quarta-feira, 25 de março de 2020

UMA REFLEXÃO SOBRE NÓS MESMOS E SOBRE O FUTURO


 Caros Companheiros,

Não temos como fugir do tema  que nos bombardeia continuamente na mídia: “A propagação planetária do coronavírus (COVID-19)  que exigirá um  dispendioso esforço de pesquisa  a fim de  se criar uma vacina eficaz para   impedir as pessoas  de serem atingidas por esse mal.
Os mais avançados centros tecnológicos do Mundo também procuram aperfeiçoar métodos e remédios para curar os que já foram atingidos por esse vírus.
A par dos imensos gastos governamentais, até que se descubram remédios que impeçam a propagação do vírus, será necessário que se mantenha uma abrangente “quarentena” de todos os cidadãos para evitar a propagação do corona vírus.
Em meio a um imenso turbilhão de providências, é necessário que o Governo promova um esforço de conscientização da sociedade para o pleno sucesso de todas essas medidas.
No que tange a esse aspecto de divulgação, análise   e administração de providências, eventualmente temos a felicidade de nos deparar com verdadeiras joias literárias muito bem lapidadas.
Acabei de tomar conhecimento do excelente artigo “O avesso do caos: Quando tudo passar, voltaremos a ser quem éramos?”, que reproduzo abaixo, elaborado pela Dra. JÚLIA ROCHA, médica, apaixonada por música, e agora também, blogueira e escritora.
É uma peça que atinge o fundo de nossa alma e nos dá a esperança de que, ao fim de tudo que estamos passando e ainda passaremos, tal qual uma “fênix”, figura da mitologia grega que representa a mais bela das aves, que depois de viver por 500 anos, entra em combustão e renasce como uma outra ave que poderia viver mais de mil anos.
Com o surgimento do Cristianismo, a fênix passou a representar a idéia de ressurreição e de vida após a morte.  
Declaro-me imensamente surpreso e feliz por me defrontar por texto tão tocante e belo.
Espero que todos desfrutem da mesma leitura que me proporcionou tanto prazer e admiração.
Boa Leitura !!
ADAÍ  ROSEMBAK
Associado da AAFBB, ANABB e ANAPLAB


