quarta-feira, 16 de setembro de 2020

ANABB em FOCO - 16.09.2020

Caros Companheiros,

 

Troquei algumas ideias pela internet com o colega NORTON SENG, que considero um dos companheiros mais atuantes e brilhantes  na defesa de nossos interesses, sobre a campanha contra a privatização do BB e sobre a estranha operação entre o BB e o BTG Pactual, no valor de R$ 2,9 bilhões e negociada por R$ 371 milhões e que, conforme nota no site da ANABB e informação da Revista FÓRUM, pode render a abusiva fortuna de mais de R$ 1,6 bilhão ao BTG Pactual.

No meio de tanta miséria, tantas dificuldades,  e tantas carências pelas quais atravessa a maioria da população e, com a  COVID-19, que mata tantos brasileiros , chega a ser chocante e revoltante como,  por meio de um mero despacho de   um   diretor do BB, se oficialize  um ato que causa tanta repulsa, tanto impacto e  estranheza ao corpo de servidores do Banco do Brasil,  e que compromete a seriedade, a segurança e a rentabilidade dos negócios do Banco do Brasil S.A., uma instituição com mais de 200 anos e  cuja trajetória tem papel relevante na  história do Brasil.

À medida que  as investigações avançam para se deslindar esse negócio  estranho, com suspeitas   de dolo e  oportunismo, pela pressa e carência de embasamento legal e técnico, novos elementos vão sendo  descobertos e  analisados para compor  um quadro cheio de   irregularidades e questionamentos  que segue, cada vez mais,  se avolumando e repercutindo na mídia.

Adiante, reproduzo novo artigo publicado no site da ANABB, de 14.09.2020, intitulado “Analista de mercado diz que BTG Pactual pode lucrar mais de R$ 1,6 bi na operação com BB.”

Mais uma vez  enaltecemos o espírito aguerrido da ANABB, liderada por seu presidente, REINALDO FUJIMOTO,

                                      


que tem tomado a frente para colocar às claras essa mal explicada operação, atender aos pedidos  de esclarecimentos da mídia, auxiliar   nas denúncias de membros do Poder Legislativo, e solicitar  explicações e medidas saneadoras das autoridades competentes, principalmente do Poder Judiciário, Banco Central, CVM-Comissão de Valores Mobiliários, MPF-Ministério Público Federal e TCU-Tribunal de Contas da União, entre outros.

Caro NORTON SENG, 

                                     


esse é o caminho.

Lamentos não levam a lugar algum. 

Temos de ser atuantes nas denúncias e nos alertas para colocar ordem nas coisas, preservar não só o Banco do Brasil, mas também o seu povo e o país como um todo.

 

Boa Leitura!

 

Grande abraço

 

ADAÍ ROSEMBAK

Associado da AAFBB e ANABB



ANABB

Analista de mercado diz que BTG Pactual pode lucrar mais de R$ 1,6 bi na operação com BB.

Informação foi publicada em reportagem da Revista Fórum, que cita também o trabalho da ANABB para tornar a negociação mais transparente.


Em 14.09.2020 às 09:41Compartilhe: 

A venda de uma carteira de crédito em dívidas do Banco do Brasil ao BTG Pactual, avaliada em R$ 2,9 bilhões e negociada por R$ 371 milhões, segue repercutindo na imprensa.

A Revista Fórum publicou reportagem em que cita a avaliação de um analista do mercado financeiro de que a carteira tem potencial de recuperação de 70% do seu valor total.

A venda ao BTG alcançou menos de 13% desse valor.

Conforme o analista de mercado ouvido pela revista, a maior parte da carteira de crédito se refere a dívidas oriundas de financiamentos imobiliários obtidos por ex-funcionários do próprio Banco do Brasil, que deixaram a instituição em Programas de Demissão Voluntária (PDVs) nos anos 1990 e início dos anos 2000.

Este tipo de dívida permite que, em caso de inadimplência, os imóveis sejam retomados pelo agente financeiro para quitação dos empréstimos.

A ANABB vem acompanhando com muita atenção a negociação entre BB e BTG Pactual e tem adotado ações para dar transparência à operação, de modo a avaliar sua legalidade e evitar prejuízos à instituição e aos acionistas. 

Essas ações têm recebido destaque na imprensa, inclusive na reportagem da Fórum.

São os casos, por exemplo, do pedido de esclarecimentos ao BB e das solicitações feitas ao Tribunal de Contas da União (TCU), à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e ao Banco Central (BC), para que examine se houve ampla concorrência na operação e se os valores estão de acordo com os praticados no mercado.

A Associação recebeu recentemente uma informação confidencial de um fundo que atua no segmento de cessão de carteiras de crédito, o qual questiona a gestão do Banco do Brasil por ter apresentado o negócio a apenas quatro empresas especializadas, entre as quais teria sido escolhida a melhor proposta de pagamento.

