terça-feira, 11 de dezembro de 2018

UMA ÓTIMA NOTÍCIA - 11.12.2018


Caros Companheiros,

Confesso que tenho andado um tanto preocupado nos últimos dias.
A CASSI, o BB, e as entidades e associações que nos representam,  devem se reunir nesta semana para encontrar uma solução que resolva esse imbróglio da sustentabilidade da CASSI.
Para nossa absoluta surpresa, como noticia o companheiro MEDEIROS em seu blog, a  SEST (Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais Federais, do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão) foi chamada pelo BB e os eleitos para participar desses debates.
Quero ser otimista, mas a participação dessa entidade pode azedar as discussões.
A SEST é a responsável governamental pela aplicação dos dispositivos da Resolução CGPAR 23, de 18.01.2018, que limita e disciplina o aporte de recursos a empresas estatais para custeio de benefícios de assistência à saúde de seus empregados.
Estamos lutando precisamente contra normativos da Resolução CGPAR 23.
Ou seja, os dirigentes do BB, acuados pela pressão de nossas entidades e associações, que se consolidou na vitória do NÃO, apelaram para a participação da SEST nas discussões.
Estão jogando pesado.
Vamos esperar pelos resultados dos entendimentos.
Por outro lado, seguem ameaças pela privatização do BB, CAIXA e outras estatais lucrativas, o que consideramos um absoluto contrassenso.
São empresas modernas, enxutas, competitivas e lucrativas.
Se é para aplicar uma política de liberalismo econômico de resultados, e não somente para seguir princípios teóricos de liberalismo econômico radical da Universidade de Chicago,  que se privatizem ou se extingam de vez empresas estatais obsoletas e deficitárias, que se sustentam com os suados impostos públicos e só dão prejuízos e são cabides de empregos para afilhados de políticos.
Todos esses problemas juntos nos deixam um tanto oprimidos.
Mas não descrentes e nem desestimulados.
Votei com toda a convicção em JAIR BOLSONARO com o objetivo de reverter radicalmente a política petista que afundou o país.
Como já repeti anteriormente, estamos em pleno processo revolucionário.
Erros esporádicos serão cometidos na construção de uma nova sociedade mais avançada, um país desenvolvido e um povo sadio, bem  educado e feliz.
O que importa é que estamos no caminho certo.
Para nosso alento e entusiasmo, acabei de ler o artigo “Fim do Foro Privilegiado para Políticos e Outras Autoridades é aprovado em comissão”, no site “CONGRESSO EM FOCO”, de 11.12.2018, às 17.34h, o qual transcrevo adiante.
Custei a acreditar no que estava lendo.
Nunca poderíamos pensar que um projeto dessa grandeza pudesse surgir e ser aprovado de forma tão rápida em uma comissão no Congresso Nacional.
Não importa se, para entrar em vigor, essa mudança constitucional precise ser aprovada em plenário por pelo menos 308 deputados, em dois turnos de votação, no próximo ano, já que temos Roraima e Rio de Janeiro em intervenção federal.
O que vale é que esse é um passo fundamental para a mudança virtuosa de nosso Parlamento e é mais um avanço no processo de mudança de nosso país.
Boa Leitura!

ADAÍ  ROSEMBAK

Associado da AAFBB, ANABB e ANAPLAB

FIM DO FORO PRIVILEGIADO PARA POLÍTICOS E OUTRAS AUTORIDADES É APROVADO EM COMISSÃO
Por “Congresso em Foco”, em 11 dez,2018 – 17:34

