sexta-feira, 25 de janeiro de 2019

COOPERFORTE - UMA INSTITUIÇÃO ADMIRÁVEL


Caros Amigos,

Acabei de ler no Blog do ARI ZANELLA,
                                

desta data, o artigo “COOPERFORTE É SHOW”.
Foi um artigo que me impressionou profundamente.
Quem ainda não passou por traumas inesperados na vida que, subitamente, nos levam ao desespero e esgotam  nossas reservas financeiras?
Um acidente, uma doença, uma separação problemática, um problema sério com um membro da família?
A vida, às vezes, nos reserva surpresas extremamente desagradáveis.
Nesses momentos, nossas existências entram em um verdadeiro redemoinho, com desgastes emocionais, de saúde e financeiros.
Nessas horas em que mais se precisa de amparo, os amigos desaparecem, o dinheiro evapora, muitos entram em depressão e, em casos extremos, se não  encontram ajuda financeira imediata   e não  têm um sólido apoio espiritual, podem chegar  a cometer atos desesperados e extremos que os marcarão pelo resto da vida e até podem os levar ao suicídio.
Felizes aqueles que não passaram por momentos como esses em que nossos limites pessoais são testados ao extremo.
Como sói de ocorrer, são situações em que a aflição, a urgência e a carência financeira, levam as pessoas a recorrer a empréstimos em verdadeiras arapucas financeiras, sem analisar adequada e detalhadamente essas operações que, muitas vezes, são  esquemas desumanos e implacáveis, comparáveis às  dos mais inescrupulosos  agiotas.
Como exemplo, cito os juros estratosféricos dos cartões de crédito.
Ou seja, saímos de um abismo de ordem pessoal e humanitária e mergulhamos em outro de ordem financeira.
É justamente nesse aspecto que repousa o mérito do magistral artigo de Ari Zanella, em que ele elogia o papel da COOPERFORTE.
Confesso que, há muito tempo atrás, passei por um desses períodos que nos desestruturam pessoal e  financeiramente. Felizmente, nunca mais fui obrigado a recorrer a empréstimos para colocar a vida em ordem. E espero que isso nunca mais ocorra.
Essa é a razão porque não tinha o conhecimento pleno do papel benemérito da COOPERFORTE.
Em seminários promovidos no Rio de Janeiro tive a oportunidade de  conhecer LYGIA BASTOS, a simpática e carismática Gerente Estadual no RJ da COOPERFORTE.
Devido à pressa e à carência de tempo hábil nesses encontros, nunca pude ter um diálogo mais alongado com ela sobre detalhes da atuação da COOPERFORTE.
Mas, como associado da ANAPLAB, ressalto o papel dos blogs de  seus dirigentes, ARI ZANELLA e ROSALINA DE SOUZA, que são experts nesse campo e sempre nos mantém atualizados sobre esse assunto.
Transcrevo adiante o excelente  texto “COOPERFORTE É SHOW”, do colega e amigo ARI ZANELLA, que é de suma importância para o conhecimento de todos nós.
É de interesse comum que esse texto seja divulgado o mais amplamente possível em nosso meio.
Boa Leitura e Bom Proveito!
Atenciosamente

ADAÍ ROSEMBAK

Associado da AAFBB, ANABB e ANAPLAB

COOPERFORTE É SHOW
Nós, aposentados, temos uma grande fonte para eventuais empréstimos de necessidade.
A cooperativa forte de Brasília realmente atende a contento seus inúmeros cooperados.
Ah! Como seria bom que o nosso fundo de pensão nos tratasse de modo semelhante!
Porém, quanta diferença!
Um tomador de empréstimos como este blogueiro, jamais ficou desamparado de crédito exatamente pela eficiência da COOPERFORTE.
                               

