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terça-feira, 15 de dezembro de 2020

FAABB e ANABB em FOCO - 15.12.2020

Caros Companheiros,

 

Excepcionalmente, apresento este artigo com assuntos publicados nos sites da FAABB e ANABB  pois, normalmente, faço referência somente a assuntos  de uma única associação de per si.

Manifestamos nossa satisfação de que isso ocorra, pois é sinal de que as associações estão muito ativas em prol de nossos interesses.

Consideramos importante elogiar o fundamental papel desempenhado pelos  dirigentes das associações, o que já levou muitos leitores  a me chamarem de puxa-saco, lambe-botas, baba-ovo, etc., como se houvesse  algum interesse de ordem pecuniária ou de outra natureza nesses elogios, que não seja o de lutar pela defesa de nossa categoria.

Sobre isso, repito a máxima do saudoso cronista social Ibrahim Sued:

“Os cães ladram e a caravana passa.”

Repito que considero os dirigentes das associações pessoas admiráveis, esforçadas, aculturadas, altruístas, dedicadas, destemidas, inteligentes... e, vou parar por aqui com os   encômios que a elas dirijo.

Neste artigo ressalto, especificamente, as figuras de ISA MUSA DE NORONHA, Presidente da FAABB e REINALDO FUJIMOTO, Presidente da ANABB, ilustres dirigentes que se dedicam, com notável energia e destemor, à defesa de nossas causas.

Adiante exponho as matérias de iniciativa desses dirigentes, constantes nos sites da FAABB e ANABB.

Boa Leitura e Felicidades a Todos.

 

ADAÍ ROSEMBAK

Associado da AAFBB e ANABB

 

A admirável companheira  ISA MUSA DE NORONA 

                                       


         


realizou a excelente “Vídeo Conferência CASSI 2020 December  9th at 14.05GMT8 – YouTube” com os diretores eleitos da CASSI, colegas LUIZ SATORU



 e CARLOS EMÍLIO FLESCH.


O evento contou com a participação de representantes de várias associações de funcionários da ativa e aposentados do Banco do Brasil, incluindo pensionistas.

Recomendo que não deixem de assistir a essa esclarecedora e detalhada exposição sobre a CASSI.

Segue o link da matéria no YouTube:

 

https://www.youtube.com/watch?v=LRcb6JrMdtQ&t=118s

 

 

Já o atuante, arguto e, sobretudo, destemido Companheiro REINALDO FUJIMOTO, Presidente da ANABB,

                                         

denunciou em 19.11.2020, na missiva ANABB/PRESI – 174/2020, dirigida à sua Excelência o Senhor BRUNO DANTAS NASCIMENTO, Ministro do Tribunal de Contas da União, a nomeação de nome indicado pelo Ministério da Economia, para o Conselho de Administração do Banco do Brasil.

Adiante, transcrevemos “ipsis litteris”, a íntegra do referido documento:

 

Brasília (DF), 19 de novembro de 2020.

 

ANABB/ PRESI – 174/2020

 

A Sua Excelência o Senhor

 

Bruno Dantas Nascimento

 

Ministro do Tribunal de Contas da União

 

Senhor Ministro,

 

Em comunicado ao mercado, no último dia 04/11/2020, o Banco do Brasil informa que foi nomeado o Sr. Fábio Barbosa para o Conselho de Administração do Banco do Brasil, como nome indicado pelo Ministério da Economia.

 

Tendo em vista tal nomeação, a Associação Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil (ANABB), como acionista minoritária e representante de quase 90 mil funcionários e aposentados do Banco do Brasil, solicita do Tribunal de Contas informações sobre o processo TC 034.145/2020-6, protocolado no último dia 30 de outubro, pelo Subprocurador-Geral Lucas Rocha Furtado.

 

Do que foi divulgado pela imprensa, o processo – entre outras irregularidades – apura atos de gestão da Vice-Presidência de Desenvolvimento de Negócios e Tecnologia do Banco do Brasil, na época ocupada pelo Sr. Fábio Barbosa.