Em votação relâmpago, deputados aprovaram na tarde desta terça-feira (11), em comissão especial, uma proposta de emenda à Constituição (PEC) que extingue o foro privilegiado para mais de 55 mil autoridades.
O texto aguardava votação há um ano , desde que passou pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara.
O  foro privilegiado é a prerrogativa que várias autoridades têm, em razão do cargo que ocupam, de serem julgadas por instâncias superiores, como o Supremo Tribunal Federal (STF), no caso de parlamentares, e o Superior Tribunal de Justiça (STJ), no caso dos governadores.
A proposta aprovada restringe o benefício a cinco figuras: o presidente da República e o vice; e os presidentes da Câmara, do Senado e do Supremo Tribunal Federal.
De acordo com o texto relatado pelo deputado EFRAIM FILHO (DEM-PB), deixam de ter foro privilegiado em crimes comuns ministros, governadores, prefeitos, chefes das Forças Armadas e todos os integrantes, em qualquer esfera de poder, do Legislativo, do Ministério Público, do Judiciário e dos Tribunais de Contas.
Por acordo entre os parlamentares presentes, não houve sequer discussão do parecer do relator.
A votação foi nominal, ou seja, não houve declaração nominal de votos.
Para entrar em vigor, a mudança constitucional precisa ser aprovada em plenário por, ao menos, 308 deputados, em dois turnos de votação.
Isso, porém, só poderá ocorrer no próximo ano, já que o Congresso está impedido de alterar a Constituição enquanto houver intervenção federal.
Há duas em andamento : uma em Roraima e outra na área da segurança do Rio de Janeiro.
Em maio o Supremo restringiu o conceito do foro de deputados e senadores, determinando o envio para instâncias inferiores dos processos que não tinham relação com o mandato.
Levantamento do CONGRESSO EM FOCO divulgado à época mostrou que praticamente um em cada três deputados e quase metade dos senadores respondiam a acusações criminais na mais alta corte do país.
A proposta original é de autoria do Senador ALVARO DIAS (Podemos-PR).
Na semana passada, o INSTITUTO NÃO ACEITO CORRUPÇÃO entregou à comissão especial um manifesto com cerca de 715 mil assinaturas pedindo a aprovação do texto.
Se não fosse votada ainda este ano pela comissão especial, a PEC seria arquivada e teria de voltar à estaca zero.  

sábado, 1 de dezembro de 2018

TUDO CONTINUA COMO DANTES NO CASTELO DE ABRANTES?


Caros Companheiros,

Quem acompanha este blog, sabe que defendemos a democracia, a liberdade de expressão, a livre iniciativa, e o apoio incondicional à atuação da Lava-Jato e às demais instituições do Poder Judiciário e de outros poderes que combatem a corrupção dentro de órgãos do Estado.
O princípio mais importante que levou à eleição de JAIR MESSIAS BOLSONARO
                                

para Presidente da República, foi justamente o combate incondicional à corrupção dentro das instituições públicas do país.
Esse foi um traço que ele seguiu em toda sua vida pessoal e parlamentar e que jurou defender dentro de seu governo.
É bom que seja assim pois a democracia e a liberdade de expressão são implacáveis.
Para minha absoluta surpresa, ao fim da página 21, da edição de 01.12.2018, no Caderno de Economia do jornal O GLOBO,   defrontei-me com uma pequena nota com o título “PF ABRE INQUÉRITO PARA INVESTIGAR NEGÓCIOS DE PAULO GUEDES.”
                                 

Li aquele cabeçalho mal acreditando no que lia, reli, e me perguntei porque não colocaram aquela notícia como a manchete principal na primeira página do jornal.
Aquilo era nitroglicerina pura.
Até agora não decifrei esse mistério. Foi para proteger PAULO GUEDES ou JAIR BOLSONARO? Recuso-me a aceitar qualquer das hipóteses.
Não vou me estender em comentários sobre o assunto.
Deixo as conclusões a critério de cada leitor.
Mas posso prever que isso ainda vai render muitas surpresas.
Segue abaixo a transcrição do artigo.
Boa Leitura!

Atenciosamente

ADAI  ROSEMBAK

Associado da AAFBB, ANABB e ANAPLAB

PF ABRE INQUÉRITO PARA INVESTIGAR NEGÓCIOS DE PAULO GUEDES
Jailton de Carvalho – Brasília
A Polícia Federal abriu inquérito para investigar o futuro ministro da Economia, PAULO GUEDES, por supostos crimes cometidos em transações relacionadas a fundos de pensão.
As investigações tiveram início há um mês, a pedido do Ministério Público Federal (MPF), que apura o caso.
Na mira da polícia estão transações da ordem de R$ 1 bilhão feitas por Guedes.
O ponto de partida é um relatório da Superintendência Nacional de Previdência Complementar (PREVIC), órgão que regula fundos de pensão, que levantava suspeitas sobre operações analisadas.