Antes do aumento de janeiro minha disponibilidade no “Forte-72”, após apenas duas parcelas pagas, era de pouco mais de 4 mil reais.
Agregando o aumento de janeiro tinha disponível 5.800,00 que tomei em condições favoráveis: Crédito solicitado até às 15h entra no mesmo dia.
Fi-lo dia 21.01 com o débito da primeira prestação para o dia 20.03.2019, além da não cobrança no mês de aniversário (outubro).
Eles também cobram um seguro prestamista (equivale ao FQM da PREVI) mas a taxa é tão pequena que nem é sentida.
Não é cobrada a perversa “taxa de administração”, como faz o nosso ES que cobra 0,2% sobre o montante a ser renovado.
No ES não se pode dispor do valor tomado de imediato.
Há que se aguardar pelo menos dois dias úteis.
Os mais longevos são penalizados no ES, tanto no prazo quanto no percentual da FQM.
A contabilidade pós-fixada do empréstimo “simples” de simples não tem nada.
A cooperativa e o BB (patrocinador) dão “show” de agilidade, competência e facilidade em seus empréstimos prefixados.
Exatamente nesta modalidade que o nosso fundo está travado.
Outro fator positivo de nossa velha cooperativa está na distribuição das sobras.
Todo ano embolsamos um bom prêmio proporcional à aplicação ou aos empréstimos de cada cooperado.
A estrutura enxuta e bem administrada permite os superávits anuais.
O Banco foi pródigo ao ensinar a cooperativa a ser uma verdadeira cooperativa.
No fundo não ensinou a lição de casa.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

AAFBB e CASSI-RIO em FOCO - 16.01.2019


Caros Companheiros,

Nesta data, tivemos o almoço mensal da AAFBB.
Poucas vezes tivemos um almoço tão concorrido e com notícias   tão auspiciosas como hoje.
Como de praxe, o saguão no 10º andar da AAFBB estava lotado.
A primeira a falar foi a Presidente da AAFBB, LORENI DE SENGER, que nos repassou a importante notícia de que o BB marcou novas conversações a partir de 23 do corrente, com as entidades que compõem a MESA DE NEGOCIAÇÕES, para que sejam reiniciadas as discussões sobre a sustentabilidade da CASSI.
Todos esperam que essas discussões sejam exitosas para a CASSI, primeiro para evitar sanções pelas normas impostas ao BB pela SEST – Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais, e segundo, no que tange especificamente à CASSI, para evitar intervenção por parte da  ANS – Agência Nacional de Saúde.
Não há espaço para derrotados e fracassados nesse processo, nem o BB, nem a CASSI e, muito menos, os associados da CASSI, que deverão ser os grandes beneficiários desse processo.
Todos devem se consagrar como vitoriosos nessa questão.
O resultado final das discussões deverá gerar uma longa sustentabilidade para a CASSI que dignificará o BB como instituição que sempre primou por prestar uma boa assistência de saúde e bem-estar aos funcionários da ativa, aposentados e dependentes.
A presidente LORENI DE SENGER foi alvo de aplausos de todos os presentes por noticiar a boa nova.
Em seguida, LORENI DE SENGER, apresentou o convidado, EDSON XAVIER, Gerente da CASSI-RIO, para falar sobre o papel da CASSI no Rio de Janeiro.
EDSON XAVIER é uma pessoa extremamente simpática, atenciosa, carismática, que tem um profundo conhecimento da área que dirige, e uma dedicação e habilidade ímpar para superar os mais intrincados problemas e trazer os melhores benefícios para a CASSI e seus associados no Rio de Janeiro.
