segunda-feira, 25 de maio de 2020

QUO VADIS BRASIL?



Caros Companheiros,

Vivemos tempos estranhos.
Muitos brasileiros se perguntam se merecemos tudo o que vem acontecendo conosco e qual caminho o Brasil tomará no futuro próximo.
Nas últimas eleições, votei em JAIR BOLSONARO (PSL).
Exerci meu voto anti-PT, porque o desencanto com o PT e com a esquerda em geral, que arrasaram o país, era imenso.
Mas uma série de manifestações estapafúrdias e medidas   esdrúxulas por parte do titular do Poder Executivo e alguns de seus representantes, acabaram com minhas esperanças de término do Governo Bolsonaro de forma tranquila e com respeito à Constituição Federal.
Por isso é que, quando me perguntam se tornaria votar no mesmo presidente, nas próximas eleições, minha resposta é um taxativo NÃO.
A última coisa que se poderia esperar é que JAIR BOLSONARO viesse a trair suas promessas basilares de campanha – a HONESTIDADE e a ÉTICA.
Foi por essas razões que a maioria dos votantes o elegeu.
É preciso frisar que votamos em JAIR BOLSONARO, mas não em seus filhos, demais familiares e amigos.
Temos de esperar que o STF, que é a Suprema Corte de Justiça do Brasil, julgue se tem sido ilegal a interferência de JAIR BOLSONARO na  atuação e autonomia da POLÍCIA FEDERAL, no Rio de Janeiro, no que tange às investigações daquela autarquia sobre o papel do Senador FLÁVIO BOLSONARO (REPUBLICANOS-RJ) no processo da chamada RACHADINHA.
E aí não se trata de perseguição a nenhum parente, familiar ou amigo de JAIR BOLSONARO.
Trata-se de uma função precípua de Polícia Federal, que é um órgão do âmbito Poder Judiciário.
Assisti na TV à gravação do encontro do Presidente JAIR BOLSONARO com ministros de seu Governo em 24 de abril de 2020, no Palácio do Governo no Planalto, cuja exibição pela mídia foi autorizada pelo Ministro do STF, CELSO DE MELLO, decano daquela Corte.
É inacreditável o que se viu e ouviu.
Foi um debate de   nível absolutamente rasteiro, inimaginável e incompatível    com a liturgia exigível para um encontro ministerial daquela natureza conduzido pelo Presidente da República.
JAIR BOLSONARO abusou do uso de palavrões, e dirigiu ofensas pessoais graves a diversas  autoridades, entre as quais  o Governador JOÃO DÓRIA, de São Paulo , chamado de BOSTA,  o Governador WILSON WITZEL, do Rio de Janeiro, de ESTRUME e o Prefeito de Manaus, ARTHUR VIRGÍLIO NETO, também de BOSTA.
Custei a acreditar no que estava vendo e ouvindo. 
Estava perplexo com tudo aquilo.
Não me contive e dei boas gargalhadas.  
O Rei ficou nu.
Até falou em hemorroidas. Não me lembro se foi citado de quem eram as ditas cujas.
As genitoras inocentes de muitos de seus opositores que, se já não estavam falecidas, deveriam estar assistindo assustadas àquele espetáculo dantesco, também eram alvos de seus petardos.
Isso tudo é um prato cheio para a mídia, no Brasil e no exterior.
Não me lembro de nada parecido na recente história brasileira.
O que mais se aproximou desse episódio, foi o ITAMAR FRANCO que foi filmado em um palanque carnavalesco acompanhado de uma mulher que estava sem calcinha.
A mídia internacional adorou.
As filmagens de ITAMAR FRANCO acompanhado da mulher sem calcinha circularam pelo Mundo todo.   
Sucesso total!!
Mas ITAMAR FRANCO saiu pela tangente e se justificou dizendo que quem estava sem calcinha era a mulher, mas ele continuava de cueca e calças.
Presidente ITAMAR FRANCO deixou saudades, apesar de seu jeitão caipira, seu apego a um fusquinha velho, e esse episódio pitoresco.
Ao lado de JAIR BOLSONARO, obrigados a participar daquele espetáculo constrangedor e deprimente, encontravam-se, por vezes  impassíveis, em outros momentos surpresos e assustados, com discretos olhares de soslaio,   o Vice-Presidente da República HAMILTON MOURÃO, o  Ministro da Justiça e Segurança Pública SÉRGIO MORO, o Ministro-Chefe da Secretaria de Governo LUIZ EDUARDO RAMOS, o Chefe da Casa Civil WALTER BRAGA NETTO, o Ministro Chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República AUGUSTO HELENO,  e outras ilustres autoridades e demais ministros.  
O linguajar inapropriado de JAIR BOLSONARO deu margem a que alguns membros radicais de seu governo abusassem do mesmo nível de vernáculo.