DEFESA DE MINISTRO NEGA

Os documentos foram analisados pela polícia, que tem dificuldade de aprofundar a apuração, por falta de clareza na definição dos supostos crimes.
GUEDES será investigado por gestão fraudulenta, entre outras supostas irregularidades.
O MPF e a PF apuram se GUEDES aplicou dinheiro captado de fundos de pensão de forma irregular, deixando prejuízos aos aposentados de estatais.
A empresa de GUEDES, que faz gestão de investimentos, teria cobrado comissões consideradas “abusivas”.
Os advogados Ticiano Figueiredo e Pedro Ivo Velloso, responsáveis pela defesa de GUEDES, negaram qualquer irregularidade.
“A defesa de PAULO GUEDES reafirma a lisura de todas as operações do fundo (BR Educacional) que, diga-se de passagem, deu lucro aos cotistas, incluindo fundos de pensão”, disseram.
Os dois afirmaram esperar que a investigação da PF apure o que chamam de “incoerências” do relatório da PREVIC.
Ontem, a PREVIC alegou que o relatório que serve de base para o inquérito da PF diz respeito à análise preliminar solicitada pelo MPF e que os investimentos citados ainda não foram objeto de fiscalização.

sexta-feira, 30 de novembro de 2018

PREVI e AAFBB em FOCO - 30.11.2018


CARTILHA DOS PENSIONISTAS – 28.11.2018

Caros Companheiros,

Estamos atravessando uma quadra difícil em relação à defesa de nossos interesses.
A luta pela sustentabilidade da CASSI está prestes a ser definida.
Os titulares de nossas entidades e das associações representativas dos interesses do funcionalismo estão ultimando, em conjunto com a CASSI,  a elaboração da proposta final a ser encaminhada ao BB.
Paralelamente, estamos sofrendo ameaças diversas provindas do Ministério da Fazenda, de privatização do BB, no todo ou em partes.
Qual o sentido de privatizar empresas bem-sucedidas de nossa economia como o BB, a Caixa Econômica e outras, que geram lucros vultosos para o Governo Federal, sem contar que elas financiam um universo de segmentos na iniciativa privada que fortalecem a economia do país, e ajudam a diminuir o desemprego?
Ademais, exercem um papel social junto à população mais desassistida ao manter agências nos rincões mais longínquos do país.
Para que então essa chamada privatização? Para provar uma teoria de liberalismo econômico radical, centrada na linha de ensinamentos da Universidade de Chicago, conhecida como o mais conservador e importante centro da defesa do liberalismo econômico mundial?
Esses conceitos podem até ter dado parcialmente certo nos Estados Unidos, mas decididamente não são modelos a serem implantados à risca em um país como o Brasil.
A história econômica americana é completamente diversa da brasileira.
Por isso, as soluções são diferentes.
Qual é o sentido de privatizar instituições lucrativas, enxutas, bem organizadas, atuantes, modernas e que só trazem benefícios para a população?
Se é para seguir à risca a cartilha da Universidade de Chicago, que se comece por eliminar empresas que dão prejuízos e outras que nunca saíram do papel, tendo como exemplo a EPL – Empresa de Planejamento e Logística, responsável pelo Projeto do Trem-Bala, que nunca construiu nada.
É de se salientar que algumas dessas empresas fantasmas pagam salários nababescos, as vezes maiores do que o de empresas estatais lucrativas.
Nesse contexto nebuloso, precisávamos de notícias otimistas e alvissareiras para levantar nosso ânimo.
Foi quando recebi o convite da AAFBB para assistir a uma palestra sobre a Cartilha dos Aposentados, que foi ministrada por altos executivos da PREVI, no dia 28.11.2018, no auditório da AAFBB.
Percebi de imediato que era um evento imperdível e de alto nível.
Cheguei com meia hora de antecedência e várias cadeiras no auditório já estavam ocupadas.
Troquei algumas palavras com o LUIZ CLÁUDIO DA CONCEIÇÃO MARINS, Coordenador de Núcleo na PREVI, mas a premência na organização do evento o obrigou a interromper nossa conversa.
Em pouco tempo o saguão ficou lotado.
Componentes dos órgãos dirigentes  da AAFBB compareceram em peso. Também marcaram presença membros do Conselho de Usuários da CASSI.
O Diretor   de Seguridade da PREVI, MARCEL BARROS,
                                  