“O AVESSO DO CAOS: QUANDO TUDO PASSAR, VOLTAREMOS A SER QUEM ÉRAMOS?”
JÚLIA ROCHA
O momento atual é uma esquina da história.
Quem procura na memória não encontra precedentes para o que vivemos nas últimas semanas ou meses.
A overdose de informações, a intensa exposição do tema no rádio, na TV e na internet mudaram a nossa capacidade de perceber e de intuir sobre a realidade.
Olhamos para os números, mas não enxergamos o que há para além deles.
Cinco mortos, seis, sete, oito. Se fossem dois, três ou trinta, estaríamos igualmente alarmados.
Os últimos dias levaram grande parte da nossa racionalidade.
Atualizamos a situação com olhos fixos nas múltiplas telas.
Repetimos rituais de limpeza e de busca por fontes seguras de notícias.
Sentimos saudade dos pais e avós que estão abrigados no bairro ao lado.
Visitamos ressabiados o mercado do bairro cuidando para não encostar desnecessariamente em nada.
Convenhamos, é impossível sair mentalmente ileso do caos global instalado e da vivência tão intensa e absoluta do que mais nos angustia em dias como estes: a INCERTEZA.
Não estamos certos de que os cuidados que estamos tomando sejam suficientes.
Saímos rapidamente de casa para reabastecer a geladeira e ao voltarmos somos inevitavelmente tomados pelo medo de expor nossos familiares a uma possível contaminação.
Nos xingamos uns aos outros por atitudes aparentemente inofensivas como esbarrar a roupa que foi na rua no móvel da entrada da casa.
Questionamos internamente os protocolos sugeridos pelas entidades médicas, pelos gestores públicos e, aí, lavar as mãos com água e sabão vira usar álcool gel por duas ou três vezes, tomar banho, colocar a roupa suja cuidadosamente na máquina, lavá-la com água bem quente e muito sabão.
Estourando a bolha de sabão e álcool gel da classe média, avistamos ao longe, no alto dos morros nossos irmãos mais vulneráveis.
Descobrimos que para metade da população do país, ficar em casa, ter acesso à água limpa e receber notícias de fonte relativamente segura já é um luxo sem tamanho.
Somos esta nação.
Somos este grupo que se identifica de forma única como povo brasileiro, mas, em vez de tentarmos sobreviver de forma coesa, nos tornamos esta aberração que se previne usando as evidências científicas pela metade.
No asfalto, milhões de seres humanos confinados, escondidos atrás de barricadas de antissépticos.
Na favela, milhões de seres humanos pobres, em moradias precárias, convivendo com famílias numerosas, em barracos pequenos, mal ventilados, sem água limpa ou saneamento básico.
São estes pobres jogados à própria sorte, que estão nos vendendo álcool nas farmácias, abastecendo nossos carros nos postos de gasolina, entregando nossas pizzas no nosso confinamento.
Ou seja, meu amor, ou nos protegemos como grupo, salvando primeiro as pessoas e depois a economia, ou estaremos todos em risco.
A conta da desigualdade vai chegar também aos condomínios.
Os capitães da meritocracia, que acham que negros e negras, descendentes de africanos escravizados por 300 anos no Brasil, moram no alto dos morros e vivem uma vida precária por que não se esforçaram o suficiente ou por que escolheram esses lugares para reduzirem seus custos, também receberão seus boletos.
Quis a natureza e a evolução da espécie que o vírus se espalhasse democraticamente.
Mesmo sem conhecer pessoalmente seus hospedeiros é possível intuir quem está mais apto a sobreviver a esta infecção.
De um lado, temos um Brasil que vai ao médico sempre que precisa, que come bem, que tem lazer, que trabalha pouco, que se exercita, que viaja para a Europa, que pode trabalhar em casa.
Do outro, temos um Brasil que trabalha muito, em ambientes insalubres, que enfrenta transporte público precário e que come mal.
O estrago é maior quanto maior a vulnerabilidade física de quem se infecta.
Seguimos irracionais, contabilizando cada novo caso, mesmo sabendo que os números oficiais, há muito, não são mais confiáveis.
O planeta agradece com ar e água mais limpos a desaceleração global.
Estamos em pleno trabalho de parto.
Como não poderia deixar de ser, parto é doloroso, difícil e, por vezes, longo.
Se durar pouco, esse processo pode não gerar reflexão suficiente.
Se durar muito, os estragos podem gerar o nascimento de um mundo fragilizado, mas se durar tempo suficiente para reflexão e mudança interior, o planeta pode parir um mundo novo, saudável, melhor e mais justo.
Não se iludam.
Não depende de cada um de nós.
Deixemos o individualismo infantil no passado.
É hora de organização, solidariedade e senso de coletividade.
É hora de parirmos sistemas de saúde públicos fortes, eficientes.
É hora de respeitar direitos humanos para todos.
É hora de parirmos sistemas públicos de educação capazes de formar cidadãos críticos, criativos e conscientes.
É hora de reduzirmos produção e consumo, e distribuir de forma igualitária e justa as riquezas deste planeta.
Quem fará isso? Prefiro a resposta de ASSATA SHAKUR:
"Ninguém no mundo, ninguém na história, nunca conseguiu a liberdade apelando para o senso moral de seu opressor."
Pretas e pretos, nações indígenas, trabalhadores, não esperemos muito do que não vier de nós.

JÚLIA ROCHA

E C O A – Por Um Mundo Melhor.UOL
Pessoas, empresas e organizações com iniciativas transformadoras em Educação, Saúde, Meio Ambiente, Trabalho, Diversidade, Vida Urbana e Gestão ...
‎Por um mundo melhor . Blogs e colunas . Reportagens especiais.