 

De acordo com o documento, o então Vice-Presidente “tem buscado implementar ações pouco alinhadas aos objetivos estratégicos do Banco, as quais a auditoria tem questionado, a exemplo de: direcionar contratos para aquisição de software, hardware e prestação de serviços em TI; abrir os códigos-fonte de sistemas corporativos fundamentais aos negócios (core)”.

 

Considerando o teor do processo TC 032.145/2020-6, a ANABB faz os seguintes questionamentos, solicitando que o Tribunal de Contas da União, no escopo de suas atribuições, possa acionar o Banco do Brasil para prestar explicações que são de interesse público e de todos os acionistas:

 

a) O novo membro do Conselho de Administração, até pouco tempo atrás, exercia função ativa no Conselho Diretor.

A nomeação obedece às melhores práticas de governança, visto que um dos objetivos do Conselho de Administração é de fiscalizar a diretoria, incluído aí o próprio diretor?

Do ponto de vista legal e ético, não é recomendável que o diretor da sociedade e o membro do Conselho de Administração sejam pessoas distintas?

 

b) Pelo que consta, a nomeação de ex-presidentes ou vice-presidentes executivos para o Conselho de Administração é prática incomum no âmbito do Banco do Brasil.

Quais explicações da administração do BB sustentam essa tomada de decisão?

 

 

c) Como as decisões no âmbito do Conselho Diretor do BB são colegiadas, de que modo o Vice-Presidente poderá participar efetivamente das deliberações do Conselho de Administração, sobretudo na avaliação de projetos, contratações e de resultados, visto que ocupava cargo no referido Conselho?

Considerando o grau de abstenção que deverá nortear sua conduta, a nomeação é justificável do ponto de vista das boas práticas de gestão e governança de uma empresa pública?

 

d) Qual explicação da saída do Vice-Presidente para ocupar imediatamente o Conselho de Administração?

 

Ao reconhecer o inestimável trabalho dos Órgãos de controle e regulação para o aprimoramento da governança do Banco do Brasil e demais empresas públicas, a ANABB endossa o seu compromisso em lutar pelo constante aprimoramento dos controles internos e preservação de mecanismos que assegurem segurança técnica nas decisões do Banco do Brasil.

 

Respeitosamente,

 

Reinaldo  Fujimoto

 

Presidente da ANABB

  

quinta-feira, 8 de outubro de 2020

ANABB em FOCO - 08.10.2020

Caros Companheiros,

Diariamente, em meio a compromissos pessoais, fazemos nossa leitura dinâmica dos mais importantes assuntos de nossa categoria através de redes de funcionários, de sites de associações e entidades, e da mídia em geral.

Procuramos nos focar sem radicalismos, nos assuntos mais importantes,  e sempre respeitamos a visão pessoal e crítica de quem quer que seja, mesmo que não associado de qualquer de nossas associações ou entidades,  sobre quaisquer pontos de vista que questionem decisões que possam ser mais bem elaboradas, e que venham a contribuir para uma melhor defesa de nossos problemas e para o sucesso de nossas causas.

Mas dentro dos focos vitais deste  blog que são a defesa de nossos interesses e a ação e o aprimoramento de entidades e associações ligadas aos nossos interesses, principalmente do BB, da PREVI e da CASSI,  nos revoltamos contra opiniões  absolutamente descabidas e injustas, por parte de pessoas completamente alheias aos nossos problemas e que sequer pertencem ao quadro de nossas associações.

Esses elementos só divulgam   opiniões confusas, sem sentido e fundamentos, que denotam revolta e raiva gratuitas em relação às associações, às nossas entidades, aos seus associados e aos nossos mais brilhantes representantes e dirigentes.

Às vezes me pergunto quais os motivos reais que levam essas pessoas a pensar e agirem dessa forma.

Seriam raiva e revolta não resolvidas, introjetadas no comportamento desses elementos,  relativas ao fracasso    nas relações pessoais ou familiares, na falta de sucesso profissional, ou qualquer coisa dessa natureza, e que essas pessoas   projetam nas associações e seus representantes que lutam pelas nossas causas?

Sim, porque a ANABB é uma entidade atuante, bem sucedida, corajosa e vitoriosa.