Como exemplo, cito, entre outros, o Ministro da Educação (logo da Educação ??), ABRAHAM WEINTRAUB, que chegou a classificar os Ministros do STF, a mais alta corte do país, de “vagabundos” e que, por ele, colocava todos na cadeia.
O Ministro da Economia PAULO GUEDES foi outro que passou a seguiu o mesmo padrão de expressão.
O jornal O GLOBO publicou em 15.05.2020, a notícia de que, em uma reunião ministerial realizada no Palácio do Planalto, o Ministro da Economia, Sr. PAULO GUEDES declarou que era preciso “VENDER LOGO A  PORRA  DO BB”.
Na reunião no Palácio do Planalto, em 24.04.2020, ao fazer elogio à sua pessoa ao declarar ter lido vários livros sobre economia, disse que o BANCO DO BRASIL era um pacote pronto para “a privatização”.
Porém esqueceu-se de dizer que a implementação dessa medida extrema com efeitos deletérios sobre toda a economia do país, principalmente a área agrícola,  teria antes,  de  ser aprovada pelo Congresso.
Na defesa do BB, enalteço o relevante papel da ANABB - Associação Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil, a maior associação de funcionários aposentados do Banco do Brasil, com cerca de 100.000 sócios, entre funcionários da ativa e aposentados,  que declarou que vai entrar com interpelação judicial contra o Ministro da Economia para que ele se explique sobre uma afirmação que fez na reunião ministerial de 22.04.2020, dizendo que é preciso “vender logo a PORRA do BB”
Adiante, após este introito, reproduzirei a relevante nota sobre esse assunto, intitulada “QUE PORRA É ESSA “MINISTRO” !!!*, publicada em 20.05.2020, de autoria do Companheiro EDSON MACHADO MONTEIRO, economista, ex-Diretor da PREVI e ex-Vice Presidente do BANCO DO BRASIL.
Como blogueiro, nestes tempos bicudos de COVID-19, aperto financeiro e em quarentena, tenho procurado me poupar ao extremo.
Afinal de contas estou no grupo de risco.
Muitos outros blogueiros optaram por dar um tempo em suas publicações. Antes eu os criticava, agora os compreendo.
Bato palmas para os blogueiros Medeiros, Ari Zanella e Rosalina de Souza.  
Cada um, dentro de seus estilos e de seus nichos, são muito ativos.  
Poucos tem ideia do trabalho, do tempo dispendido, e dos gastos para manter um blog ativo.
É muito tempo gasto em estudo e em pesquisas.
É preciso ter muito cuidado e tato na elaboração de artigos.
E, mesmo assim, cometemos gafes e erros.
Por essa razão, podemos ser alvos de processos legais.
Temos de ter equipamentos de informática potentes e dispendiosos.
Temos de usar cartuchos de tinta importados e caros, é muito papel e, vira e mexe, sofremos invasões de hackers que, depois, exigem o trabalho de técnicos especializados que cobram caro  para a formatação e reinstalação de  sistemas.
Pagamos um alto preço a provedores para o envio de numerosas mensagens, divulgação de blog etc., etc.
Enfim, é um turbilhão de despesas.
Para culminar, ainda somos injustamente acusados de recebermos ajuda financeira  para a publicação de “fake news”.
Queremos ajudar os companheiros de nossa categoria cada vez mais, mas estamos idosos e, isso tudo junto, torna-se muito aborrecido, cansativo e dispendioso.
Acresça-se a esses aspectos, o fato de que temos nossos problemas e prazeres pessoais que consomem nosso tempo.
Gosto de me manter atualizado com os problemas e o noticiário em geral sobre o Brasil e o Mundo.
Aprecio a  boa música.
Entre outras leituras, sou um leitor voraz dos livros e participante das palestras ( via Youtube) dos filósofos Luiz Felipe Pondé, Mário Sérgio Cortella e Leandro Karmal – meus preferidos no Brasil.
Estudo inglês intensamente para uso em viagens e leitura de livros, revistas e jornais em inglês.
Enfim, apesar da idade avançada, mantenho-me   ocupado e   ativo.
Para usufruir mais dos prazeres da vida, havia decidido tirar um tipo de período sabático, com uma freada na publicação de meus artigos,  mas, face  aos desafios na presente quadra, não pude me conter e estou lançando a presente nota.  
Não deixem de apreciar, adiante, a corajosa e excelente nota de autoria de nosso companheiro EDSON MACHADO MONTEIRO.
Imperdível!!
Uso o típico linguajar nordestino para descrever o ilustre companheiro EDSON MACHADO MONTEIRO:
“MASSA, TÁ AÍ UM CABRA MACHO E ARRETADO !!”

