quinta-feira, 26 de novembro de 2015

DESENCANTO

Acabei de tomar conhecimento da nota “Uma Pessoa Extraordinária”, de 25.11.2015, no blog Olhar de Coruja, em que Leopoldina Corrêa acusa a Companheira Célia Laríchia, Presidente da AAFBB, de ter me usado como garoto de recados para suas mensagens.
Por falta de imaginação e por desrespeito a este articulista, ela repetiu integralmente o artigo de mesmo título, “Uma Pessoa Extraordinária”, de 20.12.2013, de minha verve e que redigi quando ainda era colunista do blog Olhar de Coruja.
Dediquei o melhor de minha criatividade e de meus esforços na colaboração espontânea para o sucesso daquele blog onde tive a oportunidade de ser o autor de cerca de 40 artigos.
Desde o início de minha atuação como colunista no blog Olhar de Coruja, fui alertado por diversos companheiros para esse aspecto difamante, caluniador, desrespeitoso e agressivo de Leopoldina Corrêa na redação de artigos sobre pessoas com as quais ela não estivesse em concordância.
Mas eu estava tão envolto pelo encantamento e pelo entusiasmo com a função de colunista, que me recusava terminantemente a acreditar nessas pechas direcionadas à Leopoldina Corrêa, administradora do blog Olhar de Coruja.
Até que veio a Novembrada, que foi um divisor de águas.
Foi quando tive contato pessoal com diversos colegas a quem Leopoldina Corrêa havia criticado em seu estilo ácido, incontido e destemperado.
A maioria daquelas pessoas eram ativistas atuantes com quem, pela primeira vez, mantinha contato pessoal. Muitos militavam em facções opostas.
A Novembrada foi um tumulto só.  Mas, apesar da diversidade de correntes, todos defendiam o mesmo objetivo - que era o respeito aos interesses da categoria dos funcionários da ativa do BB e dos aposentados e pensionistas pela PREVI.
Ali, mantive contato pessoal com colegas atuantes e respeitados e a quem Leopoldina Corrêa havia atacado anteriormente.
A Novembrada foi um momento sem donos, em que todos, na sua forma singular, defendiam o mesmo objetivo que era a defesa   dos interesses dos presentes àquele encontro.
Naquele momento, face à multiplicidade de críticas em relação a Leopoldina Corrêa, recebidas por tantas pessoas expressivas, cultas, equilibradas e bem preparadas, que são líderes em suas áreas de atuação, fui levado a rever minha posição em relação à dirigente do blog Olhar de Coruja.
Confesso que foram momentos de absoluto desencanto. 
O segundo maior desencanto foi com Leopoldina Corrêa. 
Pela sua forma inábil de gerir o blog Olhar de Coruja, ela conseguiu com sua maneira desrespeitosa, infame e agressiva de tratar as pessoas, criar uma massa de oponentes e ressentidos.
Mas, o primeiro e maior desencanto que tive, foi comigo mesmo, por ter me entregue com tanta confiança, paixão, energia e dedicação ao blog Olhar de Coruja, sem avaliar com realismo o contexto geral do esquema em que atuava.
Na minha vida, o blog Olhar de Coruja, na linguajem dos amantes, foi uma “paixão”.
E lembro que, como dizem os amantes, “a paixão é cega”.
É por essa razão, Leopoldina Corrêa, que, em poucas vezes na minha vida, tive por uma pessoa um sentimento de asco tão profundo como tenho por você.
Você matou uma paixão que tive na vida, que foi o blog Olhar de Coruja.
Mas agora estou bem melhor. Não tenho mais paixões, tenho novos amores.
E sabe qual a diferença entre paixão e amor?
Por paixão até se mata, mas por amor só se pode amar mais.
Em relação a pessoas conhecidas e aos meus amigos na AAFBB, em especial Célia Laríchia, Loreni de Senger e Gilberto Santiago, eu lhe solicito, encarecidamente, que cesse com suas invectivas mentirosas em relação aos mesmos e, também, entre este articulista e   essas pessoas, sob pena de eu criar um espaço específico neste blog para a colocação de relatos de pessoas que se tornaram suas inimigas em razão de suas agressões e injúrias descabidas.
No que tange à sua fixação em Célia Laríchia, para iniciar, peço que você tenha respeito por ela e por minha pessoa.
Célia Laríchia, por sua formação, classe e educação, nunca solicitaria a qualquer semelhante que fosse  seu moleque de recados.
E eu nunca me sujeitaria a uma humilhação desse nível.
Lembre-se que não somos de sua laia.
Reafirmo que tenho admiração pelas qualidades pessoais   de Célia Laríchia, que a tornam querida e respeitada como presidente da AAFBB. E faço sempre questão de realçar esses aspectos quando me refiro a ela. Isso não me torna um bajulador.
Assim, repudio terminantemente essa sua colocação injuriosa e infame.    
A ANABB também está parabenizada por ter Célia Laríchia como eleita nas recentes eleições naquela entidade.
Não posso, Leopoldina Corrêa, por motivos óbvios, tecer os mesmos comentários elogiosos em relação à sua pessoa.
Para encerrar de vez qualquer contato com sua pessoa e para aprofundar ainda mais a distância entre nós, peço-lhe que, doravante, cesse a menção do meu nome no seu blog.
Assim, evitaremos que nossos blogs se tornem latas de lixo o que, creio, seja de interesse de ambas as partes.
Adaí  Rosembak
Associado da AAFBB, ANABB, AFABB-RS e ANAPLAB 

terça-feira, 24 de novembro de 2015

O Caminho de Uma Vencedora

Não sou contrário a críticas construtivas.  Muito pelo contrário.
Sou um adepto incondicional dessa forma de avaliação. É pela análise criteriosa de críticas bem fundamentadas que, ao longo da vida, construímos caminhos seguros que nos capacitem a atingir de forma exitosa as metas a que nos propomos e nos permitam galgar estágios cada vez mais espiritualizados de convivência com nossos semelhantes.
Quando redigi o artigo “Comemoração dos 64 anos da AAFBB”, de 25.10.2015, tive o cuidado preliminar de observar se a festividade havia seguido, sem a mínima falha, todos os dispositivos do Estatuto da AAFBB, que pudessem vir a comprometer a celebração da instituição, que nasceu em 24.10.1951.
Para minha surpresa e satisfação, em vez de encontrar qualquer óbice, o Estatuto da AAFBB, muito pelo contrário, coloca a comemoração da criação da entidade como um de seus pressupostos básicos.
Ou seja, se a administração da AAFBB não celebrasse a criação da associação, aí sim é que estaria transgredindo uma norma de seu Estatuto.
Para alguns incautos ou outros que, de forma traiçoeira, deletéria e determinada, tentam desmoralizar a associação e seus dirigentes, transcrevo adiante os dados do Estatuto da AAFBB, que versam sobre o assunto e que não deixam qualquer dúvida sobre o tema:  

