sexta-feira, 1 de novembro de 2019

EM DEFESA DA CASSI - ISA MUSA DE NORONHA


Caros Companheiros,

Em meio ao disperso e farto material na mídia e na rede, sobre o processo de reestruturação pelo qual passa a CASSI, ao ler o Blog da ROSALINA DE SOUZA e o site WWW.AFAGO.COM.BR, também resolvi reproduzir a oportuna manifestação da Companheira ISA MUSA DE NORONHA    em relação ao  artigo  “CASSI, do Banco do Brasil, precisa de R$ 1,4 bi para não quebrar”, publicado no Blog do VICENTE, em 22.10.2019, no jornal Correio Braziliense.

Como sempre, ISA MUSA DE NORONHA, foi brilhante, focada e precisa em suas colocações, que sempre vão de encontro à justa defesa dos interesses de nossa categoria.
                               
Adiante, dou início a esta nota com as admiráveis colocações de ISA MUSA DE NORONHA e, ao final, reproduzo o artigo de VICENTE NUNES em seu blog.
Boa Leitura !!

ADAÍ ROSEMBAK

Associado da AAFBB, ANABB e ANAPLAB


CASSI

ISA MUSA DE NORONHA, Presidente da Federação das Associações de Aposentados e Pensionistas do Banco do Brasil.
                                      
A propósito da reportagem “CASSI, do Banco do Brasil, precisa de R$ 1,4 bi para não quebrar”, divulgada no Blog do Vicente, do Correio (22/10), permito-me contestar a veracidade das informações publicadas com tendenciosa dramaticidade.

É verdade que a CASSI enfrenta sérias dificuldades , contudo, trata-se da maior autogestão do país, atende a mais de 700 mil vidas, perdura há 75 anos e é referenciada pela Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) e pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) como experiência exitosa no Laboratório de Inovação em Atenção Primária na Saúde Suplementar Brasileira e vem honrando todos os seus compromissos com a rede credenciada/referenciada, médicos, hospitais e clínicas.

NÃO É VERDADE que os associados da CASSI, funcionários do BB da ativa e seus aposentados e pensionistas, resistem em aumentar suas contribuições.

Ao contrário, desde 2015, as entidades representativas do funcionalismo enviam propostas de sustentabilidade, todas rejeitadas peremptoriamente pelo patrocinador Banco do Brasil, que age consoante com as determinações do governo.
A CASSI existe para proporcionar a seus associados a atenção à saúde, que deveria ser responsabilidade do Estado.

No entanto, o Estado sempre se mostrou ineficiente em cumprir a Constituição quanto ao direito à saúde de toda a população consoante o disposto no Artigo 196:

A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação.”

Na falta de ações efetivas do Estado, em 1944, os funcionários do Banco do Brasil criaram a CASSI, que se mostrou fundamental para a interiorização do banco quando foi necessária a presença do BB para incentivar a produção de gêneros alimentícios em uma época de guerra e alimentos escassos.

Hoje, o modelo de atenção à saúde no Brasil, a CASSI é associação de ajuda mútua, baseada no princípio de solidariedade, segundo o qual cada participante contribui com base em sua remuneração e utiliza os serviços na medida de suas necessidades, proporcionando a todos tranquilidade no que se refere à saúde.

ISA MUSA DE NORONHA – Presidente da Federação das Associações de Aposentados e Pensionistas do Banco do Brasil


Blog do VICENTE – Correio /braziliense

CASSI, do Banco do Brasil, precisa de R$ 1,4 bi para não quebrar.
Publicado em 22.10.2019 – 18.09h- VICENTE NUNES – Economia


A CASSI, Caixa de Assistência que administra os planos de saúde dos funcionários do Banco do Brasil, precisa de R$ 1,4 bilhão até o início de 2020 para formar a reserva de segurança exigida pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).
Desse montante, a CASSI dispõe de aproximadamente R$ 500 milhões.
Mas enfrenta dificuldades para convencer sua patrocinadora, o Banco do Brasil, e seus associados a dividirem a fatura para não quebrar.
A CASSI já está sob direção fiscal da ANS, devido à sua delicada situação financeira.
Sem as reservas exigidas pela ANS, a decisão do órgão regulador pode ser dramática.
O problema é que nem o Banco do Brasil nem os associados ao plano querem abrir o bolso para compor as reservas de R$ 1,4 bilhão.
Para aumentar as contribuições dos associados a fim de reforçar as reservas da CASSI, dois terços dos associados têm que votarem a favor da medida.
O BB, por sua vez, sofre com as limitações impostas pelo governo para contribuir com os planos de saúde de seus empregados.