E o sucesso incomoda.

A ANABB, pela sua grandeza, pela sua projeção, pelo seu prestígio, e pela sua penetração, tem sido um dos alvos principais desse grupo de fracassados, inconformados e revoltados.

Mas, o importante, perdoem-me a redundância, é o que de fato “importa”.  

Aí segue texto sucinto de 06.10.2020, 09.37p.m., de autoria do  companheiro Cláudio Todeschini, repassado através da “rede-sos-II-cassi-previ@googlegroups.com”, que descreve com realismo a ANABB, que é motivo de orgulho de seus associados, este blogueiro incluso:

“ A ANABB tem mais de 80.000 associados, trata-se de uma entidade respeitável e séria.

Sempre defendeu os interesses do Banco do Brasil e do funcionalismo.

Não é porque alguns membros tenham feito mau uso dos poderes recebidos, que venha a diminuir o valor e importância da ANABB.

Estranho alguns depoimentos tais como “meu anjo da guarda me avisou, sai que é fria”, ou “faz tempo que sai”, mas não deixam de opinar aonde não tem direito.

Até observamos manifestações de não associados contra a ANABB.

Esses representam aproximadamente 0,00125000% dos sócios da ANABB, ou seja, quase nada.

Cláudio Todeschini”

Parabenizo o Companheiro Cláudio Todeschini pelo  curto mas objetivo texto; permito-me sugerir que em lugar de “quase nada” o mais apropriado seria “nada”.

Então, o preferível é não perder nosso tempo  e nem nos aborrecer com  essas sandices.  

Vamos nos focar na força e na ação da ANABB.

Não poderia deixar de ressaltar a atuação dinâmica e bem sucedida do Presidente da ANABB, REINALDO FUJIMOTO, fundamental para o sucesso da ANABB.

                                           


Finalizando o texto, transcrevo adiante  texto importantíssimo extraído nesta data, do site da ANABB.

Boa Leitura.

 

ADAÍ  ROSEMBAK

Associado da AAFBB e da ANABB

 

Texto  da  ANABB

ANABB acompanha representação do Ministério Público sobre irregularidades na Governança do BB.

 

Entre as denúncias, o Ministério Público aponta as operações do BB com o BTG Pactual, alvo de ações da ANABB junto ao TCU (Tribunal de Contas da União), Banco Central e Comissão de Valores Mobiliários (CVM)


Em 02.10.2020 às 14:27.Compartilhe: 


Matérias publicadas na imprensa, ontem, e com ampla repercussão, informam que o Ministério Público encaminhou representação ao Tribunal de Contas da União (TCU) solicitando investigações sobre a gestão do BB quando era presidida pelo economista Rubem Novaes.

ANABB entende que os temas trazidos pela imprensa são graves.

Se confirmadas, no âmbito da apuração detalhada no TCU, vão apontar procedimentos que ferem a cultura de controle e de compliance da empresa.

A sólida governança do BB, objeto de reconhecimento dos órgãos de controle (TCU, CGU, Banco Central) e premiada por órgãos e entidades especializadas, é um tema no qual a ANABB tem acompanhado de perto.

Fortalecer a governança, aprimorar os controles internos e adotar mecanismos de máxima segurança técnica nas decisões tem sido também uma luta da ANABB.

Em cumprimento ao seu papel institucional, a ANABB continuará a acompanhar os fatos e o desenrolar das providências a serem tomadas pelos órgãos de controle (TCU, CGU).

Como de outras vezes, adotará as medidas cabíveis para preservar os funcionários e a integridade do BB.

Sobre as supostas interferências externas na indicação de Conselheiros para empresas nas quais a PREVI tem participação, a ANABB encaminhou, hoje, ofício solicitando esclarecimentos.

Vamos divulgar o posicionamento da PREVI tão logo a entidade se pronunciar.


MP ENCAMINHA AO TCU DENÚNCIAS DE IRREGULARIDADES NA GESTÃO DO EX-PRESIDENTE DO BB 

A representação do Ministério Público (MP) ao Tribunal de Contas da União (TCU) solicita apuração de fatos sobre a gestão do BB quando era presidido pelo economista Rubem Novaes.