Sobre a autora:

Mineira de Belo Horizonte, JÚLIA ROCHA nasceu em uma família de músicos e médicos e decidiu conciliar as duas paixões também em sua vida.
É uma mulher de esquerda e sua opção é pelos pobres e oprimidos. Fácil constatar...
Tornou-se médica com a mesma naturalidade com que se tornou cantora.
JÚLIA ROCHA se apresenta como “especialista em gente, médica de família e comunidade.”

Sobre o blog:

Um espaço para refletir sobre a importância da humanização do atendimento médico e sobre questões da vida em geral.
Afinal, a saúde vai muito além de diagnósticos e receituário.

sexta-feira, 20 de março de 2020

O DESAFIO CHINÊS


 Caros Companheiros,

Em 1967, li  a magistral obra “O DESAFIO AMERICANO”,  do escritor e jornalista francês JEAN-JACQUES SERVAN SCHREIBER, que descortinou    com maestria as tensões e insatisfações sociais daquela época, que desaguaram nos movimentos estudantis que tiveram seu ápice em  Maio de 1968.

O grande mérito de JEAN-JACQUES SERVAN SCHREIBER não foi apresentar propostas e nem soluções para a criação de uma sociedade mais humana e igualitária.

O “DESAFIO AMERICANO” mostrou  que já ocorriam mudanças nos ESTADOS UNIDOS, representadas por movimentos libertários e inovadores  de toda ordem,    dentro do espírito democrático americano,    sem precisar apelar para a fome devastadora, as guerras e os expurgos internos que resultaram no extermínio  de milhões de seres humanos para a implantação da    ordem marxista-leninista dentro da RÚSSIA e que, em 1922, com a agregação de países satélites, possibilitou a criação da UNIÃO SOVIÉTICA.

O socialismo na UNIÃO SOVIÉTICA, quando do lançamento do “O DESAFIO AMERICANO”,  já se mostrava um sistema  superado,  estagnado e opressor.

Quanto sofrimento e sangue derramado para a criação da URSS em 1922, para, 70 anos depois,   exatamente em 26.12.1991, o gigante soviético implodir em um piscar de olhos, através da GLASNOST e da PERSTROIKA, implementadas por MIKHAIL GORBACHEV !!
  
Quem viveu naquele período se pergunta, ainda hoje, como foi possível que, depois de tanto sacrifício, a URSS desaparecesse daquela forma!!

A CHINA, até aquele momento, era considerada apenas uma seguidora do modelo organizacional da UNIÃO SOVIÉTICA, submetida ao regime ditatorial de MAO-TSÉ-TUNG, que também fracassou em diversos planos implementados na  CHINA.  

Só no “GRANDE PASSO PARA A FRENTE”, cerca de 55 milhões de chineses morreram de fome.

MAO TSÉ-TUNG também lançou a “REVOLUÇÃO CULTURAL”, que  exterminou milhões de pessoas, mergulhou a CHINA em  um grande atraso, e só serviu para manter a população chinesa sob o jugo do fanatismo político da Guarda Vermelha, criada e dominada por  MAO-TSÉ-TUNG e seus asseclas.

Após a morte de MAO-TSÉ-TUNG, o dirigente DENG XIAO-PING ascendeu ao poder em 1978, e transformou a CHINA, segundo seu princípio de que “NÃO IMPORTA A COR DO GATO DESDE QUE ELE CAÇE RATOS”.

Em sentido contrário ao que foi feito na URSS, DENG XIAO-PING, fortaleceu a unidade e a disciplina do PCC-PARTIDO COMUNISTA CHINÊS, fortificou e modernizou o EPL-EXÉRCITO POPULAR DE LIBERTAÇÃO , abriu a economia para um radical capitalismo selvagem, e criou as ZEEs-ZONAS ECONÔMICAS ESPECIAIS.