abriu os trabalhos falando da importância do evento que abordaria o tema CARTILHA DOS PENSIONISTAS, um assunto  delicado para a  PREVI, em razão da dificuldade peculiar dos pensionistas, na sua maior parte idosos, em tratar de  assuntos complexos e  diversificados,  e dos quais não tem o necessário conhecimento, ainda mais considerando-se que os problemas que os levam à PREVI, como falecimentos de entes queridos,  empréstimos e outros,  os deixam emocionalmente abalados.
MARCEL BARROS encerrou sua apresentação e deu espaço para o  início da palestra, pois tinha outro compromisso funcional.
Mas, antes de se ausentar, MARCEL BARROS, gentilmente, me apresentou à PAULA GOTO, Diretora de Planejamento da PREVI.
                                   

Confesso, sem qualquer exagero, que foi um dos momentos mais emotivos e prazerosos que já tive desde que criei este blog.
PAULA GOTO é uma mulher jovem, envolvente, carismática, bonita, voz suave e firme, que tem um notável preparo técnico em sua área, e uma atuação altamente exitosa na Diretoria de Planejamento da PREVI.
Eu a abracei efusivamente. Eu já queria a conhecer pessoalmente há muito tempo.
A emoção era tanta que, aliada ao frisson do momento,  esqueci de tirar uma foto com ela para colocar neste artigo.
PAULA GOTO tem um destaque especial neste blog, que vou relatar de forma sucinta.
Lancei dois artigos  na defesa de sua pessoa (“Uma experiência valiosa”, de 04.06.2018, e “Complemento ao artigo anterior “Uma experiência Valiosa” ”, de 05.06.2018), em que defendi PAULA GOTO no episódio de sua habilitação  para o desempenho da função de Administrador Estatutário Tecnicamente Qualificado – AETQ. 
Outros   blogueiros como o MEDEIROS e o ARI ZANELLA também publicaram notas em defesa de PAULA GOTO.
Esse assunto rendeu muita celeuma à época e, confesso, ainda não me conformo com a inabilidade como a matéria foi conduzida.
PAULA GOTO ficou no meio de uma polêmica injustificável que causou um desgaste pessoal muito grande.
O que efetivamente importa é que hoje PAULA GOTO é a vitoriosa e prestigiada Diretora de Planejamento da PREVI.
Querida PAULA GOTO, auguro   cada vez mais sucesso em sua carreira funcional, felicidades em sua vida pessoal e que Deus a proteja!!
Dando sequência à palestra, o Gerente de Núcleo LUIZ CLÁUDIO DA CONCEIÇÃO MARINS, passou a palavra para a representante da PREVI, DENISE MIRANDA DA ROCHA DE OLIVEIRA, que coordena a  área INSS/PRISMA.
DENISE deu um verdadeiro show de bola. Ela conhece a matéria a fundo. Atendeu a inúmeras dúvidas dos presentes sobre os mais complexos problemas que envolvem legislações específicas. Utilizou-se de atualizadas projeções de gráficos para proporcionar uma apresentação mais inteligível dos assuntos apresentados.
DENISE falou por quase duas horas. Haja fôlego.
LORENI de SENGER
                                  