FLEXIBILIZAÇÃO
Quem acompanha de perto a situação da CASSI garante que ainda há solução.
A operadora atente mais de 670 mil pessoas.
Em 2018, registrou rombo de R$ 377,7 milhões, depois de um déficit de R$ 206 milhões em 2017.
Nos primeiros seis meses deste ano, o resultado foi positivo em cerca de R$ 80 milhões.
Na avaliação de ANDERSON MENDES, Presidente da UNIDAS, associação que reúne as operadoras de autogestão, como a CASSI, a exigência de reservas tão altas por parte da ANS não condiz com a atual realidade do mercado.
Não por acaso, as operadoras recorreram ao Congresso na tentativa de flexibilizar as regras dos planos de saúde.
Mendes acredita que as regras que regem o mercado precisam passar por uma atualização, de forma a incluir mais gente no mercado e não afastar aqueles que desejam ter planos de saúde.
Desde 2014, as operadoras perderam 3 milhões de associados, a maior parte, no sistema de autogestão.

Brasília, 18h09min

quinta-feira, 17 de outubro de 2019

AAFBB em FOCO - 17.10.2019


Caros Companheiros,

Ontem, 16.10.2019, tive o imenso prazer de comparecer ao almoço mensal na AAFBB.
O salão lotou.
Como de praxe, o saboroso cardápio do dia foi apresentado pela simpática, bonita e charmosa nutricionista FABIANA, que foi acompanhada no  salão pelo pomposo ISAIAS (o MANCHA). 
Óbvio que a galera de coroas babões ficou enciumada.
Na ausência da Presidente do CADMI, LORENI de SENGER
                                      

, que participava de um evento sobre a CASSI em São Paulo, e da Presidente do CODEL, CÉLIA LARÍCHIA
                                       

, que estava em outro encontro, o Vice Presidente de Finanças (VIFIN) , ARI SARMENTO DO VALLE BARBOSA
                                      

, abriu a apresentação dos temas a serem abordados, entre esses o atual estágio de  discussões  sobre a sustentabilidade da CASSI dentro de novos parâmetros, em que uma das entidades   da Mesa de Negociações se auto excluiu dos entendimentos em razão de não concordar com o posicionamento dos demais participantes.
Em relação a eventos na Sede Campestre em XERÉM, ARI SARMENTO chamou a colega NANCY LORETTI ROSSI, da ASCOM (Assessoria de Comunicação e Marketing) para falar do assunto.
NANCY LORETTI ROSSI discorreu sobre o entusiasmo e o esforço coletivo desenvolvido para dinamizar as atividades em Xerém; logo após,  foi direto ao ponto e disse que as reservas para o almoço de 26.10.2019, pela comemoração dos 68 anos de aniversário da AAFBB, poderiam ser feitas naquele exato momento, com a companheira VERÔNICA que, da porta do saguão, acenava risonha para todos.
Parabéns    ao  pessoal  da   ASCOM pela agilidade de atuação.
Outro ponto importante abordado pelo ARI SARMENTO foi a criação da recente campanha voltada para captação de novos associados, com prioridade para funcionários do Banco do Brasil em atividade.
O resultado desse criativo e objetivo esquema, que lançou a figura do “sócio multiplicador”, certamente aumentará em muito o quadro de associados da AAFBB.
Para falar da iniciativa, ARI SARMENTO passou a palavra ao LUIS EDUARDO MACIEL
                                        