Conforme o fundo que realizou a denúncia, é praxe no mercado a negociação de carteiras significativas como a adquirida pelo BTG por meio de leilão.

Além disso, haveria mais de 20 empresas atuantes nesse segmento de mercado, incluindo fundos internacionais, e não apenas quatro.

A fonte ouvida pela Revista Fórum em sua reportagem garantiu ter avaliado a carteira negociada entre BB e BTG Pactual nos últimos anos.

Caso sua análise esteja correta, o banco BTG poderia obter cerca de R$ 2 bilhões com os negócios existentes na carteira – um lucro de mais de R$ 1,6 bilhão, tendo como referência o valor pago.

O mesmo analista citado pela revista disse que o BTG tem interesse em outras duas carteiras de crédito do Banco do Brasil, avaliadas em cerca de R$ 1,6 bilhão cada, e que atualmente estão entre os ativos da Previ.

A operação do BB com o BTG foi a primeira de uma carteira de crédito para uma empresa que não integra o conglomerado Banco do Brasil.

A ANABB seguirá acompanhando o assunto e informando seus associados sempre que houver novos fatos. 

Leia a íntegra da reportagem da Revista Fórum.

#nãomexenoBB. É do Brasil. É dos Brasileiros.

 

SAIBA MAIS

Fundo denuncia falta de transparência na venda de carteira de crédito do BB ao BTG Pactual.

Imprensa destaca atuação da ANABB para esclarecer operação entre BB e BTG Pactual.

Renúncia de Rubem Novaes e venda de carteira ao BTG Pactual seguem repercutindo na mídia.

Em resposta à ANABB, BB informa sobre a carteira negociada com BTG Pactual.

ANABB faz nova ofensiva em defesa do BB como empresa pública

 

Fonte: Agência ANABB

 

quarta-feira, 9 de setembro de 2020

ANABB em FOCO - 09.09.2020

Caros Companheiros, 

Estamos engajados em uma guerra na defesa do Banco do Brasil.

E, de fato, nunca como agora, o Brasil e o Banco do Brasil foram tão atacados por vis interesses oportunistas, que só causam prejuízo ao Brasil e seu povo.

A defesa do lado social do Brasil, aí incluídos os fatores básicos como a saúde, a educação, a alimentação, a moradia e a segurança, são, erradamente, considerados por esses incondicionais defensores   do liberalismo, aspectos subjacentes de um processo de enriquecimento (será também   de crescimento ?)  que começaria pelas categorias mais abastadas, e que só atingiria as necessidades mais primárias dos menos favorecidos quando as classes mais favorecidas fossem totalmente saciadas e algo sobrasse, como migalhas de pão, para os mais pobres.

Mas como aumentar a produção no nível atual de avanço tecnológico?

As empresas precisam ter funcionários bem educados, bem alimentados, com boa saúde e com sobrevivência digna para que possam estar aptos a lidarem com sucesso  com tecnologia avançada na robótica e na TI.

Mesmo a atual agricultura, precisa de trabalhadores habilitados no manejo de equipamentos agrícolas altamente complexos.

As fábricas que produzem esses equipamentos também se utilizam de robôs com tecnologia avançada que, por sua vez, são programados e operados por pessoal técnico cada vez mais qualificado e especializado.

Tudo mudou, tudo se sofisticou, tudo ficou mais complexo, o mundo é outro.

Os sofismas que há pouco tempo pontificavam nos currículos das mais renomadas universidades e obras técnicas perderam o sentido.

É o caso do fordismo e do taylorismo que hoje são princípios abominados.

Hoje a prioridade na contratação de um operário é a criatividade, é a iniciativa, é a capacidade de lidar com a complexidade de problemas, liderança e comando.

Não é a velocidade no ato manual, é a interpretação e solução de um problema na tela de um computador.

Essas são premissas que vão estar cada vez mais presentes nas empresas atuais.

Este escriba, por exemplo, não teria mais espaço  em uma empresa se dependesse da velocidade em uma prova de datilografia.

Por isso, não dá para esperar as classes mais favorecidas serem completamente saciadas para só então se lembrar de atender às necessidades básicas dos menos favorecidos como educação, saúde, alimentação e moradia.

Já se disse que a fome é a mãe de todas as guerras.

Será que os doutores formados pela Universidade de Chicago e que ora estão no comando da economia brasileira se esqueceram ou atentaram para esse detalhe?

Me pergunto como um Ministro da Economia tem o despudor de propor a diminuição de R$ 600,00 para R$ 300,00 a ajuda de custo para um desempregado nestes tempos bicudos e de coronavirus.

É aí que entra o papel social do Banco do Brasil.

O BB responde por 60% do financiamento agrícola, da pecuária e da piscicultura.

São universos absolutamente distintos e   especializados da atuação bancária.

