terça-feira, 26 de abril de 2016

Simpósio AAPBB parte IX

PALESTRA DO DESEMBARGADOR FEDERAL SÉRGIO D'ANDRÉA FERREIRA

No final do Painel 4, foi apresentada de 11.40h até 13.00h, a palestra do Desembargador Federal SÉRGIO D’ANDRÉA FERREIRA com debates.
Faremos um relato do extenso curriculum e da trajetória profissional do Desembargador SÉRGIO D’ANDRÉA FERREIRA e, logo, após farei uma justificativa sobre a não apresentação de qualquer comentário sobre à verdadeira aula magna sobre fundos de pensão de autoria do ilustríssimo Desembargador SÉRGIO D’ANDRÉA FERREIRA.

Curriculum e trajetória profissional do Desembargador SÉRGIO D’ANDRÉA FERREIRA.

Sérgio D’Andréa Ferreira, filho de Lauro Barbosa Ferreira e de Haydée de Andrea Ferreira, nasceu no Rio de Janeiro.
Sua formação escolar deu-se nos Colégios Anglo Americano e Mello e Souza, tendo-se bacharelado pela Faculdade de Direito da então Universidade do Estado da Guanabara (atualmente Universidade do Estado do Rio de Janeiro – UERJ), na qual obteve prêmio por ter sido o 1º colocado em todas as séries do curso, com a maior média final já alcançada naquela academia, assim como os títulos em Direito e de livre-docente.
Lecionou Direito Administrativo na UERJ, Universidade Santa Úrsula e Fundação Getúlio Vargas, sendo professor titular.
Advogado militante até sua posse no Tribunal Regional Federal da 2ª Região, em vaga destinada à classe; membro do Instituto dos Advogados Brasileiros – IAB e de outras associações culturais; foi integrante do corpo jurídico da Light Serviços de Eletricidade S.A., e parecerista.
No Ministério Público Estadual, em que ingressou por concurso público de provas e títulos (1º colocado), exerceu os cargos de defensor público, promotor, curador, subprocurador geral e procurador geral de justiça.
É autor, dentre outros, dos livros “Comentários à Constituição Federal de 1988”, “As Fundações de Direito Privado Instituídas pelo Estado”, “Direito Administrativo Didático”, “O Direito de Propriedade e as Limitações e Ingerências Administrativas”, “A Técnica da Aplicação da Pena como Instrumento de sua Individualização”, “Princípios Institucionais do Ministério Público” e “Lições de Direito Administrativo”, bem como de cerca de 90 artigos e pareceres publicados em diferentes revistas jurídicas , entre as quais a Revista Forense, de Direito Administrativo e de Direito Público.
Participante de cursos, congressos, seminários, encontros e bancas de concurso (inclusive para o cargo de juiz federal), proferiu palestras e conferências, no Brasil e no exterior.
Sérgio D’Andréa aposentou-se em 01.08.1994.

NOTA deste blogueiro: 

Confesso que fiquei maravilhado com a palestra do Desembargador Federal Sérgio D’Andréa Ferreira. Foi uma longa exposição dentro do Direito no que tange ao surgimento dos Fundos de Previdência Complementar Fechada até às mudanças e desafios que se apresentam no futuro. Assim, também podemos classificar sua palestra não só como uma aula de direito, mas também como um mergulho na história dos fundos de previdência complementar fechada no Brasil.
Como nas apresentações anteriores do Dr. Rui Brito de Oliveira Pedrosa e de Isa Musa de Noronha, o tempo da exposição voou e adentrou o espaço para os debates.
E, se não fosse a intervenção providencial de Marcos Coimbra, a falação do palestrante entraria pelo período reservado para o almoço.
 Ao final da palestra, os presentes estavam embevecidos e radiantes com o riquíssimo saber jurídico que foi transmitido a todos.
Ao redigir este artigo, cheguei a um ponto estanque em que não consegui avançar ao tentar elaborar um relato fidedigno sobre a palestra do Desembargador Sérgio D’Andréa Ferreira. Rebusquei na internet, pelo Google, por sites diversos, por livros e outras fontes, o máximo possível de informações que me possibilitassem concluir meu trabalho. 
Após dois dias, acumulei uma massa imensa de informações, mas, assim mesmo, não consegui atingir meu objetivo. 
Senti um grande cansaço, mal-estar e frustração pela impossibilidade de concluir minha tarefa. Nunca antes havia me defrontado com um desafio como esse na elaboração de meus artigos. 
O descanso em uma   situação como essa é fundamental. 
Fui dormir e, no meio da noite, acordei e cheguei à mesma conclusão que um escritor já havia descrito com fidelidade: “uma situação sem solução já está resolvida. ”
Senti um grande alívio e, a partir desse ponto, comecei a redigir este relato sobre a exposição do Desembargador Sérgio D’Andréa Ferreira.
Ninguém, a não ser o próprio Desembargador Sérgio D’Andréa Ferreira, está apto a fazer uma síntese sobre sua própria palestra. 
Qualquer iniciativa nesse sentido, seja por quem for que se atrevesse a tanto, além de ser um desrespeito ao ilustríssimo jurista, seria um arremedo incompleto, infiel e apequenado em relação ao que o ilustríssimo Desembargador Sérgio D’Andréa Ferreira expôs aos presentes naquele simpósio.
Assim, não me resta outra alternativa que não seja transferir ao próprio Desembargador Sérgio D’Andréa Ferreira, a elaboração de um relato sobre essa obra ímpar e preciosa de sua autoria.
Só ele está apto para tanto.
Será uma honra transcrever neste espaço essa admirável peça de inestimável valor jurídico.

Simpósio AAPBB parte X

PALESTRAS DA DRA. TANIA KADIMA e ANDRÉ MASCARENHAS

Após o almoço, de 14.00h até 15.20h, teve início a apresentação do Painel 5 – CASSI, com as palestras da Dra. Tania Kadima e André Mascarenhas. De 15.20h até 16.20h, aconteceram os debates.

