quinta-feira, 23 de novembro de 2017

AAFBB em FOCO - 23.11.2017

Caros Amigos,

Ontem, 22.11.2017, foi o almoço mensal da AAFBB.
Tomei um uber e cheguei bem cedo, em torno de 11.00h, à Sede da AAFBB.
Tenho evitado dirigir depois de meu acidente. Tenho feito hidroterapia, mas ainda não recuperei a força e nem o completo equilíbrio das pernas.
Dei um pulo rápido no CODEL e falei com o Mário Bastos e o Nelson Leal e, em seguida, fui ao CONFI para parabenizar o Adolpho Gonçalves Nogueira pela sua eleição como delegado na  COOPERFORTE.
Logo após, segui para a sala dos aposentados no 11º andar. Lá bati um papo animado com três colegas.
Mas, como estava muito cansado, acabei tirando uma cochilada numa das confortáveis poltronas de couro.
Quando despertei, já era 13.00h e desci de imediato para o salão do almoço no 10º andar. Sentei junto ao Fabiano, à Sônia Oliveira, ao Roberto Escóssia e ao José Mauro Cordeiro.
Aos poucos o salão lotou por completo. Do CODEL, só vi o Nelson Leal.
Na mesa principal, estavam a Célia Laríchia, o Gilberto Santiago, o Ernesto Pamplona, a Maria Tereza de Souza Silva e o Júlio Alt.
 A bela nutricionista Fabiana anunciou o cardápio, que era um arroz com legumes e ervas, de entrada, carne com creme com purê de batatas, como prato principal e, como sobremesa, mamão ou pudim de limão com creme.
Ao final do almoço, a Presidente Célia Laríchia falou das discussões mantidas em Brasília com o Deputado Jorginho Santos Mello (PR-SC) e com o Assessor da AAFBB, Cleiton dos Santos Silva sobre o Projeto Complementar (PLP) 268/2016.
Como é sabido, o PLP 268 altera a Lei Complementar 108, eliminando a eleição de diretores das entidades que são patrocinadas por empresas e órgãos públicos e também reduz a um terço a representação dos participantes nos Conselhos Deliberativo e Fiscal; de acordo com o texto, as vagas tiradas dos verdadeiros donos dos fundos de pensão serão entregues a conselheiros “independentes” e a diretores contratados no mercado por “empresas especializadas”.
É desejo de todos que essas conversações produzam resultados positivos, a fim de que não percamos para o Governo, o controle completo de nosso fundo de pensão, a PREVI,  que é um patrimônio nosso.
Em seguida, Loreni de Senger tomou a palavra para falar dos entendimentos que estão sendo mantidos com o BB para que os problemas de sustentabilidade financeira da instituição sejam cobertos por outras fontes de recursos.
A exposição de Loreni de Senger foi curta, pois haveria um encontro de nomeados da CASSI, logo após o almoço.
Logo após, Regina Marçal de Carvalho Seixas, Vice-Coordenadora do Conselho de Usuários da CASSI no Rio de Janeiro, fez a apresentação dos novos representantes eleitos da CASSI, que foi bem longa.
Vários deles encontravam-se no almoço e foram muito aplaudidos quando seus nomes eram citados. Mas o auge da ovação foi quando ela citou seu próprio nome.
Face o compromisso da CASSI, o encerramento do almoço foi antecipado e os comentários dos presentes ao evento não puderam ser apresentados.
Fiquei muito satisfeito de ter sentado com o Fabiano, a Sônia Oliveira, o Roberto Escóssia e o Mauro. Conversamos bastante e um dos assuntos mais conversados foi turismo. Um aspecto sobre os comensais, levantado pelo  Mauro, foi o cuidado e a forma imaginativa como o Roberto Escóssia arruma seu prato de almoço.
O Escóssia é um verdadeiro artista: arroz arrumado em forma de coração, os legumes enfileirados como se fosse um jardim,os bifes como muros,  etc. Pena que as criativas peças não tivessem sido fotografadas: tiveram vida curta e foram ávida e rapidamente garfadas e deglutidas pelo guloso Escóssia.
Ao conversar com a Sônia Oliveira, o assunto foi turismo. Ela já viajou um bocado. O Mauro aproveitou para dizer que ela era uma expert em seguros; sabia tudo sobre o assunto. Aproveitei a oportunidade para pedir à Sônia Oliveira que ela escrevesse um artigo sobre seguros para que eu colocasse neste blog, já que as promessas do Mauro ficaram somente em promessas.
Nos almoços mensais, sempre me sentava com a turma do CODEL.
Com essa experiência de sentar com outros companheiros, sem demérito ao animado e querido grupo do CODEL, doravante, nos almoços mensais, passarei também a me juntar a outros grupos de pessoas, de forma a ampliar meu leque de amizades.
Na saída, meu amigo Nelson Luiz de Oliveira apresentou-me um personagem exótico, alegre e simpático, que era o Alberto Lopes, que estava vestido com uma bata com cores diversas e um boné colorido, e mais pulseiras e anéis, tudo formando um conjunto muito bonito e marcante, parecendo representar o Dia da Consciência Negra, que se comemorou no dia anterior.
O Júlio Alt aproximou-se de nós e o papo ficou mais animado.  
O Alberto Lopes prometeu ao Nelson Luís que iria ao Baile do Fim de Ano na AAFBB, em Xerém, com uma fantasia que, com certeza, novamente ganharia o prêmio de melhor fantasia. Recomendei que o Alberto Lopes não esquecesse de usar uma máscara. Sugeri a do Fantasma da Ópera.
Definitivamente, o Alberto Lopes é uma figura sensacional que um amigo meu classificaria como um “personagem afro barroco  com um toque renascentista clássico, paramentado com um mix de ares purpurinísticos brilhantes da corte francesa”, seja lá o que essa mixórdica classificação  signifique.
Ao entrar no elevador, a Loreni de Senger, evidentemente por gozação, foi avisando para eu ter cuidado ao entrar.
Vá que eu caia no buraco do elevador...
Tomei o elevador para ir ao 11º andar e todo mundo foi entrando.
A ida do 10º andar para o 11º foi uma eternidade. A falação era geral. De repente, o Alberto Lopes e o Portal começaram a cantar uma ópera em dueto. Olhei para a Célia Laríchia e ela estava extasiada com o espetáculo.
Para eu sair do elevador, todo mundo teve de sair primeiro. A ópera foi interrompida. Procurarei saber se a ópera continuou quando o elevador foi do 11º andar para o térreo.
A sala dos aposentados estava cheia. Altos papos sobre causos do banco. O Beto Dias comandava a galera. Falou que teve cinco filhos e se derreteu quando discorreu sobre o momento em que conheceu a Loreni de Senger. Ele trabalhava no gabinete da Presidência do BB quando, de repente, não mais do que de repente, adentrou no recinto aquela deusa em figura de mulher, a própria Loreni de Senger. Ele disse que ficou sem respiração, que seu queixo caiu, que sua mente mal conseguia acreditar no que seus olhos viam. E prometeu para ele mesmo que casaria com aquela mulher. Anos depois ele se encontrou com um colega que presenciou a cena e que disse que previu o desenlace daquele momento tão arrebatador e romântico.
Isso é o que realmente se pode chamar de “Amor à primeira vista”.
Confesso que, em poucas vezes na minha vida, vi um homem apaixonado fazer uma declaração de amor tão romântica e comovente como essa.
E existem muitas mulheres que dizem que os homens são frios e não tem o mesmo fervor amoroso que as mulheres.
Uma senhora muito conversadeira e simpática, que era a única mulher do grupo, procurou e achou o nome de seu pai no meio do quadro de fundadores da AAFBB. Todos se levantaram e também foram ver e ela falou das estórias que seu pai lhe contava sobre o BB. Como o BB e o mundo mudaram!!
O papo estava bom quando minha mulher me ligou avisando que estava vindo me pegar.
Levantei, abracei a senhora e, muito respeitosamente, lhe disse que, se ela não estivesse ali, eu me despediria de todos dizendo que aquele encontro teria me proporcionado um prazer “quase que sexual”.
A gargalhada foi geral.
É por essas e outras que adoro ir à AAFBB.