Boa leitura para todos.

Forte Abraço e protejam-se.

ADAÍ ROSEMBAK

Associado da AAFBB, ANABB e ANAPLAB

Nota de EDSON MACHADO MONTEIRO:

*QUE PORRA  É ESSA “MINISTRO” !!!*

O jornal O GLOBO publicou, em 15 de maio último, a informação de que, em uma reunião ministerial realizada no Palácio do Planalto no dia 22 de abril de 2020, o Ministro da Economia, Sr. PAULO GUEDES, teria afirmado que é preciso “vender logo a PORRA do BB”.

Como o conteúdo do vídeo gravado nessa reunião está sob segredo da justiça e seu inteiro teor possivelmente nunca será trazido à público, fiquei em dúvida sobre que “BB” V. Exa. estaria falando.

De repente, pode ser um código de comunicação utilizado no governo ou, quem sabe, a senha de algum projeto em andamento em seu cabuloso ministério.

Mas Ministro, se V.Exa. estava mesmo se referindo ao Banco  do Brasil, com toda certeza o despropósito e a vulgaridade de com que tratou o tema não se coadunam com a liturgia do cargo que ocupa, pois estaria referindo-se a uma empresa de valor e relevantes serviços prestados à sociedade brasileira, com mais de 200 anos de existência. Talvez o melhor e mais rentável ativo do portfólio que administra, como “chefe” do Tesouro Nacional, acionista controlador do Banco do Brasil.

E isso, para mim, não é novidade.

V.Exa é um “posto Ipiranga” com origem no mercado financeiro, sócio de banco de investimento que vivia mamando nas tetas dos fundos de pensão nas décadas de 1980 e 1990, exceto nas da PREVI, que, em 1993, rompeu o relacionamento espúrio com diversos agentes do mercado financeiro, entre eles o banco do qual V. Exa. era sócio, para constituir o que é hoje o patrimônio saudável da maior entidade fechada de previdência privada abaixo da linha do Equador.

A reforma bancária de 1964 favoreceu o surgimento de grandes conglomerados financeiros, com ampla atuação no mercado, e impôs amarras à atuação do BB, impedindo-o de operar em frentes emergentes e rentáveis, como nas áreas de mercados de capitais, seguros, previdência e cartões, levando-o, ao longo dos anos, a definhar e perder a representatividade que tinha no mercado.

Somente a partir de 1995 foi que o BB, com o apoio de seus acionistas, sobretudo o Tesouro Nacional, venceu as amarras e também se transformou em um conglomerado financeiro, após efetuar ajustes estruturais e sanear seus ativos, com vultosos investimentos em tecnologia, no desenvolvimento de pessoas e em novas frentes de negócios, passando a atuar de maneira competitiva em todos os ramos do mercado financeiro e de capitais, no Brasil e no exterior.

De lá para cá, Ministro, são mais de 20 anos de lucros sucessivos e crescentes, com profissionalismo e elevada eficiência operacional, apesar das restrições que enfrenta uma sociedade de economia mista para atuar em mercados competitivos.

Mas o BB superou tudo isso, com expressivo crescimento em todos os ramos de negócios, distribuindo vultosos dividendos no período, sobretudo ao acionista controlador, além de impostos gerados para os cofres da União e da excelência dos serviços entregues à sociedade.

E sabe por que, Ministro?   

Porque o BB inovou em parcerias, investiu e formou gente competente, comprometida com o desenvolvimento de negócios em prol da sociedade brasileira.

Além disso, retomou uma das características mais marcantes de sua história: voltou a ser celeiro de profissionais de excelência, muitos dos quais assediados e recrutados por grandes empresas nacionais e multinacionais dos mais diversos ramos de atividade.

E a história se repete, Ministro!

Por ingerência do controlador, a atual direção do BB vai dando consequência à estratégia irresponsável de fatiar um banco moderno, competitivo e lucrativo, vendendo isoladamente as subsidiárias que dão retorno e complementam a atuação do conglomerado BB nos diversos segmentos de mercado.

Ao final desse processo restará sim um “elefante branco”, igual àquele de antes das reformas iniciadas em 1995, sem capacidade de gerar resultados, pois os negócios mais rentáveis foram “vendidos” sabe-se lá para quem e com que grau de transparência.

Aí talvez, seja mesmo a hora de “VENDER LOGO A   PORRA  DO  BB”, pois será uma empresa sem competitividade e que não atende mais às expectativas de seus clientes e acionistas.

Isso é cruel e leviano, Ministro!

A irresponsabilidade chega às raias do absurdo, do inacreditável.

Representa um descompromisso com os investidores e com a sociedade brasileira, pois arruína o patrimônio do povo e desintegra um negócio que está funcionando de maneira harmônica e lucrativa há décadas.

É claro que é um desmonte planejado, possivelmente combinado com os competidores, com amplos interesses em adquirir ou retomar “shares” que lhes foram tirados pela contundente atuação do BB nas últimas duas décadas.

Afinal Ministro, que PORRA é essa?

É bom lembrar que a privatização do BB depende de autorização do Legislativo.