Essas transformações, desde aquele período até hoje, possibilitaram que a CHINA partisse para um progresso  ininterrupto e acelerado de dois dígitos, que a tirou   da condição de uma das nações mais  miseráveis e  atrasadas  do Mundo,  para se tornar a superpotência econômica, tecnológica e científica da atualidade,  sendo – “somente e ainda” - suplantada pelos ESTADOS UNIDOS.

Nem tudo foi pacífico nesse salto da CHINA para o futuro.

Para a manutenção da celeridade do progresso, das arrojadas medidas de abertura capitalista, para manter a unidade do território chinês, e para impedir a ação de forças contrarrevolucionárias, DENG XIAO-PING foi obrigado a  tomar medidas drásticas e violentas, entre as quais destaca-se  “O MASSACRE DA PRAÇA DA PAZ CELESTIAL”, ocorrida em BEIJING em 1989.

Sabendo de minha paixão por essa epopeia na CHINA, que continua a ocorrer até hoje, uma pessoa amiga   me avisou que a NETFLIX havia acabado de lançar o filme “INDÚSTRIA AMERICANA”, que ganhou o Oscar de melhor documentário em 2019.

Assisti a essa obra 3 vezes e posso afirmar – sem qualquer exagero – que considero esse documentário   o melhor que já assisti até hoje, e o mais merecedor de receber o OSCAR desde que essa premiação foi criada.

Revelarei poucos detalhes da película para despertar o interesse e mostrar o contexto básico do filme, mas não o suficiente para tirar o prazer e a curiosidade dos telespectadores que venham assistir à peça.

O filme baseia-se na criação da fábrica de vidros para automóveis FUYAO GLASS AMERICA INC.,   na Cidade de DAYTON, OHIO, pela Multinacional Chinesa FUYAO, que investiu US$ 500 milhões  no projeto e na área que antes tinha sido  ocupada pela GM (General Motors), que fora à falência.

Inicialmente o projeto despertou o interesse do operariado local que viu naquela iniciativa a oportunidade de baixar e até eliminar o nível de desemprego que assolava toda a região.

Gradualmente, surgiram as diferenças culturais e de trabalho entre chineses e americanos, a interferência de políticos e de sindicatos locais e diversos outros complicadores e, por pouco, a fábrica não foi fechada pelos dirigentes chineses.

Não vou revelar mais  detalhes.

Deixo aos telespectadores essa apreciação.

Nestes desagradáveis momentos em que estamos submetidos a um regime de quarentena, principalmente os idosos, em razão dos efeitos avassaladores da disseminação do Coronavírus (COVID-19) -,volto a  recomendar a todos que aproveitem o tempo em que estarão recolhidos em seus lares para assistirem “INDÚSTRIA AMERICANA”  pela NETFLIX. 

Analisem e usufruam dessa realista e magnífica obra cinematográfica – criação de um casal de cidadãos norte-americanos -  que tiveram  um encontro privado com o ex-Presidente dos ESTADOS UNIDOS, BARACK OBAMA e sua esposa MICHELLE OBAMA, para conversarem sobre a complexidade e profundidade da  peça e abordarem  o despertar e o futuro da CHINA, que NAPOLEÃO BONAPARTE  já previra em 1816, que reproduzo adiante:

“QUANDO A CHINA DESPERTAR, O MUNDO TREMERÁ”.
Napoleão Bonaparte

DELEITEM-SE !!

Atenciosamente


ADAÍ ROSEMBAK

Associado da AAFBB, ANABB e ANAPLAB



P.S:  A pedido   do amigo e Presidente da AAPBB – Associação de Aposentados, Funcionários e Pensionistas do Banco do Brasil, WILLIAMS FRANCISCO DA SILVA, transcrevo adiante a importantíssima solicitação de nosso interesse encaminhada em 17.03.2020, pela AAPBB à PREVI para a suspensão de pagamentos de parcelas relativas ao  ES – EMPRÉSTIMO SIMPLES.