Abraços em todos

ADAÍ  ROSEMBAK

Associado da AAFBB, ANABB e ANAPLAB

sábado, 18 de novembro de 2017

CASSI - NOVOS CAMINHOS

Caros Companheiros,

Dia 09.11.2017, realizou-se a “X Conferência de Saúde da Cassi RJ”, que ocorreu na Sede da AABB-LAGOA.
Representando o Presidente da AABB Odali Dias Cardoso, que não pôde comparecer, o Vice-Presidente Financeiro Lauro Sander, agradeceu a presença de todos, ao tempo em que expressou sua admiração pelo sucesso do evento e pela grande afluência de participantes.
O saguão onde se realizou o evento contou com a presença de 184 pessoas, entre representantes da GEPES, Super Estadual, dirigentes da AAFBB, AAPBB e outras associações, entidades diversas ligadas ao funcionalismo, aposentados e funcionários da ativa do BB.   
E note-se que o simpósio foi em um dia útil.
Sucesso absoluto!!
O companheiro Douglas Leonardo Gomes, Coordenador do Conselho de Usuários da CASSI no Rio de Janeiro, abriu os trabalhos, no que foi acompanhado por Regina Marçal de Carvalho Seixas, Vice-Coordenadora do Conselho.
Na Mesa de Abertura, falaram William Mendes de Oliveira, pela Diretoria Executiva da CASSI, Waldemar da Silva Neves, pela Superintendência Estadual do BB- GEPES e Ricardo Tavares, pela Gerência da Unidade CASSI/RJ.
O primeiro conferencista foi William Mendes de Oliveira, Diretor de Saúde e Rede de Atendimento da CASSI que, entre outros temas, deu ênfase ao Sistema Integrado de Atenção à Saúde, que procura promover o histórico e acompanhamento da saúde dos associados.
William falou por 1h04m sem intervalo. Haja fôlego, memória e vontade de falar.
O conhecimento profundo da CASSI por William é reconhecido por todos.
É um dirigente que tem o apoio da CUT e do Sindicato dos Bancários e é um apoiador dos interesses de nossa categoria.
Cobrou de forma veemente a responsabilidade do BB na cobertura dos custos da CASSI e também expressou sua posição de defensor incondicional da Solidariedade do Plano Associados.
Reproduzimos adiante colocação de William Mendes de Oliveira sobre o assunto:
“O encontro de entidades e lideranças da comunidade Banco do Brasil com a UNIDAS foi importante porque a assessoria e a avaliação jurídica e técnica sobre as minutas de resoluções que foram discutidas pelo governo federal nos dão subsídios para definir estratégias de enfrentamento aos ataques que estão sendo preparados pelos golpistas para acabar com mais direitos dos trabalhadores brasileiros.
Neste caso, direitos em saúde de empregados de empresas públicas e estatais como o BB.
Fizemos contribuições para a luta e defesa dos nossos planos de saúde na mesma linha do que apontamos no processo do déficit do Plano de Associados da CASSI, na qual construímos uma histórica unidade das entidades sindicais e associativas para negociar soluções que também responsabilizassem o banco patrocinador. Após duas propostas que só oneravam os trabalhadores, avançamos na luta e mobilização para o Memorando de Entendimentos, mantendo os direitos em saúde e com o BB colocando recursos na CASSI junto com os associados.”
Em sua apresentação propôs que a UNIDAS (União Nacional das Instituições de Autogestão em Saúde) estabelecesse uma parceria com o Comitê Nacional em Defesa das Empresas Públicas, e finalizou, dizendo:
“A unidade será central entre nós para defender nossos direitos em saúde e as nossas empresas públicas.”
O segundo palestrante foi Humberto Santos Almeida, Diretor de Planos de Saúde e Relacionamento com clientes da CASSI.
A exposição de Humberto Santos Almeida mostrou a via-crúcis do que é o dia-a-dia da CASSI para sobreviver com a escassez de recursos, demandas de toda ordem por parte de associados, judicialização de pleitos, denúncias junto à ANS, relacionamento com prestadores de serviços, e luta na Justiça para reverter decisões que afrontam completamente parâmetros técnicos, limites financeiros e normas administrativas da CASSI,  etc, etc.
Humberto Santos Almeida abordou a extensa legislação que abrange a área da saúde e, em especial, a que se refere aos planos de saúde.  Entre outros dispositivos legais teceu comentários sobre a Lei 9656/98 (Lei dos Planos de Saúde), Resolução Normativa 259, de 20.06.2011 e Resolução Normativa 428, de 07.11.2017.
Por fim, se debruçou mais uma vez sobre as limitações financeiras da CASSI, e foi muito franco e objetivo em sua explanação quando disse que, “MESMO QUE HOUVESSE UMA FLEXIBILIZAÇÃO DOS PRINCÍPIOS DE SOLIDARIEDADE DA CASSI”, isso não seria suficiente para cobrir o déficit que continua ameaçando o equilíbrio financeiro de nosso plano de saúde.
Foi sincero e corajoso quando disse que um funcionário admitido atualmente no BB, ganha um salário inicial de R$ 3.000,00, e que é impraticável fazer qualquer acréscimo no valor de contribuição para a CASSI em cima de renda tão baixa, sob pena de comprometer uma sobrevivência minimamente digna, o que viria a prejudicar a atuação do servidor dentro do BB.
Humberto Santos Almeida foi muito aplaudido pela sua corajosa e sincera apresentação.
O terceiro e último palestrante foi Dênis Corrêa, Diretor de Administração e Finanças da CASSI.
Dênis Corrêa é um jovem de 46 anos. Simpático, comunicativo, calmo, envolvente e com um domínio aprofundado da área em que atua. Falou muito objetivamente sobre os óbices que geram o descasamento entre entrada de recursos e gastos nas várias áreas de atuação da CASSI.
Apoiado em uma ampla exposição de gráficos, mostrou o atual quadro de insustentabilidade da CASSI e disse claramente que essa é uma situação que gerará novos déficits, e que não é possível  gerir de forma eficiente e equilibrada uma organização com o gigantismo da  CASSI, de “soluços em soluços”.
Elogiou a excelente atuação e o alto nível técnico da auditoria efetuada pela Empresa ACCENTURE dentro da CASSI.
Mas foi claro quando disse que a criação de uma estrutura na área de TI-Tecnologia de Informação, dentro do tamanho  e complexidade necessários para atender a todas as diversas áreas da CASSI,       que dão assistência para mais de 700.000 pessoas em todo o Brasil, demanda um prazo em torno de dois anos e meio.
Também elogiou o bom relacionamento que tem tido com os representantes do patrocinador nas conversações sobre a CASSI.
Foi muito aplaudido e elogiado pela coragem e objetividade de suas palavras.
Todos os palestrantes ilustraram suas exposições com ampla diversidade de gráficos comparativos para períodos e situações específicas na CASSI.
Ficou evidente o esforço dos três diretores, cada um com seu ponto de vista, por vezes divergentes, dentro de suas funções específicas, em traçar um quadro crítico da CASSI, sob o enfoque da carência de sustentabilidade de nosso Plano de Saúde.
Mas esses problemas não são recentes. Foram exaustivamente debatidos na mesa de negociações que se arrastaram por todo o ano de 2016, de que resultou o acordo que está injetando R$ 40 milhões mensais (17 milhões pelos participantes e 23 milhões pelo patrocinador). Mas essa injeção extra de recursos, como foi previsto na época, já se mostra insuficiente transcorridos apenas 10 meses, demonstrando que, além da necessidade de correção no custeio, outras medidas terão que ser tomadas, especialmente no que tange à redução de despesas e o aperfeiçoamento dos controles.
Certamente a conclusão da consultoria que foi contratada com a Empresa ACCENTURE trará novos elementos e esclarecimentos para a solução da crise.
No acordo, de positivo, registramos a recusa em aceitar a transferência de um fundo de R$ 5,8 bilhões do BB para a CASSI, às custas da isenção da responsabilidade do patrocinador, de sua parte no custeio dos aposentados e pensionistas.
Outro ponto importante foi a manutenção da solidariedade no Plano com a ausência de faixas etárias discriminatórias no custeio.
A solidariedade com os dependentes (cônjuge e filhos menores) tem um aspecto social importante, mas não pode correr o risco de ser um dos fatores de desequilíbrio que possa prejudicar todos os participantes.
Os direitos arduamente conquistados estão agora sob ameaça e precisamos encontrar soluções viáveis e urgentes antes que venha a mão pesada do Governo e resolva as coisas a seu modo.
Aliás, já vimos esse filme na PREVI.
   