Curriculum de ANDRÉ MASCARENHAS

Funcionário Aposentado do Banco do Brasil. Integrante do quadro da primeira turma de “novos gestores” (FEA/USP). Formação de altos executivos (UFBA). Administrador de Agências nível 1 e classe especial, período de 1997 a 2012. 
Formação: Administrador de Empresas (UCSal), especialista em administração financeira (CENID), Lato Sensu em marketing (PUC-RJ), Mestre Gestão de Organizações (UNEB),  CRA-BA9475.
Palestra de ANDRÉ MASCARENHAS
André Mascarenhas fez um longo relato técnico, citando números, fez comparações estatísticas, amparado em uma série de planilhas sobre dados contábeis e balanços, em que tentou mostrar a fragilidade atual da CASSI, situação que já era do conhecimento da maioria dos presentes ao debate em referência.
Em nenhum momento, abordou nenhuma das causas que   levaram a CASSI à condição em que se encontra atualmente. E, como não podia deixar de ser, em razão de não falar sobre esses aspectos em sua limitada exposição, não citou nenhuma medida que pudesse ser adotada para reverter essa situação.
Essa abordagem levou frustação à maioria dos presentes que esperavam que André Mascarenhas fizesse uma palestra focada em apontar soluções e não somente críticas para reestruturar a CASSI.
A certa altura de sua exposição, André Mascarenhas foi aparteado pelo companheiro Adolpho Gonçalves Nogueira, que é contador e professor universitário com apresentação de cursos, palestras e afins, bem como instrutor do DESED. Adolpho Nogueira também apresentou cursos voltados especificamente a conselheiros indicados pela PREVI, bem como a colaboradores desse fundo de pensão. 
Adolpho Gonçalves Nogueira fez seu aparte, em virtude de André Mascarenhas ter feito afirmação   capciosa, dizendo que a PREVI tem investidos 65% de seus recursos em ativos de renda variável. Na verdade, os números atuais são: 47% no Plano 1 e 25% no Plano 2 (Previ Futuro). Talvez por despreparo ou má intenção, deixou de levar em conta, em primeiro lugar, que há um limite para tal aplicação, o qual, se ultrapassado, obrigará a PREVI a desfazer-se de papéis. Na oportunidade, Adolpho Nogueira disse aos presentes que, apesar do “equívoco” do Sr. Mascarenhas, todos estavam torcendo para que o percentual das aplicações se elevasse, pois, denotaria valorização do patrimônio da Entidade em virtude da valorização dos seus papéis na Bolsa. 
Dentro de minha apreciação pessoal, a palestra do Sr. André Mascarenhas foi falha, incompleta, maçante e fugiu inteiramente ao enfoque do que esperavam os presentes naquele simpósio, que era a apresentação de soluções para o equacionamento dos problemas pelos quais   passa a CASSI. 
Curriculum de TANIA KADIMA
Tania Kadima é médica aposentada do Banco do Brasil, tendo atuado no CEASP/RJ; CASSI/RJ e CliniCassi-Copacabana.
Há 10 anos é Diretora Executiva da autogestão Mútua dos Magistrados do Estado do Rio de Janeiro, com 5 (cinco) Programas de Prevenção aprovados pela ANS, e responsável pela gestão assistencial e da Operadora, que foi avaliada com nota máxima pela ANS em todas as dimensões e classificada em BAIXO RISCO assistencial (10º lugar entre 632 operadoras).
Formação: Médica com especialização em Pediatria, Médica do Trabalho e Nutrologia.
Especialização em Gestão por resultados, produtividade e inovação (Universidade Federal de Santa Catarina).
Concluinte de MBA em Gestão Estratégica em Marketing e MBA em saúde, ambos pela USP/SP.
Concluinte do Mestrado Internacional pela Universidade de Rotterdan (Holanda) em Empreendedorismo e Consultoria, convênio com a USP.
Advogada, tendo cursado Escola Superior do Ministério Público e Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro.