Começou falando da excelente e ampla rede de laboratórios   e hospitais que prestam assistência aos associados da CASSI e seus dependentes no Rio de Janeiro.
Entre algumas instituições de ponta, citou a REDE D’ÓR, HOSPITAL SÃO VICENTE DE PAULA, HOSPITAL SÃO JOSÉ e vários outras.
Salientou que vive em constantes negociações com todas as instituições para conseguir melhores condições de prestação de serviços, fazer economias em procedimentos, evitar diárias ao máximo e, nesse item,  principalmente em CTIs, promover controle de gastos excessivos em materiais e exames, etc.
Com isso os custos sempre são reduzidos e, paralelamente, melhora o caixa da CASSI.
EDSON XAVIER disse que as negociações com essas instituições são de interesse mútuo, pois existe o interesse da CASSI em prestar o melhor atendimento aos associados pelo menor custo e, de outro lado, as instituições se esforçam em manter a CASSI como cliente.
LORENI DE SENGER confirmou a colocação do EDSON XAVIER, pois um rapaz que já trabalhou na AAFBB e que, atualmente trabalha no COPA D’ÓR, de vez em quando vem almoçar na AAFBB e disse que a CASSI é considerada uma “jóia” na REDE  D’ÓR.
EDSON XAVIER falou sobre a utilidade da CLINICASSI, que presta um excelente serviço de assistência aos usuários da CASSI. 
Dissertou sobre o novo sistema de “horário estendido” adotado pela CLINICASSI, que baixou os custos e aumentou o período de atendimento.
Abordou o desperdício e absurdo que alguns associados cometem ao fazerem exames repetidos “só para terem certeza dos resultados”. É uma prática danosa, mas comum, que implica em um desperdício imenso de recursos da CASSI que poderiam ser aplicados em outras áreas.
EDSON XAVIER também falou do alto custo e do perigo do uso do serviço de Pronto Socorro.
Dependendo do excessivo número de exames efetuados pelo serviço de Pronto Socorro, que muitas vezes são dispensáveis, o custo de um procedimento pode ser muito superior, chegando até a 5 ou 6 vezes, do que se fosse prestado pelo médico credenciado ou pela CLINICASSI.
O outro problema é o risco por contaminação por vírus em ambientes fechados com muita aglomeração de pessoas adoentadas ou acidentadas.
Em razão de todo esse esforço contínuo, EDSON XAVIER disse que, apesar de todas as limitações, ele encontrou a CASSI RIO com um desequilíbrio entre despesa e receita de 150%, conseguiu baixar para  110%, e almeja chegar a 100% em breve.
A sua meta é que essa diferença chegue a 85%, o que é uma meta muito difícil de ser alcançada e que implica em várias mudanças, mas que gerará uma economia de 15% para a CASSI.
Por fim, EDSON XAVIER, em sua longa exposição, que deixou  os presentes absolutamente atentos, admirados e satisfeitos, foi aplaudido entusiasticamente por todos os convivas.
São com pessoas inteligentes, carismáticas, criativas e atuantes como EDSON XAVIER, que temos certeza de superar não só os problemas na CASSI, mas outros no universo de áreas de nossos interesses.
Recomento que todos os companheiros passem a participar mais assiduamente dos almoços promovidos pela AAFBB e possam desfrutar da mesma satisfação que tive hoje com o convívio com caríssimos colegas, de degustar um excelente repasto e adquirir essa rica quantidade   de informações que tive ao ouvir o jovem colega e já amigo EDSON XAVIER.