Após as palestras, houve um período para perguntas dos presentes ao evento e, em seguida, partiu-se para a eleição dos representantes do Conselho de Usuários, CASSI Família, Pensionistas e Funcionário BB Ativa,  da CASSI para o período de 2017-2019.
Entre os eleitos, aponto meus amigos Gilberto Matos Santiago e Vânia Romeo Tomaz.
Mas a eleita para o quadro de usuários que mais me sensibilizou, foi uma funcionária que disse que tinha três filhos, que trabalhava na iniciativa privada, onde ganhava bem mais que no BB, mas que optou por entrar no BB, justamente pelo nível de assistência prestada pela CASSI.
O franco depoimento dessa eleita, me levou a pensar se ela fez uma velada ironia à atual situação de precariedade em que a CASSI se encontra, ou se foi um desafio, também velado, lançado aos dirigentes do BB e da CASSI, para que sejam tomadas decisões corajosas e rápidas para reverter o quadro de insustentabilidade financeira em que a CASSI está mergulhada.
Sim, porque não adianta falar em “Solidariedade” sem que haja suporte financeiro   que sustente um plano com a magnitude do Plano Associados da CASSI.
Nem os associados da MÚTUA, que é o plano de saúde do Judiciário do Rio de Janeiro, gozam dos benefícios enquadrados na chamada “Solidariedade”, que são características do Plano Associados da CASSI.
Argumentar que os membros do Judiciário ganham muito mais que nós, é uma falácia, pois, justamente por esse aspecto, a MÚTUA poderia disponibilizar os benefícios da “solidariedade familiar” para seus associados.  Mas NÃO dispõe.
Outros planos de saúde, que cobravam até mais que a CASSI, e que não tinham os benefícios da “solidariedade”, não aguentaram o tranco do descasamento entre alta de custos médicos versus arrocho financeiro de seus associados, e foram à falência.
É doloroso falar a verdade.
Mas temos de ser francos, pelo menos para nós mesmos.
E a verdade é que o funcionalismo do BB, durante seguidos governos de todos os matizes políticos, foi propositada e forçosamente degradado, diminuído e, impiedosamente jogado na situação em que hoje nos encontramos. No chulo linguajar, foi “esculachado”.
No passado, quando entrávamos no BB era para sempre.
Éramos estáveis e bem remunerados.
Entrar para o BB era como se tivéssemos ganho na loteria.
E, por essas razões, éramos admirados e respeitados.
Tudo isso, bem colocado, são “relíquias do passado”.
Hoje vivemos   em outro mundo. 
A estabilidade acabou e os novos funcionários usam o período de trabalho no BB para se formarem, se pós-graduarem, e alçarem voos cada vez mais altos, grande parte das vezes em outras paragens.
Lembram-me o sonho de liberdade dos anos 70, na fábula de Fernão Capelo Gaivota, do autor Richard Bach.
O tópico que faltou na magistral “X Conferência de Saúde da CASSI-RJ”, foi uma abordagem aprofundada no que tange à sustentabilidade financeira da CASSI.
Falou-se com amplitude das consequências da insustentabilidade financeira da CASSI, mas tangenciou-se a discussão para a adoção de medidas efetivas para resolver o problema.
De forma clara, estamos cientes dos problemas que atingem a CASSI, mas continuamos no aguardo de soluções para a sustentabilidade de nosso plano de saúde de forma objetiva, concreta, factível e realista dentro das atuais circunstâncias.
E  era isso o que se falava, à boca miúda, entre os presentes àquele tão bem-sucedido e concorrido simpósio.
Ali só tinham cobras criadas que chegaram a se perguntar, ironicamente, mas com muito realismo: “E o dinheiro José? José, cadê o dinheiro?”