e CÉLIA LARÍCHIA
                                   

tiveram de se ausentar do evento pois viajariam para Brasília para participar de encontro relativo à finalização da proposta a ser apresentada ao BB sobre o equacionamento da sustentabilidade da CASSI.
A seguir, LUIZ CLÁUDIO DA CONCEIÇÃO MARINS tomou a palavra e passou a falar sobre a parte da assistência prestada pela PREVI aos pensionistas.
Também discorreu amplamente sobre a CAPEC.
Da mesma forma que o processo de assistência junto à PREVI e o INSS são distintos, a CAPEC também segue um caminho peculiar.
O titular do pecúlio precisa estar atento à nomeação do beneficiário do pecúlio, em caso de mudança em seu estado social, como separação, nova união, etc.
Também precisa manter sua documentação junto à PREVI atualizada.
É sempre importante estar atento a esse aspecto, a fim de evitar surpresas desagradáveis quando vier a solicitar qualquer direito ou benefício.
LUIZ CLÁUDIO DA CONCEIÇÃO MARINS deu informações preciosíssimas sobre a assistência prestada pela PREVI que se distingue da assistência prestada pelo INSS, que foi objeto da palestra de DENISE MIRANDA ROCHA DE OLIVEIRA.
São processos com diferenciações de documentos, prazos e outras características específicas.
Mas tudo é conduzido junto à PREVI.
Não vou me aprofundar em detalhes técnicos nem na abordagem de casos singulares, senão este artigo vai ficar maçante e se transformará em um verdadeiro tratado.
O importante é que a CARTILHA DOS PENSIONISTAS está disponível no site da PREVI e é constantemente atualizada pela PREVI, acompanhando a mudança da legislação.
A CARTILHA DOS PENSIONISTAS deve ser acessada no site da PREVI para estudo constante e esclarecimento de dúvidas.
Registro aqui a falta de fotografias no GOOGLE e YAHOO dos expositores e organizadores do evento. 
 Só consegui localizar as fotos de MARCEL BARROS e PAULA GOTO para colocar nesta nota.
É importante que esse registro fotográfico seja feito para ressaltar os artigos e tornar os expositores reconhecidos pessoalmente.
Ao final da apresentação do LUIZ CLÁUDIO DA CONCEIÇÃO MARINS, aproveitei um lapso de tempo, e fui conversar com MÁRCIA CASTRO MOREIRA, Gerente Executiva da GEBEN-Gerência de Benefícios da PREVI, que estava acompanhada pelo responsável pelo suporte físico do evento, FELIPE VELASCO CODI, da Gerência de Vínculo e Arrecadação da PREVI.
Entre vários tópicos, dirigi a MÁRCIA CASTRO MOREIRA, a pergunta principal que quis fazer para o LUIZ CLÁUDIO DA CONCEIÇÃO MARINS e, mais diretamente, para o Diretor de Seguridade da PREVI, MARCEL BARROS, mas que não foi possível pela premência na organização da apresentação.
Aí vai a vital questão:
A PREVI NÃO VAI MAIS PRESTAR ATENDIMENTO PERSONALIZADO NA SEDE DA PREVI NO EDIFÍCIO MOURISCO, NO RIO DE JANEIRO?
Seguem algumas perguntas a respeito dessa diretiva:
- Está sendo adequado   o atendimento a pessoas idosas com carência de visão e audição e que têm flagrante dificuldade para lidar com assuntos burocráticos complexos? É de se observar que, quando vão à PREVI, normalmente vão acompanhadas de parentes mais jovens para os auxiliarem.
- Como está sendo feita a checagem de documentos pela PREVI? Observei que, em idas à PREVI, os funcionários que prestavam o atendimento, solicitavam aos participantes a apresentação de documentos originais com autenticações, etc. Como isso está sendo feito à distância? E o preenchimento de formulários da PREVI, que eram feitos no ato do atendimento personalizado?
- Muitos idosos não têm computador (conheço um que, imaginem, ainda tem máquina de escrever!! É fato.).
O imposto de renda pela internet é feito por terceiros.
Mas e os assuntos da PREVI e INSS? Os netos querem distância dessas coisas que não fazem parte de seu universo de interesses. Como esse serviço está sendo prestado atualmente?