Palestra de TANIA KADIMA 

A palestrante Tania Kadima apresentou uma formação acadêmica sólida e uma atuação profissional que, à primeira vista, causa a melhor impressão.
Em relação à sua atuação na Mútua, restou-nos uma dúvida pois, ao analisar o site da Mútua, foi verificado que a gestão do órgão em sua totalidade é feita por desembargadores e juízes, bem diferente da informação prestada pela palestrante. A sua função naquele órgão é tão somente de Diretora Executiva de Programas.
No decorrer de sua exposição, no entanto, toda a impressão positiva em relação ao seu diversificado curriculum, caiu por terra.
Começou por se ressaltar a sua atuação no CEASP/RJ há 20 anos atrás, quando a realidade da CASSI era completamente diferente da situação atual.
Mudou tudo e mudou para pior. 
Hoje, o nível salarial do funcionalismo do BB desabou com a adoção de um novo PCS – Plano de Cargos e Salários e com reajustes salariais que não acompanharam a escalada inflacionária. Em consequência disso, a categoria empobreceu.
Por outro lado, os custos médicos dispararam. Surgiram novas técnicas médicas, novos exames mais sofisticados e mais caros, remédios e tratamentos mais dispendiosos.
Houve um descasamento entre as contribuições patronais e funcionais, cujos valores despencaram, e os custos médicos que subiram a níveis estratosféricos.
Agora, para piorar a situação, o patrocinador, o BB, quer abdicar dos compromissos que assumiu com seu quadro funcional no passado, que era um dos atrativos para atrair os melhores quadros para o banco e formar um corpo funcional do mais alto nível. O BB está desenvolvendo uma política tacanha, sem visão e opressiva em relação ao seu funcionalismo, ao tentar retirar sua contribuição patronal à CASSI, que abrange a massa dos funcionários da ativa e os aposentados do BB. Dessa forma, propositalmente, está jogando o funcionalismo e a CASSI em uma situação aflitiva, ao ameaçar não pagar a parcela patronal como foi acordado no passado, quando o funcionário, ao entrar no BB, era obrigado também, por imposição do BB, a entrar na CASSI. Era firmado um contrato entre os funcionários e o BB nesse sentido. Era um ato jurídico perfeito.
Com tudo isso junto, qual é o mérito da Dra. Tania Kadima ao enaltecer sua atuação de 20 anos atrás no antigo CEASP, quando a realidade da CASSI era outra completamente diversa das condições atuais?
A CASSI está passando por momentos difíceis em que se sucedem rodadas contínuas de negociações com o patrocinador – o BB, para reverter essa situação desesperadora.
A CASSI está adotando políticas criativas para minorar esse quadro. Está se tentando ampliar o plano de Estratégia Saúde da Família (ESF), que é um plano muito criativo de caráter preventivo para os associados da CASSI e que está tendo absoluto sucesso onde foi implantado, mas que, por enquanto, só atinge 40% dos usuários.  
A Dra. Tania Kadima criticou até a forma como a CASSI administra a Estratégia Saúde da Família (ESF), mas não detalhou as razões de suas críticas.    Sequer apresentou qualquer sugestão a respeito do assunto. Criticar sem resolver nada e sem apresentar nenhuma alternativa de melhora, é muito fácil, mas não resolve qualquer problema em relação aos assuntos abordados. 
Aliás, todas as pretensas soluções da Dra. Tania Kadima para resolver qualquer problema que a CASSI atravessa no momento, repousaram única e exclusivamente, na afirmativa de que é preciso fazer auditorias e mudanças na administração da CASSI, para aperfeiçoar o sistema e evitar desperdícios em todas as áreas.  
Esse discurso repetitivo da Dra. Tania Kadima, tornou-se um verdadeiro mantra em todas as suas falas.
Este próprio articulista, em um aparte, perguntou quais eram as sugestões que a Dra. Tania Kadima apresentaria para resolver a carência de recursos financeiros   pela qual a CASSI passa, e que é resultante das razões que apresentei acima. 
A resposta da Dra. Tania Kadima?  O mesmo mantra.
“Era preciso fazer auditoria e mudanças administrativas   na CASSI para aperfeiçoar o sistema e evitar desperdícios em todas as áreas. Aí sobrariam recursos. ”
Ou seja, fiquei sem resposta para o meu aparte, pois a Dra. Tania Kadima apelou para o mesmo padrão de resposta. Bem que poderia ter sido mais criativa. Certamente eu continuaria insatisfeito, mas não ficaria tão revoltado.
Outro questionamento à Dra. Tania Kadima, que transcrevo na íntegra, foi feito pela associada da CASSI, Sra. Vania Romeo Tomaz, representante dos Usuários no Conselho de Usuários da CASSI (RJ):
“A Resolução CFM 1980/2011, determina que as operadoras de saúde devem registrar-se nos conselhos regionais da jurisdição em que atuam, nos termos das leis 6839/80 e 9656/98.
O registro deve ser requerido pelo responsável técnico, em requerimento próprio, dirigido ao CRM da jurisdição. Os dados exigidos são: nome e número do CRM do médico responsável técnico ou do diretor clínico, CASO HAJA.
À luz do que determina o normativo, a CASSI possui e tem registrado um responsável técnico que é o Dr. Luiz Renato Navega Cruz, que ocupa o cargo de Gerente Executivo Técnico de Saúde.
Com que objetivo e baseada em que normativos, a senhora, em reiteradas vezes, como hoje, afirma que a CASSI não conta com um médico responsável e que descumpre a lei por não dispor na sua estrutura de um cargo de Diretor Médico?”
A resposta da Dra. Tania Kadima, desta vez, fugiu ao mantra mas continuou surpreendendo a todos:  ... a Vânia é uma defensora da CASSI !!
A resposta originou uma reação da participante que registrou que não defendia a CASSI e sim a verdade e a transparência. 
A palestrante seguiu relatando episódio de divergência entre as duas nas redes sociais (facebook), e a participante exigiu que ela se restringisse a responder ao que lhe fora perguntado.
A reação de ambas tomou proporção que mereceu intervenção da mesa. 
Quando retomou a palavra, a palestrante argumentou que só naquele momento tomava conhecimento do nome e da existência do responsável técnico, e que ela continuava questionando a sua omissão frente aos casos de demora de autorização de atendimento, relatados por ela. ”
Cabe acrescentar que, na CASSI, além do médico responsável junto à ANS, existem outros profissionais médicos.
A Dra. Tania Kadima citou, por várias vezes, que a CASSI tem recebido péssimas avaliações por parte da ANS. Mas não mencionou as razões que já explicitei   e que estão gerando crise na CASSI e, por consequência, avaliações negativas por parte da ANS. 
Naquele ponto da exposição da Dra. Tania Kadima, depois de constatar as diversas incoerências e a alienação (ou falsa alienação) da palestrante, em relação aos problemas que atingem a CASSI na presente quadra, nada mais me espantaria.
A CASSI encontra-se em situação de verdadeiro desespero. As reservas financeiras estão chegando ao fim e não estamos enxergando qualquer luz no fim do túnel, enquanto as rodadas de negociações com o patrocinador, o BB, não chegarem a um término.
Assim mesmo, apesar de médicos mais antigos, acostumados a consultas mais dispendiosas, estarem pedindo descredenciamento, outros médicos mais novos, mas também bem preparados, estão sendo admitidos. O mesmo ocorre em relação a hospitais com custos elevados que estão se descredenciando; nesse caso, outros centros hospitalares com custo mais reduzido e bem eficientes, estão sendo admitidos.
Apesar de tudo estar sendo revisto a fim de cortar custos em todas as áreas e manter o mesmo padrão de atendimento, as reservas financeiras estão escassas e, no contexto atual, em curto prazo, as contribuições funcionais e patronais, não vão conseguir cobrir as despesas da CASSI de forma adequada.
São por razões como essas que a mídia noticiou que, nos últimos meses, mais de 500.000 pessoas pediram o cancelamento de assistência em planos privados de assistência de saúde. E esse número tende a aumentar cada vez mais. Será que a Dra. Tania Kadima também vai acusar esses planos com as mesmas razões pelas quais acusa a CASSI?
Outra incoerência da Dra. Tania Kadima, é querer comparar o Plano Mútua dos Magistrados do Rio de Janeiro, que tem 5.000 associados, com a CASSI, de âmbito nacional, que atende cerca de 750.000 pessoas.
Dizer que o Mútua é um plano bem-sucedido e tem excelente avaliação pela ANS não representa qualquer mérito.
O Mútua é o que podemos chamar de “crème de la crème”, em termos de plano de saúde.
Administrar um plano de saúde como o Mútua é uma dádiva, um verdadeiro privilégio. 
Não existe a mínima condição de comparar a situação confortável do Mútua com a CASSI, que passa por uma verdadeira guerra para sua sobrevivência. 
São realidades completamente distintas.
Não é possível comparar a disponibilidade de recursos financeiros e a prestação de sofisticadíssimos serviços médicos prestados pelo Mútua com a atual carência financeira e a dificuldade pela qual a CASSI atravessa para prestar assistência médica de bom nível a seus associados. 
Aliás, no que tange a esse aspecto, ficamos com uma dúvida. Em nenhum momento, foi abordado pela Dra. Tania Kadima, qual é a origem das receitas do Mútua e qual a forma de contribuição ao plano.
Esse é um ponto importantíssimo a ser esclarecido no momento em que se fazem comparações.
A carência de recursos financeiros na CASSI reflete seus efeitos deletérios em todas as áreas.
A melhor definição para definir a situação pela qual passa a CASSI, está no ditado português que diz: “Em casa que não tem pão, todos gritam e ninguém tem razão. ”
Por isso, as colocações da Dra. Tania Kadima causam revolta naqueles que conhecem e acompanham de perto a luta da CASSI pela sua sustentabilidade.
Por mais que os dirigentes administrativos, os funcionários e os profissionais de saúde, que prestam seus serviços na CASSI, sejam abnegados, dedicados e se esforcem ao máximo, todo esse esforço não vai dar conta de atender, de forma adequada, à demanda pelos associados da CASSI, de serviços de saúde de bom nível.   
Atualmente, gerir um plano como a CASSI é como enxugar gelo.
As eleições para a CASSI se encerraram e a Chapa 3 venceu a disputa. 
Auguramos que os vencedores tenham equilíbrio, determinação, muita fé e capacidade de luta no enfrentamento de situação tão adversa.
Por tudo que foi acima exposto, declaro-me extremamente triste e desapontado com a palestra da Dra. Tania Kadima. Não era isso o que eu esperava quando do início de sua exposição.
Se soubesse com antecedência que me defrontaria com uma situação como essa, teria me retirado antes do início de sua palestra.
Não sei quais são os projetos pessoais da Dra. Tania Kadima e do Sr. André Mascarenhas em relação à CASSI, mas declaro textualmente, que não é dessa forma e por esse nível de alienação, no que diz respeito ao que acontece na CASSI, que se chegará a bom termo em relação a qualquer projeto relativo a essa entidade.
Peço desculpas à AAPBB em relação à forma direta e franca  com que retratei as palestras da Dra. Tania Kadima e do Sr. André Mascarenhas, mas acompanho o sentimento da companheira Vania Romeo Tomaz: 
“Meu compromisso maior não é com a AAPBB nem com a CASSI. É com a VERDADE !!”