, recém nomeado representante do Rio de Janeiro.
LUIS EDUARDO MACIEL detalhou o moto dessa campanha que propiciará um polpudo retorno (R$ 150,50), equivalente a três mensalidades e meia, ao sócio multiplicador que captar outro sócio que esteja na ativa.
Aproveito a oportunidade desse inovador avanço para sugerir a ampliação de nossos horizontes para a AAFBB também acolher membros de outras categorias profissionais como associados, tais como militares, funcionários públicos, e até integrantes de empresas privadas.
O importante é aumentar o quadro de associados e trazer recursos para a AAFBB.
Temos de estar conscientes de que não seremos perdoados por levar a AAFBB à derrocada em razão de preconceitos descabidos contra a admissão de novos associados pertencentes a outras categorias de trabalhadores.
LUIS EDUARDO MACIEL aproveitou sua exposição e falou da modernização do salão de sinuca que, sem qualquer exagero, promete ser o mais moderno centro da prática desse esporte no Rio de Janeiro.  
LUIS EDUARDO MACIEL já está pensando em um campeonato de âmbito nacional para celebrar a inauguração desse sofisticado e moderno centro de jogos de sinuca.
Aproveito para recomendar que um espaço extra seja reservado para a exibição em telão desse campeonato. 
A afluência de público, com certeza, será grande.
Se a iniciativa for bem-sucedida, sugiro estudar a possibilidade de reservar permanentemente um espaço para a exibição em telão de campeonatos internacionais de sinuca pelo YOU TUBE, no estilo dos “American Bars” onde os associados poderão assistir às disputas bebericando  chopes, degustando vinhos  e outros drinks, ao tempo em que  saboreiam petiscos. 
O  YOU TUBE apresenta disputas de sinuca sensacionais e imperdíveis   de campeões internacionais, entre os quais destacam-se os ingleses e chineses.
Também podem ser assistidas pelo YOU TUBE campeonatos de outros esportes, como boxe, basquete, futebol, e espetáculos de música.
Certamente essa iniciativa aumentará o faturamento e o número de associados.
Em relação a XERÉM, dado o espírito inovador e arrojado de LUÍS EDUARDO MACIEL, este articulista já sugeriu que sejam promovidas em XERÉM olimpíadas de robótica, matemática, TI (tecnologia da informação), artes gráficas, etc.
As guerras de robôs, criados por adolescentes, é algo de eletrizante.
Esse universo diversificado da tecnologia atrai multidões de jovens.
Nas fantasias de agora eles criam a realidade do mundo do futuro.
XERÉM é um espaço amplo que oferece acomodações simples, apropriadas e a preços acessíveis a  esse tipo de público.
E o retorno financeiro, com certeza, seria profícuo.
Permiti-me divagar alto em ideias diversificadas, e que exigem um esforço de organização muito grande.
Certamente muitos desses sonhos serão descartados.
Mas o pouco que for aproveitado ou modificado será altamente recompensador.
A AAFBB conta com um quadro administrativo atuante e de alto nível que têm um respeitável histórico de sucesso dentro do Banco do Brasil.
Em suas áreas de atuação no BB, eles foram os melhores.
Tenho um imenso respeito e apreço por todas essas pessoas e pela AAFBB que, desde sua fundação, teve administrações admiráveis e exitosas, compostas por egressos do BB.
Friso que, para superar as dificuldades momentâneas e para preservar essa rica herança administrativa, temos de nos manter unidos, lutando, tentando e pensando em novos projetos e ações.
E é isso que está sendo feito.
Em conversa com o companheiro NOÉ FERNANDES MARQUES NETO
                                

  
, Membro do Conselho Fiscal da AAFBB, ele que,  em conjunto com GILBERTO SANTIAGO
                                      

, Presidente do CONFI, e ADOLPHO GONÇALVES NOGUEIRA
                                        

, Membro do CONFI, comandam a análise das contas da associação, me disse que as medidas de cortes de despesas, inclusive com redução do quadro de pessoal, em breve vão levar a Sede Campestre de XERÉM ao equilíbrio financeiro.
Só dessa forma superaremos nossas limitações e nossos obstáculos atuais, e tornaremos a AAFBB a organização de nossos sonhos, cada vez mais forte e atuante na defesa de nossos interesses, de nossos familiares e da sociedade em que estamos inseridos.
Conversei com diversos outros associados e dirigentes sobre assuntos de comum interesse e vejo que todos estão engajados em sanar da melhor e mais rápida forma possível, os problemas pelos quais estamos passando na presente quadra.
Já passamos por dificuldades da mesma natureza no passado e todas elas foram superadas.
Não será desta vez que fraquejaremos e seremos derrotados.
O almoço de ontem foi um dos mais profícuos e prazerosos momentos ao qual tive a oportunidade de participar na AAFBB.
É pelo prazer de desfrutar do convívio de amigos tão queridos, tão dedicados e valorosos, e de momentos tão gratificantes, alegres e felizes como esse, que podemos afirmar que a vida é uma aventura que merece ser vivida de forma plena e feliz.