O Banco do Brasil faz a união da tecnologia de ponta  da  TI, na agricultura, na pecuária e na piscicultura, bem como   no fomento, fortalecimento e no financiamento dessas áreas.

Tudo isso é parte de um imenso e complexo sistema bancário, que mescla financiamentos a defensivos agrícolas, alimentação animal especializada, remédios,   veterinária própria de cada segmento, alojamento e defesa contra intempéries da natureza, preservação e guarda de produtos agrícolas, silos, transportes, etc.,  etc.

O financiamento à agricultura, à pecuária e à piscicultura em um país continental como o Brasil é apenas uma das múltiplas funções do Banco do Brasil.

Existem ocorrências e períodos em que a agricultura, a pecuária e a piscicultura dão prejuízo tanto a produtores como ao próprio BB.

O BB tem de ser forte o suficiente para socorrer a agricultura, a pecuária e a piscicultura quando a natureza não colaborar e causar prejuízos irreversíveis de grande monta.

Essa é uma situação da qual os banqueiros privados sempre quiseram distância.

Para tanto, o BB além de manter setores especializados em constante aperfeiçoamento e treinamento, também precisa atuar em áreas em que possa ser mais lucrativo, justamente para cobrir os prejuízos na chamada área agrícola (que engloba a pecuária e a piscicultura), e na sua atuação social em todo o Brasil.

É o caso, por exemplo, da   empresa BB DDTVM (BB Gestão de Recursos – Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A.),altamente lucrativa e que atinge todo o Brasil.

O Banco do Brasil também se projeta, com sucesso, no setor de seguros, apoio e financiamento à indústria, comércio, serviços, educação, saúde, agronegócios, empresas de apoio e fomento a atividades públicas, etc.

Repito as palavras de um  amigo observador e cliente do setor da pecuária e que, embora analfabeto, era rico e  conhecedor da realidade bancária e brasileira,  dizia que,  no Brasil,   o BB atua  como um grande polvo, cujos tentáculos alcançam todo o território nacional.

Por tudo isso, elogiamos e apoiamos o lançamento da Campanha “NÃO MEXE NO BB. É DO BRASIL. É DOS BRASILEIROS.”

É o segmento da Campanha “NÃO MEXE NO MEU BB”.

É preciso que cada um de nós, pessoalmente, junto a cada cidadão e junto aos nossos representantes no Poder Legislativo, desenvolvamos esforços de esclarecimento para impedir que, em nome de uma equivocada campanha de privatização,  que só virá empobrecer o povo e prejudicar a economia do país, o BANCO DO BRASIL não seja privatizado por inteiro e nem aos pedaços.

Não podemos deixar de enaltecer o papel que a   ANABB – ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS FUNCIONÁRIOS DO BANCO DO BRASIL, liderada pelo seu Presidente REINALDO FUJIMOTO, 

                                       


tem tomado à frente de uma contínua, esclarecedora  e corajosa campanha de esclarecimento e de ações junto a membros do PODER LEGISLATIVO, da mídia e da opinião pública em geral,  na defesa do BANCO DO BRASIL.

Adiante reproduzimos o artigo “ANABB faz nova ofensiva em defesa do BB como empresa pública.”, publicada no site da ANABB em 08.09.2020.

 

Boa Leitura !!

 

E vamos à Luta !!  Vamos defender o BB !!

 

ADAÍ  ROSEMBAK

 

Associado da AAFBB e ANABB 

 

ANABB

“ANABB faz nova ofensiva em defesa do BB como empresa pública.”

Vamos mostrar a força do nosso exército. Use a hashtag em suas postagens: #nãomexenoBB 


Em 08.09.2020 às 16:42. Compartilhe:  


Nos últimos anos, as autoridades econômicas têm feito uma ofensiva para privatizar o Banco do Brasil ou vender partes do conglomerado.

É hora de virarmos o jogo.

Por isso, a ANABB tomou a iniciativa de retomar a campanha em defesa do Banco do Brasil e contra a ofensiva de privatização do Banco ou venda de partes do conglomerado.

Nesta nova fase em defesa do BB, queremos abraçar e envolver toda sociedade.

Por isso, a atuação da ANABB terá um conceito ainda mais amplo:

“NÃO MEXE NO BB. É DO BRASIL. É DOS BRASILEIROS".

O objetivo é sensibilizar o novo presidente do Banco sobre o papel do BB na economia – papel que tem sido negligenciado – e ressaltar que o trabalho duro dos funcionários faz do BB uma empresa lucrativa, útil e sólida.

É fato: o Banco do Brasil é imprescindível na retomada da economia, na oferta de crédito, no fortalecimento da agricultura e no fomento a tecnologia e a infraestrutura.

Além de contar com a adesão de cada associado, funcionário da ativa e aposentado, a campanha “#não mexe no BB. É do Brasil. É dos Brasileiros”, será ampliada no sentido de dialogar com a sociedade e com os setores produtivos da indústria comércio, serviços, agronegócios, empreendedores e grupos sociais com afinidades à causa do fortalecimento das empresas públicas.