Parabenizamos WILLIAMS FRANCISCO DA SILVA pela iniciativa, e torcemos para o sucesso do pleito da AAPBB junto à PREVI:

“PREVI – Empréstimo Simples: Suspensão de Pagamentos de Parcelas

Mui estimados colegas, dirigentes de Associações e representantes de entidades, membros da comunidade BB em geral:

Envio meus fraternos cumprimentos a todos e todas, laboriosos colegas de Banco e de lutas.

A AAPBB – RJ enviou correspondência à PREVI, solicitando a imediata suspensão da cobrança de parcelas dos Empréstimos Simples e Financiamentos Imobiliários, face ao desastre na saúde pública que estamos vendo chegar, ao qual, tudo indica, se juntará um desastre econômico sem precedentes, não apenas em nível mundial como nacional.

Estamos fragilizados e, nesse contexto, mais ainda nossos aposentados, em geral com mais de 55 anos, sendo a maioria já passada dos 60 anos… Nessa faixa etária, a maior vulnerabilidade perante o CoronaVírus (COV19) está sendo apresentada em todos os meios massivos de comunicação. 

Sem alarmismos, mas é hora de nos prepararmos para as contingências, pois a possibilidade dessa pandemia se acercar a nós e a nossos familiares é imensa. 

Mesmo os colegas da ativa não estão imunes e livres dessas terríveis circunstâncias no campo da saúde, economia e finanças.

É hora de nos unirmos, para nos protegermos e nos apoiar mutuamente Precisamos, portanto, contar, mais que nunca, com nossas Entidades PREVI e CASSI, para nos ajudar no enfrentamento desta questão.

Por isso, CONCLAMO a todos os colegas que se unam à nossa demanda junto à nossa Caixa de Previdência, para reforçar o pedido de suspensão imediata do pagamento de parcelas de Empréstimos Simples e de Financiamentos Imobiliários, para aqueles que o desejarem, facultando-se a continuidade dos pagamentos para os que assim optarem. 

Cada um que estiver de acordo poderá colaborar, seja fazendo uma carta específica, ou enviando uma correspondência ratificando os termos da que já enviamos e protocolamos junto à PREVI.

Precisamos nos unir, mostrar que somos realmente coletivistas e não individualistas, e atuar em bloco. Se não, nós da AAPBB – RJ, seremos apenas uma voz clamando no deserto…

Ajudem-nos a ajudar, por favor.

WILLIAMS FRANCISCO DA SILVA

Presidente da AAPBB-RJ”


Nota: segue a carta já protocolada  –>   Clique aqui!












domingo, 12 de janeiro de 2020

NOVOS DESAFIOS DA CASSI



Caros Companheiros,




Em parte, concordo   com o colega  NÉLIO JOSÉ LENTINI DE ALMEIDA, que se manifestou sobre o atual atendimento aos usuários da CASSI,  no Resumo 5669, de 12.01.2020, na REDE-SOS@yahoogrupos.com.br; reproduzo, ao final desta nota, a manifestação do companheiro NÉLIO.

O ritmo de mudanças na CASSI em todas as áreas, atinge a todos, a começar pelo próprio corpo funcional da CASSI, e se estendendo aos usuários.

Esse é o resultado da  adaptação à evolução  acelerada  de novas tecnologias e, especialmente  da TI nestes  tempos absurdos ( pelo menos para os de minha geração)   em  que,  como   já   acontece nos Estados Unidos, o ser humano, ao ser  batizado recebe um  nome e, paralelamente,  um e-mail. 

Aliás, sugiro também incluir o e-mail na certidão de nascimento.