Abraços em todos.

ADAÍ ROSEMBAK

Associado da AAFBB, ANABB e ANAPLAB

quarta-feira, 2 de outubro de 2019

ANABB em FOCO - 02.10.2019


Caros Companheiros,

As votações para o quadro administrativo da ANABB se iniciaram ontem, dia 01.10.2019 e se estenderão até o dia 04.11.2019.

Gostaria de dar uma projeção maior a esse importantíssimo assunto, visto a ANABB ser uma das mais importantes associações em nossa área, e que luta de forma arrojada, dura e sem tréguas na defesa de nossos interesses.

Mas estou em viagem tratando de assuntos pessoais.

De qualquer forma, apontarei alguns companheiros da AAFBB, AAPBB e PREVI, com os quais tenho contato pessoal mais estreito e que qualifico como candidatos de alto nível para os cargos a que se propõem a ocupar na ANABB.  

Apresento minhas escusas a tantos outros colegas de outras associações e grupos, todos bem preparados, conhecidos e respeitados em nosso meio, mas que, por limitação de número de candidatos, deixamos de apontar nesta oportunidade.

Fazemos votos para que a ANABB saia enriquecida e renovada com sua   nova administração a ser escolhida no presente pleito.

Seguem os candidatos:

CONSELHO DELIBERATIVO:

119 – Carlos Fernando S. Oliveira (CAFÉ)

123 – Cecília Mendes Garcez Siqueira (Cecília Garcez)

124 – Célia Maria Xavier Laríchia (Célia Laríchia)

138 – Fábio Azevedo Portugal (Fábio Portugal)

143 – Fernando Amaral Baptista Filho (Fernando Amaral)

158 – Isa Musa de Noronha (Isa Musa)

178 – Maria das Graças Conceição Machado Costa (Graça Machado)

186 – Paula Regina Goto (Paula Goto)

192 – Reinaldo Fujimoto (Fuji)

189 – Pedro Paulo Portela Paim (Paim)

211 – Williams Francisco da Silva (Williams Silva)


CONSELHO FISCAL

300 – Adriano Fonseca Seabra (Adriano)


DIREG – RJ

584 – Regina Marcal de Carvalho Seixas (regina Marçal) – DIREG-RJ 39


Desejo vitória a todos os candidatos e que exerçam com pleno sucesso as posições para as quais forem eleitos.

Saúde e felicidade para todos.

ADAÍ ROSEMBAK

Associado da AAFBB, ANABB e ANAPLAB

sexta-feira, 23 de agosto de 2019

AAFBB em FOCO - 23.08.2019


Caros Companheiros,

Dia 21.08.2019, celebrou-se o almoço mensal da AAFBB.

Foi um encontro pródigo em novidades e boas notícias.

O tempo estava frio e chuvoso e, por isso, pensei que poucos companheiros comparecessem.

Mas, ao contrário de minhas previsões, o saguão no 10º andar, ficou completamente cheio.

Cheguei cedo na AAFBB em razão de vários assuntos para resolver, e fui direto para o CODEL.

Primeiramente, fui conversar com o MÁRIO BASTOS 
                                     

sobre alguns assuntos pessoais.

Também quis trocar ideias com o JOSÉ ODILON GAMA DA SILVA
                                     

sobre uma viagem que ele fez, mas ele se encontrava em uma reunião.

Em seguida, falei com a CÉLIA LARÍCHIA 
                                     

sobre um assunto que tinha abordado com ela anteriormente; ela aproveitou o ensejo para me informar que o Conselheiro LUÍS EDUARDO MACIEL tinha sido nomeado como novo Representante da AAFBB no Rio de Janeiro, no lugar do meu saudoso amigo NELSON LEAL.
                                     

Eu e o NELSON LEAL tínhamos opiniões políticas divergentes, mas nossa pauta de conversas era agradável e se centrava em assuntos da AAFBB, “causos do BB”, muitas piadas e “estórias da vida”. 