Estatuto da AAFBB
Capítulo I
Da Associação e dos Seus Objetivos
Artigo 3º   - Na execução de seus objetivos, a AAFBB se propõe a:   ...
Item -      c) comemorar a data de sua fundação (24 de outubro), o Dia Nacional do Aposentado (24 de janeiro) e o Dia Nacional dos Bancários (28 de agosto);  

Pelo que tornei a apurar, nenhuma outra norma estabelecida pelo Estatuto da AAFBB, foi transgredida. 
Isto posto, para descrever esse episódio, só nos resta voltar a citar o adágio português “os cães ladram enquanto a caravana passa. ”
Mas, infelizmente, com o devido respeito aos cães, essa foi a forma a que se prestou a Sra. Leopoldina Corrêa, na sua ânsia constante de atacar e denegrir a companheira Célia Laríchia, no seu espalhafatoso artigo “FESTA&FATURA: Festa para a realeza aafbbiana e a fatura para os trouxas associados”, de 30.10.2015.
Já no seu artigo “Curiosidades pós-eleições ANABB 2015”, de 23.11.2015, entre críticas ao digníssimo Doutor Alcir Calliari, ex-presidente do BB, e à Sra. Sandra Miranda, da APABB, Leopoldina Corrêa transcreve trechos de “carta-desabafo”(??) de Graça Machado, em que essa pessoa propõe – imaginem !!– um processo de “impeachment” contra a Presidente da AAFBB, Célia Laríchia.
A Sra. Graça Machado, apesar do assunto já ter sido amplamente esclarecido (vide artigos deste blog e da AAFBB ao final desta nota), volta a insistir na inverídica afirmação de     que “os dirigentes da AAFBB só gostam de disputar eleições em outras entidades, mas preferem que suas eleições sejam por aclamação”.
Para lembrar a regra estabelecida em relação ao assunto, que foi seguida “ipsis litteris”,  na última eleição para a AAFBB, transcrevemos adiante, o texto do Regulamento Eleitoral da AAFBB que rege a matéria:

AAFBB – Regulamento Eleitoral
Capítulo VI – Da Apuração e Proclamação dos Eleitos:
Art. 22 – Se houver apenas uma chapa registrada, a eleição será realizada por aclamação no decorrer dos trabalhos da AGO instalada e realizada na Sede, no Rio de Janeiro.

Por essa razão, reafirmamos que a colega Célia Laríchia e os demais dirigentes da AAFBB foram  eleitos por aclamação e empossados em seus cargos, seguindo integral e fielmente todos os trâmites estabelecidos pelo Regulamento Eleitoral da AAFBB.
Esse foi o caminho seguido pela Vencedora Célia Laríchia e por seus demais companheiros de chapa.
Portanto, falar de “impeachment” da atual presidente da AAFBB, é uma falácia para não dizer uma completa doidice gerada por   pessoas com mentes em estado de desequilíbrio e seguidos por personalidades do mesmo jaez.
Para cúmulo do desrespeito com a Presidente da AAFBB, Leopoldina Corrêa estampa no artigo uma das mais belas fotos de Célia Laríchia, que encima o difamante texto “IMPEACHMENT- AAFBB para todos”.
É duro de constatar, como vários companheiros haviam me alertado, desde o tempo em que eu era articulista no blog Olhar de Coruja, que Leopoldina Corrêa não respeita nada e nem ninguém.
Nem a posição social, nem o ambiente familiar, nem o círculo de amigos, nada, nada.
A maior vítima desse círculo infernal de desrespeito aos seus semelhantes, em que autora insiste em mergulhar cada vez mais e  mais, acaba sendo a própria criadora dessas críticas destrutivas.
Àqueles a quem ela ataca, em lugar de agredidos, passam a engrossar  o cada vez maior número de expectadores desse drama pessoal.
Essa trajetória é que podemos efetivamente chamar de caminho da perdição.
No meu caso particular, ainda não fui alvo de qualquer investida relevante.
Sou uma pessoa desprovida de ambições pessoais que não ultrapassam os limites de uma vida simplória e, portanto, não tenho muita coisa a perder. E nem a temer.
Pretendo sim é coroar o melhor de minha existência à dedicação a uma boa causa e a ampliar cada vez mais o meu círculo de amigos.
Artigos deste blog e da AAFBB sobre o assunto:
- Nota de 05.10.2015, da AAFBB: “Nota de repúdio à carta dirigida aos associados da AAFBB”;
- Nota de 04.10.2015, deste blog: “Porque optar pelo caminho da derrota? ”
- Nota de 07.10.2015, deste blog: “Manifestação de repúdio a Carta dirigida aos Associados da AAFBB”

Adaí Rosembak
Associado da AAFBB, ANABB, AFABB-RS e ANAPLAB

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Semana de Choques e Mudanças

A semana que passou foi pródiga em acontecimentos que nos forçam a rever nossas perspectivas de vida e de expectativas em relação ao futuro da humanidade.
A sequência de ataques terroristas em Paris desencadeados em 13.11.2015, foram os atos geradores dessas mudanças.
A UE-União Europeia está vivenciando os primeiros desdobramentos e consequências dessa carnificina perpetrada por um grupo minoritário, fanático e sanguinário que defende a implantação de uma reinterpretação maléfica e radical do islamismo que, como outras religiões, prega o amor e a paz entre os homens.
Uma apreciação isenta do assunto, leva-nos também a analisar que o catolicismo já teve o seu período negro durante a Inquisição na Idade Média.
A posição da UE-União Europeia – não só da França – não poderia ser outra que não fosse seguir o exemplo do Estados Unidos por conta dos ataques perpetrados pelo terror islâmico, e se tornar mais um poder no planeta a recorrer ao uso da força para combater o EI-Estado Islâmico.
É o que está acontecendo.
O primeiro passo foi a Declaração de Guerra da França ao EI-Estado Islâmico. Daqui para a frente veremos o incremento do investimento acelerado e maciço por parte da UE-União Europeia em sistemas e equipamentos de espionagem avançada e em sofisticados e dispendiosos armamentos de alta tecnologia.
Outra consequência imediata é a extrema cautela que passará a ser adotada para a admissão em território europeu de refugiados provindos de países árabes.
Medidas radicais de prevenção e combate ao terrorismo e que atropelam direitos humanos, consagrados pela Declaração Universal dos Direitos Humanos da ONU, já estão sendo adotados por parte de forças policiais para vigorarem por anos.
Medidas radicais como essas, também foram adotadas pelo Governo Bush, em consequência da destruição das Torres Gêmeas, em 11 de setembro de 2001. Passados 14 anos daquele atentado, muitas daquelas medidas de exceção ainda estão em vigor e continuam a ser discutidas no Congresso Americano, a começar pela Base de Guantanamo, em Cuba.
Com o surgimento do EI-Estado Islâmico, podemos esperar por novas medidas de segurança, prevenção e ataque ao terror islâmico, em âmbito internacional.
E aí se inclui o Brasil,  em razão das Olímpiadas de 2016, a serem disputadas no Rio de Janeiro.
Adaí Rosembak
Associado da AAFBB, ANABB, AFABB-RS e ANAPLAB