De acordo com o subprocurador-Geral do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União, Lucas Rocha Furtado, existem indícios de que a gestão de Rubem Novaes desmontou o controle interno do Banco do Brasil, prejudicando a governança e as atividades de auditoria.

Foram afastados profissionais com mais de 30 anos de experiência e que exerciam o cargo depois de terem sido aprovados nos critérios técnicos definidos do BB em relação à carreira na auditoria.

Os indícios de irregularidades apontadas pelo Ministério Público – e que serão melhor esclarecidos no âmbito do TCU – envolvem a suposta paralisia na auditoria do BB quanto a denúncia envolvendo a publicidade em sites que propagam “Fake News”.

Outro ponto levantado no ofício ao TCU é o desestímulo ao exame da venda de créditos inadimplidos ao BTG Pactual.

Os trâmites da aprovação da parceria entre o BB BI e o UBS também são alvo de questionamentos, sobretudo no que diz respeito aos aspectos negociais da operação.

A representação, disponibilizada pelo portal CNN de notícias, aponta, ainda, que “o Presidente Rubem Novaes e o Vice-presidente Carlos Hamilton interferiram irregularmente no processo de seleção de conselheiros da PREVI para as empresas as quais tem participação, a exemplo da Vale”.

Sobre este tema, a ANABB encaminhou ofício à Previ solicitando maiores informações e esclarecimentos sobre os pontos levantados pelo Ministério Público.

Em outro trecho da representação, o subprocurador-geral aponta indícios de irregularidades no âmbito de decisões tomadas pela Vice-Presidência de Tecnologia do BB.

A partir da documentação recebida no gabinete do subprocurador-geral, o Ministério Público manifesta preocupações com enfraquecimento dos controles internos no BB e ressalta que “o ponto central deste memorial é o ataque à Auditoria Interna, realizado nos últimos 10 meses e consumado em agosto”.


REPRESENTAÇÃO JUNTO AO TCU REFORÇA AÇÕES DA ANABB 

 A ANABB tem sido atuante nos indícios de irregularidades ou desvios de governança no âmbito do Banco do Brasil.

“O relevante é preservar a integridade e as normas de compliance do BB, fortalecendo uma gestão comprometida com resultados e com o retorno adequado aos acionistas e à sociedade”, afirma o presidente Reinaldo Fujimoto.

Para preservar os interesses do BB como empresa sólida e comprometida com a boa governança, a ANABB atuou em algumas frentes desde a posse do ex-presidente Rubem Novaes.

 

a) Ação junto ao Conselho de Administração do BB (CA), e em especial perante os órgãos de controle (CVM e TCU), para que a indicação de conselheiros do CA fosse feita sem quaisquer indícios de conflito de interesses ou vínculos com empresas privadas do setor financeiro;

 

b) Questionamento junto à Comissão de Valores Mobiliários sobre falas do ex-presidente do BB sobre privatização do BB que estimulavam oscilações nos papéis do Banco do Brasil na Bolsa de Valores;

 

c) Ações judiciais em desagravo às falas chulas do Ministro da Economia sobre o Banco do Brasil;

 

d) Acompanhamento, junto ao TCU, das investigações a respeito da publicidade do BB em sites que disseminam mentiras e estimulam o ódio e polêmicas;

 

e) Solicitação de explicações sobre o embasamento técnico e pedido para atuação do TCU nas operações de venda de parte da carteira de créditos inadimplidos para o BTG Pactual.

 

Fonte: Agência ANABB

 

quarta-feira, 16 de setembro de 2020

ANABB em FOCO - 16.09.2020

Caros Companheiros,

 

Troquei algumas ideias pela internet com o colega NORTON SENG, que considero um dos companheiros mais atuantes e brilhantes  na defesa de nossos interesses, sobre a campanha contra a privatização do BB e sobre a estranha operação entre o BB e o BTG Pactual, no valor de R$ 2,9 bilhões e negociada por R$ 371 milhões e que, conforme nota no site da ANABB e informação da Revista FÓRUM, pode render a abusiva fortuna de mais de R$ 1,6 bilhão ao BTG Pactual.