Poderia abordar outros problemas enfrentados pelos aposentados.  Lembro-me  que encontrei alguns que residiam em outras cidades e que se deslocavam até o Rio de Janeiro e se hospedavam em hotéis para comparecerem cedo na sede da PREVI no Mourisco, para resolverem diversos assuntos referentes a, principalmente, falecimento de cônjuge, aposentadoria, pensão,  dependentes, regularização de documentos, etc.

O fato é que o trabalho da PREVI é multifacetado.

Seus dirigentes têm de dar atenção prioritária à diversidade de investimentos do fundo de pensão para obter retornos suficientes que cubram a cobertura dos planos de benefícios e que, dentro do possível, também propiciem superávits.

Paralelamente, têm de prestar assistência aos aposentados, às viúvas, dependentes, etc. em uma imensa variedade de atendimentos peculiares.
Esse é um atendimento difícil, complicado, demorado, trabalhoso e que exige pessoal altamente qualificado, que tenha maturidade, compreensão, paciência e empatia para dar um atendimento adequado e humanizado para esse público diferenciado.
E, o que é pior: esse tipo de atendimento só dá despesas.
Mas é preciso enfatizar que esse é um dever a ser assumido da forma mais eficiente e humana possível pela PREVI.
Por tudo isso, é perigoso fazer cortes de custos e modernizações nessa área, como a atual eliminação do atendimento personalizado, sem que a qualidade, e diria, até a concretização do atendimento, seja comprometida.
Fica a Mensagem.
De resto, agradeço a extrema paciência, simpatia e compreensão de que fui alvo por parte de MÁRCIA CASTRO MOREIRA. Entendo que é frustrante perseguir o perfeccionismo em um país com tantas carências como o nosso. Mas temos de continuar lutando.
A administração da AAFBB está parabenizada por acolher em sua Sede uma apresentação com a grandeza e o sucesso da “CARTILHA DOS APOSENTADOS”, promovida pela PREVI.  
Sugerimos, inclusive, que, se possível, o CODEL promova apresentações sobre o tema, abordando aspectos parciais, em tempo reduzido, em suas assembleias bimensais, que contam com a presença de representantes de outros estados. 
É importante que esses preciosos ensinamentos tenham um efeito multiplicador e que todos os associados tomem conhecimento   dessas preciosas informações.
Parabéns à PREVI e à AAFBB!!
A palestra foi um sucesso absoluto!!
Estamos no aguardo da próxima!!
Vocês foram maravilhosos!!
Abraços em Todos!!

Atenciosamente

ADAÍ ROSEMBAK

Associado da AAFBB, ANABB e ANAPLAB

segunda-feira, 26 de novembro de 2018

ANABB em FOCO - 26.11.2018



Caros Companheiros,

Em seguimento  ao artigo “NOVOS TEMPOS”, de 24.11.2018, neste blog, transcrevo a oportuna e importantíssima CARTA ABERTA  da ANABB, de 25 do corrente, relacionada ao mesmo assunto, dirigida ao eleito Presidente da República, Excelentíssimo Senhor JAIR MESSIAS BOLSONARO.
                                    

A ANABB foi extremamente objetiva em lembrar ao primeiro mandatário da nação, seu compromisso de campanha de preservar empresas públicas eficientes e que cumprem função social insubstituível para o país.
Por essa razão, a ANABB   declara estranhar a nomeação pelo Ministro da Fazenda indicado, Senhor  PAULO GUEDES,
                                     