Outro assunto, que não tem sido devidamente noticiado, e que é de interesse prioritário para o Brasil, é a manipulação da taxa de câmbio pelos maiores bancos globais.
Para meu absoluto espanto, face à importância do assunto, a matéria mereceu somente um pequeno e modesto artigo Só o BC não viu” , de autoria de José Casado, publicado em 17.11.2015, no jornal O Globo, e que transcrevemos abaixo:

“Só o BC não viu.
Grandes empresas industriais e exportadoras brasileiras decidiram ir à Justiça contra alguns dos maiores bancos globais. Durante seis anos, essas instituições financeiras manipularam um dos principais indicadores econômicos do Brasil – a taxa de câmbio, preço-chave para contratos de comércio e investimentos.
Empresas e governo pagaram uma conta pesada demais, e estamos falando de centenas de bilhões – diz o empresário Roberto Giannetti da Fonseca, presidente do Conselho Empresarial da América Latina. Aqui, em 2011, os negócios com derivativos cambiais chegaram a 24 bilhões de dólares por dia.
Entre 2007 e 2013, 30 operadores de bancos estrangeiros conspiraram para influenciar o câmbio do real em relação ao dólar. Combinaram cotações falsas, compartilharam lucros de 30% e dados sigilosos de clientes. Dividiam-se em dois grupos de chat: um autodenominava-se “A Máfia”, outro identificava-se como “O Cartel”.
Representavam Citigroup, Bank of America, Barclays, Deutsche, HSBC, Merril Lynch, Morgan Stanley, JP Morgan Chase, Royal Bank of Canada, Nomura, Tokyo-Mitsubishi, Royal Bank of Scotland, Standard, Credit Suisse e UBS.
Estão sob investigação no Brasil, nos Estados Unidos e na Grã-Bretanha.
Cinco (JP Morgan, Citigroup, Barclays, RBS e UBS) já admitiram culpa em processos nos EUA. As primeiras multas americanas somam US$ 6,4 bilhões.
A investigação brasileira é comandada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica.
O CADE aceitou acordo proposto pelo suíço UBS que, em julho, confessou, entregou provas contra outros bancos e delatou 30 pessoas físicas envolvidas na fraude do câmbio do real.
A Associação Brasileira de Comércio Exterior decidiu participar da ação conduzida pelo CADE: - Estamos levantando subsídios para um processo-, conta José Augusto de Castro, presidente.  – Essa manipulação ajudou a destruir a nossa estrutura. Somente em vendas de produtos manufaturados perdemos US$ 50 bilhões e a chance de criar dois milhões de empregos.
A trama para supervalorizar a moeda brasileira incentivou importações.  Até 2005 o país tinha 17 mil empresas de exportação e 22 mil de importação. Ano passado contavam-se 19 mil exportadoras contra 44,3 mil importadoras.
A especulação, favorecida pela taxa recorde de juros, deixou o país no lado oposto das nações industrializadas: no Brasil, o volume de negócios diários no mercado futuro de câmbio passou a ser cinco vezes maior do que no mercado de câmbio à vista. Segundo o banco dos bancos centrais (BIS), o real se tornou a segunda moeda mais negociada no mercado futuro internacional. Só perde para o dólar.
Em recente audiência no Senado, um diretor do Banco Central, Aldo Mendes, minimizou os efeitos da conspiração sobre o real, apesar da confissão de participantes como o UBS.
Mendes não admitiu falhas na vigilância e considerou impossível a manipulação da taxa de câmbio (Ptax) no Brasil: - Nosso modelo é o melhor que existe.
- Ele mentiu ao Senado – diz Giannetti da Fonseca. 
- As provas estão no CADE, entregues, em confissão, por um dos participantes.
Castro complementa:
- Fiscalizar seria a obrigação do BC, que nada fez.
Para os empresários, durante seis longos anos o “cartel” e a “máfia” ajudaram a desindustrializar o Brasil. Só o Banco Central não viu. ”