ADAÍ ROSEMBAK
Associado da AAFBB, ANABB e ANAPLAB

sábado, 11 de novembro de 2017

CHINA e o TERROR

Caros Amigos,

Dando sequência aos dois artigos anteriores sobre a CHINA, que abordaram aspectos sobre esse país em relação ao BRASIL, lanço esta nova nota “CHINA e o TERROR” para me contrapor a passagens do artigo “O LADO SOMBRIO da CHINA”, do jornalista mulçumano RASHEED ABOU-ALSAMH, colunista de assuntos árabes do jornal O GLOBO.
O artigo foi publicado em 27.10.2017 naquele jornal e o reproduzo ao final desta nota.
RASHEED ABOU-ALSAMH, é  americano-saudita, formado em Ciências Políticas na Swarthmore College, na Pensilvânia, EUA.
Atualmente reside em Brasília DF.
RASHEED ABOU-ALSAMH é um jornalista de renome internacional e tem uma carreira jornalística bem-sucedida em diversos periódicos ao redor do mundo.
Trabalhou durante 20 anos como repórter e editor sênior da Arab News, em Jeddah, Arábia Saudita. Foi vice-editor do jornal The National, em Abu Dhabi, Emirados Árabes Unidos. Teve a coluna Manila Moods, publicada semanalmente na Arab News e o site Philippine Daily Inquirer, Inquirer.net. Foi correspondente na Arábia Saudita do Al-Ahram Weekly, do Washington Times, do Christian Science Monitor e do New York Times, de 2003 a 2007.
RASHEED também escreve para o The Daily Telegraph, de Londres, o Straits Times de Cingapura e o Boletim de Reforma Árabe do Carnegie Endowment for International Peace.
Já foi entrevistado várias vezes pela BBC.COM, National Public Radio (EUA), Australian Broadcasting Corporation, pela CNN, pela France 24, pela NewsAsia Channel.
Sou   um assíduo leitor de seus artigos.
De forma que me considero insuspeito de tentar denegrir gratuitamente seu importante papel dentro do jornalismo internacional.
Mas, certamente, devido à sua origem árabe e muçulmana, ele, muitas vezes, procura amenizar em seus artigos as ameaças e os efeitos do terror islâmico ao redor do mundo.
Com isso provoca muitas discordâncias em relação a muitas de suas reportagens e artigos.
É o que ocorre em relação à sua nota “O LADO SOMBRIO DA CHINA”, da qual sou um crítico.
Assim, primeiramente, publicarei o seu artigo acima para, depois, em “OBSERVAÇÕES DESTE BLOGUEIRO”, tecer considerações sobre seu trabalho.
Atenciosamente

ADAÍ  ROSEMBAK
Associado da AAFBB, ANABB e ANAPLAB

Artigo “O LADO SOMBRIO DA CHINA”, do jornalista RASHEED  ABOU - ALSAMH, publicado no Jornal O GLOBO, em 27.10.2017:

O LADO  SOMBRIO  DA  CHINA

Um Estado policial brutal, onde todos são vigiados, especialmente on-line, por exército de censores contratados pelo governo

A CHINA tem se destacado no noticiário nos últimos dias como a mais nova superpotência do mundo.
Sua economia é a segunda maior do planeta, perdendo somente para os Estados Unidos.
Décadas de crescimento de dois dígitos levaram o país de uma pobreza generalizada para uma nação de renda média.
Segundo a BBC News, em 1980, o PIB per capita da CHINA era 40 vezes menor do que o americano. Hoje, é somente quatro vezes menor.
E o país continua a crescer a níveis que dão inveja ao BRASIL e a outras nações: este ano, a economia chinesa deve ter um incremento de quase 6%.
Com este desenvolvimento a jato, vieram muitas melhorias na qualidade de vida dos chineses, que migraram do campo para a cidade; de bicicletas para carros; construíram um sistema educacional que produz médicos, engenheiros e outros especialistas, e uma abundância de oportunidades para subir na vida e viajar ao exterior.
A CHINA se tornou a potência mundial em fabricação de praticamente tudo: eletrônicos, roupas, celulares, carros e brinquedos, entre outros.
Em qualquer canto do planeta se encontram produtos com aquela famosa etiqueta que diz “Made in CHINA”.
Este desenvolvimento a jato trouxe uma terrível poluição de ar, água e solo em muitas partes do território.
O uso excessivo de carvão para gerar energia elétrica e aquecer residências é responsável pela péssima qualidade do ar.
Por meses a fio, a poluição na capital, BEIJING, é tão intensa que embaixadas estrangeiras advertem seus cidadãos a não saírem às ruas.
O presidente XI JINPING abriu o 19º Congresso Nacional do Partido Comunista, em BEIJING, na semana passada, fazendo um discurso de mais de três horas e meia para os mais de dois mil e trezentos delegados.
Ele exaltou o povo e a nação, dizendo que ambos eram grandes.
Mas destacou que a corrupção entre funcionários do partido ainda é a maior ameaça ao futuro do país.
XI tem liderado uma luta contra a corrupção nos últimos cinco anos – iniciativa que resultou em mais de um milhão de funcionários públicos punidos e dezenas de líderes de alto escalão presos.
Mas o lado sombrio de todo esse sucesso econômico é que a CHINA é um estado policial brutal, onde todos são vigiados de perto, especialmente on-line, por um exército de censores contratados pelo governo.
Dissidentes políticos são isolados e presos por anos.
E há também o tratamento terrível à minoria muçulmana, que se concentra no oeste do país.
Sendo oficialmente um Estado ateu, o governo chinês tem pouca simpatia pela religião, mantendo relações igualmente problemáticas com os católicos e querendo controlar a nomeação de bispos.
Estima-se que haja 22 milhões de mulçumanos na CHINA, ou menos de 2% de toda a população. Metade deles é da etnia UIGUR e mora na província de XINJIANG, no Noroeste do país, a quatro horas de voo de BEIJING. A outra metade é composta pela etnia HUI, descendente de colonos muçulmanos e de chineses que se converteram ao Islã.
A maioria dos chineses, mais de 90%, é da etnia HAN.
Mas é na província de XINJIANG onde o Estado chinês está desenvolvendo talvez o sistema de monitoramento mais sofisticado do mundo, usando a possibilidade de ataques terroristas por islamitas como desculpa.
Um mulçumano na província foi preso em 2016 por ter formado um grupo on line para discussão sobre o Islã.
Este ano, ele foi condenado a dois anos de prisão.
O monitoramento on-line é rigoroso e levou a CHINA a impedir o acesso a Facebook, Twitter e sites de notícias estrangeiros.
O país se tornou o maior censor da internet, e o governo bloqueia acesso a certos serviços on-line quando há medo de protestos.
Na semana passada, o WhatsApp foi tirado do ar porque o governo temia que pudesse ser usado para interferir no Congresso do Partido Comunista.
Numa reportagem arrepiante – intitulada “Isso é o que realmente se parece com um Estado policial do século XXI” – Megha Rajagopalan, repórter do site BuzzFeed, detalha os meios excessivamente invasivos que autoridades chinesas utilizam em XINJIANG para vigiar a população muçulmana.
Usar barba para os homens é muito perigoso, podendo ser motivo de abordagem pela polícia.
Nas estradas entre cidades, há postos policiais onde todos são obrigados a parar e descer dos seus carros para mostrar as identidades e terem os celulares inspecionados – a fim de verificar se há nos aparelhos algum aplicativo proibido ou linguagem religiosa nas mensagens.
Postos de gasolina na região usam tecnologia de reconhecimento facial para controlar o acesso a combustíveis.
Funcionários do governo espionam as conversas telefônicas de todos na região, deixando a população com muito medo de falar com parentes que conseguem tirar passaportes e viajar para o exterior.
Há muitos relatos de visitas de policiais a casas de muçulmanos em XINJIANG que recebem ligações de parentes que estudam na TURQUIA. No dia seguinte ao telefonema, invariavelmente, a polícia bate à porta para perguntar por que estavam falando com pessoas “fora do país”. Parte destas famílias teve suas linhas fixas de telefone cortadas pelo Estado como punição.
Outros ativistas muçulmanos foram presos pelo governo e mandados para os infames campos de reeducação política, onde são forçados a estudar como o Partido Comunista é fabuloso.
É verdade que houve um motim em 2009 em XINJIANG que deixou quase 200 mortos, e uma série de ataques com bombas e facas em 2013 e 2014.
Mas o governo central em BEIJING tem permitido que uma onda de islamofobia tome conta do país. Especialmente on-line, sem controlar o fenômeno e nem se manifestar contra.
Se a CHINA quer se juntar ao mundo civilizado, vai ter que proteger suas minorias e parar de sufocar sua população com monitoramento tão agressivo.
Ninguém espera que o país se torne uma democracia da noite para o dia.
Mas uma dose de liberdade e segurança para os mais vulneráveis é necessária para uma sociedade florir e crescer.