de economista atuante na área de finanças privadas e defensor radical da privatização.
A ANABB se estende ao relatar a importância do BB no cenário econômico brasileiro, em que apresenta resultados positivos e abrangentes em um sem-número  de áreas, no Brasil e no exterior.
Reproduzo adiante, parte do conteúdo extraído da carta da  ANABB, que diz:
“Ao atuar em um sistema financeiro moderno e altamente competitivo, o Banco do Brasil apresenta hoje desempenho que, além de agradar ao mercado, assegura sólido retorno de dividendos ao Tesouro Nacional, beneficiando, assim, amplamente a sociedade brasileira.
Neste duplo papel – mercadológico e de execução de políticas públicas -, o Banco do Brasil foi estruturado dentro de um modelo de negócios nos quais a privatização de ramos rentáveis – BBDTVM, Cartões, Consórcio, etc – caso aconteça, vai comprometer estrategicamente a sobrevivência da empresa.”
Segue abaixo o texto completo da missiva da ANABB  encaminhada ao  Excelentíssimo Senhor  JAIR MESSIAS BOLSONARO , eleito próximo Presidente da República.
Aproveito este ensejo para publicar, ao final desta nota,  importante denúncia do Spbancários (Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo), com informações do jornal Valor Econômico.
É fundamental alertar para que todos os funcionários ativos do BB,  os aposentados pela PREVI e pensionistas mantenham-se atentos à  evolução da situação apresentada que afetará o BB e o nosso futuro e de nossos familiares.
Boa Leitura.
Atenciosamente

ADAÍ  ROSEMBAK

Associado da AAFBB, ANABB e ANAPLAB


Carta aberta da ANABB ao Excelentíssimo Senhor Presidente da República, eleito, JAIR MESSIAS BOLSONARO.

A QUEM INTERESSA O ENFRAQUECIMENTO  DO BANCO DO BRASIL?

ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS FUNCIONÁRIOS DO BANCO DO BRASIL – ANABB

BRASÍLIA, 25 de novembro de 2018

Apesar da promessa de campanha de preservar empresas públicas eficientes e que cumprem insubstituível papel social para o Brasil, e declarações públicas de não privatização do Banco do Brasil; de garantir que os indicados devem ser técnicos, no que concordamos plenamente, e funcionários de carreira do Banco, o Sr. PAULO GUEDES, indicado por Vossa Excelência para o Ministério da Fazenda, acaba de anunciar a indicação, para presidir o Banco do Brasil, de profissional conhecido como consultor vinculado ao mundo das finanças privadas e defensor inconteste das privatizações.
Os números exibidos pelo Banco do Brasil foram resultado de um contínuo processo de transformações.
Iniciada em 1996 e que se cristalizou de forma permanente na cultura interna do BB, esta evolução tem sido marcada pela demonstração da eficiência e da entrega de resultados sólidos e sustentáveis, reconhecidos pelos analistas de mercado e investidores.
Este ajuste vitorioso permitiu ao Banco do Brasil ser considerado, hoje, como lição contra radicalismos: a qualidade do que é público-estatal não deve ser medida pelo tamanho, mas sim pela efetividade.
Ao atuar em um sistema financeiro moderno e altamente competitivo, o Banco do Brasil apresenta hoje desempenho que, além de agradar ao mercado, assegura sólido retorno de dividendos ao Tesouro Nacional, beneficiando, assim, amplamente a sociedade brasileira.
Neste duplo papel — mercadológico e de execução de políticas públicas —, o Banco do Brasil foi estruturado dentro de um modelo de negócios nos quais a privatização de ramos rentáveis — BBDTVM, Cartões, Consórcio, etc. — caso aconteça, vai comprometer estrategicamente a sobrevivência da empresa.
Sem pilares que gerem receita e equilibrem a atuação social do BB, o Governo terá um resultado apenas imediato: o mercado se apropriará de fatias rentáveis e, no longo prazo, a saúde do maior banco do País estará gravemente comprometida.
As medidas anunciadas pelo indicado por Vossa Excelência para a presidência do BB desde já colocam sob ameaça números exuberantes: a geração de valor para a sociedade de R$ 34 bilhões, que movimentam a economia; R$ 3,2 bilhões distribuídos aos acionistas; a presença em 99,6% dos municípios brasileiros; os 65 mil pontos de atendimento; a atuação global em 24 países; a liderança no mercado bancário de R$ 1,47 trilhão em ativos totais; o market share no agronegócio de 58,8%; R$ 686,3 bilhões da carteira de crédito que irrigam toda a cadeia produtiva brasileira.
Contra estas medidas, que foram divulgadas pela mídia, a ANABB, que representa um exército de mais de 200 mil funcionários da ativa e aposentados (alcançando mais de 1,5 milhão de pessoas, se contarmos seus familiares) que ajudaram a construir esse patrimônio brasileiro, bicentenário, lutará incansavelmente em todas as frentes.
Os funcionários do Banco do Brasil são exemplo de solidariedade junto às comunidades onde vivem e emprestam seu voluntarismo para o bem-estar dos que mais necessitam e de toda a sociedade.
Senhor Presidente eleito, em nome dos funcionários da ativa e aposentados do Banco do Brasil e da solidez da empresa, que pertence a todos os brasileiros, solicitamos que reveja decisões que — em nome do enxugamento do Estado — vão ferir estruturas e modelos que foram aperfeiçoados ao longo dos anos.
No jargão do futebol, "em time que está ganhando não se mexe".
Não vamos ameaçar pilares que estão sólidos, geram valor para a sociedade e pertencem a todos os brasileiros.
Fazemos este apelo ao Senhor Presidente eleito, JAIR MESSIAS BOLSONARO, desejando-lhe um governo exitoso, pautado pelo equilíbrio, estabilidade das instituições democráticas e bem-estar social, porque, assim, todos os brasileiros serão contemplados.