José Casado - Colunista do Jornal O Globo

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Mergulhando no Esgoto

Tenho mantido distância das provocações gratuitas, agressivas e sem embasamento encetadas pelo Blog Olhar de Coruja, na pessoa de sua titular Leopoldina Corrêa, contra dirigentes da AAFBB e ANABB, que são as mais importantes associações de funcionários da ativa do BB e de aposentados e pensionistas da PREVI.
Ressalto que, em passado recente, fui colunista no blog Olhar de Coruja, convidado pela própria Leopoldina Corrêa.
No auge de meu encantamento como colunista – tenho registrados cerca de 40 artigos de minha autoria postados naquele blog – cheguei a redigir a nota “Uma Pessoa Extraordinária’’, de 20.12.2013, em que teci elogios a Leopoldina Corrêa pelo seu incontestável papel de criadora e administradora do blog Olhar de Coruja.
Como sou muito ligado à AAFBB, associação que frequento com assiduidade e onde tenho muitos amigos, passei a ter a maior parte de minhas notas relacionadas à AAFBB censuradas e não publicadas. 
Aos poucos, fui me desencantando com os ataques, ameaças e acusações sem  embasamento, disparadas contra    dirigentes da AAFBB e ANABB    e a blogueiros de destaque em nosso meio.
Por não concordar com essa linha editorial, decidi criar meu próprio blog e me desliguei do blog Olhar de Coruja.
Agora, no artigo ELEIÇÕES ANABB 2015: “Nada é tão ruim que não possa piorar”, de 04.11.2015, no blog Olhar de Coruja, ela volta a acusar a AAFBB e a ANABB de irregularidades, sem especificar quais sejam essas irregularidades e quais são os seus autores.
Na visão deste articulista, no que concerne às espúrias acusações contra à AAFBB e ANABB, penso que cabe a essas instituições defenderem a si mesmas e tomarem qualquer iniciativa de ordem legal em relação ao assunto.
No entanto, em comentários sobre o artigo “ELEIÇÕES ANABB 2015... “, no blog Olhar de Coruja, indiretamente fui envolvido no assunto.  
Encaminhei àquele blog um comentário contestando qualquer participação de minha pessoa em matéria ali discutida, muito embora dirigentes da AAFBB e ANABB sejam indireta e involuntariamente acusados de irregularidades na associação.
Meu comentário foi removido do blog em 08.11,2015, às 14.47h, por sua administradora.
Por essa razão, reproduzo, abaixo, o teor da mensagem acima referida que foi deletada do blog Olhar de Coruja.
Adaí  Rosembak
Associado da AAFBB, ANABB, AFABB-RS e ANAPLAB
1.              http://lh6.googleusercontent.com/-85AdAGaEQi4/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAABM/WnToBwTrbGo/s35-c/photo.jpg
Caro Anônimo, meu nome é Adaí Rosembak.
Não sou covarde e não  me intitulo como anônimo.
Nesta altura da vida, se tiver algo para dizer,  direi de frente e de forma explícita.
Porque você não age dessa forma e insiste em se titular como anônimo?
Ao ler seu comentário em que fala de   um ghost-writer ou cronista social percebi que se tratava de minha pessoa.
Já me apelidaram de  ghost-writer e cronista social pelos meus artigos sobre  festividades. Achei essas alcunhas interessantes.
Procurei nos blogs e achei seu comentário.
Vamos à minha resposta.
Item 1 - Sim. Tomei a dianteira de descrever a maravilhosa festa promovida pela AAFBB no salão de bailes da AABB.  Prefiro que classifique como de autoria de “colunista social" pois não sou “ghost-writer” de ninguém.  Estou muito satisfeito com meu trabalho. E também com o epíteto de “colunista social”. A festa na AABB pela comemoração do aniversário de 64 anos da AAFBB foi de tão alto nível que a própria Leopoldina repetiu em seu blog os nomes de todos os convidados que citei em meu artigo.
Item 2. Não. Não fomos, nem eu nem minha mulher, os autores das notas acima de 05.11.2015 às 11.43h e de 06.11.2015 às 19.06h. Minha mulher não interfere nos meus assuntos pessoais e nem usa meu computador. Em tempo, concordo inteiramente com o comentarista anônimo de que o único problema na ANABB foi na área de seguros no ano corrente. Quanto à AAFBB também desconheço qualquer irregularidade.
Muito embora este blog Olhar de Coruja seja da Leopoldina, pessoalmente, considero que seria muito conveniente que ela efetivamente dissesse quais são as irregularidades que ela diz ter conhecimento, mas que nunca revelou, em relação à AAFBB, a seus associados e dirigentes. Dizer que existem irregularidades sem especificar quais são essas irregularidades não tem sentido. 
Esses são os esclarecimentos em relação a esse assunto. Reitero que não preciso de ghost-writer para escrever nada em meu nome. Essa é uma função que não delego para ninguém. Não tenho medo do que escrevo pois só coloco no meu blog notas que considero absolutamente verídicas. Conto com fontes de informação, que são pessoas amigas e fidedignas, mas sempre assumo integral responsabilidade pelo que escrevo.
Sempre procuro pautar as matérias de meu blog em um alto nível de elegância, integridade e de respeito a qualquer pessoa.
Sei o que é ser alvo de calúnias e futricas.
Raras vezes fui obrigado a descer de nível mas, sempre que determinadas situações assim o exigirem, estou preparado para esse tipo combate. Também entro no esgoto e luto na lama.
Assim sendo, sempre atacarei, com toda minha energia e destemor, agressões gratuitas e descabidas à minha pessoa e a pessoas e a entidades que eu tenha em consideração.
Atenciosamente
Adaí Rosembak 

domingo, 1 de novembro de 2015

Agenda Positiva e Otimista

Lembro-me de uma passagem  ocorrida em um verão escaldante.
Um amigo faleceu e eu, com um grupo de amigos comuns, fomos ao seu enterro.
Chegamos ao Cemitério do Caju de terno e gravata e com muita antecedência à cerimônia.  
O suor escorria pelo corpo e fomos obrigados a tirar os paletós, desabotoar os colarinhos e afrouxar as gravatas. 
Em frente ao cemitério havia um bar.
Decidimos ir tomar uma cervejinha, e cada um acabou tomando, no mínimo, umas três “louras”.
Não esperávamos encontrar um bar tão animado justamente na frente do cemitério. Era o que poderíamos chamar de um sacrilégio.
Duas mesas animadíssimas no fundo do bar chamaram nossa atenção.  Era um grupo de umas 9 pessoas. Já haviam bebido uns 2 engradados de cerveja e se deliciavam com pastéis feitos na hora.
Também decidimos pedir porções de pastéis.
O melhor da animação nas mesas, e que nos deixou fascinados, era uma batucada animada com pandeiro, reco-reco, tamborim e duas mulatas com corpos esculturais rebolando e acompanhando o ritmo em cima das mesas. De vez em quando, um dos beberrões já bem “aguado”, tentava alisar as pernas das moças, mas era contido pelos demais.
Eu me sentia uma figura fora do contexto com um paletó no ombro e uma gravata frouxa no pescoço. Nosso amigo no céu, com certeza, estava torcendo para que entrássemos naquela farra, que não tinha nada a ver com cerimônia de enterro.
Aliás, naquela altura do campeonato, após termos tomado umas e outras, estávamos tão animados com a batucada e fascinados com os corpos suados e excitantes das moças, que acabamos nos esquecendo completamente do féretro.
Quando olhei o relógio e percebi nosso atraso, tivemos de correr cemitério adentro até chegar na capela onde o corpo de nosso amigo estava sendo velado.
Na saída da capela, fingindo um semblante triste em respeito aos familiares do falecido, eu e os demais companheiros de bar, levamos um susto quando cruzamos com outro grupo que se dirigia para a capela para   velar por outra pessoa.
Para nossa surpresa, era o mesmo grupo que estava bebendo, comendo pastéis e curtindo as mulatas que sambavam nas mesas.
As maravilhosas mulatas – a melhor invenção brasileira -   passaram bem ao nosso lado e, para surpresa das pessoas de nosso grupo, nos jogaram uns beijinhos e deram umas piscadinhas bem safadas e provocantes.
Até hoje, eu e meus amigos nos arrependemos de não termos abandonado aquela cerimônia triste e chata para satisfazer os parentes do falecido e que não tinha nada a ver com o espírito revolucionário, libertário e contestador de nosso amigo que, com certeza, estava nos olhando lá de cima a nos recriminar por não termos dado uma meia volta para participar de uma segunda rodada de cerveja com aquela turma animada e aquelas mulheres maravilhosas.
Ele teria adorado. Era um transgressor incorrigível, um tipo Cazuza.
Aquela cena não ocorrida em nossas vidas, por respeito a princípios éticos ultrapassados, classificamos como “um momento do qual nos arrependemos de não ter vivido”.
Estou contando essa passagem para reafirmar a agenda positiva e otimista que esse blog se propõe a seguir para, posteriormente, não nos arrependermos de não reagir à altura a desafios e constrangimentos, devido a pruridos éticos descabidos ou respeito a princípios de conduta ultrapassados.
É revoltante presenciarmos pessoas de comportamento realizador, expansivo e otimista, serem gratuitamente atacadas por suas realizações ou pela manifestação de seus pontos de vista.
Assisti várias vezes a isso acontecer e ainda assisto a esse tipo de baixaria em relação a amigos e dirigentes da AAFBB.
Esses ataques covardes e anônimos tem como objetivo único degradar, desmoralizar e humilhar as pessoas.
Aos que   fizeram gratuitos ataques a este articulista, ao blog, à AAFBB e a seus dirigentes   pela publicação dos artigos “Comemoração dos 64 anos da AAFBB”, de 25.10.2015 e “Esclarecimentos Oportunos”, de 27.10.2015, reafirmo que isso não ocorrerá mais. Esses insultos pela internet serão sumariamente eliminados.
Aproveito este momento para   reafirmar os motivos que me levam a defender a AAFBB.
Reitero que não faço parte do corpo administrativo da AAFBB. A propósito, mesmo nas eleições da associação, nunca solicitei a quem quer que fosse, minha inclusão em qualquer chapa. A única exceção foi quando fui CONVIDADO pelo saudoso e querido companheiro Aldo Alfano para participar de sua chapa “Nova Aliança na AAFBB”.
Vivo no Rio de Janeiro, sou carioca e a AAFBB, que tem sua sede no Rio, é a associação que mais frequento e onde tenho muitos amigos e ex-colegas de trabalho. 
Esclareço terminantemente, que os artigos publicados neste espaço, são de minha exclusiva responsabilidade e autoria, não consultei e nem pedi autorização a quem quer que seja para os redigir e publicar e, portanto, sou integralmente responsável pelo que aqui é publicado. 
Pelo que foi acima exposto, a defesa da AAFBB contra ataques rasteiros partidos de pessoas frustradas, revoltadas e envolvidas em um clima de permanente negativismo, foi e continuará a ser uma das linhas editoriais deste veículo.
Também esclareço que, na qualidade de associado da AAFBB, se e quando detectar qualquer erro ou comportamento reprovável na associação, eu próprio denunciarei o fato independentemente de qualquer medida que a associação venha tomar a respeito.
Mas não levantarei, sob qualquer hipótese, calúnias ou acusações infundadas.
Até   acho que a AAFBB deveria reagir e tomar medidas legais cabíveis contra ataques infundados, calúnias ou acusações falsas desferidas contra membros de reputação ilibada da associação.
Apesar dessa visão, respeito a associação por seguir o conhecido provérbio português “os cães ladram e a caravana passa”.
Dentro desse prisma, nada melhor para neutralizar quaisquer calúnias partidas de pessoas fracas, frustradas e recalcadas, do que deixar que o sucesso e as realizações da associação e de suas administrações sejam levados ao conhecimento público.
Aproveitamos a oportunidade para publicar adiante o artigo “Em defesa dos associados”, da Presidente da AAFBB, Célia Laríchia,de 15.10.2015, em que são mostradas uma série de conquistas para os associados  e para todos os servidores da ativa do BB, aposentados e pensionistas da PREVI.  Também são relatados os resultados de diversos encontros em que a AAFBB participou para tratar de interesses dos associados. A sustentabilidade da CASSI é outro tema comentado e mostra que a AAFBB tem estado presente nessa área e lutado em defesa dos interesses dos associados. Também é abordada a mudança de regras relativas ao ES. Segue a nota em sua integridade.
Adaí  Rosembak
Associado da AAFBB, ANABB, AFABB-RS e ANAPLAB