NOTA deste blogueiro

Reiteramos que este relato retrata a visão pessoal do administrador deste blog. Colocamos ao fim deste artigo, um espaço para comentários, críticas, elogios e contestações, à disposição de qualquer internauta, sejam associados da CASSI, participantes do evento, dirigentes de associações de funcionários e outras entidades, ou a qualquer interessado sobre a matéria em foco que queira externar sua opinião pessoal. 
Lembramos que os comentários devem respeitar estritamente às regras do blog, sem o que não serão publicadas. As respostas serão dadas dentro da possível brevidade.

Simpósio AAPBB parte IV

PALESTRAS DE JOSÉ ROBERTO FERREIRA (SUPERINTENDÊNCIA DA PREVIC) e ANTÔNIO AUGUSTO DE MIRANDA E SOUZA (FUNCEF)

De 14.00h até às 15.00h, no Painel 2 – falaram os expositores Sr. José Roberto Ferreira – Diretor Superintendente da PREVIC e Sr. Antônio Augusto de Miranda e Souza – Diretor de Administração da FUNCEF.

1 – Curriculum de JOSÉ ROBERTO FERREIRA (PREVIC).

José Roberto Ferreira é formado em Ciências Econômicas pela Universidade Católica de Brasília, com MBA Finanças Corporativas pela PUC – Rio, MBA Controles Internos pela FIPECAFI-USP- São Paulo, MBA Gestão Avançada de Negócios pelo INEPAD, FGV e UFMT, Master em Dirección y Gestión de Planes y Fondos de Pensiones pela Organização Internacional de Seguridade Social e Universidade de Alcalá – Madri (Espanha).
Mineiro, trabalhou desde 1983 no Banco do Brasil, onde passou por várias áreas sendo sua última função a de Gerente Executivo na Unidade de Gestão Previdenciária. Atuou, desde 1997, na BB Previdência – Fundo de Pensão Banco do Brasil, onde sua última função foi a de Diretor de Investimentos. Na PREVIC esteve à frente da Coordenação-Geral de Patrimônio e Logística, da Chefia de Gabinete e da Diretoria de Análise Técnica.
Palestra de JOSÉ ROBERTO FERREIRA
A palestra de José Roberto Ferreira abordou quatro pontos: o Sistema Fechado de Previdência Complementar; os resultados preliminares de 2015; um diagnóstico da situação atual; e as medidas em curso com vistas ao aperfeiçoamento do Sistema.
Sobre o Sistema Fechado, foram apresentados os números e a sua organização, com foco na Superintendência Nacional de Previdência Complementar – PREVIC, enquanto órgão responsável pela supervisão, fiscalização e execução das políticas de previdência complementar.
Quanto aos resultados preliminares de 2015, destacou-se que o resultado consolidado deficitário de R$ 72,8 bilhões exigirá atenção e serenidade de cada fundo de pensão na compreensão das causas e consequentes medidas corretivas junto a cada plano de previdência que administra.
O diagnóstico da situação atual evidencia que o sistema se encontra maduro e seu crescimento tem apresentado comportamento tímido frente às necessidades da sociedade.
Das medidas em curso que objetivam aperfeiçoar o Sistema, foram apresentadas medidas legislativas, inclusive no âmbito da CPI dos Fundos de Pensão. Além disso, discorreu-se sobre as iniciativas adotadas pelos diversos atores do setor, com destaque para o processo de aperfeiçoamento do modelo de supervisão baseada em riscos adotado pela PREVIC, bem como para a instrução que aquela Superintendência publicará acerca dos Planos Setoriais, o que poderá contribuir para o fomento do Sistema.
Após a palestra, houve espaço para perguntas diversas, com destaque para as questões envolvendo a PREVI, incluindo os motivos do arquivamento do Termo de Ajustamento de Conduta – TAC e as perspectivas de implantação de teto de benefícios no Plano 1.