No meio de tanta miséria, tantas dificuldades,  e tantas carências pelas quais atravessa a maioria da população e, com a  COVID-19, que mata tantos brasileiros , chega a ser chocante e revoltante como,  por meio de um mero despacho de   um   diretor do BB, se oficialize  um ato que causa tanta repulsa, tanto impacto e  estranheza ao corpo de servidores do Banco do Brasil,  e que compromete a seriedade, a segurança e a rentabilidade dos negócios do Banco do Brasil S.A., uma instituição com mais de 200 anos e  cuja trajetória tem papel relevante na  história do Brasil.

À medida que  as investigações avançam para se deslindar esse negócio  estranho, com suspeitas   de dolo e  oportunismo, pela pressa e carência de embasamento legal e técnico, novos elementos vão sendo  descobertos e  analisados para compor  um quadro cheio de   irregularidades e questionamentos  que segue, cada vez mais,  se avolumando e repercutindo na mídia.

Adiante, reproduzo novo artigo publicado no site da ANABB, de 14.09.2020, intitulado “Analista de mercado diz que BTG Pactual pode lucrar mais de R$ 1,6 bi na operação com BB.”

Mais uma vez  enaltecemos o espírito aguerrido da ANABB, liderada por seu presidente, REINALDO FUJIMOTO,

                                      


que tem tomado a frente para colocar às claras essa mal explicada operação, atender aos pedidos  de esclarecimentos da mídia, auxiliar   nas denúncias de membros do Poder Legislativo, e solicitar  explicações e medidas saneadoras das autoridades competentes, principalmente do Poder Judiciário, Banco Central, CVM-Comissão de Valores Mobiliários, MPF-Ministério Público Federal e TCU-Tribunal de Contas da União, entre outros.

Caro NORTON SENG, 

                                     


esse é o caminho.

Lamentos não levam a lugar algum. 

Temos de ser atuantes nas denúncias e nos alertas para colocar ordem nas coisas, preservar não só o Banco do Brasil, mas também o seu povo e o país como um todo.

 

Boa Leitura!

 

Grande abraço

 

ADAÍ ROSEMBAK

Associado da AAFBB e ANABB



ANABB

Analista de mercado diz que BTG Pactual pode lucrar mais de R$ 1,6 bi na operação com BB.

Informação foi publicada em reportagem da Revista Fórum, que cita também o trabalho da ANABB para tornar a negociação mais transparente.


Em 14.09.2020 às 09:41Compartilhe: 

A venda de uma carteira de crédito em dívidas do Banco do Brasil ao BTG Pactual, avaliada em R$ 2,9 bilhões e negociada por R$ 371 milhões, segue repercutindo na imprensa.

A Revista Fórum publicou reportagem em que cita a avaliação de um analista do mercado financeiro de que a carteira tem potencial de recuperação de 70% do seu valor total.

A venda ao BTG alcançou menos de 13% desse valor.

Conforme o analista de mercado ouvido pela revista, a maior parte da carteira de crédito se refere a dívidas oriundas de financiamentos imobiliários obtidos por ex-funcionários do próprio Banco do Brasil, que deixaram a instituição em Programas de Demissão Voluntária (PDVs) nos anos 1990 e início dos anos 2000.

Este tipo de dívida permite que, em caso de inadimplência, os imóveis sejam retomados pelo agente financeiro para quitação dos empréstimos.

A ANABB vem acompanhando com muita atenção a negociação entre BB e BTG Pactual e tem adotado ações para dar transparência à operação, de modo a avaliar sua legalidade e evitar prejuízos à instituição e aos acionistas. 

Essas ações têm recebido destaque na imprensa, inclusive na reportagem da Fórum.

São os casos, por exemplo, do pedido de esclarecimentos ao BB e das solicitações feitas ao Tribunal de Contas da União (TCU), à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e ao Banco Central (BC), para que examine se houve ampla concorrência na operação e se os valores estão de acordo com os praticados no mercado.