É natural que muitos, principalmente aposentados que têm dificuldades  especiais de deslocamento e de adaptação a tantas mudanças bruscas geradas pela evolução tecnológica, se sintam prejudicados e  revoltados  frente  à  CASSI  devido a   limitações  de ordem financeira, de carência de pessoal e outras, que  atingem momentaneamente a instituição.

Vou ao meu caso específico.


Em 07.01.2020, liguei para a PANVEL para fazer pedido de reembolso de despesas com a aquisição de remédios de uso contínuo.

Fui informado   que o convênio para o ressarcimento de remédios de uso contínuo que era executado através da PANVEL, foi cancelado e passou a ser feito diretamente pela CASSI-Rio. 

Liguei para a CASSI-Rio, na Rua do Passeio, Centro, no mesmo  dia, 07.01.2020.

A demora no atendimento foi imensa. Coloquei o telefone no viva voz enquanto executava outras tarefas.

Não seria o caso de disponibilizar outro telefone para o atendimento dos associados nessa situação de emergência e transição?

Quando finalmente fui atendido, me deram uma senha e me disseram que comprasse os remédios de uso contínuo em uma farmácia,  apresentasse na CASSI a nota fiscal junto com a senha e era o quanto bastava para ser  ressarcido.

No mesmo dia comprei os remédios e,  no  dia  18.01.2019,  redigi  pedido  para a   CASSI  citando número da senha dada pela CASSI ,anexando nota fiscal e cópia do recibo de pagamento pelo cartão de crédito e informando os dados de minha conta corrente para o crédito do valor do reembolso.

No dia 08.01.2020, minha mulher se deslocou de minha residência, na Zona Oeste do Rio de Janeiro para ir ao Centro da cidade para resolver o assunto pessoalmente (uma maratona pela distância e pela demora pelo pesado congestionamento do tráfego).

O funcionário da CASSI, que a atendeu foi extremamente atencioso e gentil embora o pedido não tenha sido recebido, pois já existiam outras regras sobre o assunto.

Ele a informou  de que a CASSI remeteria e-mail com as novas diretivas sobre como proceder para receber o reembolso.

No  mesmo  dia  recebi  e-mail da CASSI, remetido pelo  Sr. FÁBIO DE AZEVEDO MOREIRA (fabio.moreira@cassi.com.br"),  informando as novas regras para o reembolso das despesas.

No dia 09.01.2020, preenchi  o formulário anexado no e-mail, segui todas as novas normas, e anexei nota fiscal, cópia do recibo do cartão de crédito,  informei número da senha fornecida pela CASSI e dados bancários para o crédito do valor do reembolso.

Espero que até 07.02.2020 meu pedido venha a ser atendido.

É perfeitamente compreensível a situação pela qual a CASSI está passando quando se defronta  com adaptações internas urgentes e de toda ordem para enfrentar um constante incremento na demanda de atendimentos e diante da diversidade  de problemas a serem enfrentados   na presente quadra.

Mas, apesar dos desafios,  reafirmo que continuo cada vez mais confiante no alto nível de preparo técnico e de atendimento do corpo funcional da CASSI.

Temos de nos unir e trabalhar em conjunto para o bem da CASSI.

Até porque não temos melhor alternativa.

Essa é a  posição deste colega.

Atenciosamente


ADAÍ ROSEMBAK

Associado da AAFBB, ANABB   e ANAPLAB





Mensagem de NÉLIO JOSÉ LENTINI DE ALMEIDA:

Em 12/01/2020 06:03, REDE-SOS@yahoogrupos.com.br escreveu:
Yahoo! Grupos

1
Fw: [REDE-SOS] Resumo 5667 by "nelio jose lentini de almeida" almeida4br
Mensagem

1 Mensagem

Resumo #5669

 

Fw: [REDE-SOS] Resumo 5667

Sáb, 11 de Jan de 2020 2:43 pm . Enviado por:

"nelio jose lentini de almeida" almeida4br

 
-
RECLAMO PELO PÉSSIMO SITE SEMPRE FORA DO AR DA CASSI, PELO TELEFONE, 08007290080, APESAR DE CONSTAR EM SEU MENU A POSSIBILIDADE DE SE FAZER RECLAMAÇÕES, JÁ QUE É UM S.A.C., NÃO AS ACEITAM MAIS!!!! ABSURDO. NÃO CONSIGO FAZER O SERVIÇO QUE ERA , HÁ POUCO TEMPO, DOS FUNCIONÁRIOS DA CLINICASSI COPACABANA, RJ, QUE É CADASTRAR , PARA PARCIAL REEMBOLSO, MEDICAMENTOS DO PROGRAMA DE ASSISTENCIA FARMACEUTICA. ESTE SERVIÇO FOI EMPURRADO PARA OS CLIENTES. SOLICITO CONSERTAR O SITE URGENTEMENTE , JÁ QUE O ATENDIMENTO PIOROU MUITO COM A NOVA GESTÃO DA CASSI!!!

Nélio José Lentini de Almeida almeida4br@yahoo.com.br




sábado, 30 de novembro de 2019

CONTESTAÇÃO A UM INACEITÁVEL E ABSURDO INCONFORMISMO

Caros Companheiros,

Confesso que fiquei pasmo com a vã   tentativa de alguns colegas em, teimosa e irracionalmente inconformados com a vitória incontestável do   “SIM”   na votação sobre a reforma estatutária na CASSI,  levantarem dúvidas sobre a lisura da votação ao alegarem que  os VOTOS  NULOS  deveriam ser incluídos como válidos, o que foge inteiramente a qualquer lógica.

Providencialmente, acabei de receber mensagem esclarecedora sobre o tema   do companheiro  GILBERTO SANTIAGO,
                                       

 atual Presidente do CONFI na AAFBB que, como sempre,  com sua visão crítica e lógica apuradas, coloca um ponto final a essa descabida e inútil tentativa de desqualificar a decisão do    “SIM” pelo Corpo de Associados.

Adiante reproduzo a nota de GILBERTO SANTIAGO.

Também   transcrevo nota de esclarecimentos da CASSI sobre o assunto.

Atenciosamente

ADAÍ ROSEMBAK

Associado da AAFBB, ANABB e ANAPLAB



Manifestação de GILBERTO SANTIAGO de 30.11.2019

INCONFORMISMO DESCABIDO

Os inconformados estão procurando chifre em  cabeça de cavalo, permitindo que a emoção e o viés ideológico contaminem a razão e o bom senso.

Isto é, estão querendo ver o que não existe.

Fundamentam sua contrariedade no fato de que o Estatuto da CASSI (art. 73) manda que, na apuração, não se computem os votos em branco, mas não o faz com relação aos votos nulos.

Precisaria?

Claro que não.

Ora, se há determinação estatutária para não se computar os votos em branco, quando o votante se manifestou claramente em desacordo, tanto com o SIM como com o NÃO, com muito mais razão não poderiam ser incluídos aqueles que preferiram anular seus votos.

Esta fundamentação está tão óbvia que o Estatuto julgou ser desnecessário a explicitar.

Absurdo, portanto, seria excluir os votos em branco e incluir os nulos.

Não é possível que, divergências radicais, embora sob o manto da liberdade de expressão, venham se aproveitar de omissões ou interpretações equivocadas, com o intuito de invalidar a esmagadora maioria dos que optaram pela aprovação da proposta.

Concluindo: o Estatuto da CASSI em nenhum lugar determinou que os votos nulos fossem incluídos como válidos.

Apenas deixou de dizer, por desnecessário, que o voto nulo, como o próprio nome evidencia, e as diversas leis eleitorais estabelecem, não pode ser computado para fim nenhum.