OBSERVAÇÕES DESTE  BLOGUEIRO:

Primeiramente, partiremos do título do artigo do jornalista RASHEED ABOU-ALSAMH: “O LADO SOMBRIO DA   CHINA”.
Nada mais falso, e pautado pela procura policial, na CHINA, a acusados de serem terroristas islâmicos com o objetivo de promoverem a separação da Província de XINJIANG da CHINA.
A CHINA já está integrada ao mundo civilizado, ao contrário do que diz o jornalista. E para aprofundar esse processo de integração, ela não pode tolerar a ação de membros assassinos do terror islâmico que promovem a divisão do país.
Até quando se refere ao uso do carvão na CHINA a nota de  RASHEED ABOU-ALSAMH é tendenciosa.
A CHINA luta desesperadamente para minorar os efeitos da poluição causada pelo uso do carvão.
Áreas industriais inteiras de grandes cidades chinesas, em períodos de poluição mais intensa causados pelo uso do carvão, são impedidas de funcionar para baixar o nível da poluição do ar.
A CHINA atualmente é o país no mundo que mais investe e promove pesquisas no sentido de diminuir a poluição causada pelo uso do petróleo e carvão. A CHINA lidera o uso das energias limpas hídrica, solar e eólica, e estuda a aplicação de outras fontes de energia.
A Hidrelétrica de TRÊS GARGANTAS, na CHINA, é a maior do mundo.
No que tange à religião, a liberdade é ampla e, quando lá estive, constatei isso in loco.
A CHINA fez questão de dar apoio à nomeação de bispos católicos de origem chinesa e que tivessem bom relacionamento com o governo, em razão de críticas acirradas que vinha recebendo do VATICANO em razão de seu regime político.
Nos ESTADOS UNIDOS, casos de pedofilia abalaram a hierarquia religiosa católica e vários representantes eclesiásticos foram afastados.
Então, problemas com desvios de práticas religiosas não é um assunto circunscrito somente à CHINA.      
A CHINA não se opõe a que se venere o ISLÃ.
A luta da CHINA é contra o Terror Islâmico.
Assim, o título da nota, “O LADO SOMBRIO DA CHINA”, muito propriamente, deveria ser “O LADO CAUTELOSO DA CHINA”.
SOMBRIOS E SANGUINÁRIOS são os ataques de uma minoria de fanáticos do “Terror Islâmico”, que seguem interpretações deturpadas, violentas e radicais, que se desviam e agridem a natureza pacífica e a pureza espiritual do islamismo.
Essas são práticas criminosas, condenadas e abominadas pelos que professam o autêntico   ISLÃ, que é uma religião que prega a união, a paz e o amor entre os homens.
As maiores vítimas do Terror Islâmico são as desprotegidas populações civis dos países árabes.
O ISLÃ não pode ser estigmatizado, confundido e nem acusado  dos horrores e atrocidades de toda ordem cometidos por uma facção criminosa que afronta os princípios basilares do ISLÃ.
É importante frisar que o ISLÃ não é a única crença que, na história das religiões, teve desvios de seus preceitos e fundamentos.
O CATOLICISMO também teve a INQUISIÇÃO, que maculou seus princípios.
Entre os livros sagrados de minha biblioteca, tenho um exemplar do ALCORÃO, do autor Mansour Challita, que está junto à BÍBLIA SAGRADA dos católicos, em meio a volumes sagrados dos judeus e a obras sobre confuncionismo  e  protestantismo.
Ou seja, procuro extrair e apreender o melhor do sincretismo religioso.
Desde a infância tenho admiração pela cultura árabe.  
Também adoro a culinária árabe.
Comida sadia e que não engorda.
Antes de ter este blog, atuei na iniciativa privada alugando apartamentos por temporada.
Tinha dois sócios, um descendente de libaneses, e outro, um judeu brasileiro.
Rapazes inteligentíssimos e poliglotas. Íamos sempre almoçar em restaurantes árabes.
Nossas conversas se centravam em negócios, da mesma forma como na atual via de comércio para turistas, a VIA DOLOROSA, situada na Cidade Velha de JERUSALÉM, em ISRAEL, ou como no SAARA, no centro do RIO DE JANEIRO, onde árabes e judeus se mesclam, convivem de forma amigável, e tratam de ganhar dinheiro.
Oxalá o mundo fosse assim.
Considero a atual situação de convulsão e guerra no mundo árabe, principalmente depois do desencanto da Primavera Árabe, um retrocesso histórico de difícil solução.
A RÚSSIA, que procura se reafirmar no cenário internacional, se choca com forças de aliados dos ESTADOS UNIDOS que, por seu lado, tenta manter sua hegemonia para preservar seus interesses econômicos e suas bases militares no Oriente Médio.
Nesse meio, países árabes servem de bucha de canhão e são vítimas das disputas entre os dois contendores.
Desde há muito, o mundo árabe vive em turbulência devido a conflitos com forças externas.
Até a 1ª Guerra Mundial, o que hoje é conhecido como Oriente Médio, fazia parte do IMPÉRIO OTOMANO.
Após o conflito, os territórios que atualmente são a SÍRIA e o LÍBANO, passaram a ser controlados pela FRANÇA.  O REINO UNIDO passou a dominar as áreas que, na atualidade, são o IRAQUE, ISRAEL JORDÂNIA e TERRITÓRIOS PALESTINOS.
Esses acordos, que satisfizeram as duas potências, não respeitaram as fronteiras anteriores ao conflito, nem as divisões religiosas, e nem a outras características   dos povos da região.
A criação desses novos países com fronteiras artificiais, provocou o surgimento de minorias que vivem em conflitos armados constantes por autonomia dentro dessas nações, o que mantém a instabilidade local até hoje.
Com a autorização aprovada pela ONU, do Plano de Partilha da Palestina, para a criação do Estado de ISRAEL, que se efetivou em 14.05.1948, para abrigar os judeus espalhados pelo mundo, principalmente os sobreviventes do HOLOCAUSTO, os árabes declararam, no dia seguinte, a primeira guerra contra ISRAEL, chamada pelos israelenses de Guerra de Independência.
Esse é um conflito que persiste até hoje, e que foi muito bem definido pela ex-Secretária de Estado dos ESTADOS UNIDOS, CONDOLEEZZA RICE, como o problema político de mais difícil solução no Mundo Moderno, a partir da percepção de que os dois lados têm razão.
Outras guerras se sucederam e, em consequência, ISRAEL, em sua luta de sobrevivência, se tornou uma das mais modernas e poderosas potências militares do planeta, e é a maior força econômica no Oriente Médio. 
A partir dos territórios palestinos surgiram grupos terroristas que lançaram ataques suicidas com vistas à destruição do estado judeu, o que passou a ser chamado de Intifada Palestina.
O movimento palestino se dividiu, com um grupo na CISJORDÂNIA, liderado pela Autoridade Nacional Palestina, que optou pela via pacífica no seu objetivo de criação de um estado palestino independente, e outro, na FAIXA DE GAZA, que decidiu continuar na guerra com o objetivo de destruir ISRAEL.
Os movimentos terroristas islâmicos fugiram dos limites do Oriente Médio, e se espalharam por todo o planeta.
A ação do Terror islâmico, especialmente os atentados nas Olimpíadas de MUNIQUE, os ataques contra as Torres Gêmeas, em NEW YORK, em 11.09.2001, e outros atentados terroristas em capitais europeias, geraram a criação de serviços militares e policiais especializados no combate ao terror, interligados internacionalmente e equipados com o que existe de mais avançado na tecnologia de guerra, e de espionagem, inclusive utilizando robôs, drones e satélites de última geração.
Só os ESTADOS UNIDOS investem cerca de US$ 80 bilhões no combate ao terror ao redor do mundo.
A CHINA, que tem várias etnias que convivem pacificamente com o Governo Central, sofreu ataques sanguinários   por parte de grupos minoritários de terroristas islâmicos da etnia UIGUR, que reivindicam a autodeterminação e independência da Província de XINJIANG, no extremo oeste da CHINA.
A Cidade de URUMQI, nessa província, em 2009, foi alvo de atentados promovidos por terroristas islâmicos da etnia uigur, que resultaram em quase 200 mortos.
Outros ataques ocorreram, em que foram usadas seringas contaminadas com o vírus HIV. Os hospitais atenderam 531 vítimas atingidas por seringas.
O governo chinês agiu rápido.
Abriu inquéritos e condenou 17 à morte.
Adicionalmente, deslocou mais de 20.000 militares e paramilitares para policiar a Cidade de URUMQI.
O controle da área foi fortemente reforçado, como bem descreve o jornalista RASHEED ABOU-ALSAMH.
Os chineses, minuciosos como são, fiscalizam tudo, principalmente viagens ao exterior, notadamente à TURQUIA.  Eles sabem que muitos jovens que professam o deturpado islamismo radical, vão da TURQUIA para o EI-ESTADO ISLÂMICO para serem treinados para o terror.
Quando voltam do EI para seus países de origem, passam a atuar nas hostes do Terror Islâmico
Os chineses inspecionam em detalhes os celulares de suspeitos.
Examinam objetos pessoais, bolsas e veículos.
Os chineses se utilizam de equipamentos sofisticados   e de tecnologia avançada em seu trabalho.
Nada escapa do exame meticuloso das forças policiais chinesas.
Esse é o “LADO CAUTELOSO da CHINA”, que deveria ser copiado pelas autoridades policiais que lutam contra o terror ao redor do mundo.
E é esse elogiável e invejável LADO CAUTELOSO DA CHINA, que o jornalista RASHEED ABOU- ALSAMH, insiste em, tendenciosamente, chamar de LADO SOMBRIO DA CHINA.
Se esse controle eficiente e rígido, praticado na CHINA contra fanáticos islâmicos, existisse nos ESTADOS UNIDOS e na EUROPA, as Torres Gêmeas ainda estariam de pé e um número imenso de pessoas não teria sido morta nesses atentados terroristas.
É importante lembrar ao senhor RASHEED ABOU-ALSAMH que, dentre às vítimas dos ataques às Torres Gêmeas, estavam famílias que professavam o Islamismo.
Essas vítimas islâmicas, entraram nos ESTADOS UNIDOS como turistas, da mesma forma que, como turistas, também entraram os adeptos fanáticos do Terror islâmico, que as assassinaram.
A CHINA, com suas eficientes medidas de precaução, eliminou a ocorrência de novos ataques, mas o governo chinês se mantém atento para evitar o surgimento de outros casos da espécie.
Quando de uma visita que fiz àquele país há uns seis anos, vi um povo feliz, sadio, que vive em um país moderno e organizado, com educação de alto nível, com segurança, com um orgulho imenso de sua pátria e de seu progresso, e cada vez mais confiante em um futuro glorioso.
A CHINA já encontrou seu caminho de redenção.
Não é um país onde a “democracia” do terror islâmico, a miséria, a fome, a carência de educação de qualidade, a falta de assistência à saúde, a falta de moradias, a corrupção, e a criminalidade avassaladora, tenham espaço para prosperar.  
O senhor RASHEED ABOU-ALSAMH, com seu difamante e deturpado artigo, maculou de forma indelével a sua bem construída trajetória de jornalista internacional, principalmente junto aos sobreviventes do Terror Islâmico.