A Associação recebeu recentemente uma informação confidencial de um fundo que atua no segmento de cessão de carteiras de crédito, o qual questiona a gestão do Banco do Brasil por ter apresentado o negócio a apenas quatro empresas especializadas, entre as quais teria sido escolhida a melhor proposta de pagamento.

Conforme o fundo que realizou a denúncia, é praxe no mercado a negociação de carteiras significativas como a adquirida pelo BTG por meio de leilão.

Além disso, haveria mais de 20 empresas atuantes nesse segmento de mercado, incluindo fundos internacionais, e não apenas quatro.

A fonte ouvida pela Revista Fórum em sua reportagem garantiu ter avaliado a carteira negociada entre BB e BTG Pactual nos últimos anos.

Caso sua análise esteja correta, o banco BTG poderia obter cerca de R$ 2 bilhões com os negócios existentes na carteira – um lucro de mais de R$ 1,6 bilhão, tendo como referência o valor pago.

O mesmo analista citado pela revista disse que o BTG tem interesse em outras duas carteiras de crédito do Banco do Brasil, avaliadas em cerca de R$ 1,6 bilhão cada, e que atualmente estão entre os ativos da Previ.

A operação do BB com o BTG foi a primeira de uma carteira de crédito para uma empresa que não integra o conglomerado Banco do Brasil.

A ANABB seguirá acompanhando o assunto e informando seus associados sempre que houver novos fatos. 

Leia a íntegra da reportagem da Revista Fórum.

#nãomexenoBB. É do Brasil. É dos Brasileiros.

 

SAIBA MAIS

Fundo denuncia falta de transparência na venda de carteira de crédito do BB ao BTG Pactual.

Imprensa destaca atuação da ANABB para esclarecer operação entre BB e BTG Pactual.

Renúncia de Rubem Novaes e venda de carteira ao BTG Pactual seguem repercutindo na mídia.

Em resposta à ANABB, BB informa sobre a carteira negociada com BTG Pactual.

ANABB faz nova ofensiva em defesa do BB como empresa pública

 

Fonte: Agência ANABB

 

quarta-feira, 9 de setembro de 2020

ANABB em FOCO - 09.09.2020

Caros Companheiros, 

Estamos engajados em uma guerra na defesa do Banco do Brasil.

E, de fato, nunca como agora, o Brasil e o Banco do Brasil foram tão atacados por vis interesses oportunistas, que só causam prejuízo ao Brasil e seu povo.

A defesa do lado social do Brasil, aí incluídos os fatores básicos como a saúde, a educação, a alimentação, a moradia e a segurança, são, erradamente, considerados por esses incondicionais defensores   do liberalismo, aspectos subjacentes de um processo de enriquecimento (será também   de crescimento ?)  que começaria pelas categorias mais abastadas, e que só atingiria as necessidades mais primárias dos menos favorecidos quando as classes mais favorecidas fossem totalmente saciadas e algo sobrasse, como migalhas de pão, para os mais pobres.

Mas como aumentar a produção no nível atual de avanço tecnológico?

As empresas precisam ter funcionários bem educados, bem alimentados, com boa saúde e com sobrevivência digna para que possam estar aptos a lidarem com sucesso  com tecnologia avançada na robótica e na TI.

Mesmo a atual agricultura, precisa de trabalhadores habilitados no manejo de equipamentos agrícolas altamente complexos.

As fábricas que produzem esses equipamentos também se utilizam de robôs com tecnologia avançada que, por sua vez, são programados e operados por pessoal técnico cada vez mais qualificado e especializado.

Tudo mudou, tudo se sofisticou, tudo ficou mais complexo, o mundo é outro.

Os sofismas que há pouco tempo pontificavam nos currículos das mais renomadas universidades e obras técnicas perderam o sentido.

É o caso do fordismo e do taylorismo que hoje são princípios abominados.

Hoje a prioridade na contratação de um operário é a criatividade, é a iniciativa, é a capacidade de lidar com a complexidade de problemas, liderança e comando.

Não é a velocidade no ato manual, é a interpretação e solução de um problema na tela de um computador.