Em defesa dos associados (Célia Laríchia)
A AAFBB se empenha cada vez mais em participar de todos os debates de interesse de nossos associados. O principal deles, neste momento, é a mesa de negociações da CASSI, que visa buscar soluções emergenciais e ações estruturais para o equilíbrio financeiro da Caixa de Assistência. Em recentes reuniões, a AAFBB tem se posicionado firmemente na defesa dos direitos dos associados da ativa, aposentados e pensionistas. Esse é o tema da matéria de capa desta edição.
Já em Por dentro da Previ você vai entender por que as regras para concessão do Empréstimo Simples foram alteradas e que alternativas a AAFBB está solicitando à Previ para minimizar os impactos provocados na vida dos associados. Na seção Giro pelas Representações, você vai conhecer o novo representante de Salvador e saber de que forma o escritório atende os sócios. Além disso, terá um panorama geral da cidade soteropolitana e de seus principais pontos turísticos.
Na editoria Pingue-pongue, confira uma entrevista especial com David de Aquino, recém-aposentado pelo Plano de Aposentadoria incentivada do Banco do Brasil. Os eventos promovidos pela AAFBB, como a Festa Junina, o Dia dos Pais e o Queijos e Vinhos, também são tema desta edição, que mostra ainda a visita do presidente da Previ, Gueitiro Genso, à nossa sede e às Representações de Goiânia e Porto Alegre.
Saúde é outro assunto importante para a AAFBB. Por isso, neste número, trazemos uma reportagem sobre a Doença de Alzheimer, explicando seus sintomas, diagnóstico e tratamentos. Em Mundo Sustentável, você vai conhecer o trabalho de artesãs que transformam malotes antigos do Banco do Brasil em bolsas, carteiras e outros acessórios.
Em artigo assinado, o advogado Hugo Jerke, assessor jurídico da AAFBB, dá dicas de como aumentar o benefício do INSS pela desaposentação. Em Papo Jurídico, você vai ler duas reportagens especiais: a defesa da Associação pelo Projeto de Decreto Legislativo (PDS) 275/2012 e o resultado da Ação Plano Verão. Por fim, um passatempo para você se divertir e dicas sobre os CCBBs do Rio de Janeiro, de Belo Horizonte, de São Paulo e de Brasília.
Boa leitura !
Um abraço,
Célia Laríchia, presidente da AAFBB
Editorial publicado na Revista Connexão AAFBB – Nº 101 – Jul/Ago/Set 2015

terça-feira, 27 de outubro de 2015

Esclarecimentos Oportunos

Quando elaboro qualquer nota neste blog, expresso meu ponto de vista. Portanto, estou sujeito a receber críticas, contestações e correções de toda ordem. 
Respondo a todos os comentários com imensa satisfação, pois é sinal de que o blog está sendo acessado, bem como são oportunidades para que eu possa corrigir algum erro porventura cometido.
Opiniões que sejam caluniosas, agressivas ou que contenham palavras de baixo calão são eliminadas de pronto.
Mas, por vezes, ficamos tão desapontados em relação a determinadas críticas bem elaboradas e partidas de comentaristas conhecidos e respeitados, mas que são infundadas e contém insinuações maldosas    com o único objetivo de desmoralizar e levantar injúrias sobre este articulista, bem como sobre a fonte informante e o assunto abordado, que não nos resta outra alternativa que não seja também eliminar tais comentários.
O fato desse baixo nível de críticas partir de pessoas bem articuladas e respeitadas nos deixa profundamente aborrecidos e desconcertados.
Parece até que essas pessoas estão momentaneamente fora de si quando se expressam de forma tão degradante.
O impacto desses episódios tão desencantadores e tristes, inicialmente, nos deixa apáticos e sem capacidade de reação.
Deparei-me com esse problema em relação a comentários recebidos sobre o artigo “Comemoração dos 64 anos da AAFBB”, de 25.10.2015.
Passado o susto, esclareço a essas pessoas alguns aspectos importantes a respeito de um blog.
Este é um meio de comunicação de integral responsabilidade de seu titular.  E, dessa forma, seu administrador responde até judicialmente pelo que nele for publicado.
Assim, este desapontamento em relação a comentaristas que tinha em alta conta, está sendo uma lição valiosíssima.
Doravante, comentários partam de quem for, mas que não obedeçam a rígidos princípios de linguajar, boa educação e respeito, serão sumariamente eliminados e terão o destino que lhes cabe: a lata de lixo.
Comunico aos amigos e internautas que lamento ter chegado a esta decisão, que contrariou o meu objetivo inicial quando criei este blog, que era o de dar ampla recepção a qualquer tipo de comentário, desde que não se expressasse em linguajar de baixo nível.
Aproveito o ensejo para reiterar minha admiração pela beleza, elegância, animação   e impecável organização, que foi o magistral baile pela comemoração dos 64 anos da AAFBB, no salão de baile da AABB na Lagoa, Rio de Janeiro RJ.
Esperamos ansiosamente pela celebração de outros eventos comemorativos a serem promovidos pela AAFBB.
Em tempo, em nome da AAFBB, este associado estende à AABB os agradecimentos pela colaboração para o fulgurante brilho e sucesso do evento.
Adaí Rosembak