ADAÍ ROSEMBAK

domingo, 5 de novembro de 2017

CHINA e o BRASIL - II

Caros Companheiros,

Ainda abordando o artigo anterior “CHINA e o BRASIL”, de 31.10.2017, transcrevemos adiante o artigo “PROBLEMA DA DÍVIDA CHINESA PODE SER O MAIS PERIGOSO”, do Professor DAVID SHAMBAUGH, da George Washington University, publicado no jornal O Globo, de 22.10.2017, em que ele comenta aspectos  da economia chinesa e de seus investimentos no exterior, que são importantíssimos para o conhecimento do governo brasileiro, empresas estatais,  grupos empresariais privados  e fundos de pensão, aí incluída a PREVI, que venham a se associar a investidores chineses em projetos no Brasil.
A respeito do assunto, tive a grata surpresa de receber um comentário, de 01.11.2017,   do companheiro NORTON SENG, que transcrevo abaixo, onde ele tece considerações muito realistas sobre o tema, em razão de sua experiência de quase 14 anos trabalhando na CHINA:

Norton Seng
Caro Adaí,
Obrigado pelo envio desta interessante matéria.
Estou de saída, mas farei uma pequena e modesta ressalva. Como você sabe, trabalhei e habitei na China continental mais de 13 anos e meio.
Elaborei, no período, centenas de relatórios sobre aquele país e seu vasto e complexo mercado.
Além de dezenas, dezenas, de palestras sobre a China e seus parceiros. Em especial, do Sudeste Asiático.
O que ocorre mesmo é que se trata de uma ‘estória’ a afirmação que corre entre executivos brasileiros de que “existem cursos especializados em orientar executivos para fazer negócios com empresários chineses" (uma forma de fornecer 'diplomas' e de jogar dinheiro nas mãos de alguns espertos) pois, na verdade, o que ocorre mesmo é que os chineses são, isso sim, profissionais. Técnicos competentes formados por uma maioria de engenheiros que também se encontram em postos-chave dirigindo o país e as suas maiores empresas.
São essencialmente pragmáticos. Hábeis negociadores e que, por vias claras e muito mais obtusas e secretivas, seduzem com facilidade impressionante os seus despreparados contendores negociais.
E ainda mais quando se trata do Brasil.
Um país tão cheio de discursos estéreis e de 'especialistas' que se julgam os 'reis da cocada preta' e que, assim, entregam por preços ridículos os melhores e maiores ativos nacionais.
E não só aos chineses, mas, também, como os sobejos fatos comprovam, aos demais compradores internacionais que, no Brasil, jocosa e estupidamente são chamados pelos nossos imbecis governantes e negociadores como 'investidores'. Afinal, tristemente, eles não vêm aqui como investidores, mas, sim, como compradores dos bens nacionais.
E, como disse antes, por preços irrisórios. Ridículos mesmo.
E segundo as informações que foram divulgadas à época, o nosso fundo de pensão jogou nas mãos de um grupo chinês (representados por um chinês que sumiu e ninguém sabe onde anda...) algumas centenas de milhões de reais no caso de 'investimento' da Invepar. Milhões que evaporaram no ar e, como de hábito, "não se fala mais no assunto".
Enfim, são tantos os outros maus negócios, uma lista imensa, mas que, como de hábito e é tão sordidamente usual no Brasil, ficam na gaveta do esquecimento.
Esperanças no futuro do Brasil? Segundo os aberrantes, imorais, surrealistas e repetitivos casos, em especial nestas últimas 6 décadas, quem as poderia ter?