E lá, os representantes do povo terão que enfrentar esses fatos históricos e os valores que o BB representa para o País, além de “abrir mão” do papel que desempenha no campo social e cultural, na execução de políticas econômicas anticíclicas , no financiamento da produção nacional, principalmente do agronegócio, e na prestação de serviços a milhões de brasileiros.

https://www.linkedin.com/pulse/que-porra-/%C3%A9-essa-ministro-edson-monteiro/

EDSON MACHADO MONTEIRO
Economista, ex-Diretor da PREVI e ex-Vice Presidente do Banco do Brasil.
Publicado em 20.05.2020




quarta-feira, 25 de março de 2020

UMA REFLEXÃO SOBRE NÓS MESMOS E SOBRE O FUTURO


 Caros Companheiros,

Não temos como fugir do tema  que nos bombardeia continuamente na mídia: “A propagação planetária do coronavírus (COVID-19)  que exigirá um  dispendioso esforço de pesquisa  a fim de  se criar uma vacina eficaz para   impedir as pessoas  de serem atingidas por esse mal.
Os mais avançados centros tecnológicos do Mundo também procuram aperfeiçoar métodos e remédios para curar os que já foram atingidos por esse vírus.
A par dos imensos gastos governamentais, até que se descubram remédios que impeçam a propagação do vírus, será necessário que se mantenha uma abrangente “quarentena” de todos os cidadãos para evitar a propagação do corona vírus.
Em meio a um imenso turbilhão de providências, é necessário que o Governo promova um esforço de conscientização da sociedade para o pleno sucesso de todas essas medidas.
No que tange a esse aspecto de divulgação, análise   e administração de providências, eventualmente temos a felicidade de nos deparar com verdadeiras joias literárias muito bem lapidadas.
Acabei de tomar conhecimento do excelente artigo “O avesso do caos: Quando tudo passar, voltaremos a ser quem éramos?”, que reproduzo abaixo, elaborado pela Dra. JÚLIA ROCHA, médica, apaixonada por música, e agora também, blogueira e escritora.
É uma peça que atinge o fundo de nossa alma e nos dá a esperança de que, ao fim de tudo que estamos passando e ainda passaremos, tal qual uma “fênix”, figura da mitologia grega que representa a mais bela das aves, que depois de viver por 500 anos, entra em combustão e renasce como uma outra ave que poderia viver mais de mil anos.
Com o surgimento do Cristianismo, a fênix passou a representar a idéia de ressurreição e de vida após a morte.  
Declaro-me imensamente surpreso e feliz por me defrontar por texto tão tocante e belo.
Espero que todos desfrutem da mesma leitura que me proporcionou tanto prazer e admiração.
Boa Leitura !!
ADAÍ  ROSEMBAK
Associado da AAFBB, ANABB e ANAPLAB