Associado da AAFBB, ANABB, AFABB-RS e ANAPLAB

domingo, 25 de outubro de 2015

Comemoração dos 64 anos da AAFBB

Registramos a passagem de aniversário dos 64 anos da AAFBB, que foi celebrado em 23.10.2015, no Salão de Bailes da AABB, na Lagoa, Rio de Janeiro RJ.
Célia Laríchia, presidente da AAFBB, elegantíssima em seu longo verde, recebia a todos de forma feliz, calorosa, simpática e com um constante sorriso nos lábios.
Um grupo ativo e prestimoso de moças auxiliava Célia Laríchia na organização do evento, acompanhando os convidados para suas mesas e tomando outras providências.
De imediato, baterias de garçons começaram a servir deliciosos acepipes e bebidas aos comensais.
A Orquestra Tupy, uma das mais famosas orquestras do país, encarregou-se de lotar o salão com exímios dançarinos que rodopiavam pela pista de dança, inebriados pelo som maravilhoso   da magnífica seleção musical.
Há muito tempo não nos deparávamos com uma festa tão requintada e organizada em seus mínimos detalhes.
A certo ponto do baile, a orquestra deu um intervalo e o mestre de cerimônias tomou a palavra e convidou Célia Laríchia para falar sobre a importância daquela data para a AAFBB.
Célia Laríchia fez uma exposição muito emotiva e tocante dirigida a todos os presentes, quando se referiu à trajetória da AAFBB, desde a sua fundação até os dias atuais.
Discorreu sobre a AAFBB, a associação de funcionários do BB mais antiga do país, às suas conquistas para a categoria dos aposentados, pensionistas e para os atuais funcionários da ativa do BB.
Falou da sede social e da rede de ajuda e serviços prestados aos associados, desde à ligação visceral com a CASSI e a PREVI, aos eventos recreativos, à programação cultural e ao serviço de assistência jurídica.
Lembrou o papel fundamental da Sede Campestre da AAFBB em Xerém, onde são promovidos encontros com representantes da categoria de todo o país, que foram e continuarão a ser fator fundamental para muitas conquistas importantes para a categoria dos funcionários da ativa do BB e dos aposentados e pensionistas da PREVI e assistidos da CASSI.
Só uma sede campestre tão ampla e aprazível, de baixo custo e tão bem organizada como a de Xerém, possibilita o êxito de tais encontros.
Célia Laríchia estendeu seus agradecimentos a todo o corpo social que é a base de sustentação e a razão da existência da entidade.
Agradeceu a presença dos convivas, oportunidade em que foi efusivamente aplaudida.
Em seguida, convidou todos os dirigentes da AAFBB presentes ao evento que se juntassem a ela, para que fizessem um voto de congraçamento pela associação.
Logo após, a Orquestra Tupy voltou a lotar a pista de dança com a interpretação magistral de sua seleção maravilhosa de sucessos musicais.
Apesar da grandeza do evento e do grande número de convidados, registramos a presença de Odali Dias Cardoso, Nelson Leal, Ari Sarmento, Waldyr Argento, Adolpho Gonçalves Nogueira, Marcel Barros, José Odilon Gama da Silva, Carlos Fernando dos Santos Oliveira (CaFé), Júlio César Alt, José Mauro Martins Cordeiro e Ernesto Pamplona, com suas esposas.
Waldenor Moreira Borges Filho, de São Paulo, representava as associações fora do Rio de Janeiro.
Também estavam presentes Maria Tereza de Souza Silva com Mário Fernando Engelke, Mário Bastos e esposa Dalva, Loreni de Senger e Betto Dias.
Ainda contamos com a presença de Fernando Amaral Baptista Filho, Gilberto Santiago e seu primo Evanildo Cavalcante Bechara, membro da Academia Brasileira de Letras.
Desculpamo-nos se deixamos de fazer o registro de um ou outro convidado, mas o salão era grande, estava lotado, e foi absolutamente impossível estar totalmente atento à cobertura de todos os detalhes da   festiva solenidade no meio de um ambiente tão alegre e descontraído.
Os deliciosos quitutes e bebidas variadas continuavam a ser constantemente servidos e a sumirem como por mágica das bandejas dos garçons quando passavam pelas mesas dos comensais.
A orquestra Tupy não dava trégua. Os dançarinos estavam infatigáveis e envolvidos pela magia da trilha sonora que só a Orquestra Tupy sabe interpretar.
Assim é que deve ser uma boa festividade.
Boa comida, bebida gelada, muito riso, piadas, amigos, abraços, mulheres alegres, bonitas e felizes, ambiente elegante, orquestra de primeira e dançarinos magistrais.
Palmas aos organizadores de festa tão animada e esplendorosa.
E parabéns pela comemoração dos 64 aninhos dessa criança tão acolhedora, calorosa, humana e alegre chamada AAFBB.
Que tenha vida longa !!!
Adaí Rosembak
Associado da AAFBB, ANABB, AFABB-RS e ANAPLAB

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Como Aumentar o Benefício do INSS pela Desaposentação

Por considerarmos muito oportuna a abordagem do tema desaposentação, transcrevemos neste blog o artigo “Como aumentar meu benefício no INSS pela Desaposentação”, elaborado pelo Advogado Hugo Jerke, e publicado em 15.10.2015, na Coluna Antenado do site da AAFBB.
Esse é um assunto sobre o qual existe um certo estigma e muito desconhecimento, mesmo entre pessoas que, depois de aposentadas, voltam ao mercado de trabalho.  Alega-se que as dificuldades burocráticas e a demora colocadas pela burocracia estatal para a concessão desse direito não compensam qualquer benefício que se venha a conquistar.
Por isso, os providenciais esclarecimentos prestados pelo Causídico Hugo Jerke, assessor jurídico da AAFBB e Coordenador do Serviço de Orientação Jurídica, foram muito bem-vindos a muitos companheiros que, premidos por dificuldades financeiras, são obrigados a retornar ao mercado de trabalho.
Adaí Rosembak
Associado da AAFBB, ANABB, AFABB-RS e ANAPLAB