Abraços em todos.

ADAÍ ROSEMBAK

Associado da AAFBB, ANABB e ANAPLAB

quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

CAMPANHA DE DESCONSTRUÇÃO


Caros Amigos,

Tenho consciência de que desagradarei muitos companheiros com esta postagem.
O domínio do petismo xiita ainda continua presente e extremamente atuante em nosso meio e, como estão inconformados e revoltados com a escolha da maioria do povo brasileiro pelo candidato JAIR MESSIAS BOLSANARO para presidente da República, tratam agora de desenvolver uma campanha sistemática, ampla, férrea e caluniosa contra tudo que está sendo arquitetado e feito pelo novo governo para recolocar o Brasil nos trilhos.
É um processo difamante, agressivo e completamente desconectado da realidade.
Repetem o mesmo padrão derrotista a que se referiu o diplomata e político israelense ABBA EBAN, quando disse que os terroristas extremistas que, em vão, tentavam destruir o Estado de ISRAEL, “NÃO PERDIAM UMA ÚNICA OPORTUNIDADE DE PERDER UMA OPORTUNIDADE.”
É o que ocorre no momento com os radicais petistas, que não vão engolir em seco a vitória acachapante nas urnas do candidato JAIR MESSIAS BOLSONARO.
                                

Continuam a seguir o velho e superado chavão comunista de que “QUANTO PIOR, MELHOR!”
Vão continuar a perder e a sofrer porque não conseguem dimensionar e refletir sobre a nefasta dimensão da situação caótica e falida em que colocaram o Brasil.
São tantas as distorções e problemas a serem superados da “herança maldita” deixada pelo petismo, que nos encontramos indecisos sobre quais pontos devem ser prioritariamente abordados.
Em relação ao BB, ressalto a campanha difamatória que tem sido implementada por parte de algumas pessoas contra a escolha do funcionário do BB, ANTÔNIO HAMILTON ROSSELL MOURÃO,
                                


 filho do vice-presidente da República, HAMILTON MOURÃO, para assessor especial da presidência do Banco do Brasil e que exercerá suas funções junto ao presidente do BB, RUBEM NOVAES.
                                  

Pelo que li, ressalto em primeiro lugar, que ANTÔNIO HAMILTON ROSSELL MOURÃO é funcionário concursado do BB há 19 anos,  e estava há 11 anos na Diretoria de  Agronegócios. Acrescento que sua esposa também é funcionária do BB.
ANTÔNIO HAMILTON ROSSELL MOURÃO cursou MBA em agropecuária, tem pós-graduação nos Estados Unidos e, em razão disso, domina perfeitamente a língua inglesa.
Portanto, está absolutamente qualificado para ocupar a posição para a qual foi nomeado.
Durante os governos petistas sempre foi preterido para exercer cargos mais relevantes, justamente por ser filho de um militar.
Conforme é informado pela mídia, essa perseguição foi tão radical que chegou ao ponto de perder sua vaga de carro na garagem do prédio onde trabalhava.
Como não seguia a cartilha do grupo petista dominante nunca conseguiu ascensão pelos seus méritos pessoais.
Sua nomeação para o cargo em foco não caracteriza caso de nepotismo já que é um funcionário da área, e nem foi transgredida qualquer norma do BB para a nomeação, pois   o presidente do BB tem a prerrogativa de nomear assessores de confiança.
Muitos perguntam, irrefletidamente, porque o filho do vice-presidente da República, em condições de igualdade com os demais companheiros, foi o escolhido.
Não sejamos hipócritas, cínicos ou abobalhados.
Essa foi a mais sábia e melhor decisão que poderia ter sido tomada pelo presidente do BB.
Independente das qualidades e da relevante formação acadêmica do competidor, o fato de ele ser filho do vice-presidente da República, foi elemento determinante para sua escolha.
Não diria que teremos privilégios para o BB, a PREVI ou a CASSI, mas, evidentemente, em razão dessa nomeação, poderemos desfrutar de   canais de acesso mais amplos e abertos para a apresentação e discussão de nossos pleitos junto às mais altas esferas do poder.
Permito-me qualificar, sem exagero, essa nomeação como uma dádiva que caiu dos céus.
Como já disse em um comentário, capacidade de comunicação e influência, são fatores fundamentais para o êxito de qualquer empreendimento.
Portanto companheiros, reflitam, sejam realistas, e torçamos para que nosso colega ANTÔNIO HAMILTON ROSSELL MOURÃO seja bem-sucedido em sua nova posição.
Abraços em todos.

ADAÍ  ROSEMBAK

Associado da AAFBB, ANABB e ANAPLAB      

segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

COMEÇO DO ANO


Caros Amigos,

Após festas de Natal e Ano Novo, voltamos a firmar os pés na realidade.
Acabei de acessar o site da ANABB e li a nota sobre a posse do novo presidente do BB, RUBEM DE FREITAS NOVAES, ontem, 07.01.2019.
                                  