2 – Curriculum de ANTÔNIO AUGUSTO DE MIRANDA E SOUZA (FUNCEF).

Antônio Augusto de Miranda e Souza foi admitido na Caixa em 1989 e assumiu como Auditor Interno (DF) em 1999. É formado em Administração pela Universidade de Brasília (UnB). C-fundador e ex-Presidente da Associação dos Auditores Internos da CAIXA (AUDICAIXA). Conselheiro da Transparência Brasil e ex-coordenador da campanha Ficha Limpa.
Palestra de ANTÔNIO AUGUSTO DE MIRANDA E SOUZA.
Antônio Augusto de Miranda e Souza tem um estilo pausado e expôs suas opiniões de forma bem objetiva e explícita, de maneira a que as pessoas às quais se dirigia, entendessem e captassem toda a essência do farto e interessante material exposto em vários slides.
Antônio Augusto de Miranda e Souza citou várias situações muito interessantes com as quais teve de se defrontar em sua trajetória profissional. As soluções adotadas para resolver esses casos foram muito criativas e conseguiram evitar problemas sérios nas áreas em que atuou na administração de seu fundo de pensão. Com certeza também serão ensinamentos muito úteis para os executivos presentes àquele encontro.
Também apontou com muita precisão os pontos que devem ser cuidados com mais firmeza e previsibilidade, para que sejam detectadas situações que possam colocar em risco aplicações e investimentos dos fundos de pensão.
Ressaltou, como outros expositores, a exposição excessiva dos fundos de pensão em investimentos de ativos em renda variável, principalmente na Bolsa de Valores que, no Brasil, pela sua peculiaridade, tem causado muitos prejuízos no mercado.
Falou da legislação que rege os fundos de pensão que ainda deixam muitas falhas para irregularidades.
Em sua análise, enfatizou que há problemas de governança, regulação e de exposição excessiva aos chamados “investimentos de risco”, para os quais propõe um conjunto de medidas corretivas, que envolvem desde a redução dos percentuais autorizados dos investimentos de maior risco, regulamentação da transparência mínima obrigatória, do fundo de solvência (garantidor), da criminalização da gestão temerária/fraudulenta em fundos de pensão, da abolição do voto de qualidade e da  obrigatoriedade da gestão paritária também no âmbito das Diretorias, com eleição para diretores.
Antônio Augusto de Miranda e Souza entende que esse conjunto de medidas reequilibrarão a gestão dos fundos de pensão a favor dos participantes, que hoje, entende, serem as patrocinadoras as detentoras de poder excessivo e predominante.

domingo, 24 de abril de 2016

AAFBB em FOCO - 25.04.2016

                                  Para nossa agradável surpresa, recebemos do Companheiro e Amigo MÁRIO DE OLIVEIRA BASTOS, que é membro do CODEL – Conselho Deliberativo da AAFBB, o texto abaixo, em que ele retrata, de maneira extremamente apurada e elegante, o 37º Aniversário da Sede Campestre da AAFBB. Parabéns ao MÁRIO BASTOS pelo rebuscado e elegante texto. Em razão de sua iniciativa, o MÁRIO DE OLIVEIRA BASTOS, para os amigos “Grande MÁRIO”, foi nomeado para a relevante posição de “cronista social” deste blog. Não é todo dia que somos alvos de tal honraria. Tirante a gozação, desejamos paz, sucesso e felicidade para o amigão “Grande MÁRIO”.   E que volte novamente a nos brindar com textos tão belos e bem elaborados como este.
ADAÍ  ROSEMBAK
Associado da AAFBB, ANABB, AFABB-RS e ANAPLAB 

37º Aniversário da Sede Campestre  -  Xerém

                                                                         
       
Em chegando à Sede Campestre no dia 22/04/2016, sexta-feira, impressionou-me a limpeza e o cuidado com as árvores e jardins. A piscina estava bem frequentada e garotada se divertia a valer.              
                                  O bar funcionou com tranquilidade com o uso da moeda fantasia, manuseada por todos, na compra de itens constantes do cardápio.
                                 A  moeda fantasia é uma forma prática,  criativa e  segura que a Administração da Sede Campestre da AAFBB adotou, e que agilizou e facilitou as transações dos  associados com os funcionários do bar.
                                  O restaurante funcionou muito bem, servindo café da manhã, almoço e jantar, oferecendo uma variada opção de pratos. No dia seguinte, sábado, não houve oferecimento de jantar em virtude da programada festa de aniversário. 
                             Sábado, dia 23/04/2016, Aniversário da Sede Campestre, foi realizada a esperada festa no Salão de Baile, ornamentado com muito bom gosto e cuidado. A apurada organização do baile   foi muito elogiada por todos.
                                   Logo na entrada do salão, as simpáticas recepcionistas, discretas e atenciosas, conduziam os convivas que chegavam para as mesas que lhes foram reservadas.
                                   A orquestra executou uma sequência maravilhosa de músicas para dançar, e os convidados, de imediato, lotaram a pista de dança.
                                   Os bailarinos profissionais foram atenciosos e gentis com as senhoras, que se divertiram     e rodopiaram alegres pelo salão, com alegria,  ritmo e elegância. Espetáculo marcado pelo bom gosto e organização extrema nos mínimos detalhes.
                                    O acontecimento esbanjou fartura com a distribuição de refrigerantes, cerveja, whisky e vinho. Os salgadinhos servidos, foram da melhor qualidade e de visual muito bonito.
                                          O bufê, pela diversidade e     qualidade apresentada foi, com muita justiça, elogiado pelos participantes da festa.
                                   Todos os Conselhos da AAFBB (CADMI, CODEL E COFIN) estavam representados e as fotos, que serão divulgadas, comprovarão a satisfação de todos os convidados e dirigentes.
                                   É de justiça elogiar os que trabalharam diretamente para o brilhantismo do evento a fim de que não houvesse qualquer falha para motivo de insatisfação.
                                   A Sede Campestre está bem administrada e deve ser preservada para deleite dos seus frequentadores.
                                   Parabéns aos responsáveis pela organização e detalhamento esmerado de todos os aspectos da maravilhosa festa, que celebrou os 37 aninhos da bela e graciosa Sede Campestre da AAFBB.
                                  São momentos agradáveis, reconfortantes e alegres como os que desfrutamos naquela sede campestre, que nos relaxam, renovam nossas energias e nos passam confiança, paz e prazer de amar e viver a vida em sua plenitude.
Mário de Oliveira Bastos                        

