cidade e no campo – indústrias, serviços, agricultura e pecuária.
E que não teve o lucro como seu objetivo primordial.
E pode-se dizer, apesar dos percalços, que essas três instituições (ainda) são um orgulho nacional, pelo seu sucesso, cada uma em sua específica área de atuação.

Por razões classificadas como técnicas e profissionais, a CASSI foi colocada para fora do âmbito das Agências.
E teve de montar uma administração própria, o que lhe onerou significativamente o orçamento e as finanças. Mas conseguiu sobreviver. E continua sendo o melhor Plano de Saúde brasileiro.
Por outro lado, teve de enfrentar a elevação constante e desproporcional dos custos médicos e hospitalares, que no Brasil cresceram de forma exponencial e injustificável, muito acima da inflação e dos salários.
Teve – e está tendo – de enfrentar uma cultura puramente mercantilista na área da saúde.
 Procedimentos, exames, critérios os mais diversificados e desregulamentados transformaram a Medicina num campo puramente comercial e lucrativo.
A ANS – Agência Nacional de Saúde Suplementar, vinculada ao Ministério da Saúde, só é responsável pelo setor de Planos de Saúde.
Ora, se o objetivo da ANS é o “interesse público”, penso que ela não deveria restringir-se a regulamentar apenas os Planos de Saúde – deveria, também, e principalmente, regulamentar as atividades da Medicina, abrangendo médicos, clínicas e hospitais.
O CFM – Conselho Federal de Medicina, os CRMs- Conselhos Regionais de Medicina e outros análogos, parecem-me mais voltados a defender o corporativismo de sua classe – e não os interesses da saúde dos brasileiros.
As distorções que a mercantilização da Medicina trouxe à população brasileira são flagrantes e odiosos. Por exemplo, tempos atrás um estudo comprovou que somente na Avenida Paulista, em São Paulo, havia mais aparelhos de Tomografia computadorizada do que na França inteira! Exames, próteses, internações e procedimentos desnecessários e caros são coisas corriqueiras neste país.
Propinas, passeios e estadias em resorts são coisas comuns oferecidos pelos grandes laboratórios a médicos, para conseguir a cooptação deles, passando ao largo dos interesses reais e fundamentais da população. E nada acontece. E ninguém é punido. E a população é obrigada a pagar o alto preço desses desmandos.
E a CASSI paga, também, um altíssimo preço por essa falta de regulamentação, e por essa pressão mercantilista, onde o lucro está em primeiro lugar.

Daí o meu repto a todos os funcionários do BB, da ativa e aposentados, e a todos os brasileiros: é preciso regulamentar a Medicina.
Deve ser criado um órgão isento de interesses corporativos para disciplinar as atividades médicas e hospitalares.
Não é possível convivermos com as queixas das “Santas Casas” e vendo grande parte dos médicos morando em condomínios de alto luxo, e construindo prédios comerciais com recursos próprios, isolados da população, como se nada tivessem a ver com a saúde dos brasileiros. (Ou então que a própria ANS altere seus estatutos e abranja os anseios da população em geral).
Claro que estão fora deste raciocínio os “Médicos sem fronteiras”, cujo princípio humanitário e sem fins lucrativos, atende e socorre milhões de seres humanos, sem pensar no lucro.
Estão fora deste raciocínio os tantos milhares de médicos (brasileiros e estrangeiros) que por este Brasil afora devotam-se de corpo e alma na atenção da saúde dos mais desamparados.

A CASSI – repito – não tem fins lucrativos. Por isso deve continuar tendo pleno apoio de seus associados e da empresa Banco do Brasil, que jamais deverá ter o lucro com seu principal objetivo.
Não admito nenhum atentado contra a CASSI! Em nome da justiça social. Em nome da solidariedade.

ARIALDO  PACELLO
Funcionário aposentado do BB. Posse: 1964. Comissionado desde o primeiro ano de serviço, nomeado, em caráter excepcional, pela DG. Aposentou-se como Gerente-Geral. Formado em Direito, com registro na OAB-SP. Curso de Macroeconomia para administradores de empresas, pela FGV. Lecionou Análise de Balanços em Colégio Técnico de cidade da Grande São Paulo. Lecionou durante 15 anos para cursinhos preparatórios para concursos do BB, CAIXA e BC. Foi assessor em área técnico-administrativa da Prefeitura de Piracicaba.

DITADURA DO POLITICAMENTE CORRETO
Economista MARCOS COIMBRA
                                               

Artigo extraído do Blog de JOÃO CARLOS LAGO NETO.