Na gozação, eu o chamava de “meu comuna predileto” e, ele a mim, de “amigo reacionário”, em meio a boas gargalhadas. 

Ainda sinto muita falta desse querido amigo e, desde sua passagem para o andar de cima, sempre que chegava na AAFBB, pedia ao ascensorista para me levar ao 11º andar, pois eu ía “conversar com meu amigo NELSON LEAL”.

O WALDYR ARGENTO
                                     
                                     
 me acompanhou até o 11º andar, onde fica o Espaço dos Aposentados, para me apresentar ao   LUÍS EDUARDO MACIEL.

Eu já o admirava   por seus esclarecedores apartes nos encontros dos conselheiros do CODEL.

É uma pessoa amigável, comunicativa, culta e participativa.

Atuou em diversas posições de relevância no BB, é professor universitário, e tem um domínio aprofundado de economia, administração de empresas, previdência social, BB, PREVI, CASSI e demais assuntos correlatos à nossa categoria.

Mal chegou ao espaço dos aposentados e já começou a fazer reformas.

O ambiente está com obras por todos os lados.

Conversou comigo sobre os diversos planos e projetos que vai implantar em sua administração.

Entre esses, pretende, o mais breve possível, reativar o salão de sinuca e promover um campeonato de alto nível. Pessoalmente, estou ansioso por ver esse projeto concretizado pois, na juventude, fui um apaixonado por sinuca.

LUIS EDUARDO MACIEL está cheio de energia, sonhos e disposição para as inúmeras mudanças que se propõe a fazer na Representação do Rio de Janeiro.

Gosto de gente entusiasmada, feliz e vibrante como o LUIS EDUARDO MACIEL.

Quando eu disse que ficaria satisfeito se ele concretizasse pelo menos parte de seus diversificados planos, me respondeu que eu não o conhecia, mas que podia ter certeza que ele não me decepcionaria, e que iria fazer muito mais do que ele próprio desejava naquele momento.

Parabenizo a AAFBB pela feliz escolha de LUIS EDUARDO MACIEL.

Desejo-lhe integral sucesso em sua nova missão e coloco este blog à sua inteira disposição para colaborar na consecução de seus nobres objetivos.

Depois fui me encontrar com a companheira RENÉE NOGUEIRA, advogada e diretora que atua na Vice-Presidência de Assistência aos Associados e Representações – VIPAR, que fica no 4º andar do prédio da AAFBB, para ser incluído na causa de restituição do ICMS nas contas de energia elétrica (LIGHT).

A RENÉE NOGUEIRA é uma profissional atenciosa, eficiente e que conhece a fundo a matéria.

Ela me informou que, para participar da ação, basta apresentar cópias das  3 (três) últimas contas de energia e cópia da identidade.

A própria AAFBB se encarrega de obter junto à LIGHT as informações complementares sobre os valores das cotas anteriores de energia.

Recomendo a todos que entrem nessa causa, pois ela já rendeu bons caraminguás para muitos colegas.

Depois de todos esses encontros e compromissos, fui almoçar acompanhado do meu atual grande amigo e ex-chefe na CACEX, MÁRIO DE OLIVEIRA BASTOS.

À certa altura do  repasto, regado a bom vinho – TUDO PAGO POR CADA CONVIVA, FRISO!! – fui chamado pelo  JOSÉ MAURO MARTINS CORDEIRO, 
                                     

que chefia o VISEB (área de seguros)  na AAFBB, e que   também é meu dileto amigo,     guia  e orientador para resolver “pepinos” na área de seguros, segurança bancária, investimentos, etc, etc. 

O homem sabe de tudo e a fundo.

E se prontifica a ajudar a todos.

Outro dia, quando o abordei sobre uma cobrança irregular no meu cartão de crédito (aliás, sou vítima frequente desse golpe), ele me orientou a apagar o código de segurança de três números no verso do cartão, e anotar esse código em separado.

Quando cheguei em casa, fiz isso de imediato, pois tenho amigos que já tiveram os cartões furtados e os gatunos fizeram diversas compras utilizando-se do código de segurança.

Agora, nas palavras do JOSÉ MAURO, se eu tiver o cartão roubado, não corro mais qualquer risco, e posso sair por aí tranquilo, cantando e assobiando, como GENE KELLY, em “Singing in the Rain”.