“O AVESSO DO CAOS: QUANDO TUDO PASSAR, VOLTAREMOS A SER QUEM ÉRAMOS?”
JÚLIA ROCHA
O momento atual é uma esquina da história.
Quem procura na memória não encontra precedentes para o que vivemos nas últimas semanas ou meses.
A overdose de informações, a intensa exposição do tema no rádio, na TV e na internet mudaram a nossa capacidade de perceber e de intuir sobre a realidade.
Olhamos para os números, mas não enxergamos o que há para além deles.
Cinco mortos, seis, sete, oito. Se fossem dois, três ou trinta, estaríamos igualmente alarmados.
Os últimos dias levaram grande parte da nossa racionalidade.
Atualizamos a situação com olhos fixos nas múltiplas telas.
Repetimos rituais de limpeza e de busca por fontes seguras de notícias.
Sentimos saudade dos pais e avós que estão abrigados no bairro ao lado.
Visitamos ressabiados o mercado do bairro cuidando para não encostar desnecessariamente em nada.
Convenhamos, é impossível sair mentalmente ileso do caos global instalado e da vivência tão intensa e absoluta do que mais nos angustia em dias como estes: a INCERTEZA.
Não estamos certos de que os cuidados que estamos tomando sejam suficientes.
Saímos rapidamente de casa para reabastecer a geladeira e ao voltarmos somos inevitavelmente tomados pelo medo de expor nossos familiares a uma possível contaminação.
Nos xingamos uns aos outros por atitudes aparentemente inofensivas como esbarrar a roupa que foi na rua no móvel da entrada da casa.
Questionamos internamente os protocolos sugeridos pelas entidades médicas, pelos gestores públicos e, aí, lavar as mãos com água e sabão vira usar álcool gel por duas ou três vezes, tomar banho, colocar a roupa suja cuidadosamente na máquina, lavá-la com água bem quente e muito sabão.
Estourando a bolha de sabão e álcool gel da classe média, avistamos ao longe, no alto dos morros nossos irmãos mais vulneráveis.
Descobrimos que para metade da população do país, ficar em casa, ter acesso à água limpa e receber notícias de fonte relativamente segura já é um luxo sem tamanho.
Somos esta nação.
Somos este grupo que se identifica de forma única como povo brasileiro, mas, em vez de tentarmos sobreviver de forma coesa, nos tornamos esta aberração que se previne usando as evidências científicas pela metade.
No asfalto, milhões de seres humanos confinados, escondidos atrás de barricadas de antissépticos.
Na favela, milhões de seres humanos pobres, em moradias precárias, convivendo com famílias numerosas, em barracos pequenos, mal ventilados, sem água limpa ou saneamento básico.
São estes pobres jogados à própria sorte, que estão nos vendendo álcool nas farmácias, abastecendo nossos carros nos postos de gasolina, entregando nossas pizzas no nosso confinamento.
Ou seja, meu amor, ou nos protegemos como grupo, salvando primeiro as pessoas e depois a economia, ou estaremos todos em risco.
A conta da desigualdade vai chegar também aos condomínios.
Os capitães da meritocracia, que acham que negros e negras, descendentes de africanos escravizados por 300 anos no Brasil, moram no alto dos morros e vivem uma vida precária por que não se esforçaram o suficiente ou por que escolheram esses lugares para reduzirem seus custos, também receberão seus boletos.
Quis a natureza e a evolução da espécie que o vírus se espalhasse democraticamente.
Mesmo sem conhecer pessoalmente seus hospedeiros é possível intuir quem está mais apto a sobreviver a esta infecção.
De um lado, temos um Brasil que vai ao médico sempre que precisa, que come bem, que tem lazer, que trabalha pouco, que se exercita, que viaja para a Europa, que pode trabalhar em casa.
Do outro, temos um Brasil que trabalha muito, em ambientes insalubres, que enfrenta transporte público precário e que come mal.
O estrago é maior quanto maior a vulnerabilidade física de quem se infecta.
Seguimos irracionais, contabilizando cada novo caso, mesmo sabendo que os números oficiais, há muito, não são mais confiáveis.
O planeta agradece com ar e água mais limpos a desaceleração global.
Estamos em pleno trabalho de parto.
Como não poderia deixar de ser, parto é doloroso, difícil e, por vezes, longo.
Se durar pouco, esse processo pode não gerar reflexão suficiente.
Se durar muito, os estragos podem gerar o nascimento de um mundo fragilizado, mas se durar tempo suficiente para reflexão e mudança interior, o planeta pode parir um mundo novo, saudável, melhor e mais justo.
Não se iludam.
Não depende de cada um de nós.
Deixemos o individualismo infantil no passado.
É hora de organização, solidariedade e senso de coletividade.
É hora de parirmos sistemas de saúde públicos fortes, eficientes.
É hora de respeitar direitos humanos para todos.
É hora de parirmos sistemas públicos de educação capazes de formar cidadãos críticos, criativos e conscientes.
É hora de reduzirmos produção e consumo, e distribuir de forma igualitária e justa as riquezas deste planeta.
Quem fará isso? Prefiro a resposta de ASSATA SHAKUR:
"Ninguém no mundo, ninguém na história, nunca conseguiu a liberdade apelando para o senso moral de seu opressor."
Pretas e pretos, nações indígenas, trabalhadores, não esperemos muito do que não vier de nós.

JÚLIA ROCHA

E C O A – Por Um Mundo Melhor.UOL
Pessoas, empresas e organizações com iniciativas transformadoras em Educação, Saúde, Meio Ambiente, Trabalho, Diversidade, Vida Urbana e Gestão ...
‎Por um mundo melhor . Blogs e colunas . Reportagens especiais.

Sobre a autora:

Mineira de Belo Horizonte, JÚLIA ROCHA nasceu em uma família de músicos e médicos e decidiu conciliar as duas paixões também em sua vida.
É uma mulher de esquerda e sua opção é pelos pobres e oprimidos. Fácil constatar...
Tornou-se médica com a mesma naturalidade com que se tornou cantora.
JÚLIA ROCHA se apresenta como “especialista em gente, médica de família e comunidade.”

Sobre o blog:

Um espaço para refletir sobre a importância da humanização do atendimento médico e sobre questões da vida em geral.
Afinal, a saúde vai muito além de diagnósticos e receituário.

sexta-feira, 20 de março de 2020

O DESAFIO CHINÊS


 Caros Companheiros,

Em 1967, li  a magistral obra “O DESAFIO AMERICANO”,  do escritor e jornalista francês JEAN-JACQUES SERVAN SCHREIBER, que descortinou    com maestria as tensões e insatisfações sociais daquela época, que desaguaram nos movimentos estudantis que tiveram seu ápice em  Maio de 1968.

O grande mérito de JEAN-JACQUES SERVAN SCHREIBER não foi apresentar propostas e nem soluções para a criação de uma sociedade mais humana e igualitária.

O “DESAFIO AMERICANO” mostrou  que já ocorriam mudanças nos ESTADOS UNIDOS, representadas por movimentos libertários e inovadores  de toda ordem,    dentro do espírito democrático americano,    sem precisar apelar para a fome devastadora, as guerras e os expurgos internos que resultaram no extermínio  de milhões de seres humanos para a implantação da    ordem marxista-leninista dentro da RÚSSIA e que, em 1922, com a agregação de países satélites, possibilitou a criação da UNIÃO SOVIÉTICA.