Essas são premissas que vão estar cada vez mais presentes nas empresas atuais.

Este escriba, por exemplo, não teria mais espaço  em uma empresa se dependesse da velocidade em uma prova de datilografia.

Por isso, não dá para esperar as classes mais favorecidas serem completamente saciadas para só então se lembrar de atender às necessidades básicas dos menos favorecidos como educação, saúde, alimentação e moradia.

Já se disse que a fome é a mãe de todas as guerras.

Será que os doutores formados pela Universidade de Chicago e que ora estão no comando da economia brasileira se esqueceram ou atentaram para esse detalhe?

Me pergunto como um Ministro da Economia tem o despudor de propor a diminuição de R$ 600,00 para R$ 300,00 a ajuda de custo para um desempregado nestes tempos bicudos e de coronavirus.

É aí que entra o papel social do Banco do Brasil.

O BB responde por 60% do financiamento agrícola, da pecuária e da piscicultura.

São universos absolutamente distintos e   especializados da atuação bancária.

O Banco do Brasil faz a união da tecnologia de ponta  da  TI, na agricultura, na pecuária e na piscicultura, bem como   no fomento, fortalecimento e no financiamento dessas áreas.

Tudo isso é parte de um imenso e complexo sistema bancário, que mescla financiamentos a defensivos agrícolas, alimentação animal especializada, remédios,   veterinária própria de cada segmento, alojamento e defesa contra intempéries da natureza, preservação e guarda de produtos agrícolas, silos, transportes, etc.,  etc.

O financiamento à agricultura, à pecuária e à piscicultura em um país continental como o Brasil é apenas uma das múltiplas funções do Banco do Brasil.

Existem ocorrências e períodos em que a agricultura, a pecuária e a piscicultura dão prejuízo tanto a produtores como ao próprio BB.

O BB tem de ser forte o suficiente para socorrer a agricultura, a pecuária e a piscicultura quando a natureza não colaborar e causar prejuízos irreversíveis de grande monta.

Essa é uma situação da qual os banqueiros privados sempre quiseram distância.

Para tanto, o BB além de manter setores especializados em constante aperfeiçoamento e treinamento, também precisa atuar em áreas em que possa ser mais lucrativo, justamente para cobrir os prejuízos na chamada área agrícola (que engloba a pecuária e a piscicultura), e na sua atuação social em todo o Brasil.

É o caso, por exemplo, da   empresa BB DDTVM (BB Gestão de Recursos – Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A.),altamente lucrativa e que atinge todo o Brasil.

O Banco do Brasil também se projeta, com sucesso, no setor de seguros, apoio e financiamento à indústria, comércio, serviços, educação, saúde, agronegócios, empresas de apoio e fomento a atividades públicas, etc.

Repito as palavras de um  amigo observador e cliente do setor da pecuária e que, embora analfabeto, era rico e  conhecedor da realidade bancária e brasileira,  dizia que,  no Brasil,   o BB atua  como um grande polvo, cujos tentáculos alcançam todo o território nacional.

Por tudo isso, elogiamos e apoiamos o lançamento da Campanha “NÃO MEXE NO BB. É DO BRASIL. É DOS BRASILEIROS.”

É o segmento da Campanha “NÃO MEXE NO MEU BB”.

É preciso que cada um de nós, pessoalmente, junto a cada cidadão e junto aos nossos representantes no Poder Legislativo, desenvolvamos esforços de esclarecimento para impedir que, em nome de uma equivocada campanha de privatização,  que só virá empobrecer o povo e prejudicar a economia do país, o BANCO DO BRASIL não seja privatizado por inteiro e nem aos pedaços.

Não podemos deixar de enaltecer o papel que a   ANABB – ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS FUNCIONÁRIOS DO BANCO DO BRASIL, liderada pelo seu Presidente REINALDO FUJIMOTO, 

                                       


tem tomado à frente de uma contínua, esclarecedora  e corajosa campanha de esclarecimento e de ações junto a membros do PODER LEGISLATIVO, da mídia e da opinião pública em geral,  na defesa do BANCO DO BRASIL.