O cidadão brasileiro é tiranizado hoje em dia pela ditadura do politicamente correto, imposta por minorias atuantes, que avançam em face da passividade da maioria silenciosa do povo.
Chega ao cúmulo de termos que exercer a autocensura, com receio de sermos “linchados” moralmente e penalmente pelos patrulheiros ativistas “xiitas”, acostumados a exercer a tirania sobre o cidadão.
O direito constitucional de liberdade de expressão torna-se letra morta, pois, caso algum cidadão divirja das “regras” impostas pelos radicais fiscais das “minorias”, será punido severamente.
Um dos exemplos mais marcantes foi ação empreendida, tempos atrás, no sentido de censurar a obra do genial escritor Monteiro Lobato, autor predileto da criançada do século passado, responsável pelo hábito de leitura de milhões de brasileiros.
Ninguém aguenta mais a supremacia de discussões sobre homossexualismo, cotas raciais, igualdade de gênero, ao invés do debate sobre as questões de sobrevivência do país, como falência de Estados, corrupção endêmica, ameaças à classe de baixo, através da famigerada reforma da previdência, sabotagem à operação Lava Jato e outros.
E ai de quem se atreva a matar um jacaré em defesa de sua família. Será preso sem direito a fiança e punido com uma severa pena. Já assaltar e matar, a estória passa a ser outra. Existem vários criminosos condenados a dezenas de anos de prisão, os quais, após alguns poucos anos de reclusão, são liberados e voltam a delinquir.
         Os ativistas de diversas destas ditas minorias são altamente agressivos não aceitando o direito dos cidadãos de pensar de um modo diferente, ameaçando-os de enquadramento nas diversas “leis” impostas por eles e aceitas pelos congressistas passivos, ansiosos por agradar aos “formadores de opinião”, adeptos de práticas e comportamentos repudiados pela maioria do povo brasileiro.
         Um exemplo claro deste procedimento é a questão da descriminalização da droga, defendida por figuras de relevo do meio artístico e até mesmo político, em causa própria, ou de parentes próximos, respaldados por uma ofensiva internacional envolvendo interesses de entidades, grupos e agentes interessados em negócios bilionários. Afinal, qual a razão do Sr. George Soros defender a legalização das drogas?
         Na Segurança, entidades ditas defensoras dos “direitos humanos” vão progressivamente demonizando as forças policiais, de modo a inviabilizar sua ação de contenção de hordas de vândalos, a maioria treinada por grupos terroristas, inclusive do exterior, muitos dos quais subvencionados direta ou indiretamente por ONGs e até mesmo por órgãos governamentais da administração direta e indireta.
           A ação do crime organizado cresce desmesuradamente, ameaçando e intimidando o cidadão comum e colocando contra a parede as autoridades da área, incapazes de garantir o direito de ir e vir da população. Crimes bárbaros são cometidos diariamente e denominados “menores” barbarizam a cidade, ancorados na certeza da impunidade prescrita em legislação desatualizada, merecedora de urgente revisão, com a adoção da diminuição da idade de maioridade penal para um patamar a ser determinados pelos especialistas no setor, a exemplo de países mais desenvolvidos.
   Na maior parte das recentes manifestações havidas, inicialmente pacíficas, hordas de bárbaros assumem a liderança dos movimentos, promovendo toda sorte de crimes, seja de ordem pessoal ou patrimonial, depredando lojas, agências bancárias, prédios públicos, obras de arte, quando não saqueiam o comércio, roubando bens de toda espécie.
         Os vândalos são protegidos por advogados militantes e também pela atuação de integrantes de “mídias alternativas”, os quais simplesmente proíbem a ação da imprensa tradicional e divulgam imagens distorcidas dos acontecimentos, de modo engajado, de forma a inibir a ação policial de manutenção da lei e da ordem, em proveito da anarquia e da baderna generalizada. Chegamos ao cúmulo de assistir frequentemente grupos de poucas pessoas impedindo o trânsito nas principais artérias do país, ocasionando engarrafamentos monstruosos, com prejuízos a centenas de milhares de cidadãos pagadores de impostos. Ora, o direito constitucional de ir e vir não é menos importante do que o de liberdade de expressão destes grupos. Também deve ser respeitado. Ativistas comandados por militantes de partidos políticos ocupam irregularmente centenas de escolas públicas em vários Estados, em protesto contra iniciativas dos atuais detentores do poder político, sobre as quais não possuem conhecimento, funcionando como massa de manobra de interesses partidários.
          Até hospital sofre ameaça de invasão.  Então, autoridades policiais omitem-se com receio de serem processadas e punidas por qualquer ação empreendida, considerando-se o histórico recente de “vitimização” de criminosos e “criminalização” dos integrantes das forças policiais, estrategicamente aplicado por grupos interessados em coibir qualquer tentativa de contenção dos excessos delituosos cometidos por profissionais radicais.
           E a Justiça permanece omissa. Quando age, procede de forma tíbia, sem a devida autoridade.
         Vivemos momentos muito difíceis, os quais podem provocar consequências extremamente graves ao tecido social, ocasionando situações indesejáveis.

MARCOS COIMBRA
Aposentado do BB. Esteve por 14 anos à disposição da ESG. Professor, Economista, Assessor Especial da Presidência da ADESG, Membro do Conselho Diretor do CEBRES, há 15 anos é colunista semanal no Jornal Monitor Mercantil, acadêmico fundador da Academia Brasileira de Defesa, e Autor do livro Brasil Soberano.