terça-feira, 19 de abril de 2016

CASSI em FOCO - 20.04.2016

Participei de um Simpósio Sobre Fundos de Previdência Complementar Fechada e Planos de Saúde, promovido pela AAPBB – Associação de Aposentados e Pensionistas do Banco do Brasil, e realizado de 12 a 13 da corrente.
Sem falsos elogios, foi o mais bem organizado e melhor simpósio do gênero do qual já participei até hoje, em razão da relevância dos palestrantes e da perfeita organização do evento.
Estou ultimando um artigo sobre esse encontro, o qual espero publicar neste blog dentro de uns quatro dias.
Declaro que, para minha própria surpresa, nos intervalos do encontro, constatei que a maioria dos participantes da PREVI e associados da CASSI, iria votar na Chapa 1 nas eleições para a CASSI.
A propósito dessas eleições, um dos participantes do simpósio, que lê este blog, elogiou minhas notas em defesa da Chapa 1 e comentou o alto nível e a elegância dos artigos, em que não ataco outras chapas e nem nenhum membro das mesmas. Aliás, muito pelo contrário. Cheguei a fazer, em uma nota de 09.03.2016, elogios a colegas de outra chapa que, lamento, não fazem parte da Chapa 1.
Essa atitude amistosa nessa disputa por parte dos simpatizantes e integrantes da CHAPA 1 – CASSI SEMPRE!! não é só minha.
Adiante, reproduzo nota de chamamento ao respeito e à razão, de Isa Musa de Noronha, que é candidata ao cargo de titular do Conselho Fiscal da CASSI na Chapa 1:

                                       


11
Dom, 10 de Abr de 2016 4:41 pm . Enviado por:
A partir de amanha, dia 11 o associado CASSI irá escolher novo dirigente e novos conselheiros para a nossa Caixa. Sou candidata ao Conselho Fiscal pela CHAPA 1 - CASSI SEMPRE. Peço a todos que procurem votar. O aposentado vota nos terminais de saque do BB. Leiam o jornal CASSI ESPECIAL ELEIÇÕES e escolham a chapa que mereça a sua confiança. A CHAPA 1 - CASSI SEMPRE, procurou fazer uma campanha limpa, propositiva, sem ataques, sem agressões às demais chapas concorrentes, pois respeitamos a todos os colegas que aceitam esse imenso desafio de concorrer a gerir uma Caixa que atravessa sucessivos déficits e uma crise de gestão sem precedentes em sua longa história.
http://www.cassi.com.br/images/hotsites/eleicoes2016/style/pdf/jornal-eleicoes-2016.pdf http://www.cassi.com.br/images/hotsites/eleicoes2016/style/pdf/jornal-eleicoes-2016.pdf

Esse deve ser o comportamento civilizado que deve reinar entre companheiros que estão disputando eleições para a CASSI.
Respeito é fundamental.
Acredito mesmo, que disparar falsas acusações, calúnias, difamações, agressões e mentiras contra outros candidatos, nunca acrescentaram nada de positivo ao sucesso nas eleições para quem age dessa forma.
Então companheiros, adotando essa atitude positivista, convido-os a votarem na Chapa 1 – CASSI SEMPRE para o bem dos associados e seus familiares, nas eleições para a CASSI, que estão ocorrendo desde o dia 11 e terminarão no dia 22 de abril de 2016.
VOTE NA CHAPA 1 – CASSI SEMPRE!!!

                               

                              
Adaí Rosembak
Associado da AAFBB, ANABB, AFABB-RS e ANAPLAB




domingo, 10 de abril de 2016

CASSI em FOCO - 11.04.2016

As eleições para a CASSI se realizarão de 11 a 22 de abril de 2016.
Na semana passada, tive a oportunidade de, em Recife, constatar pessoalmente que a CHAPA 1 – CASSI SEMPRE é a favorita entre os associados.
A CHAPA 1 – CASSI SEMPRE conta também com o apoio importantíssimo da AFABB-RS, que o companheiro José Bernardo de Medeiros Neto, presidente daquela entidade, retrata em seu blog.  O apoio da AFABB-RS, pela sua representatividade no sul do país, é um fator fundamental para o sucesso da CHAPA 1 – CASSI SEMPRE.
A CHAPA 1 – CASSI SEMPRE é a chapa que vem recebendo apoio de várias outras associações, a começar pela AAFBB, que é a mais antiga associação de funcionários aposentados e da ativa do BB no país.
Acabo de receber pelo companheiro João Carlos Lago Neto, por circular na internet, mais uma manifestação pessoal de apoio à CHAPA 1 – CASSI SEMPRE, do associado Mário Tavares que, pela objetividade, profundidade e clareza com que retrata a atual situação da CASSI, transcrevo adiante:

CASSI – RESULTADOS DO PLANO DE ASSOCIADOS DE 2015
O Plano de Associados da CASSI apresentou déficit operacional de R$ 323 milhões, aumento de 31% sobre o ano anterior.
O resultado líquido foi deficitário em R$ 252 milhões, aumento de 42% sobre o ano anterior.
As despesas básicas aumentaram 14,5% e as receitas auferidas do Patrocinador e dos associados aumentaram 9,5% no ano.
O déficit operacional equivale a 16,3% das despesas básicas e a 19,1% das receitas auferidas do Patrocinador e dos associados.
O déficit líquido no ano equivale a 12,7% das despesas básicas e a 14,9% das receitas auferidas do Patrocinador e dos associados.
As reservas financeiras líquidas caíram de R$ 300 milhões para apenas R$ 85 milhões no final de 2015, redução de 71,5% no ano.
O desempenho do Plano de Associados em 2015 evidencia que esse Plano está em estado de pré-insolvência.
Do dia 11 a 22.04 serão realizadas as eleições da CASSI e para enfrentar um quadro assustador como esse é necessário experiência, serenidade e capacidade de articulação, inclusive com o Patrocinador do Plano, e também que os eleitos não sejam muito ligados a partidos políticos ou a entidades sindicais, por isso vou votar na Chapa 1 nas eleições da CASSI.
Mário Tavares