Abraços,

NORTON SENG

Considerações deste blogueiro sobre os comentários do colega NORTON SENG:

Primeiramente, fico gratíssimo ao companheiro e amigo NORTON SENG por honrar este blog com seu tão esclarecedor comentário.
Como afirmei no artigo anterior, e corroborando as palavras de NORTON SENG, os chineses são negociantes habilidosíssimos. São profissionais de primeira linha.
No BRASIL, temos cursos que preparam altos executivos para negociar com chineses.
Se tais cursos são inúteis, fica a critério dos que receberam os “canudos”. Mas penso que esses treinamentos sempre agregam conhecimentos valiosos.
Para quem se propõe a negociar com chineses, sejam empresários ou funcionários do governo, qualquer informação adicional sobre o “Planeta CHINA” é importante.
É preciso deixar claro e aí, eu e NORTON SENG voltamos a concordar, que os chineses vêm aqui para fazerem bons negócios e obterem a maior margem possível de lucros em seus investimentos.
Dentro da visão de qualquer investidor, em qualquer lugar do mundo e em qualquer área, esses são princípios básicos a serem seguidos.
Por isso, discordo de NORTON SENG, e considero que, apesar de não ser governante e nem me considerar “imbecil”, os chineses que vêm fazer negócios no BRASIL, são, de fato, Investidores.
Se os negócios são atraentes ou não, é uma apreciação de cada uma das partes que estão avaliando as perspectivas da negociação.
É importante lembrar a máxima de que “negócio só é bom quando é bom para todas as partes”.
Na minha visão, e sempre respeitando o contraditório, penso que esses investimentos abrirão empregos em massa, pagarão impostos ao estado, e ampliarão a oferta de bens no mercado interno, abaixando os preços pela concorrência.  
Quando forem produtos para exportação trarão divisas para o Brasil.
Quanto ao destino a ser dado aos impostos arrecadados, esse não é um problema que deva e nem possa ser resolvido pelos chineses.
É um assunto inteiramente nosso. Somos nós que devemos cobrar isso aos políticos que elegemos.
Não cabe aos chineses fazer o nosso dever de casa, digo erradicar o alarmante nível de corrupção entre políticos, fazer cessar a violência que assola o país, prestar boa assistência de saúde e dar educação de alto nível aos cidadãos.
Essas são tarefas de Hércules que cabem inteiramente a nós, brasileiros, enfrentar.
Não devemos esperar qualquer interferência nessa área por parte de investidores externos, sejam eles chineses ou de qualquer outra nacionalidade. 
Cabe a eles -  sim – avaliarem  esses aspectos quando de seus investimentos no BRASIL, além de terem de encarar uma burocracia governamental ultrapassada e emperrada, extorsão por parte de agentes públicos inescrupulosos,  baixa produtividade, desmazelo, despreparo e incompetência da mão de obra local,   e outros problemas próprios de nosso país.
Quanto ao mau negócio (negócio ou arapuca ??) com a INVEPAR, citado por NORTON SENG, esse não passa de mais um, entre tantos outros projetos inúteis e mal elaborados, de interesse de políticos, que só foram implementados em razão de gerarem propinas, favores e desvios de toda ordem.
Acabaram jogando o BRASIL na atual situação de falência generalizada.
Apesar de tudo isso, me considero um otimista obstinado e incorrigível.
Penso que temos qualidades extraordinárias que nos capacitam a mudar e evoluir como seres humanos, para sairmos do buraco em que o Brasil foi colocado, e sermos bem-sucedidos como povo e como país.
Esse é o objetivo comum de todos os brasileiros, a despeito da diversidade de opções ideológicas e de erros nas nossas escolhas   de políticos e de governantes.
Apesar de tudo que está ocorrendo, estamos em pleno processo de mudança.
Todos os índices da economia atestam isso.
Em determinados momentos poderemos resvalar e ter um momentâneo recuo. Mas temos a capacidade e a sabedoria de reencontrar o caminho para nossa redenção.
Em relação à CHINA, país em que depositamos a esperança de que nos beneficie com vultosos investimentos, finalizamos este arrazoado, reproduzindo adiante, o artigo “Novas ideias na CHINA”, do Sr. LI JINZHANG, embaixador da CHINA no BRASIL, publicado no jornal O Globo, em 26.10.2017, em que ele transmite sua visão do processo de transformação pelo qual passa a CHINA, em que XI JINPING foi entronizado como o supremo dirigente daquele país para o próximo quinquênio, no XIX Congresso do Partido Comunista  Chinês (PCC).

ADAÍ ROSEMBAK
Associado da AAFBB, ANABB e ANAPLAB

Entrevista de DAVID SHAMBAUGH, Professor da GEORGE WASHINGTON UNIVERSITY, que veio ao Brasil em 24.10.2017, para ministrar palestra no CEBRI – CENTRO BRASILEIRO DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS.

“PROBLEMA DA DÍVIDA CHINESA PODE SER O MAIS PERIGOSO”

“UM CINTURÃO, UMA ROTA’ É O PROJETO DE CONSTRUÇÃO MAIS AMBICIOSO DA HISTÓRIA DA HUMANIDADE”

Entrevista dada ao jornalista RENNAN SETTI, e publicada em 22.10.2017, no jornal O GLOBO.

Jornalista - O senhor notou alguma mudança substancial no discurso de XI JINPING no Congresso do Partido Comunista, na semana passada?

Professor DAVID: No geral, achei o discurso de XI JINPING uma reafirmação de várias outras declarações políticas.
Mas também houve novidades, particularmente no que diz respeito ao seu desejo de aumentar o papel da CHINA no mundo e transformá-la em uma potência global.
Ele priorizou claramente a liderança do Partido Comunista em tudo.
Ele também admitiu alguns desafios que a CHINA ainda enfrenta – pobreza, estratificação social, meio ambiente e corrupção.
Mas o discurso foi notável por causa da visão confiante que XI manifestou sobre o futuro da CHINA.

Jornalista - XI chamou a iniciativa “Um Cinturão, Uma Rota” o “projeto do século”. No que ele consiste?