Como aumentar meu benefício no INSS pela Desaposentação – (Hugo Jerke) 

A desaposentação é a possibilidade jurídica de o aposentado rever seu benefício previdenciário oficial (INSS) para que sejam consideradas as novas contribuições previdenciárias realizadas após sua aposentadoria.
Na verdade, a desaposentação nada mais é do que a correção de uma grave injustiça praticada contra o aposentado que, após a concessão do benefício pelo INSS, continuava exercendo sua atividade profissional e, portanto, contribuindo para a previdência oficial sem qualquer vantagem.
No direito previdenciário não se admite duas aposentadorias oficiais. Por isso, até 1994, os trabalhadores já aposentados, que seguiam em atividade, recebiam suas contribuições de volta quando retornavam à inatividade, com juros e correção monetária e com o nome de pecúlio. Não tinham direito a novo benefício, mas recebiam de volta suas contribuições como se fossem uma poupança. Com a extinção desse direito, instalou-se uma inconstitucionalidade, com a obrigação sem qualquer contraprestação por parte da autarquia federal (INSS).
Assim, a desaposentação é a renúncia ao benefício que está recebendo para poder garantir o de maior valor em razão da continuidade de contribuições.
Essa matéria já foi apreciada de forma definitiva pelo Superior Tribunal de Justiça, no julgamento do Recurso Especial  nº 1.334.488/SC, no qual restou sedimentado o entendimento da possibilidade da desaposentação.
Quem pode pedir a desaposentação
A desaposentação é aconselhada para aqueles que não recebem benefício previdenciário oficial no teto, atualmente R$ 4.663,75, e que, após sua aposentadoria, continuaram ou continuam recolhendo contribuições previdenciárias. É importante ressaltar que até os sócios de empresas, que recebem pró-labore, recolhem contribuições previdenciárias e, com isso, podem pedir a desaposentação.
Destaca-se a nova regra de aposentadoria, o famoso 85/95, criada por medida provisória. Essa nova regra da previdência irá estimular a desaposentação, pois em muitos casos o aposentado, que sofreu os efeitos do fator previdenciário em seu benefício de aposentadoria oficial, poderá postular a aposentadoria mais vantajosa.
Cada caso deverá ser analisado por advogado especialista em matéria previdenciária para que sejam avaliados os benefícios de uma eventual ação judicial.
Hugo Jerke é assessor jurídico da AAFBB e coordenador do serviço de Orientação Jurídica. Advogado pós-graduado em Direito Privado pela Universidade Federal Fluminense e em Direito do Consumidor pela Universidade Estácio de Sá, é mestre em Direito pela Universidade Cândido Mendes. Também é vice-presidente da Comissão de Direito Sanitário e Saúde da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e membro titular da Comissão de Previdência Complementar da OAB.

Matéria publicada na Revista Conexão AAFBB –Nº 101- Jul/Ago/Set 2015.   

sábado, 17 de outubro de 2015

Uma Vitória Ilusória

Muitos companheiros estão momentaneamente aliviados com as recentes medidas tomadas em relação ao ES, resultantes de discussões bem-sucedidas com a PREVI.
Estão parabenizadas a própria PREVI, as associações de funcionários, os grupos organizados nas redes sociais e, em especial, os blogs que tiveram um papel importantíssimo ao acompanharem e transmitirem aos funcionários da ativa e aos aposentados e pensionistas, o passo a passo das discussões entabuladas com a PREVI.
Entre os blogs, homenageamos especialmente os de Cecília Garcez, Medeiros, Ari Zanella e Carvalho, que denominamos de Quarteto de Ouro, cujos titulares exercem cargos de destaque na PREVI.
Diariamente, muitos companheiros começavam suas “varreduras” na internet acessando sofregamente os blogs desses colegas da PREVI à procura de    novidades sobre o ES e outros assuntos pertinentes aos nossos interesses. 
Parabenizamos esses valorosos blogueiros pelos seus desgastantes papéis de defensores dos cordeiros dentro da toca dos lobos.
Lembro o desencanto e a amargura que esses companheiros deixavam transparecer nos seus blogs quando de seus embates com os demais componentes da diretoria da PREVI, em que sempre eram os derrotados por não contarem com o voto de minerva.
Mas, como diz o ditado “água mole em pedra dura tanto bate até que fura”, o esforço constante e em conjunto de todos os partícipes do assunto conseguiu sensibilizar a cúpula dirigente da PREVI para chegarmos a essas decisões mais humanizadas.
Mas não podemos relaxar, nos iludir e nem qualificar as novidades em relação ao ES como vitórias.
As dívidas persistem e continuarão a atormentar e desesperar as pessoas a um tal ponto que chegam a desestruturar famílias.
O que se ganhou com as novas medidas para o ES nada mais foi do que um curto intervalo para a quitação das dívidas, mas com a dilação do prazo final de quitação da dívida. Ou um alívio no valor das parcelas vincendas, mas também com uma dilação do prazo de quitação da dívida. Também se introduziu uma nova modalidade de empréstimo com base no 13º salário.
O ideal mesmo seria que os devedores conseguissem adotar um regime severo na contenção dos gastos pessoais para eliminar de vez esse terror chamado dívida. Mas cada um sabe de sua própria vida e existem situações tão dramáticas em que não existe outra alternativa que não seja apelar para empréstimos.
Uma boa fonte de consulta sobre o tema é o site da AAFBB, no título “PREVI, Previdência e Fundos de Pensão”, sub-título “Empréstimo Simples: novas opções em favor dos mutuários”
Agora precisamos canalizar nossas energias para outro campo de batalha que é resolver urgentemente a situação da CASSI.
Novas rodadas de discussões com o BB estão sendo programadas, mas ainda não foram vislumbradas medidas viáveis que compatibilizem os compromissos assumidos pelo BB com os interesses dos funcionários da ativa, dos aposentados e das pensionistas.
O BB tem apresentado uma postura absolutamente inflexível em relação a qualquer sugestão que atenda adequadamente a esses compromissos.
Essa atitude rígida do BB está levando a CASSI a uma condição de esgotamento de seus recursos, chegando em 2014 a um déficit de 177 milhões. Se continuarmos dessa forma, corremos o risco de sofrer uma intervenção por parte da ANS.
A CASSI está tomando medidas emergenciais em relação ao assunto e está debatendo a adoção de um projeto de longo prazo que é a ampliação do modelo assistencial na Estratégia de Saúde da Família (ESF) para assistir a 400.000 associados, que é o total de assistidos pelo Plano CASSI Associados. O modelo de Estratégia de Saúde da Família tem a vantagem de agir muito mais na prevenção do que na cura, o que barateia significativamente os custos de manutenção do Plano CASSI Associados.
Para um melhor esclarecimento e aprofundamento desse assunto, recomendamos que os associados da CASSI acessem o site da AAFBB e leiam o artigo “CASSI: Novas Rodadas de Negociação”, no título “Notícias”, sub-título “CASSI, Saúde e Qualidade de Vida”.
Esperamos que nas próximas rodadas de negociação, o BB seja mais sensível em relação à legítima demanda de seu funcionalismo, dos aposentados e das pensionistas, o que reverterá para a manutenção do atendimento da saúde de seu quadro funcional, que é um dos pontos fundamentais para a atração de novos valores para o BB.
Adaí Rosembak