O presidente da ANABB, REINALDO FUJIMOTO, 
                                   

que estava presente ao evento, teve uma rápida conversa com RUBEM DE FREITAS NOVAES, em que falou sobre o papel da ANABB, a maior associação de uma mesma classe trabalhadora na América Latina e de outras associações e entidades que defendem nossos interesses.
A propósito, ainda ontem, vi na TV a nomeação de RUBEM DE FREITAS NOVAES, em que ele declara que no BB  vai fazer ajustes importantes, mas que não vai se desfazer de “joias da coroa”.
Essa declaração é importante, principalmente no que tange à DTVM.
Como já declarei em artigos anteriores o governo não vai matar a “galinha dos ovos de ouro.”
Seria uma insanidade.
Adiante, transcrevo na íntegra o texto extraído do site da ANABB.
Também li a excelente matéria “Subsídio não deve mascarar falta de competitividade, diz Carlos da Costa”, publicado no jornal Valor Econômico, desta data, caderno A2.
Dependendo da evolução desse assunto, publicarei essa nota em outra oportunidade.
Mas o que mais me chamou a atenção e que atinge diretamente nossos interesses, foi o texto “Decretos de BOLSONARO vão fortalecer sistema bancário.”, publicado no caderno A8, do Jornal Valor Econômico.
As medidas ali anunciadas mexerão profundamente com toda a estrutura do sistema bancário brasileiro e, principalmente, dos bancos públicos federais.
Existem pontos positivos nas propostas, entre as quais o de proteger os bancos públicos de influências políticas.  Outra consequência, advinda dessa, seria o equilíbrio fiscal.
Mais mudanças importantes são alencadas no artigo, que reproduzo adiante, e que considero de extremo interesse para todos nós.
Boa Leitura!

ADAÍ ROSEMBAK

Associado da AAFBB, ANABB e ANAPLAB

ANABB participa da posse do novo presidente do BB, RUBEM DE FREITAS NOVAES.
Duas cerimônias ocorreram em Brasília, uma no Palácio do Planalto e outra na sede do BANCO DO BRASIL

Em 07.01.2019 às 19:01Compartilhe: 

O novo presidente do BANCO DO BRASIL, RUBEM DE FREITAS NOVAES, tomou posse no cargo nesta segunda, 7 de janeiro, em duas cerimônias que aconteceram em Brasília.
A primeira ocorreu no Palácio do Planalto e contou com a presença do Presidente JAIR BOLSONARO e do Ministro da Economia, PAULO GUEDES.
A segunda posse foi no próprio BANCO DO BRASIL e teve a participação da ANABB, que foi representada pelo seu presidente REINALDO FUJIMOTO.
Em conversa informal com RUBEM DE FREITAS NOVAES, REINALDO FUJIMOTO   apresentou-lhe rapidamente a ANABB, maior associação de uma mesma classe trabalhadora da América Latina, cujo papel institucional é defender o BANCO DO BRASIL, os funcionários da ativa e aposentados e as principais entidades ligadas ao funcionalismo.
“Presidente, o BANCO DO BRASIL é uma empresa muito importante para o país, formada por profissionais comprometidos.
Garanto que o senhor será muito bem recebido por todo o corpo funcional e vai gostar muito de trabalhar nesta casa.
Desejo sucesso nesse novo desafio”, comentou REINALDO FUJIMOTO com RUBEM DE FREITAS NOVAES.
                                  

                                                                                 
Após a cerimônia, o novo presidente do BB mostrou-se muito atencioso com todos os presentes e se colocou à disposição da entidade.
POSSE NO PLANALTO
No Palácio do Planalto, além de RUBEM DE FREITAS NOVAES, foram empossados os presidentes do BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL (BNDES), JOAQUIM LEVY, e da CAIXA ECONÔMICA FEDERAL, PEDRO GUIMARÃES.
Durante o discurso, o novo presidente do BB, citou a recessão econômica do país, a desesperança da população e a disposição como presidente do BB de transformar o cenário atual do Brasil. “Temos a responsabilidade de reverter o quadro atual e fazer com que os brasileiros se sintam honrados, espero poder contribuir para este esforço do governo.
Acredito que uma administração deva ser eficiente, transparente e honrada. Com a equipe que estamos montando atingiremos esse objetivo no BANCO DO BRASIL”, disse.
RUBEM DE FREITAS NOVAES tem 73 anos, é bacharel em economia pela UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO (UFRJ) e doutor em Economia pela UNIVERSIDADE DE CHICAGO, EUA. Exerceu o cargo de diretor no BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL (BNDES) e de presidente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE), e também foi professor na FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS (FGV).