O socialismo na UNIÃO SOVIÉTICA, quando do lançamento do “O DESAFIO AMERICANO”,  já se mostrava um sistema  superado,  estagnado e opressor.

Quanto sofrimento e sangue derramado para a criação da URSS em 1922, para, 70 anos depois,   exatamente em 26.12.1991, o gigante soviético implodir em um piscar de olhos, através da GLASNOST e da PERSTROIKA, implementadas por MIKHAIL GORBACHEV !!
  
Quem viveu naquele período se pergunta, ainda hoje, como foi possível que, depois de tanto sacrifício, a URSS desaparecesse daquela forma!!

A CHINA, até aquele momento, era considerada apenas uma seguidora do modelo organizacional da UNIÃO SOVIÉTICA, submetida ao regime ditatorial de MAO-TSÉ-TUNG, que também fracassou em diversos planos implementados na  CHINA.  

Só no “GRANDE PASSO PARA A FRENTE”, cerca de 55 milhões de chineses morreram de fome.

MAO TSÉ-TUNG também lançou a “REVOLUÇÃO CULTURAL”, que  exterminou milhões de pessoas, mergulhou a CHINA em  um grande atraso, e só serviu para manter a população chinesa sob o jugo do fanatismo político da Guarda Vermelha, criada e dominada por  MAO-TSÉ-TUNG e seus asseclas.

Após a morte de MAO-TSÉ-TUNG, o dirigente DENG XIAO-PING ascendeu ao poder em 1978, e transformou a CHINA, segundo seu princípio de que “NÃO IMPORTA A COR DO GATO DESDE QUE ELE CAÇE RATOS”.

Em sentido contrário ao que foi feito na URSS, DENG XIAO-PING, fortaleceu a unidade e a disciplina do PCC-PARTIDO COMUNISTA CHINÊS, fortificou e modernizou o EPL-EXÉRCITO POPULAR DE LIBERTAÇÃO , abriu a economia para um radical capitalismo selvagem, e criou as ZEEs-ZONAS ECONÔMICAS ESPECIAIS.

Essas transformações, desde aquele período até hoje, possibilitaram que a CHINA partisse para um progresso  ininterrupto e acelerado de dois dígitos, que a tirou   da condição de uma das nações mais  miseráveis e  atrasadas  do Mundo,  para se tornar a superpotência econômica, tecnológica e científica da atualidade,  sendo – “somente e ainda” - suplantada pelos ESTADOS UNIDOS.

Nem tudo foi pacífico nesse salto da CHINA para o futuro.

Para a manutenção da celeridade do progresso, das arrojadas medidas de abertura capitalista, para manter a unidade do território chinês, e para impedir a ação de forças contrarrevolucionárias, DENG XIAO-PING foi obrigado a  tomar medidas drásticas e violentas, entre as quais destaca-se  “O MASSACRE DA PRAÇA DA PAZ CELESTIAL”, ocorrida em BEIJING em 1989.

Sabendo de minha paixão por essa epopeia na CHINA, que continua a ocorrer até hoje, uma pessoa amiga   me avisou que a NETFLIX havia acabado de lançar o filme “INDÚSTRIA AMERICANA”, que ganhou o Oscar de melhor documentário em 2019.

Assisti a essa obra 3 vezes e posso afirmar – sem qualquer exagero – que considero esse documentário   o melhor que já assisti até hoje, e o mais merecedor de receber o OSCAR desde que essa premiação foi criada.

Revelarei poucos detalhes da película para despertar o interesse e mostrar o contexto básico do filme, mas não o suficiente para tirar o prazer e a curiosidade dos telespectadores que venham assistir à peça.

O filme baseia-se na criação da fábrica de vidros para automóveis FUYAO GLASS AMERICA INC.,   na Cidade de DAYTON, OHIO, pela Multinacional Chinesa FUYAO, que investiu US$ 500 milhões  no projeto e na área que antes tinha sido  ocupada pela GM (General Motors), que fora à falência.

Inicialmente o projeto despertou o interesse do operariado local que viu naquela iniciativa a oportunidade de baixar e até eliminar o nível de desemprego que assolava toda a região.

Gradualmente, surgiram as diferenças culturais e de trabalho entre chineses e americanos, a interferência de políticos e de sindicatos locais e diversos outros complicadores e, por pouco, a fábrica não foi fechada pelos dirigentes chineses.

Não vou revelar mais  detalhes.

Deixo aos telespectadores essa apreciação.

Nestes desagradáveis momentos em que estamos submetidos a um regime de quarentena, principalmente os idosos, em razão dos efeitos avassaladores da disseminação do Coronavírus (COVID-19) -,volto a  recomendar a todos que aproveitem o tempo em que estarão recolhidos em seus lares para assistirem “INDÚSTRIA AMERICANA”  pela NETFLIX. 