O JOSÉ MAURO veio me solicitar  que eu noticiasse neste blog,  o lançamento pela AAFBB do novo seguro  (funeral) no valor mensal, pasmem, de SOMENTE R$ 2,94 (isso mesmo, dois reais e noventa e quatro centavos!!) por mês, que dá direito a uma cobertura de R$ 7.000,00, extensivo a todos os familiares, aí incluídos o titular, esposa, filhos menores, pai e mãe do titular.

É inacreditável esse preço. Ainda quero conversar com ele como conseguiram essa pechincha.

Para que façam uma comparação de custos, um amigo meu fez um seguro funeral pelo  qual paga  a  importância de R$ 62,75 por mês, que dá   direito   a    uma    cobertura    de    apenas 
R$ 3.000,00.

Então, caros companheiros, não percam tempo e procurem rapidinho o JOSÉ MAURO, no 6º andar da AAFBB, e façam o seguro funeral de imediato, antes que a seguradora se arrependa!!

Outra pessoa da área do JOSÉ MAURO, que quero conhecer pessoalmente é o LUIZ PEDRO DA SILVA GUEDES VARGUES, que trabalha no Setor de Sinistro e Pecúlio (SELIQ).

O LUIZ PEDRO é admirável pela presteza, cortesia e atenção com que atende os associados e presta informações pertinentes à sua área.

Tive a satisfação de ser atendido por ele várias vezes.

O almoço teve de entrada, uma deliciosa salada de batatas gratinada e o prato principal foi arroz de brócolis e carne assada com molho de madeira e champignon.

Pela primeira vez, faço um pequeno reparo sobre o almoço, que foi a escassez do molho de madeira e de champignon.

A carne estava macia, mas sem molho suficiente, ficou sem gosto.

Aliás, o segredo da cozinha francesa são os molhos.

A sobremesa foi salada de frutas com sorvete. Uma delícia.

Tudo regado com vinhos tinto e branco e outras bebidas.

Como havia outros encontros dos quais participariam os dirigentes da AAFBB, a Presidente do CADMI, LORENI DE SENGER 
tomou a palavra e fez uma exposição rápida das novidades em relação aos assuntos de nossa área.
                                        
Falou das difíceis conversações que se desenvolvem entre os componentes da Mesa de Negociações para encontrar uma saída para resolver  a carência financeira em que se encontra a CASSI, ainda mais considerando-se que em dezembro se esgota o prazo do Memorando de Entendimentos, quando o BB cessará de repassar R$  23 milhões por mês, e também deverá acabar nossa contribuição de 1% mensal, conforme estabelecido naquele acordo.

A partir de janeiro, com R$ 50 milhões a menos de receita, a CASSI terá de encontrar uma solução viável para resolver sua situação financeira, sob pena da ANS tomar as providências cabíveis previstas na legislação para resolver o problema.

LORENI DE SENGER, embora não quisesse dramatizar a situação, teve de ser objetiva e sincera em relação ao assunto.

Chegou a abordar os artigos 43 a 46, e 83 do Estatuto da CASSI, e a Resolução Normativa (RN) 393 e o PEONA (Provisão para Eventos Ocorridos e não Avisados) da ANS, que abordam dispositivos legais a respeito da metodologia atuarial para operadoras de grande porte.

Em seguida, falou sobre a boa novidade na área de seguros que é o aditivo à apólice 646449, destinada aos novos seguros de vida, para receber em vida o equivalente a 50% do seguro contratado, com limite máximo de R$ 100.000,00 para o resgate. 

Em verdade essa alteração pode ser classificada como um novo seguro.

No final, LORENI DE SENGER discorreu sobre a sede campestre em Xerém e ressaltou que muitas mudanças estão sendo introduzidas e vários eventos estão planejados com o intuito de promover a frequência dos associados. 

Quando elogiei essas iniciativas, ela quase que me intimou a comparecer em Xerém. 

De fato, eu enalteço muito a sede campestre, mas pouco tenho ido  lá.

Para não alongar sua saída, deixei de dizer que tenho outros compromissos de ordem social aqui no Rio nos fins de semana, mas estou planejando ir a Xerém em um próximo evento.

Fui direto para o Espaço dos Aposentados no 11º andar.