DECRETOS DE BOLSONARO VÃO FORTALECER SISTEMA BANCÁRIO
Dois bem-vindos decretos na área bancária foram incluídos na agenda de prioridades dos primeiros cem dias do governo Bolsonaro.
Um deles vai permitir que o Banco Central examine e aprove as indicações de dirigentes para bancos públicos federais.
Outro decreto vai transferir à autoridade monetária poderes para autorizar o ingresso de capital estrangeiro no sistema financeiro nacional.
As mudanças – informadas pelo presidente do Banco Central, ILAN GOLDFAJN,
                                  

 em entrevista na semana passada ao VALOR – vão contribuir para injetar mais competição e para ampliar a solidez do mercado bancário.
De quebra, devem ter implicações positivas para o equilíbrio fiscal, ao assegurar uma maior proteção às instituições oficiais contra influências políticas.
Nos anos 1990, houve uma onda de investimentos estrangeiros no sistema bancário, mas a prática era exigir o pagamento de uma espécie de pedágio para os entrantes.
Em geral, os bancos de fora do país eram obrigados a comprar instituições em dificuldades. Foi o que aconteceu , por exemplo, na aquisição do Bamerindus pelo HSBC.
Em alguns casos, o governo obrigava os bancos estrangeiros a adquirirem ativos podres de instituições liquidadas.
O presidente da República tem que dar sinal verde a cada operação porque o artigo 52 do Ato das Disposições Transitórias da Constituição Federal veda o ingresso de capital estrangeiro no sistema financeiro nacional, salvo quando é declarado interesse nacional na operação.
Hoje, na prática, não há barreiras para o ingresso de capital estrangeiro no sistema financeiro. O governo MICHEL TEMER chancelou automaticamente todos os pedidos encaminhados pelo BC.
Mas, como explicou  ILAN na entrevista, a necessidade de carimbo prévio do presidente da República funcionava, aos olhos do investidor, como um elemento de incerteza.
De fato, no governo DILMA ROUSSEFF, alguns bancos estrangeiros que pretendiam entrar no país – sobretudo chineses – chegaram a acreditar que a demora em aprovar seus pleitos estava ligada a uma aversão ao capital estrangeiro.
No fim, porém, as operações   acabaram sendo aprovadas.
A exigência de aprovação prévia do presidente da República não é bem vista por organismos internacionais, como a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que considera as regras discriminatórias.
Mais do que os padrões internacionais, porém, a maior facilidade para ingresso de capital estrangeiro no sistema bancário atende aos interesses nacionais de garantir maior competição ao sistema bancário.
Hoje, há apenas cinco grandes bancos de varejo em atuação no Brasil, incluindo públicos, privados e um estrangeiro.
Por isso, o primeiro passo ocorreu em outubro, quando um decreto do presidente Temer declarou de interesse nacional capitais estrangeiros nas fintechs, as empresas de tecnologia que atuam no sistema financeiro.
Outra medida igualmente importante, informada por ILAN, é um decreto que vai obrigar os conselhos de administração de bancos federais a submeter ao Banco Central a indicação de novos dirigentes. Hoje, a legislação dá a prerrogativa ao BC de aprovar os dirigentes de bancos privados, mas exclui os bancos federais. O ideal é que a lei seja mudada – segundo ILAN, já existe projeto para que isso seja possível, mas o decreto já coloca em prática esse novo modelo.
A autorização prévia pelo Banco Central, tanto no caso dos bancos públicos  quanto privados, é essencial para garantir que dirigentes de instituições que captam poupança do público estejam capacitados para zelar por esses recursos de terceiros.
No caso dos bancos públicos, é uma forma de limitar a ingerência política e evitar desequilíbrios patrimoniais que precisam ser cobertos pelo Tesouro Nacional.
A Caixa Econômica Federal já teve, no governo Temer, avanços substanciais na sua governança, graças a reformas lideradas pela presidente do Conselho de Administração, ANA PAULA VESCOVI.
Os vice-presidentes hoje são recrutados por “head hunters” e submetidos a um rigoroso processo de seleção, aberto inclusive para funcionários do próprio banco federal.
Falta, porém, levar esses avanços ao cargo mais alto de cada instituição oficial.
O fortalecimento das regras é um passo importante, e o governo Bolsonaro poderia dar um bom exemplo submetendo ao BC os nomes dos novos dirigentes já indicados.