Analisem e usufruam dessa realista e magnífica obra cinematográfica – criação de um casal de cidadãos norte-americanos -  que tiveram  um encontro privado com o ex-Presidente dos ESTADOS UNIDOS, BARACK OBAMA e sua esposa MICHELLE OBAMA, para conversarem sobre a complexidade e profundidade da  peça e abordarem  o despertar e o futuro da CHINA, que NAPOLEÃO BONAPARTE  já previra em 1816, que reproduzo adiante:

“QUANDO A CHINA DESPERTAR, O MUNDO TREMERÁ”.
Napoleão Bonaparte

DELEITEM-SE !!

Atenciosamente


ADAÍ ROSEMBAK

Associado da AAFBB, ANABB e ANAPLAB



P.S:  A pedido   do amigo e Presidente da AAPBB – Associação de Aposentados, Funcionários e Pensionistas do Banco do Brasil, WILLIAMS FRANCISCO DA SILVA, transcrevo adiante a importantíssima solicitação de nosso interesse encaminhada em 17.03.2020, pela AAPBB à PREVI para a suspensão de pagamentos de parcelas relativas ao  ES – EMPRÉSTIMO SIMPLES.

Parabenizamos WILLIAMS FRANCISCO DA SILVA pela iniciativa, e torcemos para o sucesso do pleito da AAPBB junto à PREVI:

“PREVI – Empréstimo Simples: Suspensão de Pagamentos de Parcelas

Mui estimados colegas, dirigentes de Associações e representantes de entidades, membros da comunidade BB em geral:

Envio meus fraternos cumprimentos a todos e todas, laboriosos colegas de Banco e de lutas.

A AAPBB – RJ enviou correspondência à PREVI, solicitando a imediata suspensão da cobrança de parcelas dos Empréstimos Simples e Financiamentos Imobiliários, face ao desastre na saúde pública que estamos vendo chegar, ao qual, tudo indica, se juntará um desastre econômico sem precedentes, não apenas em nível mundial como nacional.

Estamos fragilizados e, nesse contexto, mais ainda nossos aposentados, em geral com mais de 55 anos, sendo a maioria já passada dos 60 anos… Nessa faixa etária, a maior vulnerabilidade perante o CoronaVírus (COV19) está sendo apresentada em todos os meios massivos de comunicação. 

Sem alarmismos, mas é hora de nos prepararmos para as contingências, pois a possibilidade dessa pandemia se acercar a nós e a nossos familiares é imensa. 

Mesmo os colegas da ativa não estão imunes e livres dessas terríveis circunstâncias no campo da saúde, economia e finanças.

É hora de nos unirmos, para nos protegermos e nos apoiar mutuamente Precisamos, portanto, contar, mais que nunca, com nossas Entidades PREVI e CASSI, para nos ajudar no enfrentamento desta questão.

Por isso, CONCLAMO a todos os colegas que se unam à nossa demanda junto à nossa Caixa de Previdência, para reforçar o pedido de suspensão imediata do pagamento de parcelas de Empréstimos Simples e de Financiamentos Imobiliários, para aqueles que o desejarem, facultando-se a continuidade dos pagamentos para os que assim optarem. 

Cada um que estiver de acordo poderá colaborar, seja fazendo uma carta específica, ou enviando uma correspondência ratificando os termos da que já enviamos e protocolamos junto à PREVI.

Precisamos nos unir, mostrar que somos realmente coletivistas e não individualistas, e atuar em bloco. Se não, nós da AAPBB – RJ, seremos apenas uma voz clamando no deserto…

Ajudem-nos a ajudar, por favor.

WILLIAMS FRANCISCO DA SILVA

Presidente da AAPBB-RJ”


Nota: segue a carta já protocolada  –>   Clique aqui!












domingo, 12 de janeiro de 2020

NOVOS DESAFIOS DA CASSI



Caros Companheiros,




Em parte, concordo   com o colega  NÉLIO JOSÉ LENTINI DE ALMEIDA, que se manifestou sobre o atual atendimento aos usuários da CASSI,  no Resumo 5669, de 12.01.2020, na REDE-SOS@yahoogrupos.com.br; reproduzo, ao final desta nota, a manifestação do companheiro NÉLIO.

O ritmo de mudanças na CASSI em todas as áreas, atinge a todos, a começar pelo próprio corpo funcional da CASSI, e se estendendo aos usuários.

Esse é o resultado da  adaptação à evolução  acelerada  de novas tecnologias e, especialmente  da TI nestes  tempos absurdos ( pelo menos para os de minha geração)   em  que,  como   já   acontece nos Estados Unidos, o ser humano, ao ser  batizado recebe um  nome e, paralelamente,  um e-mail. 

Aliás, sugiro também incluir o e-mail na certidão de nascimento.