A campanha vai até 12 de outubro, quando o BB completa 212 anos de existência.

Essa é mais uma oportunidade para a ANABB reiterar o posicionamento de defesa firme do BB como banco público e competitivo no mercado, sem desfazer de nenhum ativo e sempre tendo o CONGRESSO NACIONAL como fórum legítimo de decisão sobre o patrimônio público.  

A campanha também terá o envolvimento do Legislativo, com a participação de líderes partidários e integrantes da Frente Parlamentar Mista em Defesa dos Bancos Públicos.

Divulgue, compartilhe, curta, comente e vamos levar nossa causa para todos os brasileiros.

“É hora de uma ofensiva para lembrar o potencial do BB e sua história de compromisso econômico-social com o País”, reforça o presidente da ANABB”, REINALDO FUJIMOTO.

OBJETIVOS 
Não mexe no BB. É do Brasil. É dos Brasileiros:

  • Defesa do fortalecimento do BB como banco público.
  • Defesa do papel ativo do BB no momento econômico do País.
  • Rejeição a quaisquer iniciativas de venda de partes estratégicas do BB (BB DTVM, por exemplo).
  • Ênfase na força do BB: presença no País, no mundo, número de clientes, crédito para o setor produtivo, notadamente para as atividades agropecuárias, atuação em projetos regionais de sustentabilidade, governança, responsabilidade social e qualificação dos funcionários.

ENTRE NESSA LUTA CONOSCO 
Precisamos da sua mobilização.

Mostre nas redes sociais que você defende o Banco do Brasil.

São 212 anos de história e contribuição para o desenvolvimento do País.   

COMO PARTICIPAR

Vamos mostrar a força do nosso exército. Use a hashtag em suas postagens: #nãomexenoBB 

Post fotos, conteúdos e mostre que o BB ajuda o Brasil a progredir. Hoje e no futuro!

  • Acompanhe nossas redes sociais
  • Compartilhe nossos conteúdos
  • Use nossa hashtag em suas postagens: #nãomexenoBB 
  • Divulgue para amigos e familiares

Fonte: Agência ANABB



sexta-feira, 28 de agosto de 2020

ANABB em FOCO- 28.08.2020

Caros Companheiros,

Já estava, desde 25.08.2020, com um artigo semipronto para lançar ontem neste blog mas, logo depois do café da manhã,  dei uma lida dinâmica nas notícias dos jornais, nos blogs e nos sites das associações.

Quando acessei o site da ANABB, me deparei com o artigo “Desconfiança do mercado com o IRB BRASIL que se agrava com atuação da SUSEP”, que me causou um verdadeiro choque.

Reli o artigo, até conseguir dimensionar a profundidade e a gravidade do assunto.

Parecia obra de ficção.

Era difícil de acreditar que tudo aquilo estivesse ocorrendo.

A manchete da mídia, até então, era a união dos maiores grupos criminosos do RJ, BA e SP para formarem um cartel com o intuito de  explorar as atividades criminosas mais rentáveis em escala empresarial.

Agora  isso é notícia sem importância,  de rodapé de jornal,  se comparada  a esse gigantesco escândalo financeiro na SUSEP, que atinge a BOLSA DE VALORES, investimentos externos e outras áreas, e que mobiliza, entre outros órgãos de fiscalização, o TCU (TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO) e o MPF (MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL).

A própria SUSEP (SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS), órgão estatal que teria a função de FISCALIZAR o setor, está sendo investigada desde junho, pelo TCU (TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO) por envolvimento em irregularidades.

Agora, o MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL (MPF) também aponta a abertura de uma nova investigação em relação à atuação da SUSEP nesse esquema criminoso. 

A própria Superintendente da SUSEP, SOLANGE VIEIRA, está sendo alvo dessas operações investigativas.    

Além da SUSEP, o artigo atinge o BANCO DO BRASIL com a nota “TCU investiga transação entre o BTG PACTUAL e o BB”.

Sobre esse assunto, transcrevo adiante o   “Comunicado ao Mercado”, de 01.07.2020, firmado pelo Vice-Presidente de Gestão Financeira e de Relações com Investidores do BB, Sr. CARLOS HAMILTON VASCONCELOS ARAUJO, alvo de investigação pelo TCU (TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO) e que foi  denunciado pelo Presidente da ANABB, REINALDO FUJIMOTO

                                       


, no site da associação.

Para acessar o “Comunicado ao Mercado de 01.07.2020, APERTE AQUI.

Para acessar a denúncia do Presidente da ANABB, REINALDO FUJIMOTO, de 02 de julho de 2020 - ANABB/ PRESI – 077/2020, APERTE AQUI.