A “galera” – umas 15 pessoas - estava toda lá em volta do Portal, que estava com toda a corda e contava uma piada após a outra.

Ainda consegui ouvir a piada do garçom que metia o dedo na comida do cliente. 

Essa foi demais. Fiquei com o estômago doendo de tanto rir.

Caro LUIZ EDUARDO MACIEL, vá se acostumando!!  

O Espaço dos Aposentados tem figuras fora de série.

É um lugar sensacional.

Por isso é que  sempre vou lá.

Boa Leitura!!

Grande Abraço em Todos

ADAÍ  ROSEMBAK

Associado da AAFBB, ANABB e ANAPLAB

segunda-feira, 19 de agosto de 2019

NEM UTOPIAS E NEM RETROPIAS


Caros Companheiros,

Às vezes, perguntamo-nos se vale a pena lutar contra a teimosia de alguns que insistem em enveredar por um caminho que se apresenta absolutamente inviável na defesa de nossos interesses.
Chegamos até a supor que possam existir outros interesses que os impeçam de levantar a vista para descortinar diferentes perspectivas de solução para um determinado problema.
É o que acontece atualmente com a questão da CASSI.
Em determinado ponto da vida não temos mais fôlego, paciência e nem vontade de manter discussões acaloradas na defesa de determinados princípios.
Essa pendenga da CASSI atingiu esse nível.
Preferimos recuar e apreciar o espetáculo de camarote.
Ou impera a lógica dos fatos, ou seja o que Deus quiser.
Isso tudo me leva de volta aos meus 19 anos, quando era um esquerdista empedernido, dono de verdades absolutas, e disposto a mudar o mundo na marra.
Quanta loucura se faz quando jovem.
É o tempo das ilusões.
A respeito, tem uma frase que diz:
“A juventude é um defeito que a velhice corrige.”
É importante fazer uma revisão do passado para entender o momento presente.
Naquele período, envolvido pelo fervor de mudar a sociedade pelo comunismo, decidi ir estudar em Moscou na Universidade Patrice Lumumba.
Entrei em um curso intensivo de russo no Curso Berlitz, que ficava no prédio onde se situa o Cinema Odeon, na Cinelândia.
Minha professora, Vera Neverova, um dia, me levou a um encontro com “amigos” na Rua Barão do Flamengo.
Ela me disse que era uma reunião de “intelectuais”.
Havia professores universitários, jornalistas, muita gente da “área de Humanas”, muitos jovens barbudos, e outras figuras estranhíssimas.
Em meio a uma fumaceira asfixiante, se debatiam teses teóricas complexas e em tom doutoral, sobre os rumos a tomar para a tomada do poder no Brasil e na América Latina pelas “forças progressistas”.
Um blá-blá-blá sem fim, cansativo e chato.
Eu já havia lido vários livros sobre marxismo e comunismo.
Mas uma coisa é ler uma obra teórica, que você pode analisar, discordar ou aceitar, outra é participar por horas de um grupo de pessoas fanatizadas por um objetivo confuso e indefinido, e que se julgam os donos de verdades supremas e inquestionáveis.
Cheguei a afirmar com os meus botões que aquilo não era um debate, era uma guerra de egos.
No meio daquela sala atulhada de tipos exóticos, que se digladiavam verbalmente na defesa de princípios e “certezas” sem fim, comecei a questionar tudo aquilo.
A qual público pretendiam atingir? 
Quantos milhões de seres humanos deveriam morrer para a implantação daquela nova ordem por meio de uma guerra civil? 
De onde viriam os armamentos, os recursos e o dinheiro para suprir “os mártires da Revolução Comunista”, que se pretendia implantar?
Àquela altura, já me encontrava completamente dividido em relação ao meu projeto  de estudar na Rússia.
Foi quando, de repente, estourou a Revolução de 1964.
O Consulado da Rússia, suspendeu de imediato o atendimento aos interessados em estudar naquele país.
Corriam muitos boatos   nas ruas.
Mas nada era publicado nos jornais.
Por precaução, dei fim aos meus livros de marxismo.
Coisas estranhas aconteciam.
Os jornais, em espaços de cobertura política, em lugar de notícias políticas colocavam receitas de bolo.
A censura era pesada.
Os piquetes e greves que tomavam o país antes de 31.03.1964, cessaram completamente.
Cabo Anselmo, que todos admiravam e que era um ídolo da esquerda, e que liderou a sublevação dos Marinheiros na Central do Brasil, que muitos consideram que foi o movimento que precipitou o início da Revolução, simplesmente sumira.
Tempos depois, soube-se que ele era um informante das forças de segurança, infiltrado dentre os marinheiros, e que dedurou muitos dirigentes de grupos terroristas de esquerda.
Agora, no YouTube, vi várias entrevistas com Cabo Anselmo.  
Está irreconhecível.
Até porque o Delegado Sérgio Fleury, que comandava forças policiais de anti-terrorismo,  lhe deu dinheiro para fazer operações plásticas para dificultar seu abate por participantes de grupos terroristas.
De repente, de 31.03.1964 a 01.04.1964, ao acordar, a sensação que o homem comum teve era de que estava em outro país.
As manchetes dos jornais em 01.04.1964, eram as mais auspiciosas possíveis.
De um dia para o outro, tinha acabado o noticiário sensacionalista, não se anunciavam mais greves, a economia entrava em ordem, os Estados Unidos davam apoio integral ao golpe, o dólar havia desabado de preço, etc, etc.
Ilusoriamente, parecia que o país estava em absoluta paz e progresso.
Mas, à boca pequena, pipocavam notícias de toda ordem sobre o que ocorria nos subterrâneos da sociedade.
Decidi ir trabalhar em Volta Redonda.
Lá a coisa também tinha sido braba, embora o Rio fosse o centro dos boatos sobre a ação das forças armadas para reprimir grupos que recorriam à violência e ao terror para reagir contra a nova ordem implantada.
Tive um amigo, que era um esquerdista fanático, com quem tinha boas conversas e que, de repente, sumiu.  
Tempos depois, uma pessoa que também o conhecia me contou que ele havia entrado na clandestinidade.
Embora fugindo ao introito deste artigo, que é a CASSI, trago esses assuntos à baila, para mostrar como podemos errar em nossas avaliações e decisões na vida, e quão danosas podem ser as consequências desses equívocos em nossas existências.
É o que pode acontecer com a CASSI no presente momento.
Para enfatizar o assunto CASSI, que é o foco desta nota, reproduzo adiante o magistral artigo “RETROPIA”, de 05.04.2019, de autoria de  GILBERTO SANTIAGO,
                                    