É natural que muitos, principalmente aposentados que têm dificuldades  especiais de deslocamento e de adaptação a tantas mudanças bruscas geradas pela evolução tecnológica, se sintam prejudicados e  revoltados  frente  à  CASSI  devido a   limitações  de ordem financeira, de carência de pessoal e outras, que  atingem momentaneamente a instituição.

Vou ao meu caso específico.


Em 07.01.2020, liguei para a PANVEL para fazer pedido de reembolso de despesas com a aquisição de remédios de uso contínuo.

Fui informado   que o convênio para o ressarcimento de remédios de uso contínuo que era executado através da PANVEL, foi cancelado e passou a ser feito diretamente pela CASSI-Rio. 

Liguei para a CASSI-Rio, na Rua do Passeio, Centro, no mesmo  dia, 07.01.2020.

A demora no atendimento foi imensa. Coloquei o telefone no viva voz enquanto executava outras tarefas.

Não seria o caso de disponibilizar outro telefone para o atendimento dos associados nessa situação de emergência e transição?

Quando finalmente fui atendido, me deram uma senha e me disseram que comprasse os remédios de uso contínuo em uma farmácia,  apresentasse na CASSI a nota fiscal junto com a senha e era o quanto bastava para ser  ressarcido.

No mesmo dia comprei os remédios e,  no  dia  18.01.2019,  redigi  pedido  para a   CASSI  citando número da senha dada pela CASSI ,anexando nota fiscal e cópia do recibo de pagamento pelo cartão de crédito e informando os dados de minha conta corrente para o crédito do valor do reembolso.

No dia 08.01.2020, minha mulher se deslocou de minha residência, na Zona Oeste do Rio de Janeiro para ir ao Centro da cidade para resolver o assunto pessoalmente (uma maratona pela distância e pela demora pelo pesado congestionamento do tráfego).

O funcionário da CASSI, que a atendeu foi extremamente atencioso e gentil embora o pedido não tenha sido recebido, pois já existiam outras regras sobre o assunto.

Ele a informou  de que a CASSI remeteria e-mail com as novas diretivas sobre como proceder para receber o reembolso.

No  mesmo  dia  recebi  e-mail da CASSI, remetido pelo  Sr. FÁBIO DE AZEVEDO MOREIRA (fabio.moreira@cassi.com.br"),  informando as novas regras para o reembolso das despesas.

No dia 09.01.2020, preenchi  o formulário anexado no e-mail, segui todas as novas normas, e anexei nota fiscal, cópia do recibo do cartão de crédito,  informei número da senha fornecida pela CASSI e dados bancários para o crédito do valor do reembolso.

Espero que até 07.02.2020 meu pedido venha a ser atendido.

É perfeitamente compreensível a situação pela qual a CASSI está passando quando se defronta  com adaptações internas urgentes e de toda ordem para enfrentar um constante incremento na demanda de atendimentos e diante da diversidade  de problemas a serem enfrentados   na presente quadra.

Mas, apesar dos desafios,  reafirmo que continuo cada vez mais confiante no alto nível de preparo técnico e de atendimento do corpo funcional da CASSI.

Temos de nos unir e trabalhar em conjunto para o bem da CASSI.

Até porque não temos melhor alternativa.

Essa é a  posição deste colega.

Atenciosamente


ADAÍ ROSEMBAK

Associado da AAFBB, ANABB   e ANAPLAB





Mensagem de NÉLIO JOSÉ LENTINI DE ALMEIDA:

Em 12/01/2020 06:03, REDE-SOS@yahoogrupos.com.br escreveu:
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Fw: [REDE-SOS] Resumo 5667 by "nelio jose lentini de almeida" almeida4br
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Resumo #5669

 

Fw: [REDE-SOS] Resumo 5667

Sáb, 11 de Jan de 2020 2:43 pm . Enviado por:

"nelio jose lentini de almeida" almeida4br

 
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RECLAMO PELO PÉSSIMO SITE SEMPRE FORA DO AR DA CASSI, PELO TELEFONE, 08007290080, APESAR DE CONSTAR EM SEU MENU A POSSIBILIDADE DE SE FAZER RECLAMAÇÕES, JÁ QUE É UM S.A.C., NÃO AS ACEITAM MAIS!!!! ABSURDO. NÃO CONSIGO FAZER O SERVIÇO QUE ERA , HÁ POUCO TEMPO, DOS FUNCIONÁRIOS DA CLINICASSI COPACABANA, RJ, QUE É CADASTRAR , PARA PARCIAL REEMBOLSO, MEDICAMENTOS DO PROGRAMA DE ASSISTENCIA FARMACEUTICA. ESTE SERVIÇO FOI EMPURRADO PARA OS CLIENTES. SOLICITO CONSERTAR O SITE URGENTEMENTE , JÁ QUE O ATENDIMENTO PIOROU MUITO COM A NOVA GESTÃO DA CASSI!!!

Nélio José Lentini de Almeida almeida4br@yahoo.com.br