Pela minha integral convicção pessoal e por diversas outras manifestações pessoais de companheiros esclarecidos como Mário Tavares, que acompanham a luta árdua pela sustentabilidade da CASSI, recomendo a todos que, nas próximas eleições para a CASSI, votem na CHAPA 1 – CASSI SEMPRE.
Decididamente, a CHAPA 1 – CASSI SEMPRE é a chapa que, pelo alto nível de seus componentes, reúne as qualidades necessárias para enfrentar com sucesso o enfrentamento pela sustentabilidade e engrandecimento da CASSI.
Transcrevo adiante as PROPOSTAS DE CAMPANHA da CHAPA 1 – CASSI SEMPRE.
Rumo à Vitória !!
Vote na CHAPA 1 – CASSI SEMPRE  !!!

Adaí Rosembak
Associado da AAFBB, ANABB, AFABB-RS e ANAPLAB
                                       


PROPOSTAS DE CAMPANHA DA CHAPA 1 – CASSI SEMPRE:
Compromisso com a Sustentabilidade, Eficiência e Transparência do Plano de Saúde
Nossos princípios que orientam a CHAPA-1 CASSI SEMPRE são:
1.   Sustentabilidade;
2.   Responsabilidade do Banco do Brasil como Patrocinador do Plano de Associados;
3.   Plano de Associados para todos;
4.   Modelo de Atenção Integral à Saúde (Mais) com a Estratégia Saúde da Família (ESF);
5.   Humanização;
6.   Solidariedade como regime de custeio do Plano de Associados da CASSI;
7.   Transparência;
8.   Participação;
9.   Autonomia e Independência em relação a governos, partidos e patrões.

P.S.: Recomendo aos companheiros que leiam no blog  (MUNDOEMMUTACAO.BLOGSPOT.COM) o artigo “Qual o Futuro da Petrobrás”, de 09.04.2016. Procurei apresentar uma visão objetiva sobre o assunto.
As formas mais práticas de acessar o blog são:
-  Acessar o nome do blog “Mundo em Mutação” na barra de endereços em azul logo abaixo do nome deste blog que está em verde;
-   Acessar o nome do blog “Mundo em Mutação” na coluna “Blogs Preferidos” à direita deste blog;
-   Entrar no Google e acessar “MUNDOEMMUTACAO.BLOGSPOT.COM”

sábado, 9 de abril de 2016

CASSI em FOCO - 09.04.2016

Ao conversar com um companheiro que compactua com a minha visão de que o PT esgotou seu ciclo de governabilidade, ele me perguntou porque defendo a CHAPA 1 – CASSI SEMPRE, já que o candidato a Diretor de Planos de Saúde e Relacionamento com o Cliente, Fernando Amaral Baptista Filho, seria advindo do PT.
Esclareço que a linha política do companheiro Fernando Amaral Baptista Filho é um aspecto que não tem a mínima  relevância, já que o que importa nessa eleição para a CASSI, é o valor pessoal, o histórico de trabalho dos candidatos e suas realizações para a nossa categoria. Nesse aspecto, Fernando Amaral Baptista Filho e os demais componentes da CHAPA 1 – CASSI SEMPRE, superam nossas melhores expectativas.
Ademais, na CHAPA 1 – CASSI SEMPRE, contamos com Isa Musa de Noronha, como candidata titular do Conselho Fiscal e que não é partidária do PT.
Assim, o que realmente vale nessas eleições para a CASSI é o nível dos candidatos. Volto a repetir que o conjunto de nomes selecionados para a CHAPA 1 – CASSI SEMPRE é o que melhor atende à expectativa dos associados.
É por essa razão que este blog está se empenhando para a eleição da CHAPA 1 – CASSI SEMPRE.
Outrossim, enfatizo que, em qualquer cenário resultante da decisão em relação ao impeachment da Presidente Dilma Rousseff, o PT continuará a ter papel vital nos destinos do país.
Como já disse anteriormente, tenho muitos amigos petistas com o quais mantenho discussões de alto nível.  Nada de chamar uns aos outros de petralhas ou coxinhas (aliás, alguém pode me explicar a razão dessa alcunha?).
O tratamento é amigo para lá e amigo para cá. E depois vamos tomar um cafezinho para comemorar o acalorado debate. Isso é que é civilidade.
Entre esses companheiros, cito o Júlio César Alt e o Nelson Fragoso Leal, ambos da AAFBB. O Júlio Alt é arguto e objetivo e coloca réplicas inteligentes às minhas notas que me dão árduo trabalho de pesquisa para responder em tréplicas.   Já o Nelson Leal é uma pessoa sensível e humanista e é capaz de me fazer chorar quando fala da situação sofrida e aflitiva dos sem-terra.
Mas o importante é que todos, independentemente da conotação partidária, vão votar na CHAPA 1 – CASSI SEMPRE, na eleição para a CASSI, que se efetivará de 11 a 22 de abril de 2016.
Adiante coloco um quadro de todos os componentes da CHAPA 1 – CASSI SEMPRE e os pontos básicos que a chapa vai atacar na defesa dos interesses dos associados da CASSI.
Por tudo acima exposto, para a sustentabilidade e o engrandecimento da CASSI e para o bem do corpo de associados vote na CHAPA 1 – CASSI SEMPRE.
Adaí  Rosembak
Associado da AAFBB, ANABB, AFABB-RS e ANAPLAB
P.S.: Recomendo aos companheiros que leiam no blog Mundo em Mutação (MUNDOEMMUTACAO.BLOGSPOT.COM) o artigo “Qual o Futuro da Petrobrás”, desta data. Procurei apresentar uma visão objetiva sobre o assunto.
As formas mais práticas de acessar o blog são:
-  Acessar o nome do blog “Mundo em Mutação” na barra de endereços em azul logo abaixo do nome deste blog que está em verde;
-   Acessar o nome do blog “Mundo em Mutação” na coluna “Blogs Preferidos” à direita deste blog;
-    Entrar no Google e acessar “MUNDOEMMUTACAO.BLOGSPOT.COM”