Adiante reproduzimos o artigo “ANABB faz nova ofensiva em defesa do BB como empresa pública.”, publicada no site da ANABB em 08.09.2020.

 

Boa Leitura !!

 

E vamos à Luta !!  Vamos defender o BB !!

 

ADAÍ  ROSEMBAK

 

Associado da AAFBB e ANABB 

 

ANABB

“ANABB faz nova ofensiva em defesa do BB como empresa pública.”

Vamos mostrar a força do nosso exército. Use a hashtag em suas postagens: #nãomexenoBB 


Em 08.09.2020 às 16:42. Compartilhe:  


Nos últimos anos, as autoridades econômicas têm feito uma ofensiva para privatizar o Banco do Brasil ou vender partes do conglomerado.

É hora de virarmos o jogo.

Por isso, a ANABB tomou a iniciativa de retomar a campanha em defesa do Banco do Brasil e contra a ofensiva de privatização do Banco ou venda de partes do conglomerado.

Nesta nova fase em defesa do BB, queremos abraçar e envolver toda sociedade.

Por isso, a atuação da ANABB terá um conceito ainda mais amplo:

“NÃO MEXE NO BB. É DO BRASIL. É DOS BRASILEIROS".

O objetivo é sensibilizar o novo presidente do Banco sobre o papel do BB na economia – papel que tem sido negligenciado – e ressaltar que o trabalho duro dos funcionários faz do BB uma empresa lucrativa, útil e sólida.

É fato: o Banco do Brasil é imprescindível na retomada da economia, na oferta de crédito, no fortalecimento da agricultura e no fomento a tecnologia e a infraestrutura.

Além de contar com a adesão de cada associado, funcionário da ativa e aposentado, a campanha “#não mexe no BB. É do Brasil. É dos Brasileiros”, será ampliada no sentido de dialogar com a sociedade e com os setores produtivos da indústria comércio, serviços, agronegócios, empreendedores e grupos sociais com afinidades à causa do fortalecimento das empresas públicas.

A campanha vai até 12 de outubro, quando o BB completa 212 anos de existência.

Essa é mais uma oportunidade para a ANABB reiterar o posicionamento de defesa firme do BB como banco público e competitivo no mercado, sem desfazer de nenhum ativo e sempre tendo o CONGRESSO NACIONAL como fórum legítimo de decisão sobre o patrimônio público.  

A campanha também terá o envolvimento do Legislativo, com a participação de líderes partidários e integrantes da Frente Parlamentar Mista em Defesa dos Bancos Públicos.

Divulgue, compartilhe, curta, comente e vamos levar nossa causa para todos os brasileiros.

“É hora de uma ofensiva para lembrar o potencial do BB e sua história de compromisso econômico-social com o País”, reforça o presidente da ANABB”, REINALDO FUJIMOTO.

OBJETIVOS 
Não mexe no BB. É do Brasil. É dos Brasileiros:

  • Defesa do fortalecimento do BB como banco público.
  • Defesa do papel ativo do BB no momento econômico do País.
  • Rejeição a quaisquer iniciativas de venda de partes estratégicas do BB (BB DTVM, por exemplo).
  • Ênfase na força do BB: presença no País, no mundo, número de clientes, crédito para o setor produtivo, notadamente para as atividades agropecuárias, atuação em projetos regionais de sustentabilidade, governança, responsabilidade social e qualificação dos funcionários.

ENTRE NESSA LUTA CONOSCO 
Precisamos da sua mobilização.

Mostre nas redes sociais que você defende o Banco do Brasil.

São 212 anos de história e contribuição para o desenvolvimento do País.   

COMO PARTICIPAR

Vamos mostrar a força do nosso exército. Use a hashtag em suas postagens: #nãomexenoBB 

Post fotos, conteúdos e mostre que o BB ajuda o Brasil a progredir. Hoje e no futuro!

  • Acompanhe nossas redes sociais
  • Compartilhe nossos conteúdos
  • Use nossa hashtag em suas postagens: #nãomexenoBB 
  • Divulgue para amigos e familiares

Fonte: Agência ANABB