Denúncia do SpBancários:
BANCO DO BRASIL ENVOLVIDO EM TRANSAÇÃO ESCUSA.
                                   
 
Sem comunicar o mercado, instituição pública controlada pelo governo está em tratativas para entrega de ativo diretamente com empresa interessada, informa jornal.

Redação Spbancarios, com informações do Valor Econômico
Publicado em 23/11/2018 12:04 / Atualizado em 23/11/2018 18:23

O Banco do Brasil está em tratativas com a gigante gestora de recursos americana BlackRock para um negócio envolvendo a BB DTVM, o braço do banco público para gestão de recursos.
As informações foram divulgadas pelo jornal Valor Econômico.

“Se existe uma negociação, está errado”, afirma MARCEL BARROS, diretor de seguridade da PREVI. 
                                    

“O Banco do Brasil está listado na B3 [Bolsa de Valores].
Então, se há uma negociação em curso, tem de haver uma comunicação ao mercado, porque os acionistas devem saber que o banco tem intenção de abrir o capital de um dos seus ativos.”
“Além disso, se o governo quer vender uma parte do banco, essa entrega tem de ser feita por meio de disputa pública, e não com um único interessado. Mas como a notícia não dá muitos detalhes, não é possível saber o que de fato está ocorrendo”, ressalta o dirigente. 

A natureza das discussões, que ocorreram com mais frequência durante a presidência de PAULO CAFFARELLI, que deixou a instituição no início deste mês, ainda é tratada com elevado grau de sigilo dentro do banco, mas uma fonte a par do assunto revelou ao jornal Valor que envolveria venda de pelo menos parte da subsidiária do banco à gestora.

MARCEL BARROS avalia que, se o governo pretende negociar um dos ativos do Banco do Brasil, essa negociação deve ser feita por meio de IPO (oferta inicial de ações).

“Por isso a notícia preocupa, porque se de fato ela é verdade, o mercado tem que saber. Mas para o Banco do Brasil, como banco público, não é vantajoso, nesse momento, vender uma parte da instituição”, enfatiza MARCEL BARROS.  

A assessoria da estatal, contudo, negou ao Valor qualquer discussão para se desfazer de sua participação na empresa.

Entretanto, outra fonte ouvida pelo jornal confirmou que as discussões, ao longo do ano, trataram de possíveis parcerias e negócios do BB com a BlackRock envolvendo a BB DTVM.

Mas o interlocutor não quis especificar de que natureza teriam sido as conversas.

Questionado pelo Valor, o banco público respondeu que a “BB DTVM mantém parceria com 40 gestoras de recursos e é absolutamente normal, e esperado, que aconteçam reuniões de negócios com frequência”.

“Se essa entrega se confirmar, será mais um passo em direção ao encolhimento do banco público que, no atual governo, continua perdendo capilaridade e ativos, enfraquecendo sua importância”, protesta JOÃO FUKUNAGA,
                                   

secretário de Assuntos Jurídicos do Sindicato e bancário do Banco do Brasil.