Em tentativa de justificar essa estranha negociação entre o BB e o BTG PACTUAL, a Diretoria de Reestruturação de Ativos Operacionais do BANCO DO BRASIL, publicou o Ofício DIRAO 2020/23, de 19.08.2020, em que o BB tenta dar uma justificativa plausível para esse acordo que causou tanto impacto.

Para acessar o Ofício DIRAO 2020/23, de 19.08.2020, APERTE AQUI.

Com certeza o TCU (TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO) examinará esse documento com todo o apuro e profundidade.

No que tange ao assunto, já que o Sr. RUBEM NOVAES, 

                                         


quando do anúncio de sua saída do BB, fez críticas genéricas na mídia sobre o comportamento daninho e inescrupuloso  de pessoas dentro do Governo e disse que “tem muita gente com rabo preso trocando proteção” em Brasília, acrescentou que “tudo começou na reeleição de Fernando Henrique Cardoso” e “piorou muito nos anos do PT com mensalões e petrolões”.  

Por fim, disse que esse ambiente foi uma das razões apontadas para ele, RUBEM NOVAES, deixar o cargo.

Para acessar essa matéria, APERTE AQUI

Considero que, no atual ponto das investigações, seria importante que o Sr. RUBEM NOVAES desse nomes aos bois e apresentasse provas dessas ocorrências.

Lembre-se do ditado que diz que “não basta uma mulher ser fiel. Ela tem de parecer fiel.”

É importante afirmar que muitos de nós, funcionários da ativa do BANCO DO BRASIL, aposentados (eu incluso) e pensionistas, bem como associações e entidades de nossa área, demos um crédito de confiança ao Sr. RUBEM NOVAES, quando ele assumiu a Presidência do BB.

Então não nos desaponte.

Esta é a hora de botar a boca no trombone e apontar esses personagens deletérios que o cercavam.

Lembre-se que esses não terão a menor piedade e respeito à sua pessoa.

Serão eles que o jogarão na fogueira, se necessário for.

Aí vai uma constatação:

“Não há como fugir da situação em que se encontra”.

Por fim, a última dica:

“Enfrente o problema de frente e com altivez, tenha dignidade, conte tudo e seja leal com os colegas do BB.”

Boa Sorte.

 

Como surpresa adicional, no mesmo Comunicado da ANABB de 25.08.2020, é publicada a nota “BANCO DO BRASIL quer reduzir PLR (Participação nos Lucros e Resultados) do programa próprio”, sobre tentativa de retirada de direitos dos trabalhadores por parte do Ministro da Economia PAULO GUEDES.

 

Desculpamo-nos junto aos companheiros que acessam este blog, pela extensão do artigo.

Não existe outra forma de colocar tudo às claras pois, como diz o conhecido adágio, “o diabo se esconde nos detalhes”.

Boa Leitura!!

 

ADAÍ ROSEMBAK

Associado da AAFBB e ANABB

 

ANABB

Artigo publicado em 25.08.2020, às 06.00h, no site do jornal “A TARDE”:

                                     



“Desconfiança do Mercado com o IRB BRASIL se agrava com atuação da SUSEP”

 

Às vésperas de divulgar o balanço do segundo trimestre, no próximo dia 28 de agosto, o IRB Brasil Resseguros (IRBR3) enfrenta a desconfiança do mercado após ter, em 2020, um dos piores anos de sua história. Situação que foi agravada pela atuação da Superintendência de Seguros Privados (Susep) - órgão estatal que tem a função de fiscalizar o setor.

 

Atuação essa que levou o Tribunal de Contas de União (TCU) a investigar, desde junho, a existência de irregularidades na Susep. Agora, também o Ministério Público Federal (MPF) sinaliza a abertura de uma nova investigação. Entre os alvos dessas apurações está a superintendente da Susep, Solange Vieira.

 

Apesar desse quadro, na última sexta-feira, as ações ordinárias da IRB Brasil lideraram os ganhos do Ibovespa, com uma alta de 9,99%. Mas, os analistas recomendam muita cautela já que as perspectivas para a empresa são cada vez mais incertas.

 

Isso em razão de uma peculiaridade do IRB Brasil. Apesar do bom desempenho na venda de ações no pregão de sexta, os papéis da IRB também foram os mais alugados nesse mesmo dia. Isso significa que boa parte dos investidores aposta mesmo é na queda do ativo da empresa.

 

Quando calculada a relação entre o número de ações em circulação no mercado e a quantidade de papéis alugados, chega-se a um total de 17% para a IRB, bem acima de outros ativos como Ecorodovias ON, que ocupa o segundo lugar do ranking com 13%, mesma quantidade de Usiminas PNA.

 

Os números de aluguel de ações são calculados a partir da análise dos papéis negociadas BTC (Banco de Títulos CBLC) - uma operação em que investidores doam seus ativos para outros investidores.