Quadro dos componentes da “CHAPA 1 – CASSI SEMPRE”:


PONTOS BÁSICOS QUE A “CHAPA 1 – CASSI SEMPRE” VAI ATACAR NA DEFESA DOS INTERESSES DOS ASSOCIADOS DA CASSI:

Os desafios de um plano de saúde de autogestão
O mercado de saúde, no mundo inteiro, atravessa uma enorme crise de sustentabilidade. Todos os governos buscam alternativas para financiar a saúde de suas populações. A CASSI é o maior plano de saúde de autogestão. Administra um Plano de Associados, dois Planos CASSI-Família, e mais convênios de reciprocidade, gerindo e cuidando da saúde de mais de um milhão de pessoas.
Diferentemente da atuação de planos e seguradoras de saúde do mercado, que trabalham com foco no lucro e tratamento de doenças, a CASSI busca atuar com foco na preservação da saúde e na prevenção contra doenças, e sem fins lucrativos.
Sustentabilidade e cobertura para todos
Após 20 anos com o mesmo patamar de arrecadação (7,5% da folha de pagamentos), com oito anos de reajuste zero, o plano de associados enfrenta agora o desafio de redefinir a sua sustentabilidade para poder arcar com todas as despesas e formar reservas. Além disso, precisa garantir uma forma de rateio do custeio que, além de manter a responsabilidade do BB como patrocinador, permita a todos ter capacidade de contribuição.
A Estratégia de Saúde da Família
Em que pese os esforços das diretorias da CASSI desde 1996, só estão registrados na Estratégia Saúde da Família (ESF), pouco mais de 40% dos usuários.
Isto se deve a duas razões: a primeira é a não disponibilização da estratégia em todos os municípios do país; e a segunda, tem a ver com a não adesão de associados onde existe a ESF, por preferirem buscar, por si próprios, especialistas que julgam ser capazes de resolver seus problemas de saúde, sem a ajuda da equipe da CASSI.
Gestão do BB e a saúde do trabalhador
Segundo dados da pesquisa demandada pela ANABB às Universidades de Brasília (UnB) e Federal de Santa Catarina (UFSC), a forma de gestão no BB tem provocado o adoecimento dos funcionários.
Desse modo, a nova gestão da CASSI deve subsidiar com os dados epidemiológicos e de saúde apurados, o movimento sindical, entidades do funcionalismo e o BB de forma que se viabilizem acordos que garantam a saúde física e mental do funcionalismo. 

quinta-feira, 7 de abril de 2016

CASSI em FOCO - 07.04.2016


Companheiros,


Acabei de retornar de Recife.
Cidade vibrante, bela, progressista, com povo caloroso, simpático e receptivo.
Estou ultimando o artigo “Recife – a Veneza Brasileira”, em que mostrarei aos companheiros a grandeza e as maravilhas ímpares de Recife, a cidade dos canais e do frevo.
A AABB local é imensa e bem localizada. Suas instalações são modernas e oferece atividades de toda ordem para deleite dos associados.
Dei uma rápida passada naquela sede para conhecer o clube e conversar com colegas sobre assuntos de nosso interesse, entre esses a eleição para a CASSI.
Para minha surpresa, a opção pela Chapa 1 – CASSI SEMPRE foi uma unanimidade.
 Minha segunda surpresa, foi constatar a popularidade de Fernando Amaral Baptista Filho e Isa Musa de Noronha. Todos os conhecem.
E, por último, tive meu ego massageado, ao ser parabenizado por dois colegas pelo nível dos artigos deste blog. É muito difícil avaliarmos qualquer criação própria.
A análise mais realista é a de terceiros tanto pelos elogios como pelas críticas.
Em relação à Chapa 1 – CASSI SEMPRE, a pedido de companheiros que vão votar nessa chapa e com a ajuda inestimável de Paulo Fernando Miranda, empresário, artista na área de photo shop e sobrinho de Thamar Macedo, associada da AABB-Recife, que também vai votar na Chapa 1, coloco adiante a Postagem CASSI em FOCO – 07.04.2016.
Adaí  Rosembak
Associado da AAFBB, ANABB, AFABB-RS e ANAPLAB  

Nominata da Chapa 1 - Cassi Sempre – YouTube

vídeo discurso sobre a CASSI - ASSISTIR



FERNANDO AMARAL BAPTISTA FILHO: Formado em Administração, Direito e Relações Internacionais. Representou o País em negociações internacionais e coordenou as negociações com o BB, de 87 a 90. Presidiu o Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro e foi Conselheiro de Administração do BB representando os funcionários (GAREF). TRABALHOU NA Diretoria de Saúde da CASSI e foi diretor interino. Foi diretor de seguridade da PREVI e vice-presidente de Relações Institucionais da ANABB (2012/16).

Princípios de Ação da Chapa 1 – CASSI SEMPRE


1. Restabelecimento da Sustentabilidade do Plano de Associados.

2. Garantia da permanente cobertura para ativos, aposentados e pensionistas.

3. Manutenção da responsabilidade do Banco do Brasil como Patrocinador do Plano de Associados.

4. Manutenção do Plano de Associados para todos os funcionários (ativos e aposentados) e pensionistas.

5. Reafirmação do Modelo de Atenção Integral à Saúde (MAIS) com a Estratégia de Saúde da Família (ESF), como o modelo de atenção à saúde da CASSI para todos os seus planos.

6. Humanização do tratamento aos associados e usuários.

7. Manutenção da Solidariedade como o regime custeio do Plano de Associados da CASSI.

8. Garantia de Transparência dos atos e decisões da Diretoria da CASSI.

9. Participação como valor de relacionamento com funcionários, entidades e Conselhos de Usuários.

10. Gerir a CASSI a favor dos interesses dos associados e usuários com autonomia e independência em relação a governos, partidos e patrões.