Professor DAVID: “Um Cinturão, Uma Rota” é, de longe, o projeto de construção e desenvolvimento mais ambicioso da história da humanidade e resultará em um gasto estimado entre US$ 12 trilhões e US$ 14 trilhões em dez anos. A ideia básica é construir vários tipos de infraestrutura – trem de alta velocidade, estradas, portos, redes elétricas, banda larga, parques industriais, etc. – da Ásia ao Norte da Europa. Ele vai seguir dois caminhos: o primeiro através da Eurásia (Ásia Central) e o segundo, do Sudeste asiático, passando pelo Sul da Ásia e pelo Norte da África e pelo Sul europeu.

Jornalista - Essa iniciativa terá impacto na América Latina?

Professor DAVID: Até onde sei, a América Latina não deve ter nenhum papel nesse projeto. Mas os chineses têm dito recentemente que é uma iniciativa global. Então, quem sabe?
Eu a considero muito positiva, e espera-se que ela leve a vários países um desenvolvimento de infraestrutura há muito tempo necessário.
Sem dúvida, haverá desafios e erros ao longo do caminho. Mas só conseguiremos avaliar os sucessos e fracassos do plano daqui a uns cinco anos.

Jornalista - Quais efeitos a mudança de narrativa chinesa, que passou a apresentar o país como uma grande potência mundial, terá, especialmente quando os EUA, sob DONALD TRUMP, parecem desempenhar um papel mais isolado?

Professor DAVID: A retórica de XI e o papel cada vez maior da CHINA no mundo são notáveis.
Mas isso é ainda mais notável dada a mentalidade isolacionista de TRUMP e seu desapego ao compromisso americano, de longa data, de multilateralismo e engajamento no restante do mundo.
Os EUA sob TRUMP estão criando, muito infelizmente, um vácuo que a CHINA poderia preencher. A questão é: ela fará isso?
Tenho minhas dúvidas, por várias razões. Muitos países estão desconfortáveis com a CHINA, e isso servirá para limitar a influência global da CHINA.

Jornalista - Muitos analistas estão preocupados com o alto nível de endividamento da CHINA. Como o senhor tem visto a economia chinesa hoje?

Professor DAVID: A CHINA tem desafios econômicos significativos hoje.
Entre eles estão: o problema da dívida; a supercapacidade industrial; a necessidade de reestruturação do setor industrial, particularmente a reforma das estatais; a inexistência de reforma do mercado de trabalho e do “hukou” (registro que dificulta a migração de trabalhadores dentro do país); mercados de ações inflados; necessidade de reestruturação do setor financeiro; bolhas imobiliárias; protecionismo e barreira para empresas estrangeiras; e fuga de capitais.
Esses são alguns dos principais desafios econômicos no presente. Todos eles são significativos e estruturais, mas você tem razão, o problema da dívida (agora cerca de 282% do PIB) pode ser o mais iminentemente perigoso.
Mas há várias outras tendências positivas na economia.

Jornalista - Por exemplo?

Professor DAVID: O PIB ainda cresce entre 6% e 7%; a CHINA segue no caminho para se tornar a maior economia do mundo em 2025; o setor privado está liderando o crescimento, com 70% do PIB; há agilização regulatória e redução da burocracia; a CHINA está construindo cidades ecológicas, criando centros de inovação em SHENZHEN, CHONGQING e BEIJING; há a iniciativa “Um Cinturão, uma Rota” e a Parceria Regional Econômica Ampla (acordo de livre comércio entre 16 países da ÁSIA e da OCEANIA). 
Logo, é preciso ter uma visão equilibrada sobre o desenvolvimento da CHINA. Tem notícias positivas e notícias preocupantes.
Mas o principal desafio será controlar o crédito, reduzir a dívida, construir menos infraestrutura e investir em indústrias de valor adicionado e em tecnologia, enquanto se expande o papel do consumo e do empreendedorismo privado e do setor de serviços na economia.

Artigo do Sr. LI JINZHANG, embaixador da CHINA no BRASIL, publicado no jornal O Globo, em 26.10.2017:

NOVAS IDEIAS NA CHINA.

Resultados esplêndidos foram alcançados. O PIB chinês subiu de US$ 8,5 trilhões em 2012 para US$ 12 trilhões, contribuindo para 30% do crescimento mundial

Com as mudanças profundas e fundamentais implementadas ao longo dos últimos cinco anos, a CHINA alcançou amplas realizações, aprofundando a sua interação com o mundo.
Quais são as perspectivas do seu futuro desenvolvimento?
O que vai guiar suas ações?
Qual será a estratégia para governar o país?
A comunidade internacional espera obter uma “sabedoria chinesa” e um “projeto chinês”, bem como uma alternativa inédita rumo à modernização.
O recém-concluído 19º Congresso Nacional do Partido Comunista da CHINA trouxe respostas.
Os Pensamentos de XI JINPING sobre o “Socialismo com Características Chinesas na Nova Era”, incluídos no Estatuto do Partido, servirão como ideologia balizadora do futuro desenvolvimento.
Na ocasião, também foram definidas as metas e as estratégias para o crescimento.
O Politburo e seu Comitê Permanente eleitos após o Congresso constituem um firme núcleo de liderança para a modernização do país.
Nos últimos cinco anos, com trabalhos árduos realizados pelo povo chinês e sob o comando do Comitê Central do Partido Comunista da CHINA com o camarada XI JINPING como núcleo, resultados esplêndidos foram alcançados.
O PIB chinês subiu de US$ 8,5 trilhões em 2012 para US$ 12 trilhões, contribuindo para 30% do crescimento mundial.
Foram concluídas obras como a mais extensa e mais rápida malha ferroviária de alta velocidade, a maior ponte sobre o mar e o maior terminal portuário automatizado.
Além disso, foram lançados importantes programas na área da ciência e tecnologia, como voo espacial tripulado, jato de grande porte e comunicação quântica.
Os pensamentos de XI JINPING para a Nova Era estabelecem oito questões essenciais para o futuro da CHINA como a principal missão, a disposição geral e a principal contradição, além de apresentar 14 diretrizes básicas como persistir na liderança do Partido, no aprofundamento das reformas, nos novos conceitos de desenvolvimento, na implementação do estado de direito, na rigorosa auto governança do Partido.
A diplomacia evidencia as conotações do novo modelo de relações internacionais baseadas em “respeito mútuo, equidade, justiça, cooperação e benefício recíproco”, defendendo uma comunidade de destino comum da humanidade e a construção de um mundo limpo e belo com “paz duradoura, segurança universal, prosperidade comum, abertura e inclusão”.
O desenvolvimento da CHINA encontra-se numa nova posição histórica.
As metas são divididas em dois estágios: entre 2020 e 2035, a CHINA ampliará significativamente seu poder econômico e científico, assumirá uma posição na vanguarda dos países orientados à inovação, modernizará o sistema e a capacidade de governança. De 2035 até meados deste século, a CHINA será um país socialista modernizado, próspero, democrático, ético, harmonioso e belo.
Maiores nações em desenvolvimento dos hemisférios Oriental e Ocidental, a CHINA e o BRASIL vêm se dedicando a aprofundar a confiança política mútua e o entendimento entre seus povos, reforçar a complementaridade de suas estratégias de desenvolvimento e formar uma cooperação sustentável e abrangente.
Tenho plena convicção de que o 19º Congresso do Partido não apenas abrirá um novo capítulo no desenvolvimento da CHINA, como também trará novos impulsos à construção de destino comum dos dois países.