 

Estes, que recebem o ativo, desejam apostar na baixa destes papéis. Assim, o cálculo é feito considerando que, quanto mais ações estão sendo doadas (ou tomadas) para aluguel em relação ao total de papéis em circulação no mercado, maior a probabilidade de que o mercado esteja apostando em massa no recuo de um ativo.

 

Nesta segunda-feira, 25, mais uma má notícia para empresa: a Squadra Investimentos divulgou uma carta reafirmando sua aposta em queda das ações do IRBR3. De acordo com a gestora, a nova administração do ressegurador tem tomado decisões voltadas para o crescimento ao invés de “encolher e reestruturar”.

 

Essa é a terceira carta da Squadra falando sobre problemas na IRB este ano. Em fevereiro, a gestora questionou a rentabilidade apresentada pelo ressegurador. Os documentos desencadearam uma série de eventos na empresa que culminaram com a troca da gestão e o aumento de capital.

 

Papel da Susep

 

Como a Susep contribuiu para essa aposta na queda do ativo do IRB Brasil? Durante todo ano, o IRB Brasil foi alvo de escândalos envolvendo sua contabilidade e principais executivos. Mas, apesar de ser o regulador primário do setor de resseguros, a Susep não emitiu nenhuma manifestação diante das notícias e relatórios que apontavam fraude no ressegurador.

 

O primeiro grande “alerta” das fraudes na contabilidade e na gestão do IRB Brasil foi justamente dado pela Squadra, em novembro de 2019. No relatório de fevereiro, a Squadra se baseou no balanço do ano de 2019 da empresa. Segundo o documento, os números apresentados pelo IRB o colocavam em patamar superior ao de resseguradoras maiores, presentes em países com mercados mais pujantes e mais desenvolvidos.

 

Depois veio escândalo de proporções internacionais. Falsas informações divulgadas à imprensa especializada de que o bilionário americano Warren Buffet teria adquirido participação relevante no ressegurador brasileiro - tudo com o intuito de inflar artificialmente o valor das ações, acabaram levando à queda dos principais executivos da companhia em março de 2020.

 

A nova gestão que assumiu o IRB Brasil também submeteu a empresa a auditorias que descobriram fraudes na contabilidade da gigante do mercado de resseguros. Mas foi apenas em maio deste ano que a Susep decidiu “intervir na gestão”, impondo uma direção fiscal. Nenhum dos problemas jamais havia sido identificado nas fiscalizações habituais da Susep, cuja obrigação é acompanhar de perto esse mercado altamente concentrado.

 

Mesmo enquanto os escândalos se multiplicavam no noticiário, a Susep continuava paralisada diante dos problemas divulgados, sem que a superintendente do órgão pudesse alegar desconhecimento. Isto porque os laços que a família de Solange Vieira possui com o IRB Brasil Re são fortes e antigos. O esposo dela, Rogério Muniz Costa Acquarone, foi gerente jurídico do IRB por mais de seis anos (2005-2011).

 

A rigorosa auditoria interna da nova direção da IRB apontou ações fraudulentas de ex-dirigentes e manobras contábeis ilegais. A apuração forçou a revisão do balanço de 2019 da companhia. A auditoria levantou suspeita ainda de que membros da alta administração do ressegurador teriam causado prejuízos de até R$ 70 milhões com a venda irregular de imóveis do IRB.

 

Tais irregularidades só vieram à tona graças a dois processos abertos, em maio deste ano, pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para apurar irregularidades nas demonstrações financeiras e conflito de interesses nas negociações de ações e as providências adotadas pela nova gestão da companhia.

 

Mudança de rumo

 

A Susep acompanhou à distância, durante meses, a crise na empresa. Enquanto isso, as ações do IRB cotadas em cerca de R$ 37, em novembro de 2019, após o escândalo envolvendo Warren Buffet, chegaram a meros R$ 8 - até então o menor valor histórico.

 

Mas, em maio deste ano, a Susep subitamente anunciou com alarde, na sua página na internet, que estava impondo direção fiscal ao IRB – o que contribuiu para que as ações da empresa despencassem ainda mais. Foi a primeira vez que a Susep fez isso em sua história.

 

Dessa forma, a impressão inevitável para muitos no mercado foi de que a Susep agia no sentido de aumentar a turbulência e não de buscar equilíbrio para o setor. Isso em razão de, no meio do furacão que atingiu a maior resseguradora do mercado brasileiro, o BTG Pactual participar de uma ousada aposta na queda das ações da empresa, investindo alto no “aluguel de ações” para tentar faturar com a crise que atingiu o IRB Brasil.

 

O jornal Estado de S. Paulo revelou que o BTG foi um dos principais detentores de papéis alugados do IRB Brasil. Isso num universo em que foram alugados cerca de 100 milhões de papéis da empresa, uma máxima histórica, em uma operação que envolveu cifras nas casas dos bilhões de reais.