GILBERTO SANTIAGO


Manifestação da CASSI.


sexta-feira, 15 de novembro de 2019

CASSI – Vote Certo!! Vote SIM!!

Companheiros,

Este intróito será breve.

A eleição para a proposta de ajuste da CASSI se processará de 18 a 28 de novembro corrente.

O que tinha de ser exposto para salvar a CASSI da derrocada já foi esmiuçado e discutido nos mínimos detalhes.

A massa de “fake news” e  opiniões estapafúrdias   jogadas na rede foi rebatida continuamente por dirigentes  da CASSI, do BB e por diversos representantes das entidades integrantes da  Mesa de Negociações.

Agora  a decisão é nossa!!

E as consequências dessa escolha que definirá a sobrevivência de nossa Caixa de Assistência também será de nossa inteira responsabilidade.

Que tenhamos um voto consciente.

Boa sorte para todos.

Atenciosamente

ADAÍ ROSEMBAK

Associado da AAFBB, ANABB e ANAPLAB

Seguem adiante mensagens do Presidente da CASSI,  DÊNIS CORRÊA
                                      

, e dos dirigentes da AAFBB,  NELSON LUIZ DE OLIVEIRA, Vice-Presidente de Administração - Vipad, ARI SARMENTO DO VALLE BARBOSA, Vice-Presidente de Finanças- Vifin e CARLOS FERNANDO DOS SANTOS OLIVEIRA, Vice-Presidente de Assistência aos Associados e de Representações - Vipar .


Mensagem do Presidente da CASSI, DÊNIS CORRÊA.

Colegas,

Estamos acompanhando um movimento de divulgação de informações desencontradas, vídeos desatualizados e análises incorretas sobre a proposta de recuperação da CASSI.

São as chamadas “fake news”, notícias falsas que tumultuam o processo e geram interpretações equivocadas que não auxiliam a CASSI a superar o momento mais delicado de sua história.

A realidade da CASSI tem sido amplamente noticiada aos associados: temos que apresentar um programa de saneamento para a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), órgão regulador do Governo Federal, até o próximo dia 22.

E, esse documento, precisa obrigatoriamente conter medidas factíveis e que estejam devidamente explicadas e evidenciadas em projeções que demonstrem, mês a mês, como ocorrerá a recuperação de todos indicadores em desconformidade que originaram a direção fiscal, instaurada em julho.

Uma insuficiência que passa de R$ 900 milhões, considerando dados do balanço de agosto.

As projeções para o programa a ser entregue para a ANS precisam ser construídas com base na entrada de novos recursos.

Para isso será colocada em votação nova proposta, entre os dias 18 e 28 de novembro.

Caso a CASSI não consiga comprovar a recuperação, a ANS deverá cumprir as próximas etapas do processo de direção fiscal, podendo chegar à liquidação da carteira, prejudicando milhares de pessoas que dependem da assistência da Instituição.

Um rito que independe da CASSI ou de sua diretoria ou do patrocinador.

O controle é exclusivo do órgão regulador.

Assim, o que podemos é reiterar que a proposta é a alternativa para recuperar a Instituição.

Além disso, orientamos você que acesse os canais oficiais da CASSI, faça a simulação de como ficaria sua contribuição (site e aplicativo-app da CASSI e nos terminais do BB), leia o material disponibilizado e debata com os colegas.

Se ainda restar dúvidas, mande e-mail para propostacassi@cassi.com.br.

Precisamos conversar sobre os avanços dessa proposta, evitar erros de compreensão e avaliar a importância de contar com uma operadora de saúde que tem um rol de benefícios como os oferecidos pela CASSI.

Cientes de que a decisão do futuro da Caixa de Assistência é uma escolha dos associados, ressaltamos que a informação verdadeira e a transparência sobre a real situação da Instituição são imprescindíveis.

A CASSI está em risco e qualquer análise diferente disso não alcança a gravidade do momento. 

DÊNIS CORRÊA

Presidente da CASSI