Associado da AAFBB, ANABB, AFABB-RS e ANAPLAB

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

SUSTENTABILIDADE DA CASSI - Informe 6

Em razão da importância da matéria   que, no presente momento, vem sendo abordada em segundo plano pelas associações e nas redes sociais em razão das eleições na ANABB, transcrevemos adiante uma exposição objetiva, concisa, atualizada e assimilável por qualquer associado da CASSI, mesmo os que não estão atualizados com as atuais discussões sobre o assunto, de autoria da Presidente da AAFBB, Célia Laríchia, sobre o andamento dos debates e a atual situação da Sustentabilidade da CASSI. O artigo de 15.10.2015, está no site da AAFBB, no título “Notícias”, sub-título “Cassi, Saúde e   Qualidade de Vida”.

Adaí Rosembak
Associado da AAFBB, ANABB, AFABB-RS e ANAPLAB

http://www.aafbb.org.br/img/px.gif
CASSI: NOVAS RODADAS DE NEGOCIAÇÃO

http://www.aafbb.org.br/img/px.gif
Há alguns anos, a Cassi luta para reaver sua sustentabilidade, afetada, em grande parte, pelos custos crescentes como inflação da saúde, novos procedimentos e tecnologias, surgimento de novas doenças, elevação de expectativa de vida etc. Em 2014, com a falta de receitas extras, a crise se agravou e o déficit aumentou, alcançando no ano R$ 177 milhões. Para tentar buscar uma solução para o problema e garantir os direitos dos associados, foi formada, em maio, uma mesa de negociações composta pelo Banco do Brasil e por entidades representativas do funcionalismo da ativa, aposentados e pensionistas (AAFBB, Anabb, Faabb, Contraf e Contec). O objetivo dessas negociações é discutir medidas emergenciais de curto prazo e ações estruturantes de longo prazo que possam recuperar o equilíbrio econômico e financeiro da Caixa de Assistência.

Para Célia Larichia, presidente da AAFBB, alguns pontos em discussão são considerados fundamentais e inegociáveis para a instituição. O primeiro deles é a solidariedade. "Desde a sua concepção, a base do nosso plano de saúde é a solidariedade, ou seja, você paga na proporção de sua remuneração e usa conforme sua necessidade. Essa é uma característica muito importante para o nosso grupo de funcionários e aposentados e não aceitamos que ela seja quebrada", afirma Celia, que acrescenta: "Outra premissa inegociável é que todos os funcionários da ativa, aposentados e pensionistas continuem tendo direito à assistência à saúde pela Cassi. Não vamos permitir que qualquer segmento fique excluído ou perca os direitos adquiridos. O BB não pode se eximir de suas responsabilidades com os associados", defende Célia.

DEBATE NA MESA

De início, a discussão de todas as medidas (emergenciais e estruturantes) acontecia ao mesmo tempo, o que gerou um impasse muito grande. "Um dos temas mais polêmicos, proposto pelo Banco, é o que pretende transferir o valor de R$ 5,8 bilhões para a Caixa de Assistência. Isso representaria sua contribuição até o último associado aposentado da Cassi estar vivo. Mas nós, da AAFBB, não aceitamos esse fundo porque entendemos que o Banco está se eximindo de sua responsabilidade futura. Essa medida não é benéfica para os aposentados, pois pode significar que eles não teriam mais o plano de saúde, apesar de o Banco afirmar o contrário", explica Célia.

Outra questão que levantou um grande debate foi a proposta do Banco de, no caso de futuros déficits, a reposição do valor ficar a cargo somente dos associados. "Os integrantes da mesa também não concordam com essa premissa. A Cassi tem uma gestão paritária, em que eleitos e indicados dividem a responsabilidade dos resultados, sejam eles superavitários ou deficitários. Por isso, não achamos justo que, ao dividir o déficit, os associados paguem sozinhos", pondera Celia.

PROPOSTAS DE CURTO E LONGO PRAZOS

Com as reservas da Cassi se extinguindo, Célia acredita que é preciso adotar uma ação enérgica para reverter o resultado. "As reservas da Caixa de Assistência estão se exaurindo com muita rapidez, em razão de descasamento entre receitas e despesas, e a expectativa é de que cheguem apenas até o final do ano. Isso é muito complicado, pois se continuar assim corremos o risco de uma intervenção da ANS. Por isso, neste momento, passamos a discutir propostas de cunho emergencial fazendo todo o esforço possível para resolver o problema até dezembro", destaca Célia Laríchia.

Paralelamente às medidas emergenciais, um importante projeto de longo prazo já está sendo debatido. Trata-se da ampliação do modelo assistencial na Estratégia de Saúde da Família, que vai agir muito mais na prevenção do que somente na cura.

Hoje, o programa já existe e atende a cerca de 160 mil pessoas, mas a intenção é aumentar esse número para 400 mil atendidos, público total do Plano Cassi Associados. "Sabemos que é um projeto longo, que deve demorar de dois a três anos para ser completamente implantado, mas queremos começar conscientizando as pessoas sobre sua importância. Afinal, é melhor investir na prevenção, garantindo mais saúde e qualidade de vida aos associados, com um custo menor para a Caixa de Assistência, o que promove a sustentabilidade da Cassi e a assistência a todos os associados", conclui Célia.

As reuniões da mesa de negociações em defesa dos associados da ativa, aposentados e pensionistas continuam em foco pela AAFBB, que vem desempenhando um papel relevante nas negociações com o Banco. Representada pela presidente Célia Larichia e pela vice-presidente do Conselho Deliberativo e Conselheira da Cassi, Loreni de Senger, a associação luta sempre por decisões que favoreçam a todos os associados.

Após várias rodadas de negociações (veja matérias no site da AAFBB) entre maio e setembro, em que foram aprofundadas as discussões entre as entidades representativas e o BB sobre as propostas apresentadas, até o momento não há consenso e conclusão nos debates.



Por isso é importante registrar que a unidade entre as entidades representativas e dirigentes eleitos e a mobilização de todos os associados são fundamentais para o sucesso das negociações pela busca do equilíbrio da Caixa de Assistência.