 

Para um aporte nesta proporção, o investidor precisa ter absoluta certeza de que a ação estará mais barata do que o valor da data do aluguel. O que só aumenta as suspeitas em relação a atuação da Susep e a operação deflagrada pelo BTG Pactual.

 

Analistas veem investimento na empresa como sendo o pior

 

O IRB Brasil RE é considerado atualmente pelos analistas o pior investimento em renda variável do país. Para entender como a companhia chegou onde está, é importante traçar um paralelo sobre onde estava o IRB Brasil antes da crise e o que aconteceu com o ressegurador.

 

A empresa é especializada em resseguro. Em termos gerais, ele assume o compromisso de indenizar outras seguradoras por prejuízos que possam ocorrer em decorrência de suas apólices. Em troca, recebe parte dos prêmios.

 

Fundada como estatal em 1939, a empresa se chamava apenas Instituto de Resseguros do Brasil. Em 1996 tornou-se uma sociedade de economia mista e passou a se chamar IRB Brasil Resseguros S.A. Em 2007, o IRB perdeu o monopólio de mercado e, em 2013, foi privatizado.

 

Em 2017, a empresa abriu capital. Na época, assumiu a oitava posição entre os dez maiores resseguradores do mundo em valor de mercado.

 

Em 2019, o IRB Brasil era uma das mais desejadas do mercado. Segundo dados da Sabe Invest, a companhia apresentou crescimento consistente de 2016 a 2019, com aumento acumulado do patrimônio de 8,7%, crescimento das receitas em 12,3%, Ebitda (+20,1%) e lucros crescendo 20%.

 

As dívidas da companhia também eram equilibradas, com uma alavancagem de 2,3 vezes o patrimônio. Até 2019, a companhia tinha participação do governo. Em julho daquele ano o BNDES e o BB Seguros se desfizeram da sua participação, que era equivalente a 11,7% da companhia.

 

“A empresa se tornou 100% privada e isso trouxe também uma certa pressão. Hoje podemos avaliar que talvez o governo e o Banco do Brasil não pularam do barco por acaso”, disse Ilan Arbertman, analista da Ativa Investimentos, em entrevista ao jornal Valor Econômico. Em 2020, as ações da companhia tiveram seu pico de preço no dia 22 de janeiro, quando foram vendidas a R$ 44,90.

 

A crise da resseguradora começou no dia 2 de fevereiro de 2020, quando a gestora Squadra divulgou a carta questionando os lucros extraordinários. E a resposta da empresa  não foi considerada satisfatória pelo mercado.

 

 

 

“Em meio ao caos da companhia, no dia 28 de fevereiro, lideranças da resseguradora afirmaram que a Berkshire Hathaway, gestora de Warren Buffet, estaria interessada em investir no IRB”, contou Eduardo Guimarães, especialista em ações da Levante Investimento, ao site  InfoMoney.

 

O otimismo não durou muito. No dia 3 de março, Buffet desmentiu o fato ao mercado. As ações da companhia despencaram para R$ 28 e, depois, para R$ 19,05 com o anúncio de demissões. No dia 21 de março ocorrem mais demissões e a saída de conselheiros. Com isso, as ações deixam o patamar dos R$ 19,05 e tiveram queda livre, para R$ 7.

 

Em  maio, novos problemas surgiram para trincar ainda mais a confiança dos investidores com o anúncio da Susep  de que iria abrir uma investigação contra o IRB. No dia 26 de maio, a CVM abriu um inquérito para investigar o conflito de interesses com a Squadra, e a falta de transparência na divulgação de informações da companhia.

 

Para completar, no dia 29 de maio, as ações foram rebaixadas para A- no rating da AM Best que apresenta os riscos para o investidor.

 

TCU investiga transação entre o BTG Pactual e o BB

 

O BTG Pactual, fundado pelo ministro da Economia Paulo Guedes, tem acumulado problemas e escândalos em sua trajetória. O mais recente foi a aquisição de uma carteira de R$ 2,9 bilhões do Banco do Brasil (BB) por cerca de  R$ 371 milhões. A suspeita levantada por partidos políticos e sindicatos foi justamente a de que o BB vendeu barato demais a carteira de crédito.

 

A operação foi anunciada no início do mês de julho, sob a gestão do então presidente do banco, Rubem Novaes, que entregou no final do mesmo mês o pedido de demissão à  Paulo Guedes.

 

Logo depois de anunciado o negócio, a  Associação Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil (ANABB) pediu ao Tribunal de Contas da União (TCU) que investigasse a operação de venda da carteira de crédito de R$ 2,9 bilhões.

 

Diante das denúncias, o subprocurador-geral do Ministério Público no Tribunal de Contas (TCU), Lucas Rocha Furtado, apresentou  junto ao Tribunal um requerimento pedindo a apuração das irregularidades na venda.

 

Em entrevista ao grupo A TARDE, Furtado explicou que o TCU ainda não começou a apurar o negócio. “A investigação vai ser feita dentro da representação que fiz ao tribunal. A última informação –  e acredito que não tenha mudado –  é que nada aconteceu”, observou.