notável escritor,  companheiro e dirigente da AAFBB, e que se encaixa como uma luva no contexto da problemática pela qual passa a CASSI na presente quadra.
Boa Leitura!!
Atenciosamente

ADAÍ ROSEMBAK

Associado da AAFBB, ANABB e ANAPLAB

GILBERTO SANTIAGO
RETROPIA
Há um fenômeno importante, pelo menos no mundo ocidental. 
É a retropia, uma fantasia que não se atém a um futuro almejado, mas sim a um passado idealizado, reduto dos saudosistas e dos que ignoram a dura realidade, desconsiderando as novas circunstâncias que passam a reger todos os passos de nossas vidas. 
É um apego anacrônico, eis que transfere para o presente valores do passado, que não podem mais subsistir em um mundo em plena evolução.
Em recente artigo, Fernando Gabeira ressalta o termo e suas interações.  
Suas palavras:
“O diálogo com um idealista retrópico é muito difícil pois tende a considerar qualquer argumento, mesmo o mais racional e objetivo, como uma submissão, desconfiado do que lhe pareça o vazio medíocre da ausência de uma utopia. 
Olho tudo isso com tranquilidade, pois conheço muita gente fixada em certos períodos do passado”.
E conclui:
“Quando se tem a pretensão de governar comportamentos, fica impossível encontrar um modus vivendi.
Grupos e mentalidades muito fechados tendem a considerar as críticas como um esforço conspiratório”.
Nem utopias, nem retropias.
Os fatos e as novas circunstâncias, com o correr dos tempos, se impõem como fonte de reflexão sobre as nossas convicções.
Quando, nos momentos difíceis, tivermos que tomar decisões que possam alterar nossas vidas (e, por vezes, o destino dos outros), iremos certamente confrontar o que podemos mudar e o que nos obriga a aceitar, dentro da realidade que nos cerca.
Com sabedoria e bom senso para perceber a diferença. 
GILBERTO SANTIAGO