 

No TCU, o projeto terá como relator o ministro Bruno Dantas, mas segundo a assessoria de comunicação do Tribunal, “ainda não há deliberações” sobre o processo.

 

Para Lucas Furtado, a operação chama a atenção por várias circunstâncias. Primeiro, porque foi a primeira vez que o BB realiza uma cessão de carteira. Na representação, ele também citou a diferença “aparentemente desvantajosa” de ceder créditos de R$ 2,9 bilhões por menos de 13% desse valor nominal –  “o que, no mínimo, pode suscitar questionamento no sentido de se tratar de antieconômico, ou mesmo retratar situação de dano ao erário”.

 

Representação

 

Na representação, o subprocurador-geral também apontou a falta de transparência do BB em detalhar melhor a operação. “Não fica claro se o valor da carteira cedida de R$ 2,9 bilhões é justo, pois o BB não explica qual o tipo da carteira e menciona somente que ela é ‘majoritariamente em perdas’, bem como não resta explicitado qual seria o lucro do BTG na operação”, pontuou.

 

Além da ANABB, a Frente Parlamentar Mista em Defesa dos Bancos Públicos da Câmara, que tem entre seus integrantes o líder da bancada do PT na Câmara,  deputado Enio Verri (PT-PR), também defendeu a apuração do fato.

 

Verri,  juntos com outros  parlamentares do PT – entre eles Zé Carlos (MA), Erika Kokay (DF) e João Daniel (SE) - protocolaram no início do mês contra o ex-presidente do Banco do Brasil, Rubem Novaes, pedindo abertura de inquérito e responsabilização criminal por prejuízo financeiro causado por ele quando ainda estava no comando da instituição.

 

 “Qual a razoabilidade do Banco do Brasil ter alienado essa Carteira de Crédito por 12,8% seu valor estimado quando o próprio conglomerado do BB possui a empresa Ativos S.A. que tem obtido taxas de retorno e sucesso da ordem de 23% segundo o balanço de 2019 do próprio Banco do Brasil?”, questionou Enio Verri.

 

Os deputados apresentaram ainda o argumento do diretor executivo da Associação Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil, João Fukunaga, de que a transação realizada pelo ex-presidente do Banco do Brasil foi péssima para a instituição.

 

“A Ativos (S.A.) consegue compor mais um novo patrimônio em praticamente quatro anos. É uma empresa que dá uma excelente rentabilidade ao BB, e não faz sentido ceder uma carteira para um fundo privado. Há muito ainda o que ser explicado sobre esse episódio e ainda sobre uma suposta concorrência com quatro empresas especializadas divulgada à mídia pela direção do banco logo após a repercussão do repasse da carteira de crédito”, disse o dirigente sindical.

 

Titular tem carreira ligada a políticos

 

A titular da Superintendência de Seguros Privados (Susep), Solange Vieira, trilhou sua carreira ligada a indicações feitas sempre pelo ex-ministro e presidente do BTG Pactual, Nelson Jobim. Ela ocupou posições no Ministério da Previdência e na Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). E era dela a responsabilidade de monitorar as operações do IRB Brasil.

 

Recentemente, ela foi protagonista de uma série de situações controversas. Entre elas, um infeliz comentário sobre o efeito da pandemia da Covid-19 sobre as contas públicas do Brasil. “É bom que as mortes se concentrem entre os idosos. Melhorará nosso desempenho econômico, reduzirá nosso déficit previdenciário”.

 

A Susep é o órgão responsável pelo controle e fiscalização dos mercados de seguro, previdência privada aberta, capitalização e resseguro. A autarquia é vinculada ao Ministério da Economia e Solange é apontada também como aliada do ministro Paulo Guedes.

 

A frase atribuída à superintendente foi passada pelo epidemiologista Julio Croda, que era chefe do departamento de imunização e doenças transmissíveis do Ministério da Saúde. A informação também foi corroborada por outra autoridade.

 

Esse não é o único fato polêmico na trajetória da dirigente. Em fevereiro, a Polícia Federal esteve na sede do BNDES para realizar uma diligência. O alvo foi Solange, já cedida à Susep. Lá, os agentes recolheram o computador e documentos. De acordo com informações, ela é alvo de uma investigação interna por parte da corregedoria do órgão, embora exista suspeita de que os supostos ilícitos cometidos não tenham ocorrido enquanto atuava no banco.

 

 A ligação histórica da superintendente da Susep com o presidente do Conselho do Banco BTG, Nelson Jobim, diante do cenário da atuação tardia da Susep, permeada de estardalhaços, em conjunto com a atuação expressiva do Banco BTG apostando firmemente contra as ações do IRB pode levar o MPF, a CVM e o MP do TCU a iniciarem uma nova frente de investigações.